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  • Trump diz que EUA passarão a ter envolvimento “forte” com a indústria petrolífera da Venezuela

    Trump diz que EUA passarão a ter envolvimento “forte” com a indústria petrolífera da Venezuela

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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que ainda não definiu quais medidas serão adotadas em relação ao futuro da Venezuela, após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro durante uma operação realizada na madrugada em Caracas.

    Presidente americano afirma que ainda avalia o futuro do país e revela detalhes da operação em entrevista à Fox News/Foto: Getty Images

    Em entrevista concedida à emissora Fox News, Trump declarou que os Estados Unidos passarão a ter um envolvimento “forte” com a indústria petrolífera venezuelana. Embora não tenha detalhado como essa atuação ocorrerá, o presidente afirmou que a China continuará recebendo petróleo proveniente da Venezuela.

    Durante a entrevista, Trump relatou que acompanhou em tempo real a ação que resultou na captura de Maduro, por meio de transmissões feitas pelos agentes envolvidos na missão. Segundo ele, assistir à operação foi “como ver um programa de televisão”.

    O presidente norte-americano também revelou que a ofensiva contra a Venezuela estava inicialmente prevista para acontecer quatro dias antes, mas precisou ser adiada devido a condições climáticas desfavoráveis.

    Ainda de acordo com Trump, houve uma tentativa de negociação por parte de Maduro cerca de uma semana antes da operação. O presidente dos EUA afirmou que o líder venezuelano teria buscado uma saída pacífica do poder, mas que a proposta não foi aceita. “Eles quiseram negociar no final, mas eu não quis”, declarou.

    As declarações aumentam a repercussão internacional sobre a ação americana e levantam debates sobre os próximos passos políticos e econômicos envolvendo a Venezuela no cenário global.

  • Marta, considerada a maior jogadora da história do futebol feminino, se casa com Carrie Lawrence

    Marta, considerada a maior jogadora da história do futebol feminino, se casa com Carrie Lawrence

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    Considerada a melhor jogadora do futebol feminino de todos os tempos, a brasileira Marta se casou nesta sexta-feira (2) com sua companheira, Carrie Lawrence. A cerimônia foi realizada de forma intimista, com a presença de amigos próximos e familiares.

    Considerada a maior jogadora da história do futebol feminino, craque brasileira oficializou a união nesta sexta-feira (2)/Foto: Reprodução

    O casamento marcou a união da estrela da Seleção Brasileira Feminina com a ex-jogadora estadunidense em um momento reservado, repleto de celebração e emoção. Discreta, a cerimônia refletiu o estilo do casal, que mantém a vida pessoal longe dos holofotes, apesar da projeção internacional de Marta.

    Reconhecida mundialmente por suas conquistas e recordes, Marta soma seis títulos de melhor jogadora do mundo e é um dos maiores símbolos do futebol feminino. O casamento foi amplamente celebrado por fãs e admiradores nas redes sociais, que destacaram a trajetória vitoriosa da atleta dentro e fora dos campos.

  • Rio Acre apresenta queda no nível, mas Defesa Civil alerta para risco de novos transbordamentos até março

    Rio Acre apresenta queda no nível, mas Defesa Civil alerta para risco de novos transbordamentos até março

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    O nível do Rio Acre apresentou redução nos dias 2 e 3 de janeiro de 2026, de acordo com boletins da Defesa Civil de Rio Branco. Apesar da vazante registrada ao longo do período, o órgão reforça que ainda há risco de novos transbordamentos até o fim do trimestre chuvoso.

    Monitoramento aponta vazante nos dias 2 e 3 de janeiro, porém cenário ainda inspira atenção no período chuvoso/Foto: Reprodução

    No dia 2 de janeiro, o rio marcou 12,91 metros às 5h25, com queda para 12,62 metros ao meio-dia. A atualização das 9h não foi realizada devido a dificuldades de acesso durante missão na zona rural. Já no dia 3 de janeiro, o nível continuou em declínio: 11,94 metros às 5h17, 11,78 metros às 9h e 11,70 metros às 12h. Ao longo da tarde e noite, os registros indicaram 12,54 metros às 15h, 12,38 metros às 18h, 12,30 metros às 21h e 12,17 metros à meia-noite.

    Mesmo com a redução, os índices permanecem próximos da cota de alerta, que é de 13,50 metros. A cota de transbordo é de 14 metros. Em ambos os dias, não houve registro de chuva, com volume acumulado de 0,00 mm em 24 horas.

    O coordenador municipal de Defesa Civil, Cláudio Falcão, explicou que o transbordamento recente foge ao padrão histórico. Segundo ele, a regra é que o Rio Acre transborde entre fevereiro e março, o que mantém o cenário de atenção até, pelo menos, o início de abril.

    “O que aconteceu agora foi uma exceção. Nada é totalmente seguro até o fim de março. O Rio Acre teve uma vazante acentuada, mas fatores como a influência do rio Juruá contribuíram para que essa descida não fosse ainda mais rápida”, afirmou.

    Cláudio Falcão destacou ainda que o comportamento do Rio Acre mudou ao longo dos anos. “Hoje ele se comporta mais como um igarapé, com enxurradas. Sobe muito rápido e também baixa muito rápido. Por isso, pode haver outro transbordamento agora em janeiro e, principalmente, em fevereiro e março”, alertou.

  • Ex-motorista de ônibus de Rio Branco se manifesta sobre confusão entre juiz aposentado e condutor

    Ex-motorista de ônibus de Rio Branco se manifesta sobre confusão entre juiz aposentado e condutor

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    O ex-motorista de ônibus de Rio Branco Eder Paiva, que atualmente mora na Espanha, se manifestou nas redes sociais após a repercussão de uma confusão envolvendo o juiz aposentado Edinaldo Muniz e um motorista de ônibus da capital acreana.

    Morando na Espanha, Eder Paiva diz que reivindicação é legítima, mas critica filmagem e cita órgãos fiscalizadores como caminho correto/Foto: Reprodução

    Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Eder Paiva afirmou que o magistrado está correto ao reivindicar melhorias ou denunciar possíveis irregularidades no transporte coletivo. No entanto, destacou que a forma escolhida foi inadequada. Segundo ele, o caminho correto seria acionar os órgãos fiscalizadores, como denunciar a empresa ao Ministério Público do Estado do Acre.

    Para o ex-motorista, o juiz aposentado “perdeu a razão” ao passar a filmar o condutor durante o trabalho. “É falta de respeito com o cara que está trabalhando”, afirmou Eder Paiva no vídeo, ao defender que o motorista não deveria ser exposto publicamente.

    Ainda segundo ele, a postura adotada por Edinaldo Muniz teria motivação política. Eder Paiva declarou acreditar que o juiz aposentado estaria agindo dessa forma por pretensões eleitorais, afirmando que ele deve se candidatar ao cargo de vereador em Rio Branco.

  • Venezuela denuncia guerra colonial e interesse dos EUA em petróleo

    Venezuela denuncia guerra colonial e interesse dos EUA em petróleo

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    O governo da Venezuela repudiou e denunciou, perante a comunidade internacional, a “gravíssima agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos” contra o território e a população venezuelanos, em comunicado oficial, neste sábado (3). O país afirma que essa é uma tentativa de impor uma guerra colonial e que o objetivo é se apoderar do petróleo e minerais venezuelanos.

    “Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força. Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, concretamente da América Latina e do Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz o comunicado.

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    Segundo as autoridades do país, foram atingidas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. A diplomacia venezuelana, diz o texto, apresentará as denúncias ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao secretário-geral da ONU, António Guterres, à Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e ao Movimento dos Países não Alinhados (MNOAL), exigindo a condenação e a prestação de contas do governo dos Estados Unidos.

    A Venezuela informou ainda que, em conformidade com o Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, se reserva o direito de exercer a legítima defesa para proteger seu povo, seu território e sua independência.

    Há ainda uma convocação para a população. “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativar os planos de mobilização e repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz.”

    Soberania e petróleo

    De acordo com o governo, o objetivo deste ataque é apoderar-se dos recursos estratégicos da Venezuela, em particular do seu petróleo e minerais, tentando quebrar com o uso da força a independência política da nação. “Não conseguirão. Após mais de duzentos anos de independência, o povo e o seu governo legítimo mantêm-se firmes na defesa da soberania e do direito inalienável de decidir o seu destino”, acrescentou.

    “A tentativa de impor uma guerra colonial para destruir a forma republicana de governo e forçar uma ‘mudança de regime’, em aliança com a oligarquia fascista, fracassará como todas as tentativas anteriores”, diz o governo.

    O comunicado menciona ainda que, desde 1811, a Venezuela tem enfrentado e derrotado impérios. “Quando, em 1902, potências estrangeiras bombardearam nossas costas, o presidente Cipriano Castro proclamou: ‘A planta insolente do estrangeiro profanou o solo sagrado da pátria’. Hoje, com a moral de Bolívar, Miranda e nossos libertadores, o povo venezuelano se levanta novamente para defender sua independência diante da agressão imperial.”

    O documento termina com uma citação do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez: “Diante de qualquer circunstância de novas dificuldades, sejam elas quais forem, a resposta de todos e todas as patriotas… é unidade, luta, batalha e vitória”.

  • Fronteira com Venezuela, Roraima monitora impactos de ataque dos EUA

    Fronteira com Venezuela, Roraima monitora impactos de ataque dos EUA

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    O governo de Roraima informou, em nota divulgada neste sábado (3), que “acompanha com atenção os acontecimentos recentes na Venezuela e eventuais repercussões na estabilidade regional, reafirmando o compromisso com a paz, a ordem pública e a segurança da população roraimense”. 

    De acordo com o texto, em razão da localização geográfica, Roraima mantém historicamente relações de cooperação com os países vizinhos, incluindo Venezuela e Guiana.

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    “As autoridades estaduais permanecem em permanente contato com os órgãos competentes da União para monitorar possíveis desdobramentos que possam impactar a rotina da população. O governo de Roraima reforça a importância de que questões internacionais sejam conduzidas por meio de mecanismos diplomáticos e do diálogo, evitando qualquer escalada de conflito que comprometa a estabilidade e o bem-estar dos povos da região”. 

    Durante a madrugada, Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram bombardeios na capital Caracas e outras regiões do país vizinho. Após a operação, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Brasil e Venezuela compartilham uma fronteira de mais de 2 mil quilômetros de extensão e, segundo o ministro da Defesa, José Múcio, a região “está tranquila, monitorada e aberta”. 

    Ainda segundo a manifestação do governo de Roraima, órgãos de segurança pública estaduais estariam articulados e mantendo rotinas normais de atuação. 

    Pacaraima

    Já o prefeito de Pacaraima, Waldery D’avila, município brasileiro que faz fronteira com a Venezuela, manifestou “profunda preocupação com os ataques ocorridos na madrugada de hoje em Caracas” e informou que estava “monitorando a situação e trabalhando em conjunto com as forças de segurança para garantir a estabilidade e a paz na região fronteiriça”.

    O servidor público federal Jean Oliveira, de 54 anos, que estava na Venezuela na cidade fronteiriça de Santa Elena de Uiarén, afirmou à reportagem que conseguiu sair de lá por uma rota clandestina, porque a fronteira estava fechada no início da manhã.

    “Tivemos que passar por uma rota alternativa”, relatou. Segundo ele, após conseguir chegar ao lado brasileiro, autoridades venezuelanas passaram a permitir apenas que brasileiros pudessem sair pela fronteira, mas não cidadãos venezuelanos. A passagem do Brasil para a Venezuela, por parte do governo vizinho, também seguia fechada. Apesar de alguma apreensão, o servidor contou que a situação na região aparentava uma certa normalidade.

    “Eu estava agora pela manhã, mas por lá estava tudo tranquilo. Só os brasileiros que estavam lá no hotel apreensivos com relação à situação. Mas, de forma geral, em relação à população em si não percebemos nenhuma alteração”, relatou.

    Entenda

    A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os EUA acusam, sem apresentar provas, Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos EUA, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

     

  • Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Múcio

    Fronteira do Brasil com a Venezuela está tranquila e aberta, diz Múcio

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    A fronteira do Brasil com a Venezuela, no estado de Roraima, está tranquila, monitorada e aberta, informou neste sábado (3) o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio. O governo disse ainda que não há notícia de brasileiros feridos pelos bombardeios dos Estados Unidos (EUA) contra a Venezuela.

    “A fronteira está absolutamente tranquila. Nós temos um contingente já há algum tempo lá de homens e equipamentos. Estamos aguardando que as coisas aconteçam. Vamos aguardar a entrevista do presidente da República dos Estados Unidos, algumas coisas que vão acontecer durante o dia”, disse Múcio.

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    O ministro da Defesa disse que o Brasil tem 10 mil militares na região amazônica, com 2,3 mil em Roraima. Múcio acrescentou que há muita informação desencontrada e que o governo monitora os acontecimentos.

    A fala ocorreu após reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, da qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou por videoconferência. Uma segunda reunião de emergência foi marcada para às 17h, também no Itamaraty.

    Participaram também da primeira reunião as ministras interinas das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, e da Casa Civil, Miriam Belchior, além do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

     

    Brasília (DF), 03/01/2026 – Ministro da defesa, José Múcio, (e) embaixadora, Maria Laura (c) e a secretária executiva da casa civil, Miriam Belchior (d), durante entrevista falam da invasão americana na Venezuela. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    Brasília (DF), 03/01/2026 – Ministro da defesa, José Múcio, (e) embaixadora, Maria Laura (c) e a secretária executiva da casa civil, Miriam Belchior (d), durante entrevista falam da invasão americana na Venezuela. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    O ministro da Defesa, José Múcio, e as ministras interinas Maria Laura da Rocha e Miriam Belchior falam sobre a invasão da Venezuela pelos EUA – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

    Por meio de nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) disse que o presidente Lula reforçou o posicionamento divulgado mais cedo no sentido de condenar o ataque dos EUA contra a Venezuela e a captura do presidente Nicolas Maduro, e sua esposa Cilia Flores, por militares estadunidenses.

    A ministra interina Maria Laura da Rocha disse que o Brasil ainda não tem informações sobre o paradeiro do presidente Maduro, mas confirmou que não há relatos de brasileiros feridos.  

    “A comunidade brasileira está tranquila e nenhuma ocorrência até o momento. Os turistas que lá estão estão conseguindo sair normalmente. Normalidade total com relação à comunidade brasileira”, disse a ministra interina.

    Entenda

    A invasão da Venezuela pelos EUA marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os EUA acusam, sem apresentar provas, Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo dos EUA estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos EUA, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

  • Nº 2 do chavismo pede calma ao povo venezuelano após ataques dos EUA

    Nº 2 do chavismo pede calma ao povo venezuelano após ataques dos EUA

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    O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, publicou um vídeo no início da manhã deste sábado (3) cercado de militares armados pedindo calma e tranquilidade ao povo do país. Cabello é considerado o segundo político mais influente da Venezuela, depois do presidente Nicolás Maduro.  

    “Apelamos à calma entre o nosso povo. Confiem na liderança do alto comando político e militar, na situação que enfrentamos. Mantenham a calma, não deixem ninguém sucumbir ao desespero, não deixem ninguém facilitar as coisas para o inimigo invasor, o inimigo terrorista que nos atacou covardemente”, afirmou Cabello.

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    O vídeo, gravado antes do amanhecer, foi realizado após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e do suposto sequestro do presidente Nicolas Maduro por militares estadunidenses. A vice-presidente do país, Delcy Rodrigues, pediu que os EUA dessem prova da vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

    Diosdado Cabello acrescentou que os bombardeios atingiram áreas civis e que o país “sabe o que fazer”.

    “Aqui temos um povo organizado, um povo que sabe o que tem que fazer. Esperamos que o mundo se manifeste contra este ataque, ou vocês, organizações mundiais, organismos globais, reconhecerão publicamente sua cumplicidade neste ataque invasor? Diante do assassinato de civis, das bombas caindo sobre prédios, sobre lugares habitados por civis”, completou o ministro chavista.

    Cabello classificou o ataque de “criminoso” e “covarde” e afirmou ainda que o país está em completa calma após os bombardeios dos EUA, mas admitiu que o governo Trump teve uma vitória “parcial”.

    “O país está completamente calmo. O que eles tentaram fazer com as bombas e mísseis que lançaram, só conseguiram parcialmente. E digo parcialmente porque esperavam que o povo talvez se revoltasse, agisse com covardia. Aqui não há covardes”, afirmou.

    Entenda

    O ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela marca um novo episódio de intervenções diretas de Washington na América Latina. A última vez que os EUA invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando os militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

    Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência desse cartel.

    O governo de Donald Trump estava oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem a prisão de Maduro.

    Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

     

  • Maduro será julgado pelos Estados Unidos, diz procuradora

    Maduro será julgado pelos Estados Unidos, diz procuradora

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    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, serão julgados em tribunais de justiça dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pela procuradora-geral estadunidense, Pamela Bondi, neste sábado (3). Eles foram sequestrados durante ação militar, confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump (foto).

    Segundo Bondi, ambos foram indiciados no Distrito Sul de Nova York. Maduro foi acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos explosivos contra os Estados Unidos.

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    “Eles em breve enfrentarão toda a força da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”, escreveu Bondi no X (antigo Twitter).

    A procuradora-geral não detalhou as acusações contra Cilia Flores.

    Coragem

    “Em nome de todo o Departamento de Justiça dos EUA, gostaria de agradecer ao presidente Trump por ter a coragem de exigir responsabilização em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas bravas Forças Armadas que conduziram a incrível e bem-sucedida missão de captura desses dois supostos narcotraficantes internacionais”, finalizou Bondi.

    O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque de “vil e covarde”. Padrino pediu ajuda internacional. Bombardeios dos Estados Unidos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses. 

  • Morador do interior viraliza nas redes sociais ao transformar Honda Pop em “PopBros”

    Morador do interior viraliza nas redes sociais ao transformar Honda Pop em “PopBros”

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    Um morador da cidade de Afonso Cunha, no interior do Maranhão, vem chamando atenção nas redes sociais após transformar uma Honda Pop em um modelo totalmente fora do comum, batizado por ele de “PopBros”.

    Adaptação inusitada deixou o veículo mais alto e robusto e arrancou risadas e elogios nas redes sociais/Foto: Reprodução

    Conhecida por ser uma motocicleta de pequeno porte e baixa altura, a Honda Pop ganhou uma nova “cara” após o proprietário decidir inovar. Cansado do modelo tradicional, ele utilizou peças de uma motocicleta maior e realizou adaptações que deixaram o veículo mais alto e com aparência mais robusta, apostando na criatividade e no improviso.

    O resultado chamou a atenção dos internautas. Um vídeo mostrando a “PopBros” circulou rapidamente nas redes sociais e viralizou, acumulando milhares de visualizações, curtidas e comentários. Muitos usuários elogiaram a criatividade do maranhense, enquanto outros reagiram com bom humor à engenhosidade da modificação.

    Entre brincadeiras e elogios, a adaptação virou assunto em todo o país e transformou a “PopBros” em um verdadeiro fenômeno da internet, reforçando o espírito criativo e bem-humorado do brasileiro até mesmo quando o tema é mecânica.

    Portal Manchete