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  • Suspeito é preso após cárcere privado e roubo na fronteira

    Suspeito é preso após cárcere privado e roubo na fronteira

    Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na prisão de um homem identificado como Carlos Afonso, de 25 anos, além da apreensão de arma de fogo e munições, após um caso de cárcere privado e roubo registrado na região de fronteira do Acre.

    Segundo o portal O Alto Acre, a ocorrência teve início após o Centro de Operações da PM (Copom) receber denúncia de que pessoas estavam sendo mantidas sob ameaça dentro de uma residência. As equipes se deslocaram imediatamente até o local e conseguiram abordar dois suspeitos nas proximidades do imóvel.

    Um dos envolvidos tentou fugir em uma motocicleta, desobedeceu à ordem de parada e caiu durante a tentativa de escapar. Mesmo após a queda, ele ainda resistiu à prisão, mas acabou sendo contido pelos policiais.

    Segundo a PM, o suspeito confessou participação no crime e informou que outros comparsas estariam em um veículo roubado seguindo em direção ao município de Brasiléia.

    Pouco depois, um carro com as características informadas desrespeitou um bloqueio policial. Após acompanhamento tático, o veículo foi interceptado na BR-317, mas os ocupantes abandonaram o automóvel e fugiram para uma área de mata. Apesar das buscas, eles não foram localizados.

    As vítimas relataram que três homens armados invadiram a residência, roubaram aproximadamente R$ 800 em dinheiro, além de eletrônicos, eletrodomésticos, uma bicicleta e outros objetos.

    Sob ameaça de morte, os moradores também foram obrigados a fornecer senhas bancárias e realizar transferências via Pix.

    A polícia informou ainda que um dos envolvidos possuía mandado de prisão em aberto. Ele foi autuado por roubo qualificado e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Epitaciolândia. O uso de algemas foi necessário devido à resistência apresentada e ao risco de fuga.

  • Rio Branco terá Carnaval fora de época em maio, na Concha Acústica

    Rio Branco terá Carnaval fora de época em maio, na Concha Acústica

    Destaque Entretenimento

    Rio Branco terá Carnaval fora de época em maio, na Concha Acústica

    Por Da redação ac24horas1 de março de 2026 – 08h44 1 min de leitura

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    O evento “Fora de Época Axé Rio Branco” será realizado no dia 2 de maio, a partir das 16h, na Concha Acústica, em Rio Branco. A programação reúne atrações musicais e apresentação de bloco carnavalesco.

    Entre os artistas anunciados estão Sandra Melo, Ferdiney Rios, Edu Casseb, Pegada Prime, Álamo Kário e a banda Levada do Gueto.

    O evento também contará com ath participação do Bloco Sambase e com aulão de dança ministrado por Luan Chalub.

    A proposta é promover uma edição de carnaval fora do período tradicional, com foco no axé e em ritmos carnavalescos. A organização divulgou a programação nas redes sociais.

  • 5 alimentos que eliminam toxinas, têm efeito detox e desincham o corpo

    5 alimentos que eliminam toxinas, têm efeito detox e desincham o corpo

    Krit of Studio OMG/Getty Images
    água de coco

    É comum exagerar nos alimentos durante o descanso do fim de semana. O resultado costuma aparecer na segunda-feira: sensação de inchaço, cansaço e má digestão.  Consumir muito sódio, açúcar e álcool sobrecarrega o fígado e os rins. O corpo retém mais líquidos para tentar diluir essas substâncias, o que causa o desconforto abdominal.

    A boa notícia é que o organismo é eficiente em se autorregular. Oferecer os nutrientes certos acelera esse processo natural de limpeza e reduz a inflamação.

    1. Água de coco: hidratação profunda

    Após consumir álcool ou muito sal, seu corpo precisa repor eletrólitos como potássio e magnésio. A água de coco é um isotônico natural extremamente eficaz para isso.

     

    Ela ajuda a hidratar as células e estimula o funcionamento dos rins. Beber um copo gelado em jejum ajuda a “despertar” o sistema excretor logo cedo.

    Continue lendo no site SportLife, parceiro do Metrópoles.

  • Capital Strike – A Guerra Infinita: assista ao vivo

    Capital Strike – A Guerra Infinita: assista ao vivo

    Evento nacional de airsoft com estrutura inédita no Brasil acontece no Parque de Exposições Granja do Torto

  • Horóscopo: março será um mês de viradas, cansaço emocional e términos

    Horóscopo: março será um mês de viradas, cansaço emocional e términos

    Março concentra eclipses, ativa o eixo Virgem–Peixes e inaugura um novo ciclo com o Sol em Áries, exigindo encerramentos conscientes

  • Embarcação naufraga em alto-mar durante viagem ao Amapá

    Embarcação naufraga em alto-mar durante viagem ao Amapá

    Uma embarcação que partiu do município de Vigia, no nordeste do Pará, naufragou em alto-mar durante uma viagem com destino a uma área de pesca próxima ao Amapá. O caso ocorreu neste sábado (28) e mobilizou atenção nas redes sociais após a divulgação de vídeos que mostram pessoas sobre a embarcação após o acidente.

    Nas imagens que circulam na internet, é possível ver ocupantes tentando se manter sobre a estrutura do barco, em meio ao mar agitado. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o número total de tripulantes nem sobre feridos.

    De acordo com informações preliminares, ventos fortes e ondas intensas teriam surpreendido a tripulação, dificultando a navegação e provocando o naufrágio. As condições climáticas na região teriam se agravado de forma repentina.

  • Onça-pintada é vista na Estação Ecológica de Samuel, em Rondônia

    Onça-pintada é vista na Estação Ecológica de Samuel, em Rondônia

    Policiais militares registraram um encontro raro com uma onça-pintada durante patrulhamento de rotina na Estação Ecológica de Samuel, em Porto Velho.

    A equipe fazia ronda nas proximidades de um posto-base da unidade de conservação quando avistou o animal em meio à vegetação. A onça, símbolo da fauna brasileira, estava em seu habitat natural e aparentava estar no início da fase adulta.

    De acordo com os policiais, o felino chamou atenção pela postura firme e pela imponência. O momento foi registrado em vídeo e posteriormente divulgado nas redes sociais, onde repercutiu entre internautas. As imagens reforçam a importância da preservação ambiental e da manutenção das áreas protegidas na região.

    A Estação Ecológica de Samuel é considerada estratégica para a conservação da biodiversidade em Rondônia. A unidade abriga diversas espécies da fauna amazônica e desempenha papel fundamental na proteção dos ecossistemas locais.

  • Rejeição: o calcanhar de Aquiles nas disputas eleitorais (por Gaudêncio Torquato)

    Rejeição: o calcanhar de Aquiles nas disputas eleitorais (por Gaudêncio Torquato)

    Arte Metrópoles
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    Costuma-se ler as pesquisas eleitorais a partir dos índices de aprovação dos candidatos. Quem cresce dois, três ou quatro pontos nas intenções de voto vira manchete. Quem cai, acende o sinal amarelo. O foco recai, quase sempre, sobre o contingente de eleitores dispostos a sufragar este ou aquele nome. Mas há um outro indicador, menos festejado nas análises apressadas e, paradoxalmente, mais decisivo para o desfecho de uma eleição majoritária: o índice de rejeição.

    A rejeição deixou de ser apenas um dado auxiliar das pesquisas para se transformar em variável central. Ela define o teto eleitoral de um candidato. Intenções de voto podem crescer com exposição, alianças ou acontecimentos favoráveis. A rejeição, não. Ela é mais estável, mais resistente e mais difícil de ser revertida. Quando ultrapassa determinados patamares — algo entre 45% e 50% — torna-se um bloqueio quase intransponível à expansão eleitoral.

    Flávio Bolsonaro e Lula são os candidatos mais rejeitados pelo eleitorado. Segundo pesquisas, 55% rejeitam o filho de Jair Bolsonaro, enquanto 54% dos eleitores não votariam no petista. Nesse quesito, ambos os candidatos mantiveram os resultados numéricos registrados em pesquisas anteriores. Se o candidato fosse Jair, o ex-presidente chegaria a 50% de rejeição, mesmo índice de Lula.

    A rejeição mede o tamanho do contingente de eleitores que afirma, de forma categórica, não votar em determinado candidato “de jeito nenhum”. Trata-se de uma barreira atitudinal, um muro psicológico erguido contra a possibilidade de adesão futura. Diferentemente da intenção de voto — que pode oscilar ao sabor da campanha, do marketing, dos debates e dos acontecimentos imponderáveis — a rejeição tende a ser mais rígida, funcionando como um teto eleitoral. Em outras palavras: candidatos podem até ampliar sua base de apoio, mas dificilmente conseguem ultrapassar o limite imposto por uma rejeição elevada.

    A experiência brasileira recente é pródiga em exemplos. Candidatos que lideravam com folga as intenções de voto em determinados momentos viram suas campanhas estagnar — ou mesmo desabar — diante da cristalização de elevados índices de rejeição. A aprovação pode ser inflada por apoios circunstanciais; a rejeição, contudo, costuma derivar de percepções mais profundas: imagem negativa, associação a escândalos, estilo de liderança agressivo, discursos excludentes ou desalinhamento com valores dominantes de parcelas expressivas da sociedade.

    No contexto de radical polarização que já se desenha para o pleito de 2026, esse fator ganha ainda mais relevância. Em ambientes polarizados, as identidades políticas se tornam mais sólidas, e os afetos — positivos e negativos — se intensificam. O eleitor não apenas escolhe um candidato; ele rejeita visceralmente o outro. O voto deixa de ser apenas uma manifestação de preferência e passa a ser um instrumento de veto. Vota-se “contra” tanto quanto — ou mais do que — se vota “a favor”.

    É nesse terreno que a rejeição atua como força estruturante do comportamento eleitoral. Ela limita alianças, dificulta a transferência de votos e reduz a eficácia de estratégias de crescimento no centro do espectro político. Um candidato com 30% de intenção de voto e 45% de rejeição pode parecer competitivo à primeira vista, mas enfrenta enormes obstáculos para ampliar sua base. Seu potencial de expansão está comprimido por uma massa crítica de eleitores que já o descartou.

    A leitura combinada de aprovação e rejeição é, portanto, indispensável. A campanha eficaz não é apenas aquela que soma apoios, mas também a que evita acumular antagonismos. Em termos de comunicação política, isso implica calibrar discursos, modular a imagem pública e reduzir arestas que alimentem percepções negativas.

    Em síntese, eleições não são vencidas apenas pela conquista de corações; são também decididas pela capacidade de não despertar aversões irreversíveis. A aprovação abre caminhos; a rejeição fecha portas. E, quando estas se multiplicam além dos 45%, o horizonte da vitória começa a se estreitar perigosamente. Em política, como no futebol, há momentos em que o jogo se decide na marca do pênalti — e poucos conseguem converter sob tamanha pressão.

     

    GAUDÊNCIO TORQUATO é escritor, jornalista, professor emérito da ECA-USP e consultor político

  • "Não preciso de validação", afirma Ana Hickmann ao completar 45 anos

    "Não preciso de validação", afirma Ana Hickmann ao completar 45 anos

    Instagram/Reprodução
    "Não preciso de validação", afirma Ana Hickmann ao completar 45 anos - Metrópoles

    Ana Hickmann completa 45 anos neste domingo (1º/3) e 2026 promete ser marcante na vida da apresentadora. No dia em que faz aniversário, ela fala sobre seus aprendizados na vida, faz um balanço de suas experiências e fala sobre o casamento com Edu Guedes.

    Em um bate-papo exclusivo com a coluna Fábia Oliveira, Ana Hickmann ainda comentou sobre os planos de ter mais filhos e da segurança que sente atualmente.

    Veja a entrevista completa

    Que balanço você faz desse último ano de vida?
    Eu vivi coisas que eu nunca imaginei viver, mas acho que em todo momento difícil, a gente aprende e cresce. Longe de mim romantizar sofrimento, mas entendi que a única escolha que eu tinha era ser forte. E assim fui me redescobrindo no caminho, vendo que sou muito mais resiliente e capaz do que eu imaginava.

    Aos 45 anos, você se casou novamente e tem vivido uma nova história de amor. Acredita que nunca é tarde para se buscar a felicidade?
    Nunca é tarde! Sou a prova viva disso. Nunca imaginei que pudesse encontrar a minha alma gêmea em um amigo. As pessoas não podem desistir do amor por medo de julgamentos. Tudo acontece no momento certo, como deve acontecer. Temos que priorizar a nossa felicidade. Todo mundo merece amar e ser amado de verdade.

    Quais são os planos para 2026, além do casamento no religioso? Um filho com Edu é algo no horizonte a curto prazo?
    Somos muito felizes com os nossos filhos. Eu tenho o Alezinho, que fará 12 anos no dia 7 de março; e o Edu tem a Maria, de 17. Mas se Deus nos desse o presente de termos um bebê, ficaríamos muito gratos e felizes. Não temos prazo para isso, pois quem escolhe a hora ou se vai ou não acontecer é Deus.

    Falando em casamento, como estão os preparativos? Já tem pensado em alguma data?
    Será esse ano, agora é pra valer! Não havíamos marcado a data ainda, pois o nosso casamento será na fazenda do Edu, que está em obras. Estamos preparando tudo com muito cuidado e carinho para fazer a nossa festa do jeito que sonhamos, mas obra sempre tem surpresa e os prazos acabaram mudando no meio do caminho. Já vimos a decoração, buffet, bebidas e os trajes. Agora falta pouco.

    Você disse que nunca se sentiu tão segura como agora… O que mudou internamente?
    Descobri que eu sou capaz de realizar coisas que antes pareciam impossíveis. Se eu não sei, vou atrás de aprender, me dedico e faço. Hoje, não preciso mais da validação das pessoas para ser feliz. Sei o meu valor e da minha capacidade.

    Nunca acredite que você não é capaz. Sonhe e realize! Não tenha medo. Tudo vai dar certo.

  • Banqueiro alvo de operação da PF pede indenização por prisões

    Banqueiro alvo de operação da PF pede indenização por prisões

    Reprodução
    Daniel Dantas

    O banqueiro Daniel Dantas pede indenização à União em razão das duas prisões sofridas em 2008, durante a Operação Satiagraha. Em recursos apresentados ao STF, a defesa sustenta que as detenções ocorreram sem justa causa e que houve vazamento de informações e uso indevido de algemas.

    A defesa afirma que “não havia motivo e tampouco crimes para manter Daniel Dantas preso” e que as medidas restritivas teriam resultado de irregularidades na condução da investigação. Os advogados Luiz Seixas e Fredie Didier Jr. também pedem a responsabilização do Estado, e não de magistrados, com base no entendimento de que houve erro judicial.

    Ao negar seguimento ao recurso extraordinário com agravo, a relatora, ministra Cármen Lúcia, afirmou haver “ausência de prequestionamento da matéria constitucional” e “impossibilidade do reexame de provas”. Contra essa decisão, foram apresentados embargos, sob o argumento de que pontos relevantes não foram analisados.

    A Operação Satiagraha foi anulada em 2011 pelo Superior Tribunal de Justiça, que considerou ilegais as gravações telefônicas que embasaram as provas. A decisão foi ratificada pelo STF em 2015.

    Operação Satiagraha

    Deflagrada em 2008 pela Polícia Federal (PF), a Operação Satiagraha teve como foco investigações sobre crimes financeiros e atingiu o banqueiro Daniel Dantas, controlador do grupo Opportunity. A operação contou com apoio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e resultou em duas prisões do empresário no mesmo ano.

    A primeira prisão ocorreu em julho de 2008. Poucos dias depois, o banqueiro foi solto por decisão do então presidente do STF, o ministro Gilmar Mendes, que concedeu habeas corpus. Em seguida, Dantas voltou a ser preso, por determinação da Justiça Federal, e novamente foi libertado por decisão do mesmo ministro, também por meio de habeas corpus.

    Nos recursos, a defesa sustenta que as prisões foram baseadas em elementos considerados frágeis e que parte das provas teria sido questionada posteriormente. Também afirma que a operação teria sido anulada em instâncias superiores.

    Os advogados argumentam ainda que “o erro judiciário está caracterizado pela não coincidência entre as prisões e o desfecho do processo” e que, por essa razão, a União deve responder pelos danos alegados.

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o prosseguimento do recurso, ao entender que a análise do pedido exigiria reexame de provas.

    A decisão final sobre os embargos ainda depende de julgamento no STF.