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  • Imagens fortes: vereadora em SP atropela namorado após ser espancada por ele. Vídeo

    Imagens fortes: vereadora em SP atropela namorado após ser espancada por ele. Vídeo

    Divulgação/Polícia Civil
    Vereadora Aline Santos (MDB), de Embu das Artes, atropelou namorado após ter sido espancada - Metrópoles

    A vereadora Aline Santos (MDB), de 36 anos, relatou que foi espancada pelo namorado, Bruno Marcelo Araujo de Souza, em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo. Após a agressão, a parlamentar atropelou o companheiro.

    O caso aconteceu no dia 25 de dezembro de 2025. Depois de atropelar o homem, Aline foi ao Pronto Socorro Vazame, na Grande SP, onde a Guarda Civil Metropolitana foi acionada.

    A vereadora teria sido agredida com socos e chutes, causando lesões no nariz e na face, além de escoriações nos braços e nas pernas.

    De acordo com o boletim de ocorrência, obtido pelo Metrópoles, o casal estava passeando de moto pela estrada de Itapecerica Campo Limpo até que, em determinado momento, Souza parou o veículo e deixou Aline na rua. Quando ele voltou, a vereadora questionou o motivo de ter sido deixada no local e Souza passou a agredi-la.

    Aline, então, entrou no carro para fugir. Neste momento, Souza teria vindo em direção ao carro em uma motocicleta e, temendo ser agredida novamente, como disse à polícia, a parlamentar atropelou o namorado e foi embora.

    Ainda segundo o relato, a vereadora informou que Souza ficou com o celular dela e enviou mensagens à assessora afirmando que a mataria se ela registrasse boletim.

    O caso foi registrado como lesão corporal, ameaça e violência doméstica no 1º DP de Embu das Artes. A Secretaria da Segurança Pública informou que a ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do município. Um inquérito policial foi instaurado.

    O Metrópoles procurou a assessoria de Aline Santos, que preferiu não se posicionar. A reportagem não conseguiu contato com Bruno Marcelo Araujo de Souza.

  • “Não é questão de apoio ao meu governo, é de dar sobrevivência ao BRB”, diz Ibaneis sobre projeto de lei

    “Não é questão de apoio ao meu governo, é de dar sobrevivência ao BRB”, diz Ibaneis sobre projeto de lei

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    Ibaneis Rocha, PDOT

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), falou pela primeira vez sobre o projeto de lei que prevê medidas para restabelecimento das condições econômicas-financeiras do Banco de Brasília (BRB), enviado à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

    Ibaneis disse ao Metrópoles, nesta quarta-feira (25/2), que “é a função do parlamento debater, aprimorar os projetos, aprovar ou rejeitar”. O governador ponderou que “não é uma questão de apoiar o meu governo”. “É uma questão de dar sobrevivência ao BRB, seus mais de 4,5 colaboradores, inúmeros empresários em especial os do setor imobiliário e milhares de empregos”, declarou.

    O chefe do Poder Executivo local destacou que o BRB tem função social no Distrito Federal. “É o operador de todos os programas sociais, do serviço de bilhetagem o que pode atingir diretamente toda a população do DF em especial a mais carente”, afirmou.

    O projeto de lei autoriza ao GDF, na condição de acionista controlador, medidas para fortalecer o patrimônio e a liquidez do BRB, após prejuízos nos negócios com o Banco Master, que são alvos de investigação da Polícia Federal.

    Entre as medidas permitidas pelo PL, está empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou outras instituições financeiras. A proposta do Poder Executivo também autoriza uso de nove imóveis públicos para venda ou garantia.

    Ibaneis disse que, “se houve culpados nesse processo, certamente a Justiça vai encontrar”. “O que não podemos é penalizar a população da nossa cidade”, declarou.

    O PL foi enviado pelo GDF à CLDF na sexta-feira (20/2) e previa uso de 12 imóveis para fortalecer o BRB. Nessa terça-feira (24/2), o governo enviou uma nova versão com nove imóveis, excluindo terrenos no Guará e no Lago Sul previstos inicialmente. O texto mais recente também incluiu o valor limite do empréstimo, que pode ser de até R$ 6,6 bilhões.

    Veja quais são os imóveis listados no PL do BRB:

    Imóveis do GDF para capitalizar o BRB

    Sem acordo na CLDF, com crítica de deputados da oposição e dúvidas também entre parlamentares da base, a análise da proposta foi adiada. O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, conversará com os deputados para esclarecer pontos do projeto e sobre o banco, na segunda-feira (2/3).

    O líder do GDF na Câmara, Hermeto (MDB), disse que o banco corre risco de ser federalizado. “Os que levaram o BRB ao abismo têm que ser punidos exemplarmente, e a Polícia Federal vai apontar os culpados, mas não podemos entregar o patrimônio ao governo federal. A situação é dramática: a gente dá as garantias ou o Banco Central federaliza o banco”, afirmo, na segunda-feira (23/2).

    O BRB divulgou uma nota na qual afirma que não recebeu comunicação do BC sobre federalização. A instituição financeira informou que “a interlocução com o regulador é técnica, permanente e transparente”.

  • Virginia reage a post sobre críticas no Carnaval: “Inveja disfarçada”

    Virginia reage a post sobre críticas no Carnaval: “Inveja disfarçada”

    Reprodução
    Virginia Fonseca abre o coração sobre a estreia pela Grande Rio na Marquês de Sapucaí

    Virginia Fonseca deu o que falar após curtir uma publicação de um internauta que a defendia no Carnaval. Na postagem, a pessoa afirma que as inúmeras críticas à influenciadora digital são reflexo de “inveja disfarçada de moralidade” e que a apresentadora é um “alvo fácil”.

    “Malhem a Virgínia! O ser humano parece precisar sempre escolher alvos para concentrar suas frustrações. Afinal, é mais fácil culpar alguém pelos seus fracassos do que encarar o espelho. Talvez forjar um fracassado alivie sua própria frustração também. No Brasil de 2026 existe um alvo fácil e principal: Virgínia Fonseca”, começa dizendo o texto.

    A publicação curtida por Virginia dizia, ainda, que que as características da namorada de Vini Jr. por si só já despertam inveja.

    “Influenciadora, empresária, milionária, bonita. Essas características já são suficientes para despertar inveja em milhões de pessoas. Sim, inveja. Esse sentimento vem disfarçado de moralidade, mas é inveja mesmo, de gente mal resolvida e que a terapia não está em dia”, disparou.

    O internauta esclareceu que não está “santificando a Virginia”, mas reforçou que não faz sentido os hates sobre ela. Ele também destacou os comentários feitos pelo público após a estreia dela no Carnaval carioca. Virginia Fonseca foi rainha de bateria da Grande Rio, substituindo Paolla Oliveira, o que rendeu muitas críticas do público.

    “”Se ferrou! Bom pra abaixar a bola dela’, ‘volta, Paolla’ [Oliveira, antecessora de Virginia como rainha de bateria], ‘fiasco’, ‘uma planta’. As frases são de mulheres após o desfile da influenciadora na Sapucaí. A militância feminina seletiva não abraçou a jovem que estava estreando em uma função, exposta com um tapa-sexo que descolava da pele, ferida com 12 kg de ‘asas’ nas costas, sem conforto algum e, por vezes, vaiada”, analisou.

    A pessoa concluiu dizendo que que Virginia consegue não se conectar a esse mar de ódio” e que “isso é incrível demais”.

    “Não deve ser fácil. Terapia e resiliência devem estar na receita e ela consegue seguir brilhando, faturando, criando suas filhas, vendendo seus produtos”, finalizou.

     

  • Autora de Rivalidade Ardente adia novo livro após piora na saúde

    Autora de Rivalidade Ardente adia novo livro após piora na saúde

    Divulgação/Alt; Reprodução/Instagram @rachelreidwrites
    Montagem de imagens mostra a capa do livro Rivalidade Ardente (à esquerda) e a autora dos livros Rachel Reid (à esquerda) - Metrópoles

    O adiamento do próximo livro da saga que inspirou Rivalidade Ardente pegou fãs de surpresa nesta semana. Autora do romance que deu origem à famosa série da HBO Max, Rachel Reid revelou que os sintomas de Parkinson, diagnosticado em 2023, se intensificaram, e que por isso precisaria adiar o lançamento do livro em quase em um ano.

    A notícia foi compartilhada em vídeo nas redes sociais, nessa terça-feira (24/2), onde Reid, cujo nome verdadeiro é Rachelle Goguen, revelou que a piora nos sintomas passaram a afetar diretamente o ritmo de escrita dela. Ela trabalha no livro Unrivaled, que faz parte do universo de Rivalidade Ardente (Heated Rivalry, em inglês) e acompanhará pela terceira vez o casal Shane Hollander e Ilya Rozanov.

    “Quando coisas boas acontecem, às vezes o universo nos dá coisas piores para equilibrar, e para mim isso significou que meus sintomas de Parkinson pioraram um pouco e tornaram fisicamente difícil escrever. Definitivamente, estou muito mais lenta, e isso é algo com que preciso aprender a lidar e encarar, em vez de ignorar”, afirmou a autora.

    Apesar do atraso, ela garantiu que a qualidade da obra não será comprometida. “Acho que este livro valerá a espera”, disse. “No fim das contas, será um livro muito melhor, e isso é o mais importante para mim. Acho que será melhor para os leitores e melhor para os personagens.”

    Antes prometido para estrear em setembro de 2026, o livro agora está previsto para ser lançado nos EUA em junho de 2027.

    Entenda a cronologia dos livros

    Unrivaled integra a coleção Game Changers, universo literário que começou com Heated Rivalry e conquistou novo público ao ganhar adaptação para a televisão. A série Rivalidade Ardente, criada por Jacob Tierney e disponível no streaming, acompanha o romance secreto entre dois jogadores de hóquei rivais, Shane Hollander e Ilya Rozanov, e se tornou um dos títulos mais comentados do início do ano.

    Ao todo, a saga conta com seis livros ambientados no universo do hóquei profissional. Os cinco primeiros apresentam casais diferentes, interligados pelo mesmo cenário esportivo. Já o sexto, The Long Game, volta a focar nos protagonistas Shane e Ilya, aprofundando os dilemas do relacionamento.

    No Brasil, o livro Rivalidade Ardente foi publicado pela Editora Alt, selo da Globo Livros. A sequência The Long Game, segundo livro da história do casal, também está confirmada para edição brasileira ainda em 2026.

  • Moradores enfrentam transtorno e cobram nova ponte entre Brasileia e Epitaciolândia

    Moradores enfrentam transtorno e cobram nova ponte entre Brasileia e Epitaciolândia

    Na manhã desta quarta-feira, 25, o ac24horas esteve no município de Brasileia e foi à ponte que liga o município a Epitaciolândia. O repórter e videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, conversou com moradores que relataram congestionamentos diários, atrasos para o trabalho, acidentes e até quedas de motociclistas por causa dos buracos que têm na travessia […]

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    Acre terá novo preço médio do etanol para cálculo do ICMS a partir de março

    O Acre terá novo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) para combustíveis a partir de 1º de março de 2026. A atualização consta no Ato COTEPE/PMPF nº 5, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 25, por meio do Conselho Nacional de Política Fazendária, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda. Para o Acre, […]

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    Suspeito de tortura é preso com drogas e arma durante ação da Polícia Civil em Brasiléia

    A Polícia Civil do Acre prendeu em flagrante, na terça-feira (24) um jovem de 18 anos suspeito de envolvimento em um caso de tortura, além dos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, no município de Brasiléia. A prisão ocorreu no bairro Leonardo Barbosa, durante diligências realizadas pela Delegacia do […]

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    MPF instaura inquérito civil para apurar irregularidades em seleção do DSEI Alto Rio Purus

    A Procuradoria da República no Estado do Acre instaurou inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no processo seletivo simplificado para bolsistas promovido pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Purus, em Rio Branco. A medida foi formalizada por meio da Portaria nº 1/PR/AC/GABPR3, pelo procurador da República Ricardo Alexandre Souza Lagos. O procedimento tem […]

  • Carnaval levou 2,1 milhões de passageiros aos aeroportos, diz governo

    Carnaval levou 2,1 milhões de passageiros aos aeroportos, diz governo

    Fábio Vieira/Metrópoles
    Em foto colorida movimentação de viajantes vindos do exterior no desembarque no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos 13 - Metrópoles

    Uma estimativa feita pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aponta que o Carnaval deste ano movimentou cerca de 2,1 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais.

    O montante é referente ao período entre 13 e 18 de fevereiro — a sexta-feira que antecede o feriado e a Quarta-Feira de Cinzas. O número representa um aumento entre 10% e 11% em comparação às festividades do ano passado, quando foram registrados 1,8 milhão de passageiros na mesma data.

    Caso a estimativa seja confirmada, este será o melhor resultado do setor aéreo dos últimos 25 anos, de acordo com a série histórica da Anac. A consolidação final dos números deve ser divulgada em março.

    “Esse crescimento no Carnaval de 2026 mostra que o brasileiro está voando mais e que o transporte aéreo voltou a ser um grande aliado do turismo, da diversão e da economia. O trabalho do governo federal no setor aéreo vem mostrando resultados consistentes. Se confirmados, esses dados provam que estamos no caminho certo para bater recordes históricos em 2026”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

    Veja a estimativa de outros aeroportos:

  • Alvo da PF por lavagem de dinheiro, BMP sofreu ataque hacker em 2025

    Alvo da PF por lavagem de dinheiro, BMP sofreu ataque hacker em 2025

    Divulgação/ Polícia Federal
    Imagem colorida de policiais federais envolvidos em operação contra lavagem de dinheirp. Metrópoles

    Alvo da Operação Cliente Fantasma, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (25/2), por suspeita de facilitar a lavagem de R$ 25 bilhões de “clientes invisíveis”, o banco BMP Money Plus está entre as seis instituições financeiras que sofreram o maior ataque hacker da história do Brasil, no ano passado.

    Segundo o próprio banco, R$ 541 milhões foram desviados do BMP por meio de 166 transações feitas por Pix, na madrugada do dia 30 de junho de 2025. Dias depois, a instituição financeira afirmou ter conseguido recuperar a quantia de R$ 18,7 milhões.

    De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, no decorrer das investigações, foi possível identificar que João Nazareno Roque facilitava “que demais indivíduos realizassem transferências eletrônicas em massa” para outras instituições financeiras”. O homem foi preso.

    Operação Cliente Fantasma

    Nesta quarta-feira, a PF cumpriu três mandados de busca e apreensão na capital paulista e no município de Barueri, expedidos pela 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo, no âmbito da Operação Cliente Fantasma.

    Os endereços estão ligados à sede do BMP, ao presidente da instituição, Carlos Eduardo Benitez, e ao responsável pelo setor de compliance, Paulo Henrique Witter Soares.

    Segundo a PF, a investigação aponta que a instituição, embora regularizada a operar pelo Banco Central (BC), permitia que os clientes movimentassem dinheiro sem a devida identificação, dificultando a fiscalização sobre supostas atividades ilícitas.

    Além disso, o banco não realizava as comunicações obrigatórias de operações suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), o que “teria contribuído para a ocultação e dissimulação da origem ilícita dos valores movimentados”.

    Ainda de acordo com a PF, o banco teria ajudado na omissão e na lavagem de dinheiro de mais de R$ 25 bilhões de reais, incluindo recursos ligados às maiores organizações criminosas do país. Os investigados poderão responder pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, omissão de informações ao órgão regulador e lavagem de capitais.

    Por meio de nota, o BMP afirmou que “está colaborando integralmente com as autoridades e prestando todos os esclarecimentos necessários, fornecendo todas as informações sobre as operações antigas de ex-clientes que foram objeto de apuração”. Ainda segundo a nota, “a companhia segue com a operação dos seus produtos normalmente”.

     

    Usuários invisíveis

    O nome da operação, “Cliente Fantasma”, faz referência à prática adotada pela fintech investigada, que, segundo a PF, mantinha contas e movimentações sem a devida identificação dos titulares perante ao Banco Central.

    Na prática, os clientes ficavam invisíveis aos órgãos de controles, funcionando como fantasmas dentro do sistema financeiro, possibilitando a movimentação de bilhões em valores ilícitos sem fiscalização.

    A omissão também permitia que os usuários ficassem blindados contra quebras de sigilo bancário e bloqueios judiciais.