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  • Operação em SP: Prisões e Combate à Violência contra a Mulher

    Este artigo aborda operação em sp: prisões e combate à violência contra a mulher de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

    O Lançamento da Operação "Ano Novo, Vida Nova" em São Paulo

    A Polícia Civil de São Paulo lançou, nesta terça-feira (30), a Operação "Ano Novo, Vida Nova", uma vasta ação de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher em todo o estado. O objetivo central é o cumprimento de mandados de prisão expedidos contra agressores, buscando garantir a segurança das vítimas e coibir a impunidade. As prisões, no entanto, já tiveram início na segunda-feira, quando foram executados 225 mandados de prisão em diversas localidades paulistas, conforme informado pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

    Para assegurar a abrangência e eficácia da iniciativa, a corporação mobilizou um contingente significativo de 1,7 mil policiais civis, apoiados por mais de mil viaturas distribuídas estrategicamente por todo o território paulista. A operação, que conta com a coordenação conjunta da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e da Secretaria de Políticas para a Mulher, envolve não apenas as Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), mas também todos os Departamentos de Polícia Judiciária do Interior e as seccionais do Departamento de Polícia Judiciária da Capital, garantindo uma atuação capilarizada e de grande escala.

    As autoridades reforçaram o caráter essencial da operação, especialmente em um contexto de aumento dos casos de feminicídio. A delegada Cristiane Braga, coordenadora das DDMs, afirmou que a ação representa "a resposta para os agressores que imaginavam que poderiam ficar na impunidade". O secretário da Segurança Pública do estado, Osvaldo Nico Gonçalves, complementou, destacando que "a prisão de agressores é uma medida fundamental para preservar vidas, garantir dignidade e demonstrar que o Estado atua de forma firme e coordenada contra a violência doméstica". A secretária de Políticas para a Mulher, Adriana Liporoni, sublinhou o compromisso de "encerrar o ano com mais vidas protegidas", salientando que cada agressor capturado liberta uma família da violência.

    A Resposta do Estado: Coordenação e Alcance das Ações Policiais

    A Polícia Civil de São Paulo lançou a operação 'Ano Novo, Vida Nova' como uma contundente resposta do Estado ao crescente número de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher. A ação, que visa cumprir mandados de prisão em todo o território paulista, já demonstrou resultados significativos. Somente na segunda-feira, dia anterior ao anúncio, foram executados 225 mandados de prisão em diferentes regiões do estado, conforme dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), sublinhando a determinação em combater a impunidade e proteger vítimas.

    Para garantir o amplo alcance da iniciativa, a corporação mobilizou uma força-tarefa robusta, composta por 1,7 mil policiais civis e mais de mil viaturas, distribuídas estrategicamente por todo o estado. Essa mobilização em larga escala é fruto de uma coordenação integrada e essencial entre a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e a Secretaria de Políticas para a Mulher, evidenciando um esforço conjunto e multifacetado das instâncias governamentais.

    A delegada Cristiane Braga, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), que estão atuando diretamente na operação, ressaltou a importância da ação: 'É a resposta para os agressores que imaginavam que poderiam ficar na impunidade'. O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, complementou, afirmando que 'a prisão de agressores é uma medida fundamental para preservar vidas, garantir dignidade e demonstrar que o Estado atua de forma firme e coordenada contra a violência doméstica'. A abrangência da operação engloba não apenas as DDMs, mas também todos os Departamentos de Polícia Judiciária do Interior e as seccionais do Departamento de Polícia Judiciária da Capital, ampliando sua capilaridade e impacto em todo o território paulista.

    O apoio da Secretaria de Políticas para a Mulher reforça a visão preventiva da operação. A secretária da pasta, Adriana Liporoni, destacou o compromisso do estado em intervir antes que a violência se agrave: 'Queremos encerrar o ano com mais vidas protegidas, porque cada agressor capturado significa mais uma família livre da violência'. A ação integrada demonstra uma postura proativa e coordenada do Estado na proteção das mulheres e no enfrentamento rigoroso da violência de gênero.

    Feminicídio: Definição, Penalidades e o Contexto Brasileiro

    O feminicídio, crime de extrema gravidade, é definido como o homicídio de uma mulher cometido em razão do seu gênero. Esta tipificação abrange situações de violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação contra a condição feminina, refletindo uma misoginia profunda. É a expressão máxima da violência de gênero, frequentemente resultando de um longo histórico de agressões e abusos, e pode ser motivado por ódio, sentimento de posse ou a inferiorização da mulher, caracterizando um padrão de violência que antecede o ato fatal.

    No ordenamento jurídico brasileiro, o feminicídio é classificado como crime hediondo, o que implica em um regime de progressão de pena mais rigoroso e outras implicações legais. Quando tipificado como uma qualificadora do crime de homicídio simples, as penalidades são severas, com a pena de reclusão variando de 12 a 30 anos. Essa legislação, implementada pela Lei 13.104/2015, busca não apenas punir os agressores, mas também dar visibilidade à especificidade e à gravidade da violência letal contra a mulher, reconhecendo a dimensão de gênero por trás desses crimes.

    O cenário brasileiro tem sido marcado por um preocupante aumento nos índices de feminicídio. Na capital paulista, por exemplo, o ano de 2025, conforme dados da série histórica iniciada em abril de 2015, registrou o maior número de casos, evidenciando a urgência de medidas mais eficazes e políticas públicas robustas. Casos de grande repercussão, como o atropelamento e subsequente morte de Tainara Souza Santos, que foi arrastada por um quilômetro presa a um veículo, chocam a sociedade e reforçam a necessidade de um combate contínuo e articulado para proteger a vida das mulheres e desmantelar o ciclo de violência.

    O Aumento Preocupante do Feminicídio na Capital Paulista

    A capital paulista tem sido palco de um aumento alarmante nos casos de feminicídio, fenômeno que agrava a urgência das operações policiais como a "Ano Novo, Vida Nova". Este crescimento preocupante coloca em xeque a segurança de mulheres em seus próprios lares e espaços cotidianos, sinalizando a escalada da violência de gênero que transcende os registros estatísticos para impactar vidas reais. A triste realidade é que São Paulo tem visto um recrudescimento desses crimes hediondos, exigindo uma resposta coordenada e firme do Estado e uma profunda reflexão social sobre as raízes da misoginia.

    Os dados mais recentes reforçam a gravidade do cenário. No período mais recente com dados consolidados, a cidade de São Paulo registrou o maior número de feminicídios desde que a série histórica começou a ser monitorada em abril de 2015. Essa marca histórica sublinha a falha em conter a violência letal contra a mulher, que frequentemente culmina em feminicídio após um longo histórico de agressões e intimidações. O crime, definido como o assassinato de uma mulher por razões de gênero – envolvendo violência doméstica, familiar, menosprezo ou discriminação –, atinge o patamar mais extremo da misoginia e do controle, sendo classificado como hediondo pela legislação brasileira.

    Um caso de grande repercussão recente ilustra a brutalidade e a urgência dessa pauta. No final de novembro, Tainara Souza Santos, de 31 anos, foi vítima de um atropelamento intencional, sendo arrastada por cerca de um quilômetro na Marginal Tietê. Após ser gravemente ferida e passar por diversas cirurgias, Tainara veio a óbito na véspera do Natal, deixando dois filhos. O trágico desfecho desse episódio chocou a sociedade e evidenciou a vulnerabilidade das mulheres diante da violência de seus agressores, servindo como um doloroso lembrete da necessidade imperativa de ações preventivas e punitivas eficazes para frear essa onda de assassinatos.

    O Caso de Tainara Santos: Um Símbolo da Violência Sem Limites

    O caso de Tainara Santos tornou-se um dos mais chocantes e emblemáticos exemplos da brutalidade e da violência sem limites que permeiam o cenário de feminicídios em São Paulo. A tragédia de Tainara, que culminou em sua morte na noite de 24 de dezembro, aos 31 anos, após um mês de agonia e luta pela vida, reverberou por todo o país, expondo a face mais cruel da violência de gênero. Seu nome agora é um sinônimo da urgência em combater crimes que destroem vidas e famílias, mobilizando a atenção pública para a necessidade de ações efetivas e coordenadas, como a Operação Ano Novo, Vida Nova, da Polícia Civil.

    No final de novembro, o país foi abalado pela notícia do atropelamento de Tainara Souza Santos na Marginal Tietê. Ela foi arrastada, presa ao veículo do agressor, Douglas Alves, por cerca de um quilômetro, em uma cena de horror que resultou em mutilações severas nas pernas. Socorrida em estado gravíssimo, Tainara passou por múltiplas cirurgias, numa desesperada tentativa de preservar sua vida. Contudo, as sequelas foram irreversíveis. A jovem mulher, mãe de dois filhos, sucumbiu aos ferimentos na véspera de Natal, deixando um legado de dor e um vazio imenso em sua família.

    A morte de Tainara Santos não é um incidente isolado, mas um triste reflexo do alarmante aumento dos casos de feminicídio na capital paulista. Sua história ganhou grande repercussão e serviu como um catalisador para a discussão sobre a proteção da mulher e a punição de agressores. O episódio brutal na Marginal Tietê transformou Tainara em um símbolo da vulnerabilidade feminina diante da violência, reforçando a importância de operações como a que a Polícia Civil de São Paulo está realizando, buscando não apenas prender criminosos, mas também prevenir que outras mulheres se tornem vítimas de tamanha barbárie.

    Desafios e Perspectivas Futuras no Combate à Violência de Gênero

    O combate à violência de gênero no Brasil, apesar dos avanços legislativos e de operações como a 'Ano Novo, Vida Nova', ainda enfrenta desafios complexos e multifacetados. A persistência de altos índices de feminicídios, como o registrado na capital paulista em 2025, evidencia a necessidade de ir além da repressão. Um dos maiores entraves é a cultura machista arraigada, que normaliza condutas abusivas e dificulta a denúncia, gerando subnotificação e um ciclo de impunidade. Muitas vítimas ainda temem represálias ou não confiam plenamente na eficácia do sistema de proteção, um reflexo da dificuldade em desconstruir séculos de desigualdade.

    A fragilidade da rede de apoio, a falta de recursos humanos e estruturais em Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) e centros de acolhimento, e a morosidade em algumas etapas do processo judicial são gargalos críticos. A efetividade das medidas protetivas de urgência é constantemente posta à prova, como se observa em casos de vítimas que, mesmo protegidas pela lei, acabam sendo brutalmente assassinadas, demonstrando falhas sistêmicas na proteção integral. Superar esses obstáculos exige uma abordagem mais sistêmica e preventiva, que transcenda a atuação policial reativa e abranja a educação e a transformação social.

    As perspectivas futuras no enfrentamento à violência de gênero apontam para a necessidade de ações integradas e intersetoriais. Isso inclui o fortalecimento das políticas públicas de prevenção, com campanhas de conscientização que abordem as raízes do machismo desde cedo, em ambientes escolares e comunitários. A capacitação continuada de todos os agentes envolvidos – policiais, promotores, juízes e assistentes sociais – é fundamental para um atendimento humanizado e eficaz. Além disso, o investimento em tecnologia para mapeamento de riscos e monitoramento de agressores, o aprimoramento da legislação e a ampliação da rede de acolhimento e suporte psicossocial são eixos cruciais. A meta é construir uma cultura de respeito e igualdade, assegurando que o Estado atue proativamente, antes que a violência aconteça, salvaguardando a vida e a dignidade das mulheres.

    Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

  • Dois homens são presos por violência contra a mulher em Cruzeiro do Sul

    Dois homens são presos por violência contra a mulher em Cruzeiro do Sul

    Casos ocorreram em via pública e em residência; agressores foram levados à Delegacia

    Dois casos de violência contra a mulher foram registrados na noite dessa segunda-feira (29) e na madrugada desta terça-feira (30) em Cruzeiro do Sul. Os agressores foram presos em flagrante pela Polícia Militar e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.

    No primeiro caso, um jovem de 20 anos, identificado como Gladson, foi preso após agredir a namorada em via pública, no Morro da Glória. A Polícia Militar foi acionada por populares que ouviram gritos da vítima. No local, o casal informou inicialmente que havia ocorrido apenas uma discussão verbal. No entanto, a guarnição constatou que a jovem apresentava um hematoma no lado direito do rosto, causado por um tapa. Diante da lesão, o agressor recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia.

    Já na madrugada desta terça-feira (30), a PM atendeu uma ocorrência de violência doméstica na rua Pedro Teles, no Centro da cidade. A vítima, uma mulher de 44 anos, relatou que estava em casa com o marido, identificado como José Hidanio, de 33 anos, quando ele exigiu seu telefone celular. Após a negativa, o homem teria ficado exaltado e passou a exigir dinheiro para comprar gasolina.

    Temendo pela própria segurança, a mulher deixou a residência com os dois filhos do casal e buscou abrigo em outra casa. Ao descobrir o local onde a vítima estava, o autor foi até a residência e passou a ameaçar o proprietário, afirmando que o mataria. Em seguida, retornou ao local portando gasolina e lançou o líquido inflamável sobre o veículo do casal.

    Enquanto a guarnição colhia informações da vítima, ela informou que o agressor havia retornado ao apartamento do casal e enviava mensagens. Os policiais foram até o endereço, localizaram o homem, deram voz de prisão e o conduziram à Delegacia Geral da Polícia Civil.

  • Governo do Acre sanciona lei que fortalece o Sistema Integrado de Segurança Pública

    Governo do Acre sanciona lei que fortalece o Sistema Integrado de Segurança Pública

    Nova legislação cria o Programa Conecta SISP e amplia integração tecnológica entre órgãos de segurança

    Foto: cedida

    A governadora em exercício do Acre, Mailza Assis (Progressistas), sancionou nesta terça-feira (30) a Lei nº 4.748, que dispõe sobre o fortalecimento do Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP) e institui o Programa Conecta SISP. A norma, de autoria do Poder Executivo, foi publicada no Diário Oficial do Estado.

    A nova legislação atualiza e reforça o funcionamento do SISP, criado em 2008, estabelecendo princípios como a cooperação mútua e a integração operacional entre os órgãos de segurança pública, a transparência das ações, a eficiência na utilização de recursos e o respeito à autonomia administrativa e às competências legais de cada instituição. O texto também reafirma a garantia dos direitos fundamentais e a proteção da cidadania como pilares do sistema.

    Entre as diretrizes do SISP estão o planejamento conjunto para a prevenção e o combate à criminalidade, a adoção de estratégias unificadas de atuação em segurança pública e defesa social, além do uso de tecnologias que facilitem o intercâmbio de dados e sistemas. A lei ressalta, contudo, que informações e dados relativos a investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado do Acre permanecem protegidos por sigilo legal.

    A legislação define como objetivos centrais do sistema a integração operacional entre os órgãos de segurança, o aprimoramento da coleta, do registro, da análise e do compartilhamento de informações, o suporte tecnológico e científico aos profissionais da área e o enfrentamento coordenado de organizações criminosas e crimes de maior complexidade.

    Para garantir a efetividade das ações, a norma prevê a realização de operações conjuntas, a adoção de estratégias comuns de prevenção, a aceitação mútua de registros de ocorrências e o intercâmbio de conhecimentos técnicos e científicos entre as instituições. A coordenação-geral do SISP ficará sob responsabilidade do órgão gestor da política estadual de segurança pública, encarregado de estabelecer metas, monitorar resultados e promover a interoperabilidade dos sistemas.

    Outro destaque da lei é a criação do Programa Conecta SISP, voltado à ampliação da conectividade à internet entre os integrantes do sistema. A iniciativa busca viabilizar o acesso a sistemas e bases de dados de segurança pública e oferecer suporte tecnológico para otimizar as operações, respeitando os limites legais de sigilo das investigações policiais.

  • Sob suspeita: Gerlen entrega cestas básicas pagas pelo Governo Lula, mas faz dispensa de licitação de quase R$ 800 mil

    Sob suspeita: Gerlen entrega cestas básicas pagas pelo Governo Lula, mas faz dispensa de licitação de quase R$ 800 mil

    O prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz, divulgou em seu perfil nas redes sociais, nesta segunda-feira (29), que irá distribuir pelo menos 4 mil cestas básicas para pessoas em situação…

  • Governo do Acre cria sistema integrado para gestão ambiental e enfrentamento às mudanças climáticas

    Governo do Acre cria sistema integrado para gestão ambiental e enfrentamento às mudanças climáticas

    Lei institui o SIMAMC e o Centro de Inteligência Ambiental CIGMA para integrar ações e monitoramento no Estado

    Foto: Pedro Devani/Secom

    O governo do Acre sancionou nesta terça-feira (30) a Lei nº 4.749, que cria o Sistema Integrado de Meio Ambiente e Mudança do Clima (SIMAMC) e institui o Centro Integrado de Inteligência, Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (CIGMA). A norma, de autoria do Poder Executivo, foi assinada pela governadora em exercício, Mailza Assis (Progressistas).

    O SIMAMC tem como objetivo integrar políticas e ações ambientais e climáticas entre diversos órgãos estaduais, reunindo a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), a Secretaria de Agricultura (Seagri), a Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), o Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC/AC), o Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDC).

    De acordo com a legislação, o sistema busca promover uma gestão integrada, com atuação operacional sistêmica e complementar entre os órgãos, visando à otimização de recursos humanos e materiais e ao aprimoramento da execução das políticas ambientais e de enfrentamento às mudanças climáticas.

    A gestão do SIMAMC ficará a cargo de um Comitê Gestor, composto pelos titulares das instituições integrantes e presidido pelo secretário de Estado de Meio Ambiente. O colegiado será responsável por coordenar a elaboração e a execução de programas e ações conjuntas, podendo promover debates e convidar especialistas, representantes da sociedade civil e agentes públicos para participar das discussões, sem direito a voto.

    A lei também autoriza a criação de Regionais do SIMAMC, definidas como áreas territoriais de atuação integrada dos órgãos ambientais, com coordenação administrativa própria. O desempenho dessas regionais será monitorado permanentemente pelo Comitê Gestor, que estabelecerá critérios para avaliação das ações desenvolvidas.

    Outro ponto central da norma é a criação do Centro Integrado de Inteligência, Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (CIGMA), que funcionará como núcleo técnico e operacional do sistema. Vinculado e coordenado pela SEMA, o centro será responsável pela gestão de bases de dados estratégicas, como o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE/AC) e o Cadastro Ambiental Rural (CAR/AC), além do processamento de imagens de satélite e da produção de informações sobre desmatamento, queimadas, uso do solo e dinâmica ambiental no Estado.

    Entre as atribuições do CIGMA estão ainda o monitoramento hidrometeorológico, a elaboração de notas técnicas para subsidiar decisões em situações de eventos climáticos extremos, o desenvolvimento de plataformas integradas de monitoramento ambiental e territorial, a governança de dados geoespaciais e o apoio técnico à formulação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas ambientais.

    A Secretaria de Estado de Meio Ambiente será responsável pela gestão técnica, administrativa e financeira do CIGMA, garantindo o compartilhamento de dados e informações com os demais órgãos integrantes do SIMAMC. A lei também autoriza a elaboração de um regimento interno para detalhar a organização e as competências do sistema.

  • Independência terá o grupo completo para estreia no Estadual

    Independência terá o grupo completo para estreia no Estadual

    Foto Sueli Rodrigues: Ivan Mazzuia quer um time competitivo para lutar pelo tricampeonato

    O Independência terá o elenco completo para a estreia no Campeonato Estadual de 2026. O primeiro confronto do bicampeão acreano será contra o Santa Cruz no dia 12 de janeiro, no Tonicão.

    “Estamos seguindo nosso planejamento e vamos chegar com um time forte na abertura do Estadual”, declarou o técnico Ivan Mazzuia.

    Duas contratações

    O lateral direito Jeferson Baré e o meia João Bravo serão apresentados nesta terça, 30, no Marinho Monte. Os dois atletas foram bem indicados e chegam como opções importantes.

    Dois períodos

    O elenco do Independência realiza mais um trabalho tático nesta terça na sequência da preparação.

    “A ideia é exigir dos atletas sem criar uma sobrecarga. Os jogadores estão respondendo bem aos treinos e isso é fundamental”, avaliou o treinador.

  • Galvez acerta negociação e Fred vai jogar no Mirassol

    Galvez acerta negociação e Fred vai jogar no Mirassol

    Foto Galvez: Fred assinou com o Mirassol e vai jogar em um time de Série A

    O meia Fred, 17, um dos atletas mais promissores da base do Galvez, será atleta do Mirassol, de São Paulo, após a disputa da Copa São Paulo de 2026. A diretoria do Galvez fechou a negociação nesta segunda, 29, com o clube paulista.

    “O Fred despertou o interesse do Mirassol no amistoso realizado para a Copa São Paulo. Acertamos os últimos detalhes e o Galvez terá um percentual em venda futura”, explicou o presidente do Imperador, Igor Oliveira.

    Joga a Copinha

    Mesmo com negociação fechada, Fred vai disputar a Copa São Paulo pelo Galvez. O meia é uma peça fundamental no esquema do técnico Eriano Santos.

    “O Fred é um atleta moderno. Marca forte e joga quando tem a posse de bola”, comentou Eriano Santos.

    Dupla nacionalidade

    Fred nasceu na Espanha e ainda criança veio com os pais(eles são brasileiros) para o Brasil. O atleta tem dupla nacionalidade e isso também é um detalhe importante.

  • Elenco do Vasco trabalha em dois períodos na Fazendinha

    Elenco do Vasco trabalha em dois períodos na Fazendinha

    Foto Sueli Rodrigues: Titô vem trabalhando entre os titulares no Vasco

    O elenco do Vasco faz treinamentos em dois períodos nesta terça, 30, na Fazendinha, e segue com a preparação para o Campeonato Estadual e a Copa do Brasil.

    “Estamos realizando os ajustes na equipe. Ainda temos três reforços para chegar e a meta é elevar ainda mais a qualidade do grupo”, declarou o técnico Erick Rodrigues.

    Pablo Araújo

    Pablo Araújo, técnico da Adesg no Estadual feminino, foi integrado e será o auxiliar de Eric Rodrigues na temporada de 2026.

    Amistoso na quarta

    O Vasco enfrenta o Galvez na quarta, 31, a partir das 9 horas, no Tonicão. As duas equipes estão na última fase de preparação para o Campeonato Estadual.

  • Governo do Acre revisa Plano Plurianual 2024–2027 com ajustes no planejamento orçamentário

    Governo do Acre revisa Plano Plurianual 2024–2027 com ajustes no planejamento orçamentário

    Lei nº 4.746 atualiza programas, metas e referencial financeiro do Estado

    Foto: Sérgio Vale/ac2horas

    O governo do Acre publicou nesta terça-feira (30) a Lei nº 4.746, que dispõe sobre a revisão do Plano Plurianual (PPA) do Estado para o quadriênio 2024–2027. A norma, de autoria do Poder Executivo, foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pela governadora em exercício, Mailza Assis (Progressistas).

    A revisão promove alterações no PPA originalmente aprovado pela Lei nº 4.282, de 27 de dezembro de 2023, com ajustes em diversos anexos que compõem o planejamento estratégico e orçamentário estadual. Entre as mudanças estão a atualização dos Programas Temáticos por Eixo Estratégico do Poder Executivo, a relação de programas institucionais, além dos programas e ações dos demais Poderes e das entregas previstas por objetivo e programa.

    A nova lei também atualiza o referencial orçamentário para o período de 2024 a 2027, bem como as metas e prioridades que servirão de base para a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, assegurando o alinhamento entre o planejamento de médio prazo e a execução anual do orçamento estadual.

    De acordo com o texto legal, a inclusão, exclusão ou alteração de ações orçamentárias no PPA poderá ocorrer por meio das futuras leis orçamentárias anuais ou de créditos adicionais, passando automaticamente a integrar os respectivos programas. A norma ressalta ainda que os valores atribuídos a cada programa possuem caráter referencial, não constituindo limite para a programação das despesas nas leis orçamentárias.

  • Carro sofre incêndio na estrada do Tropical, em Rio Branco

    Carro sofre incêndio na estrada do Tropical, em Rio Branco

    Um incêndio atingiu uma caminhonete Fiat Strada na estrada do Tropical, em Rio Branco. Imagens registradas no local mostram o veículo tomado pelas chamas às margens da via, chamando a atenção de quem passava pelo trecho.

    De acordo com o Corpo de Bombeiros, a Guarnição de Incêndio e Salvamento do 1º BEPCIF foi acionada para atender a ocorrência de incêndio veicular.

    O fogo atingiu principalmente a parte do motor e foi rapidamente combatido pela equipe, evitando que as chamas se alastrassem para outras áreas do veículo.

    O incêndio foi controlado e não houve registro de vítimas. Os danos foram apenas materiais, concentrados na parte frontal da caminhonete.

    Video e Fotos: 1° BEPCIF