Categoria: Teste

  • Após goleada, Filipe Luís fala sobre protestos, Pedro e Paquetá

    Após goleada, Filipe Luís fala sobre protestos, Pedro e Paquetá

    Adriano Fontes/Flamengo
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    O treinador do Flamengo, Filipe Luís, concedeu entrevista após goleada de 8 x 0 sob o Madureira pela semifinal do Campeonato Carioca nesta segunda-feira (2/3). Entre os assunto, o técnico falou sobre os protestos da torcida, o desempenho do atacante Pedro e a necessidade de ajustes táticos no setor ofensivo.

    “Eu gosto sempre de lembrar que usava a camisa do Flamengo desde pequeno. Eu sofria pelo Flamengo, é o meu time do coração. Via tudo de longe e quis aceitar esse desafio. Como treinador, eu sabia perfeitamente da cobrança que existe aqui. Sei que é difícil, mas sempre confiei em mim. Quando a torcida cobra, ela tem razão. O que posso fazer é trabalhar, trabalhar e trabalhar”, declarou. .

    O comandante destacou a importância de Pedro, autor de quatro gols na goleada, como peça fundamental no ataque.

    “Existem muitas coisas que precisamos corrigir. Mas hoje vimos vários pontos importantes. O Pedro é determinante e decisivo. Mas também tem o direito de não estar no seu melhor nível. Eu preciso que, quando a bola chegue ao pé dele, ele faça o que sabe: gol. Atacante vive disso”, afirmou Filipe Luís.

    Outro que se destacou na partida foi Paquetá, que fez dois gols, o técnico observou evolução no rendimento do jogador em campo.

    “Hoje senti que ele estava mais confortável em campo. Dentro da área, leva muito perigo. Percebi que ele atuou em uma posição onde pode render ainda mais. Agora precisamos montar o quebra-cabeça e encaixar todos juntos (Arrascaeta, Paquetá e Carrascal)”, disse.

    Agora, o Flamengo volta aos gramados no domingo (8/3), no Maracanã, para final do Carioca em jogo contra o Fluminense.

  • França diz que vai aumentar arsenal nuclear em meio a conflito no Oriente Médio

    França diz que vai aumentar arsenal nuclear em meio a conflito no Oriente Médio

    Kristian Tuxen Ladegaard Berg / SOPA Images / LightRocket / Getty Images
    Foto colorida do presidente da França, Emmanuel Macron - Metrópoles

    O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou nesta segunda-feira (2/3) que o país vai aumentar o arsenal nuclear com o intuito de cooperar com a defesa do continente europeu. O anúncio ocorre dois dias após os inícios dos ataques norte-americanos e israelenses ao Irã. 

    “Num momento em que as certezas vacilam, em que os adversários se tornam mais ousados ​​e em que as alianças se desfazem, a dissuasão é, e deve continuar a ser, um princípio francês inviolável”, disse Macron. “Devemos reforçar a nossa dissuasão nuclear face à combinação de ameaças e devemos considerar a nossa estratégia de dissuasão no seio do continente europeu”, completou, em discurso na base de submarinos nucleares de Île Longue, na Bretanha

    Como justiticativa, Macron destacou que o mundo está cada vez mais “hostil”. “O mundo está a tornar-se mais hostil, e os acontecimentos recentes demonstraram isso mais uma vez”, disse. 

    Macron também anunciou que o país não vai mais divulgar  o número de suas armas nucleares. A França é um dos cinco países do mundo que reconhecem ter armas nucleares, pelo Tratado de não proliferação de armas nucleares. E hoje, a França tem o quarto maior estoque de ogivas do mundo.

  • Do bolso para a economia: como fundos de investimento ajudam o Brasil

    Do bolso para a economia: como fundos de investimento ajudam o Brasil

    03/03/2026 00:15, atualizado 03/03/2026 00:16

    metropoles.com

    Não é preciso olhar muito longe para ver a economia em movimento: um canteiro de obras surgindo, uma loja ampliando o espaço, uma empresa contratando mais gente. Para que tudo isso aconteça, é preciso dinheiro circulando para tirar planos do papel.

    Parte desses recursos vem do mercado de capitais. Quando alguém aplica em um fundo, por exemplo, o dinheiro não fica parado. Ele passa a circular pelo sistema financeiro e pode ser direcionado para empresas, projetos e diferentes atividades produtivas, ajudando a viabilizar expansões, contratações e até obras de infraestrutura.

    “Quando falamos de investir, não estamos falando apenas de guardar dinheiro, mas de colocá-lo em movimento. Os fundos ajudam a transformar a renda das pessoas em capital que financia empresas e projetos, ao mesmo tempo em que contribuem para os objetivos de longo prazo de cada investidor”, afirma Pedro Rudge, diretor da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

    Mas, como os fundos funcionam na prática?

    Os fundos reúnem os recursos de várias pessoas para investir em oportunidades que podem fazer esse dinheiro render. Ao aplicar, o investidor compra pequenas partes do fundo, chamadas de cotas – e, em alguns casos, é possível começar com apenas R$ 10.

    Desde o início, a estratégia de investimento do fundo está traçada – o que significa que o investidor sabe exatamente onde esse produto pode ou não colocar o dinheiro.

    Esse modelo facilita o acesso a oportunidades que, individualmente, seriam difíceis ou inviáveis, além de contar com gestão profissional. Um especialista acompanha o cenário econômico e decide onde investir, sempre respeitando as regras do fundo.

    Para onde esse dinheiro pode ir

    O destino dos recursos varia conforme o tipo de fundo. Alguns compram títulos do governo. Outros investem em papéis emitidos por bancos e empresas. Há ainda fundos que direcionam recursos para setores específicos, como infraestrutura, imobiliário e agronegócio.

    Um exemplo de investimento que pode estar presente na carteira dos fundos são as debêntures — títulos de dívida usados pelas empresas para captar dinheiro e financiar projetos.

    Quando um fundo compra esses papéis, ele ajuda a viabilizar expansões, obras e novos negócios. A construção que aparece na sua rua pode não ter sido financiada diretamente por um fundo, mas pode ter contado com recursos que passaram por ele.

    Não à toa, a indústria de fundos no Brasil já ultrapassa R$ 10 trilhões em patrimônio e está entre as dez maiores do mundo.

    Esse volume financia mais da metade das dívidas pública e privada do país. Na prática, isso significa que o dinheiro dos investidores ajuda tanto a sustentar as atividades do governo quanto a apoiar empresas que produzem, empregam e investem.

    Por que isso importa?

    Ao investir em fundos, o investidor não só tem a chance de ver seu dinheiro render em um produto seguro, como também contribui para que esses recursos passem a circular por diferentes setores da economia, apoiando o crescimento de empresas, a geração de empregos e a realização de projetos.

    Investir não é apenas guardar dinheiro. É participar de uma engrenagem maior que conecta a poupança das pessoas ao que acontece do lado de fora de casa — do novo negócio do bairro à obra que surge na sua rua.

    Quer saber mais sobre como os fundos funcionam?

    Acesse nofundovocepode.com.br.

  • BYD Dolphin Mini é o carro mais vendido no varejo em fevereiro

    BYD Dolphin Mini é o carro mais vendido no varejo em fevereiro

    03/03/2026 00:15, atualizado 03/03/2026 00:15

    metropoles.com

    Pela primeira vez na história do mercado automotivo brasileiro, um veículo 100% elétrico alcança a liderança de vendas no varejo. O protagonista desse marco inédito é o BYD Dolphin Mini que, em fevereiro de 2026, registrou mais de 4 mil unidades emplacadas no Brasil.

    O fato representa uma quebra histórica de paradigma em um setor tradicionalmente dominado por modelos movidos 100% a combustão.

    Além disso, o desempenho do veículo sinaliza uma mudança concreta no comportamento do consumidor e no estágio de maturidade da eletrificação no país.

    Em 2025, a BYD galgou a quarta posição de vendas no varejo nacional, conforme dados da Fenabrave.

    O BYD Dolphin Mini não apenas lidera: ele se tornou o elétrico mais bem-sucedido da história do Brasil.

    Reconhecimento nacional e internacional

    Ao longo de 2025, o Dolphin Mini consolidou relevância com premiações de peso no cenário automotivo e de inovação. O modelo foi eleito Melhor Carro Urbano do Mundo no World Car Awards, além de integrar a lista Best Inventions 2025, da Time.

    No Brasil, recebeu o Prêmio Mobilidade Limpa 2025, concedido pela Agência AutoInforme, e foi eleito Carro Urbano do Ano no Car Awards.

    O modelo entrou no cotidiano do brasileiro

    O avanço nas vendas é sustentado por fatores objetivos. De acordo com dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), o BYD Dolphin Mini pode superar 280 km, baixo custo de manutenção e zero gastos com combustível.

    O conjunto posiciona o modelo como alternativa viável não apenas ambientalmente, mas também financeiramente para o consumidor brasileiro, impulsionado pelo baixo custo de manutenção e pela redução significativa no custo por quilômetro rodado.

    Estratégia industrial e consolidação no Brasil

    O desempenho comercial está inserido em uma estratégia mais ampla do BYD Dolphin Mini, comercializado e hoje produzido no Brasil dentro de um plano de consolidação industrial que inclui a operação instalada em Camaçari (BA).

    A iniciativa fortalece a presença local da marca, ampliando investimentos e estruturando as bases para a expansão da eletrificação no mercado nacional.

    O marco alcançado pelo Dolphin Mini indica mais do que um bom momento de vendas: sinaliza uma transformação estrutural no setor automotivo brasileiro.

    Pela primeira vez, a liderança deixa de ser um território exclusivo dos motores a combustão e passa a ser disputada por um modelo movido exclusivamente a eletricidade, um fato que redefine os rumos da mobilidade no país.

    BYD

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  • ONU diz que instalações nucleares do Irã não foram atingidas

    ONU diz que instalações nucleares do Irã não foram atingidas

    D. Calma/IAEA
    O Diretor-Geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, faz sua declaração na reunião do Conselho de Governadores na sede da Agência em Viena

    O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, ligada às Nações Unidas, Rafael Grossi, afirmou nesta segunda-feira (2/3) que não há nenhum indício de que as instalações nucleares iranianas foram atingidas pelo ataque dos Estados Unidos e de Israel ao país. “Até o momento, não foi detectada nenhuma elevação dos níveis de radiação acima dos níveis normais de radiação de fundo nos países que fazem fronteira com o Irã”, disse após sessão especial do Conselho de Administração.

    “Em relação ao status das instalações nucleares no Irã, até o momento, não temos indícios de que qualquer uma delas, incluindo a Usina Nuclear de Bushehr, o Reator de Pesquisa de Teerã ou outras instalações do ciclo do combustível nuclear, tenha sido danificada ou atingida”, completou.

    Segundo ele, a rede regional de monitoramento de segurança foi colocada em alerta. No entanto, até o momento, eles não conseguiram contato com as autoridades reguladoras nucleares iranianas por meio da Comissão de Energia Irlandesa (IEC).

    Rafael Grossi aproveitou para ressaltar a importância de encontrar uma resposta diplomática para a questão. “Como sabem, tenho estado intimamente envolvido no apoio aos esforços para encontrar uma solução diplomática para o impasse em torno do programa nuclear iraniano”, destacou. “Continuo convicto de que a solução duradoura para esta discórdia de longa data reside na mesa diplomática”, completou.

     

  • Após ataques de EUA e Israel, Irã divulga vídeo que mostra arsenal de drones. Veja vídeo

    Após ataques de EUA e Israel, Irã divulga vídeo que mostra arsenal de drones. Veja vídeo

    Divulgação/ Fars News Agency
    Foto colorida de arsenal de drones do Irã - Metrópoles

    Em um vídeo divulgado nesse domingo (1/3), após os ataques de Estados Unidos e Israel, o governo do Irã, através da agência estatal Fars, publicou imagens de um arsenal de drones militares. Nas imagens, as aeronaves aparecem enfileiradas dentro de uma estrutura subterrânea.

    O vídeo mostra também lançadores de foguetes e mísseis. Nas paredes do local, há bandeiras do Irã e fotos do então líder supremo Aiatolá Ali Khamenei.

    Khamenei foi morto durante ataques aéreos conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel no sábado (28/2), de acordo com a mídia estatal iraniana.

    Nesta segunda-feira (2/3), o Ministério da Defesa da Arábia Saudita confirmou que a embaixada dos Estados Unidos(EUA) em Riade, foi atingida por dois drones. O governo norte-americano também confirmou o ataque.

  • Grupo de parlamentares defende mais debate e adiamento do fim da escala 6×1

    Grupo de parlamentares defende mais debate e adiamento do fim da escala 6×1

    Kevin Lima/Metrópoles
    Coalizão de frentes parlamentares do setor produtivo critica calendário de Hugo Motta para fim da escala 6×1.

    Uma coalizão de frentes parlamentares ligada ao setor produtivo defendeu nesta segunda-feira (2/3) aprofundar os debates e adiar a análise de propostas que acabam com a chamada escala 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso.

    Deputados que lideram o grupo fizeram críticas ao calendário proposto pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir o tema.

    O fim da escala 6×1 é uma das prioridades deste ano para Motta. O paraibano tem dito que pretende analisar ainda no primeiro semestre uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com esse modelo de jornada.

    Na avaliação das frentes parlamentares, a discussão da PEC está contaminada e tem sido impactada por um viés eleitoral. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu a mudança da escala como um dos motes de sua campanha à reeleição. Membros do governo defendem uma redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário.

    “Acho um absurdo colocar um prazo na cabeça da gente para votar. Queremos uma contrapartida que seja responsável, e não eleitoreira”, disse a presidente interina da Frente Parlamentar do Livre Mercado, deputada Bia Kicis (PL-DF).

    Coalizão de 25 frentes parlamentares

    Em um jantar na sede da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, representantes da coalizão defenderam que o Congresso discuta uma “modernização da jornada de trabalho”. O grupo reúne 25 frentes parlamentares do setor produtivo, como a Frente Parlamentar pela Melhoria do Ambiente de Negócio e a Frente Parlamentar da Agropecuária.

    Questionados pela imprensa, lideranças das bancadas preferiram não adiantar um “formato ideal”, mas defenderam flexibilizações nas relações trabalhistas.

    “Concordamos em ter debate, mas aprofundado. O que queremos é poder debater profundamente esse tema”, afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Pedro Lupion (Republicanos-PR).

    A análise da PEC da escala 6×1 foi destravada por Motta no início de fevereiro, quando o presidente da Câmara encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma proposta apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP).

    Motta quer votar no primeiro semestre

    Hugo Motta tem dito que todas as fases podem ser concluídas ainda no primeiro semestre. Em entrevista ao Metrópoles, ele afirmou, na última semana, que a PEC pode ir à votação final em maio.

    Segundo parlamentares da coalizão, representantes do setor produtivo já procuraram Hugo Motta para defender uma ampliação do debate e pressionar por um novo calendário.

    “Não pode ocorrer no calendário que eles querem. Nosso ponto é debater e encontrar um caminho correto”, disse Lupion.

    Impactos na economia

    Para os representantes do setor produtivo no Congresso, o calendário de Motta é “eleitoreiro” e pode gerar impactos na economia. Nesta segunda, os parlamentares assistiram a uma apresentação de José Eduardo Gibello Pastore sobre um estudo encomendado pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) sobre a redução da jornada de trabalho.

    O documento afirma que, em uma redução da escala máxima para 36 horas semanais sem redução de salário, haverá um aumento de 22% do salário-hora do funcionário e da folha salarial.

    “A estimativa tende a crescer, quando se consideram as várias medidas que as empresas precisarão adotar para ajustar as escalas para os folguistas”, diz o estudo.

    O levantamento sustenta que o fim imediato da escala 6×1 pode levar à “forte retração das atividades econômicas e do Produto Interno Bruto”.

    “A redução de jornada por meio de PEC ou lei ordinária reduzirá as oportunidades de trabalho. Emprego é gerado por crescimento econômico e instituições amigáveis”, acrescenta.

    Para o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), os preços “vão aumentar em todo o país”. “Nós não somos do contra, mas precisamos ser coerentes. As coisas vão ficar mais caras. A vida vai ficar mais cara. É remar contra a corrente. Aprovar é confortável, mas não fica bem na fita”, disse.

  • Câmara aprova projeto que pode punir crimes da ditadura atualmente

    Câmara aprova projeto que pode punir crimes da ditadura atualmente

    Bruno Spada/Câmara dos Deputados
    Câmara dos Deputados

    A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (2/3), um projeto que insere no Código Penal o crime de “desaparecimento forçado” de pessoas, cometido pelo Estado ou por funcionários públicos com a conivência do governo.

    O texto segue para o Senado. Pela redação aprovada, há a possibilidade de familiares de vítimas da ditadura militar acionarem a Justiça para reabertura de casos, segundo parlamentares da oposição. 

    De acordo com o relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), no entanto, isso não seria possível. “O projeto trata de crime de natureza permanente e somente serão julgados casos de desaparecimento forçado que se perpetuem após a entrada em vigor da lei por causa do princípio de irretroatividade da lei penal, independentemente da data de início da ação delitiva”, afirmou.

    A proposta torna o crime de desaparecimento forçado “imprescritível”, ou seja, pode ser apurado e punido a qualquer tempo, independentemente de quando tenha sido cometido. Na prática, casos que nunca tiveram conclusão, como os citados acima, poderão ser reabertos.

    A Lei da Anistia, aprovada em 1979, perdoou crimes cometidos durante a ditadura que já haviam sido julgados. A oposição tentou aprovar uma emenda para excluir os beneficiados pela anistia da lei, mas a mudança foi rejeitada.

    O que prevê o projeto

    O texto também considera crime ocultar informações sobre o paradeiro da vítima ou negar a existência da privação de liberdade.

    A pena prevista é de 10 a 20 anos de reclusão, além de multa, e se aplica também a quem ordena, autoriza, encobre ou deixa de fornecer informações que permitam localizar a vítima.

     Se houver tortura, crueldade, aborto ou lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, a punição sobe para 12 a 24 anos, e para 20 a 30 anos se o crime resultar em morte.

    A pena ainda pode ser aumentada de um terço até a metade se o desaparecimento durar mais de 30 dias, envolver vítima vulnerável, houver abuso de autoridade ou retirada da vítima do país.

    O relator do projeto, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), argumentou haver casos na história do país de desaparecimento de pessoas, como durante a ditadura militar (1964-1985), que jamais foram punidos.

    Orlando usa o Caso Gomes Lund para sustentar que o Brasil tem obrigação internacional de tipificar o desaparecimento forçado. No parecer, ele lembra que a Corte Interamericana de Direitos Humanos determinou que “o Brasil deve adotar as medidas que sejam necessárias para tipificar o delito de desaparecimento forçado de pessoas, em conformidade com os parâmetros interamericanos”.

    Em discurso a favor da proposta, o deputado Chico Alencar (PSol-RJ) citou os casos de Rubens Paiva, Stuart Angel Jones, Amarildo de Souza e Patrícia Amieiro.

  • Flamengo atropela Madureira e disputa final do Carioca com Fluminense

    Flamengo atropela Madureira e disputa final do Carioca com Fluminense

    Jogando em ritmo de treino, o Flamengo goleou o Madureira pelo placar de 8 a 0, na noite desta segunda-feira (2) no estádio do Maracanã, e se classificou para a decisão do Campeonato Carioca, onde medirá forças com o Fluminense na grande decisão da competição no próximo domingo (8), a partir das 18h (horário de Brasília).

    Mesmo com a vantagem de três gols construía na partida de ida, o Rubro-Negro da Gávea iniciou a partida de volta das semifinais do Carioca em ritmo acelerado e não demorou a abrir o placar. Logo aos quatro minutos Lucas Paquetá marcou de cabeça após cobrança de escanteio. O meio-campista voltou a superar o goleiro Neguete quando acertou um chute colocado aos 23 minutos.

    Dez minutos depois a vantagem do Flamengo aumentou graças a um gol contra do zagueiro Jean após cruzamento de Cebolinha. O time da Gávea continuou acelerado na partida e chegou ao quarto aos 45 minutos, com o centroavante Pedro.

    Após o intervalo Pedro voltou a dar provas de que pode assumir a posição de atacante de referência titular do Flamengo. Aos dois minutos o camisa nove da Gávea bateu de voleio após cruzamento de Emerson Royal. Um minuto depois Evertton Araújo recuperou a bola na entrada da área do Madureira e rolou para Pedro, que bateu colocado para marcar o seu terceiro na partida.

    Aos 24 Pedro aproveitou uma sobra de bola dentro da área para marcar o sétimo do Flamengo, e o seu quarto no confronto. Já aos 42, Samuel Lino deu números finais ao marcador.

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