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  • Lula volta do recesso com foco na Venezuela, mas tem outras pendências

    Lula volta do recesso com foco na Venezuela, mas tem outras pendências

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Presidente Lula discursa durante abertura do 16º Congresso do PCdoB, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães METROPOLES

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve retornar a Brasília entre estas segunda-feira (5/1) e terça-feira (6/1) após dias de descanso na Restinga da Marambaia, base militar da Marinha no Rio de Janeiro.

    Lula já começa o ano com pendências para resolver, com destaque para as tensões diplomáticas decorrentes do ataque dos EUA à Venezuela. Mas além disso, o presidente deve dar prosseguimento ao rito de indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e tomar decisões em relação a questões de segurança pública.

    A previsão era de que o titular do Planalto voltasse ao trabalho nesta terça, como anunciado anteriormente, mas o presidente deve voltar mais cedo para Brasília por conta da ofensiva do presidente Donald Trump em território venezuelano e da captura de Nicolás Maduro no sábado (3/1).

    Ainda naquele dia, o governo brasileiro reuniu ministros e auxiliares em duas reuniões de emergência para discutir a situação. A maioria dos integrantes participou de forma virtual, incluindo Lula e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

    Depois do segundo encontro, à tarde, a embaixadora Maria Laura da Rocha informou que o Brasil vai participar da reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) sobre o tema, que deve ser realizada nesta segunda às 10h (horário de Brasília). Segundo fontes do Itamaraty, o Brasil terá a palavra e quem falará será o embaixador Sérgio Danese.

    Nesse domingo (4/1), o chanceler representou o Brasil na reunião extraordinária de ministros das relações exteriores dos países membros da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

    Na ocasião, o Brasil divulgou uma nota conjunta com México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha se posicionando sobre o ataque dos EUA. Os governos afirmam “profunda preocupação e rechaço” às ações militares e defendem que a crise no país vizinho seja resolvida por meios pacíficos.

    A mesma posição foi defendida pessoalmente pelo presidente Lula. Em publicação nas redes sociais, o chefe do Executivo disse que a ação “ultrapassou uma linha inaceitável”. “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, criticou Lula.

    O governo brasileiro sempre defendeu uma saída pacífica para o conflito. Em reunião com Trump na Malásia, no fim de outubro, o titular do Planalto se colocou à disposição para mediar a disputa. De acordo com Mauro Vieira, o norte-americano agradeceu o gesto e concordou com a intermediação.

    Durante uma ligação telefônica no começo de dezembro a Trump, Lula chegou a pedir para que os EUA não atacasse a Venezuela e ressaltou a opinião de que a América Latina é uma “zona de paz”. A súplica, porém, não teve efeito.

    Como mostrou o Metrópoles, a intervenção norte-americana em território venezuelano pode tirar do presidente brasileiro um dos seus “trunfos” para a eleição de 2026: a aproximação com Trump. A avaliação é líderes da direita brasileira.

    Segundo aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, Lula não poderá vender na campanha uma “boa relação” com Trump enquanto o condena pela intervenção militar na Venezuela. De uma maneira ou de outra, o entorno da pré-campanha de Flávio entende que o tema assumirá papel central na eleição.

    Conversa com Alcolumbre

    Outra pendência do petista é a entrega ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da mensagem oficial de indicação do advogado-geral da União Jorge Messias ao Supremo.

    O documento precisa chegar à Casa Alta para que os trâmites de aprovação — ou recusa — do nome do AGU aconteçam, a começar pela sabatina de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    Lula pretende entregar o documento em mãos a Alcolumbre e continuar o movimento de apaziguamento da relação entre os dois, que ficou fragilizada após a escolha por Messias. O presidente do Senado e a maioria dos colegas defendiam o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para o cargo.

    O mal-estar entre o Planalto e o Congresso rendeu rusgas e atitudes duras de Alcolumbre, como a pressa do presidente do Senado em pautar o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, a derrubada de vetos presidenciais e a aprovação de pautas-bomba nas casas legislativas.

    Depois da demora no envio da mensagem oficial, Alcolumbre teve que adiar a sabatina de Messias, que estava marcada para 2 de dezembro. De certa forma, a decisão do presidente do Senado foi favorável para o indicado de Lula, que ganhou mais tempo para tentar convencer os senadores e angariar mais votos. No plenário, Messias precisa de maioria simples para ter o nome aprovado — pelo menos 41 dos 81 senadores.

    Na volta do recesso parlamentar, em 1º de fevereiro, o indicado à Suprema Corte deve voltar a fazer o beija-mão com os parlamentares. O relator do caso na CCJ, Weverton Rocha (PDT-MA), já informou que vai trabalhar para pedir votos a favor da aprovação do indicado de Lula.

    Ministério da Segurança Pública

    Outro tema que espera definição é o desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública em duas pastas.

    Lideranças do PT têm defendido que o presidente da República só oficialize a recriação da pasta depois que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública for aprovada pelo Congresso Nacional. O próprio presidente declarou publicamente que só deve tomar tal atitude se o texto foi acatado no Legislativo.

    A PEC, criada pelo ministério chefiado por Ricardo Lewandowski foi enviado ao Legislativo em abril, mas andou a passos lentos durante o ano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), porém, se comprometeu a dar prosseguimento na pauta na volta do recesso parlamentar.

    A avaliação no Planalto é que a recriação da pasta — que já existiu no governo de Michel Temer — representa uma investida do governo para dar atenção reforçada a uma área considerada sensível, diante do avanço de organizações criminosas e da pressão por respostas mais coordenadas na segurança pública. A medida também busca centralizar estratégias hoje dispersas entre diferentes ministérios e órgãos federais.

    Na última semana do ano, Lewandowski sinalizou ao presidente o desejo de deixar o comando da pasta no próximo ano. Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Paulo Cappelli, o ministro teria citado a intenção de “descansar”, e uma eventual saída ocorreria de forma consensual com o chefe do Executivo.

    Lewandowski teria discutido com o presidente o desmembramento da pasta e possíveis nomes para comandar o novo ministério a ser recriado, entre eles Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal. Segundo a assessoria do ministro, não há decisão tomada sobre a permanência ou saída do cargo. Ele deve se reunir com Lula nesta quarta-feira (7/1) para alinhar os próximos passos.

  • "Frio" em janeiro? A previsão do tempo para segunda (5/1) em SP

    "Frio" em janeiro? A previsão do tempo para segunda (5/1) em SP

    Arquivo Pessoal/Rodrigo Tammaro
    Imagem colorida de temporal na cidade de SP; território está em estado de atenção para alagamentos - Metrópoles

    A primeira segunda-feira (5/1) do ano começou com o tempo frio e chuvoso em São Paulo, e não deve mudar muito ao longo do dia, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Na capital paulista, o dia amanheceu nublado e termômetros oscilando em torno dos 17°C. Os ventos úmidos do oceano favorecem a ocorrência de chuviscos e a temperatura máxima não deve passar de 22°C, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE).

    A frente fria se afasta do litoral paulista, mas os ventos úmidos do oceano também devem causar nebulosidade e chuviscos, além de manter as temperaturas amenas. Em Santos, a mínima é de 17°C e máxima deve atingir os 24°C.

    Em Campinas, no interior, o dia também amanheceu com temperatura amena, mas deve aumentar ao longo do dia. Segundo o Inmet, a máxima prevista na cidade é de 29°C, com muitas nuvens e chuva isolada, entretanto.

    Chuvas

    Desde o dia 29 de dezembro, o gabinete de crise do governo estadual registrou 39 ocorrências relacionadas a eventos meteorológicos adversos em diferentes regiões de São Paulo em razão das chuvas. A atuação é coordenada pela Defesa Civil, “com foco na preservação de vidas, redução de danos e apoio rápido aos municípios afetados”.

    No mesmo período, o CGE emitiu 393 alertas meteorológicos. Desses, 22 alertas utilizaram a tecnologia Cell Broadcast, que permite o envio de mensagens diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio e mesmo com o aparelho em modo silencioso.

  • Rico Melquiades acusa ex-namorado de agressão: "Meti pedrada no carro"

    Rico Melquiades acusa ex-namorado de agressão: "Meti pedrada no carro"

    Rico – ex

    Uma confusão envolvendo os influenciadores Rico Melquiades e Matheus Freire veio a público nesse domingo (4/1) após ambos relatarem, nas redes sociais, um episódio de violência ocorrido durante uma viagem de Ano Novo. Ex-namorados, os dois apresentaram versões distintas sobre a briga, que teria incluído agressões físicas e danos a veículos.

    Rico Melquiades, vencedor de A Fazenda 13, afirmou ter sido ameaçado pelo ex-companheiro após uma crise de ciúmes. Antes de relatar diretamente o ocorrido, ele optou por introduzir o assunto de forma indireta aos seguidores:

    “Se você passasse a virada com seu ex-namorado e descobrisse que o amigo do ex que estava na mesma casa estava querendo dar para ele, o que você faria?”.

    Na sequência, o influenciador alegou que a situação aconteceu em um momento em que os dois discutiam uma possível reconciliação. Rico afirmou ainda que reagiu quando teria sido atacado, admitindo ter arremessado pedras contra o carro do ex:

    “Antes que comecem a me julgar, eu meti pedrada no carro dele porque ele veio para cima de mim. Também tentei quebrar o carro da mãe dele para pegar o amigo que estava dentro, mas não deixaram”.

    Matheus Freire, por sua vez, também se manifestou e apresentou uma narrativa diferente. O ex-participante do De Férias com o Ex afirmou que a agressão teria partido inicialmente de Rico, embora não o tenha citado nominalmente:

    “A pessoa jogou uma pedra no meu carro e amassou o veículo. Isso me deixou extremamente irritado e eu acabei reagindo no impulso. Quando eu vi o carro amassado, fui pra cima com tudo. Sorte dele que meu irmão separou”.

    Segundo Matheus, o confronto se limitou aos dois e só foi interrompido por terceiros que tentaram conter a situação. Ele afirmou não compactuar com violência, mas disse ter perdido o controle após se sentir provocado: “Ninguém interferiu, a não ser para separar. Eu odeio agressão, mas tenho um limite, que foi ultrapassado. Ele queria comprar o carro que comprei para minha mãe há menos de um mês”.

    O influenciador ainda declarou que chegou a agredir fisicamente o ex-namorado durante a discussão: “E faria de novo, porque jamais admitirei que alguém prejudique minha família. Eu não trabalho para deixar um surtado de três metros se achando dono do mundo fazer o que quer e estragar o fruto do meu trabalho”.

  • Brasiliense estreia contra o Sfera na Copinha nesta segunda (5/1)

    Brasiliense estreia contra o Sfera na Copinha nesta segunda (5/1)

    Luã Tomasson / @Tomasson.creator
    Brasiliense Copinha 26

    O Brasiliense está prestes a entrar em campo pela Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026. No Grupo 25, o Jacaré enfrenta o Sfera, nesta segunda-feira (5/1), às 19h15, na estreia da Copinha, em Santana de Parnaíba. Além das duas equipes, a chave ainda conta com Fluminense e Água Santa. O clube amarelo vai para a disputa de sua 10ª edição.

    Fundado há apenas 25 anos, o Jacaré é o único heptacampeão consecutivo no Distrito Federal, ao conquistar o Candangão sub-20 de 2003 a 2009. A base foi desativada no ano seguinte, mas voltou a disputar competições da categoria em 2023.

    Temporada 2025 do Brasíliense

    O time teve uma boa temporada, apesar de não ter conquistado títulos, e mostrou que tem vários nomes que podem se juntar ao elenco profissional em 2026. A melhor campanha na Copinha do Jacaré foi em 2006, quando avançou de fase, mas, na sequência, foi eliminado.

    No Candangão sub-20, fez a melhor campanha da história na primeira fase, mas foi eliminado na semifinal para o Real Brasília. Diversos atletas foram emprestados e disputaram a Segundinha. No fim da temporada, o clube foi vice-campeão da Copa Brasília Sub-20.

    A base do time será a mesma que jogou a temporada passada e também contará com os atletas que subiram ao profissional. O atacante Jobson é um dos principais nomes revelados no clube, tendo conquistado títulos locais e atuou no Brasileirão por Botafogo e Atlético-MG.

    Destaque

    Thiago Pereira, de 19 anos (2006), é o destaque do time e referência ofensiva. Pelo Jacaré, teve um ano glorioso, o melhor de sua carreira, com 30 gols em 32 jogos e assistências. Também teve minutos no profissional do Sobradinho e fez um gol no Candangão.

    O maestro foi o artilheiro do Candangão com 15 gols e ficou em segundo lugar no quesito da Copa Brasília, com 10 bolas na rede, uma a menor que o líder.

    Thiago tem boa técnica, finaliza bem e, além disso, se destaca com sua visão de jogo.

    Conheça o estádio

    Inaugurado há pouco mais de cinco anos, o estádio Gabriel Marques da Silva tem capacidade para pouco mais de sete mil pessoas e é um dos poucos que tem grama totalmente sintética.

    O nome é uma homenagem ao ex-prefeito de Santana de Parnaíba, que implantou o antigo campo na cidade. Ele é utilizado tanto para grandes competições na base como para jogos festivos de fim de ano.

    Além disso, recebeu também o projeto do Ska Brasil, do ex-jogador e campeão mundial Edmilson.

  • Trump e o Brasil

    Trump e o Brasil

    trump brazil

    O que Trump fez na Venezuela ele poderá tentar fazer no Brasil antes ou depois das eleições deste ano? Respostas de 2. 119 leitores:

    Sim – 56,4%

    Não – 43,6%

  • Colômbia busca apoio do Brasil após ação dos EUA na Venezuela

    Colômbia busca apoio do Brasil após ação dos EUA na Venezuela

    Tania Rego/Agência Brasil
    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, cumprimenta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. Eles sorriem para fotos - Metrópoles

    O governo da Colômbia, liderado por Gustavo Petro, procurou técnicos do Itamaraty para discutir mecanismos de proteção internacional após a ofensiva militar dos EUA na Venezuela.

    Segundo avaliação de um integrante do alto escalão do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, há preocupação de que Washington não limite suas ações ao país vizinho, ampliando o alcance das operações na América do Sul.

    Assessores do presidente colombiano buscaram apoio junto à diplomacia brasileira de que os Estados Unidos não promoverão incursões em território colombiano, especialmente sob a justificativa de combater o que classificam como “narcoterrorismo”.

    No domingo, (4/1), líderes da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) reuniram-se para debater a captura de Nicolás Maduro e articular uma resposta regional coordenada, visando preservar a estabilidade política e a integridade territorial do continente, mas não chegaram a um consenso.

    O Conselho de Segurança da ONU, por sua vez, vai debater nesta segunda-feira (5) os ataques realizados na Venezuela.

  • No tempo das diligências – ou do imperialismo sem máscara

    No tempo das diligências – ou do imperialismo sem máscara

    Reprodução/Reuters
    rubio trump

    Foi pelo ralo em menos de 24 horas o principal argumento da direita brasileira para festejar o sequestro por forças militares norte-americanas do líder político venezuelano Nicolás Maduro.

    Não foi para restabelecer a democracia na Venezuela que Maduro está preso desde sábado em uma penitenciária de Nova Iorque e será processado como suposto traficante de drogas ilícitas.

    O sequestro deveu-se à cobiça americana pela maior reserva de petróleo do mundo, localizada na Venezuela. Também foi por petróleo que os Estados Unidos, em 2003, invadiram o Iraque.

    À época, o então presidente George W. Bush disse que o Iraque do ditador Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa e apoiava os terroristas que atacaram os Estados Unidos no 11/9.

    O Iraque não dispunha de tais armas, como restou provado por órgãos internacionais de inspeção. Nem apoiou os ataques que resultaram na morte de 2.997 pessoas em menos de um dia.

    Bush derrubou o regime iraquiano e capturou Saddam que se escondera num buraco. Um arremedo de julgamento condenou Saddam à morte. Ele foi enforcado diante de câmeras de TV.

    A ocupação americana do Iraque durou cerca de oito anos a pretexto de ajudar na formação de um governo democrático. Hoje, se tanto, o país é considerado uma autocracia eleitoral instável.

    A governança democrática é prejudicada pela corrupção sistêmica, pela influência de milícias armadas que operam fora da lei e por interferências externas, especialmente do Irã.

    No sábado, ao anunciar a prisão de Maduro, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos “governariam” a Venezuela. Descartou a ascensão ao poder dos opositores de Maduro.

    Ontem (4), o secretário de Estado Marco Rubio corrigiu Trump ao enfatizar que o governo manterá “uma quarentena militar” sobre as exportações de petróleo da Venezuela.

    As forças americanas continuarão impedindo a entrada e saída de petroleiros que constam na lista de sanções dos EUA até que o governo venezuelano se abra a investimentos estrangeiros.

    “É óbvio que eles não têm capacidade para reerguer a indústria petrolífera”, disse Rubio. Precisam de investimento de empresas privadas, que só investirão sob certas garantias.

    E completou:

    “Isso permanece em vigor, e é uma enorme influência que continuará existindo até que vejamos mudanças, não apenas para promover o interesse dos Estados Unidos, o número 1, mas também para levar um futuro melhor à Venezuela”.

    Maduro foi preso, mas seu regime continua de pé. E seguirá de pé desde que ceda às exigências americanas sobre o comércio do petróleo e de outras riquezas minerais da Venezuela.

    Os militares venezuelanos que entregaram Maduro de mão beijada aos Estados Unidos deram posse à presidente interina Delcy Rodríguez Flores que passou a cobrar a devolução de Maduro.

    Em entrevista à revista The Atlantic, Trump advertiu:

    “Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o próprio Maduro”.

    As declarações de Trump e de Rubio, segundo o The New York Times, equivalem à retomada da diplomacia das canhoneiras e à adoção do tipo de política imperialista do século XIX .

    Para o senador democrata Mark Warner, da Virgínia, o objetivo de Trump de dominar o Hemisfério Ocidental levará a China e a Rússia a tentarem fazer o mesmo em suas áreas de influência.

    Rubio rebateu:

    “Este é o Hemisfério Ocidental. É aqui que vivemos e não vamos permitir que ele seja uma base de operações para adversários, concorrentes e rivais dos Estados Unidos.”

     

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  • Esquerda deve eleger um senador em SP, aposta cúpula do MDB

    Esquerda deve eleger um senador em SP, aposta cúpula do MDB

    Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
    Fernando Haddad

    Integrantes da cúpula do MDB avaliam que a esquerda tem grandes chances de eleger ao menos um senador em São Paulo nas eleições de 2026, quando duas vagas ao Senado estarão em disputa por estado.

    Para caciques emedebistas ouvidos pela coluna sob reserva, essas chances aumentam se o candidato a senador da esquerda for o ministro Fernando Haddad (PT) ou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

    Tanto Haddad quanto Alckmin possuem recall em São Paulo. O atual vice-presidente já governou o estado por três vezes, enquanto o ministro já foi prefeito da capital paulista e disputou outras eleições.

    A outra vaga do Senado que estará em disputa, avaliam lideranças do MDB, deve ser conquistada pela centro-direita. O nome mais forte seria o do deputado Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança Pública.

    Embora tenha três ministérios no governo Lula, o MDB também integra a base do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pretende apoiar a reeleição do chefe do Palácio dos Bandeirantes.

     

  • Professor teria sido morto em emboscada por homem que conheceu em app

    Professor teria sido morto em emboscada por homem que conheceu em app

    Reprodução/Redes Sociais
    O corpo de João Emmanuel Ribeiro foi encontrado na manhã deste domingo (4/1), em uma parada de ônibus na DF-150, região do Grande Colorado, próximo à Sobradinho II (DF)

    A  Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a morte do professor João Emmanuel Moura, aos 32 anos, nesse domingo (4/1), como homicídio. A principal linha de investigação da PCDF é que o jovem tenha sido atraído para uma emboscada por um homem que ele teria conhecido no aplicativo de relacionamentos Grindr – plataforma voltada para homens que se relacionam com outros homens.

    A vítima recebeu golpes brutais na cabeça e foi encontrada já sem vida em uma parada de ônibus às margens da DF-150, na altura do km 2, em Sobradinho II (DF), nas primeiras horas do domingo.

    De acordo com a investigação, João Emmanuel apresentava lesões contundentes na região dos olhos, o que chamou a atenção dos investigadores desde os primeiros apontamentos no local. Havia sinal de violência na cabeça do professor, inclusive na parte de trás, o que levanta a hipótese de ele possa sido surpreendido com o ataque.

    Durante a ocorrência, o celular da vítima foi encontrado e apreendido. No aparelho, os investigadores identificaram mensagens trocadas com diversos homens, que passam a ser tratados como suspeitos.

    Professor

    João Emmanuel trabalhava como professor do Instituto São José, uma escola particular de Sobradinho. A instituição também lamentou a morte do colaborador.

    “Ele não foi apenas um profissional dedicado, mas uma presença luminosa que marcou profundamente a história de nossa Instituição e a vida de nossos alunos. Sua trajetória em nossa comunidade escolar será lembrada com imensa gratidão e respeito”, disse a nota.

    O texto encerra expressando condolências aos familiares e amigos. “Que seu legado de dedicação sirva de conforto a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, finalizou.

    Filho de vice-prefeito

    O Metrópoles apurou que João filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho (PI), George Moura.

    Em uma nota publicada nas redes sociais, o prefeito da cidade, Waldemar Mauriz Filho, manifestou profundo pesar pela morte de João Emmanuel.

    “Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, rogando a Deus que conceda conforto, força e serenidade para enfrentar essa perda irreparável”, disse.

    O texto finaliza com o desejo de que João Emmanuel “descanse em paz e que sua memória permaneça viva nos corações de todos”.

    O caso é apurado pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho).