O deputado estadual Adailton Cruz (PSB) afirmou nesta terça-feira, 24, durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, que a suspensão do edital de chamamento relacionado à terceirização de serviços no Hospital de Brasileia foi resultado da mobilização de trabalhadores e entidades da saúde. Segundo ele, o governo só recuou após forte pressão pública. […]
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Adailton Cruz critica terceirização e defende plano de carreira para especialistas no Alto Acre
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Ele ganha menos: como a diferença salarial afeta a dinâmica do casal
Prostock-Studio/Getty Images
A diferença salarial no casal ainda é cercada de tabus. Quando a mulher ganha mais que o parceiro, sentimentos como insegurança, competição ou desconforto podem surgir. Mas o impacto não está apenas no dinheiro. Está nas expectativas sociais e nos papéis que aprendemos desde cedo. Falar sobre isso é essencial para evitar conflitos silenciosos.
Por que o tema ainda gera desconforto?
Durante décadas, o homem foi visto como principal provedor. Mesmo com mudanças no mercado de trabalho, essa ideia ainda influencia relacionamentos. Quando ele ganha menos, pode sentir a autoestima ameaçada. Já ela pode enfrentar críticas externas ou cobranças invisíveis.
O problema raramente é o valor do salário. É o significado que se atribui a ele.
Leia a matéria completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles.
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Sem poder ir para escola, aluno autista passa madrugada de uniforme
Material cedido ao Metrópoles
Por falta de monitores e educadores sociais voluntários (ESVs), estudantes atípicos ainda não conseguiram voltar para as salas de aula nas escolas públicas do Distrito Federal (DF). Crianças e adolescentes com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outras condições neurodivergentes dependem do apoio profissional para conviver na escola e estudar.
O suporte especializado é um direito assegurado pela legislação brasileira.
Atualmente, a rede pública tem 20 mil estudantes laudados e 2.800 nos centros de ensino especial. Segundo a Secretaria de Educação, os ESVs começaram a ser enviados para as escolas públicas na segunda-feira (23/2) e o problema será resolvido dentros dos próximos dias.
Sem o suporte, Guilherme Miranda Pontes Cinaty (foto em destaque), de 13 anos, laudado com TEA com nível 2 de suporte, não tem condições de ir estudar, no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 11 de Taguatinga. Com saudades da sala de aula, o menino passou a vestir a camisa da escola em casa. Segundo a mãe do menino, ele passou a madrugada de terça-feira (24/2) vestido com o uniforme.
O irmão de Guilherme, Matheus Miranda Pontes Cinaty, de 8, é diagnósticado com TEA com nível de suporte 1 e também começou ao ano letivo sem suporte na Escola Classe 15 de Taguatinga. Mas uma professora assumiu a função provisoriamente até a chegada de um monitor ou ESV.
“É humilhante. O direito do meu filho de ir para escola está sendo negligenciado”, desabafou Maria Luiza.
O ensino adequado é determinante para o futuro de estudantes neurodivergentes.
Guilherme e Mateus tem um irmão de 19 anos, também laudado com TEA. O jovem, que já está na faculdade, passou recentemente na Universidade de Brasília (UnB).
Papel descumprido
O Movimento do Orgulho Autista do Brasil (MOAB) recebeu pedidos de ajuda de mães atípicas do DF.
“Mais um ano sem que a Secretaria de Educação cumprisse seu papel de oferecer os apoios escolares, o educador social voluntário, no primeiro dia de aula”, afirmou o presidente do MOAB, Edilson Barbosa.
“Cobramos quem são os responsáveis dentro da instituição. Cobramos, também, que liberem esses profissionais e que digam quem vai ser responsáveis pela reposição dessas aulas perdidas e por último, cobramos se esses profissionais estão sendo capacitados para atender esses estudantes que necessitam tanto de apoios”, completou.
O diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro) Samuel Fernandes cobra a contratação de monitores por concurso público para prestar o suporte para os estudantes neurodivergentes. Segundo ele, os ESVs são profissionais com contratos temporários sem vinculo com o GDF.
“Isso mostra total falta de planejamento do governo. No primeiro dia de aula, os alunos já deveriam ter a disposição todo suporte necessário. Com esse atraso, o pedagógico fica prejudicado”, alertou.
Segundo o Sinpro, a situação expõem estudantes à situações de vulnerabilidade. “Essa realidade impacta todo processo de ensino e aprendizagem, compromete a inclusão e ainda coloca em risco a saúde física e emocional dos professores, que ficam sobrecarregados”, destacou.
Capacitação
A Secretaria de Educação Hélvia Paranaguá afirmou que os ESVs começaram a ser encaminhados para as escolas na segunda-feira. Segundo a gestora, os profissionais de suporte não estavam presentes desde o começo do ano letivo porque precisavam passar por capacitação de 80 horas, determinada pela legislação vigente e um decreto do presidente Lula (PT).
“Uma queixa dos pais foi justamente a falta do conhecimento de lidar com a criança. Então a gente tem que passar pela formação. Estamos dentro do prazo. Mas é melhor atrasar um pouquinho e receber o profissional orientado, do que receber um profissional que não passou por formação. Nem todo mundo tem o conhecimento de como lidar com uma criança deficiente”, afirmou a secretaria.
“Fiquem tranquilos, porque tudo foi coordenado pela Secretaria de Educação de modo que a criança não fique desassitida”, assinalou. Pelas contas da pasta, atualmente a rede pública tem aproximadamente 1.225 monitores e 12 mil ESVs. A pasta chamou 8,5 mil ESVs para assumir as vagas imediatas nas escolas.
“Nós inclusive fizemos uma mudança neste ano. O ESV atuava na escola como voluntário, quatro horas por dia, por turno. Muitos pegavam dois turnos e ficavam oito horas. Agora todos só podem ficar em um turno de cinco horas”, contou.
Anteriormente, os educadores recebiam R$ 40 por turno. Agora recebem R$ 80 pelo turno único.
Segundo a secretária a mudança tem duas explicações. Em primeiro lugar, os turnos dos estudantes são de cinco horas, então os alunos acabavam ficando uma hora sem suporte. Em segundo lugar, a mudança foi feita para dar melhores condições de trabalho para os ESV. Com maior remuneração por menos horas de trabalho, eles têm condições de buscar melhores empregos e capacitação no contraturno.
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“A Rota Bioceânica está se consolidando e gerando riquezas para o Acre”, diz deputado Gonzaga
O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do (Acre), falou durante a sessão desta terça-feira (24)… -

Andrea Pelatti afirma que suspensão do edital foi anterior à audiência e promete publicar resoluções
A secretária administrativa da Saúde do Acre, Andrea Pelatti, afirmou nesta terça-feira, 24, em entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, que a decisão de suspender o edital de chamamento relacionado ao Hospital de Brasileia foi tomada antes da audiência pública que debateu o tema. Segundo ela, a definição ocorreu durante reunião interna do […] -

BBB 26: enquete disputada aponta eliminada horas antes do 6º Paredão
Chaiany, Maxiane e Milena disputam a permanência no BBB 26. Uma delas será eliminada nesta terça-feira (24/2)
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O projeto do Novo para barrar o aumento de impostos em celulares
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A bancada do Partido Novo na Câmara dos Deputados apresentou um projeto de decreto legislativo (PDL) para barrar o aumento de impostos sobre celulares, computadores e outros produtos.
A proposta derruba a Resolução nº 852 do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), que elevou as tarifas de importação para vários modelos de telefones celulares, computadores e outros itens da área de comunicação.
A portaria é assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que acumula o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O governo espera arrecadar R$ 14 bilhões com a medida.
“O governo escolheu o caminho mais fácil: aumentar impostos para fechar as contas. Só que quem paga essa conta é o contribuinte. Trata-se de uma política que desestimula investimentos e reduz a competitividade, com reflexos negativos para a indústria nacional no médio e no longo prazo. O Congresso não pode aceitar que o Executivo use tributos regulatórios como instrumento de arrecadação. Isso vai contra a Constituição”, disse o líder do Novo, Marcel van Hattem (RS).
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GDF ajusta projeto de lei para capitalização do BRB
Igo Estrela/Metrópoles
O Governo do Distrito Federal (GDF) faz, nesta terça-feira (24/2), ajustes no projeto de lei de capitalização do Banco de Brasília (BRB) enviado à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
A adequação será feita na lista dos 12 imóveis que poderão ser usados como garantia em empréstimo para recompor o capital do BRB.
Os deputados distritais reúnem-se na tarde desta terça-feira para discutir a proposta do GDF.
Na prática, o projeto de lei permite ao governo distrital:
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João Marcos Luz convoca ato público com críticas ao STF e governo federal
Um ato público com críticas ao governo federal e a ministros do Supremo Tribunal Federal foi convocado pelo secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Rio Branco, João Marcos Luz. A manifestação, intitulada “Acorda Brasil”, está marcada para 1º de março, às 15h, no Lago do Amor. Nas redes sociais e em material […] -

Vereadores reduzem percentual de emendas e aprovam pacote de projetos
Os vereadores de Rio Branco aprovaram em segundo turno, na sessão desta terça-feira (24), a nova redação da Emenda à Lei Orgânica que redefine o limite das emendas parlamentares individuais ao orçamento municipal. A mudança ocorre após a Prefeitura ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Tribunal de Justiça do Acre contra o […]