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    “Boa Conversa” retorna ao vivo na próxima sexta, partir das 11h, no ac24horas

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  • Gretchen aparece sem prótese capilar e revela destino de cabelo

    Gretchen aparece sem prótese capilar e revela destino de cabelo

    Reprodução/Instagram
    gretchen

    A cantora Gretchen apareceu diferente nas redes sociais. A famosa de 66 anos surgiu em um vídeo sem a prótese capilar que utiliza por conta do seu tratamento contra a alopécia e chamou a atenção. A eterna Rainha do Rebolado ainda afirmou que vai doar lace utilizada no Carnaval.

    Alopécia

    A famosa usa uma prótese especial, produzida especialmente para quem está fazendo tratamento de quimioterapia. A peça em questão tem uma touca, que impede que os fios entrem em contato com o couro cabeludo, evitando, assim, a coceira. Na postagem, Gretchen pede que as seguidoras expliquem porque elas precisam da prótese. Uma internauta será escolhida e vai ganhar a lace.

    Gretchen está em tratamento contra a calvície e a alopécia desde 2024. Nas redes sociais, ela já afirmou que faz questão de aparecer sem as próteses para mostrar a realidade do problema. “Nem toda mulher tem coragem de se mostrar sem o mega hair, principalmente quem tem alopecia. Mas eu não me importo”, disse ela.

    “Faço questão de que as pessoas vejam a realidade do meu cabelo e como cuido dele”, ressaltou. Em outra ocasião, a famosa explicou o que motivou sua perda de cabelo.

    Queda

    De acordo com Gretchen, a utilização de um produto incompatível com seu cabelo motivou a queda. “Primeiro, eu tive um corte químico. Eu usava guanidina, aí fui num salão de beleza tingir. A pessoa não sabia e tingiu com um produto que não era compatível. Aí começou daí: perdi todo o cabelo”, afirmou.

    A cantora também disse que a reposição hormonal e a covid também foram pontos que favoreceram a calvície. “Eu tinha falhas enormes na minha cabeça. E agora, já está tudo fechadinho. O meu cabelo está voltando”, afirmou.

  • Inmet alerta 607 cidades em 6 estados para “grande perigo” de chuva; veja onde

    Inmet alerta 607 cidades em 6 estados para “grande perigo” de chuva; veja onde

    Previsão indica possibilidade de chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia em três regiões do país

  • 9 a.C: vala revela massacre brutal de mulheres e crianças na Sérvia

    9 a.C: vala revela massacre brutal de mulheres e crianças na Sérvia

    Sara Nylund
    Ilustração de reconstrução do sepultamento em Gomolava, na Sérvia - Estudo revela massacre brutal em vala comum de 2.800 anos na Sérvia - Metrópoles

    Uma vala comum com 77 corpos, composta majoritariamente por mulheres e crianças, está ajudando pesquisadores a compreender como massacres violentos eram usados como estratégia de poder na Europa há cerca de 2,8 mil anos.

    O achado foi feito no sítio arqueológico de Gomolava, no norte da Sérvia, e indica um episódio de violência classificado como “brutal, deliberado e eficiente”. O estudo foi publicado nessa segunda-feira (23/2) na revista científica Nature Human Behaviour.

    Descoberta de massacre na Gomolava

    A vala foi encontrada em Gomolava, próximo à atual cidade de Hrtkovci, às margens do rio Sava, na Sérvia. O local era ocupado desde o sexto milênio antes de Cristo e, no século 9 a.C., estava situado em uma região marcada por muitas transformações sociais.

    Naquele período, grupos semissedentários — comunidades da Idade do Ferro — começaram a se consolidar na Bacia dos Cárpatos, o que gerou disputas por território e poder. Segundo os pesquisadores, Gomolava ocupava um ponto considerado crítico, tanto do ponto de vista físico quanto político.

    Predominância de mulheres e crianças no massacre

    A cova tem cerca de 2,9 metros de diâmetro e meio metro de profundidade. Dentro dela, arqueólogos encontraram 77 esqueletos humanos. O dado que mais chamou atenção foi o perfil das vítimas: mais de 70% eram mulheres e quase 69% eram crianças.

    Para os pesquisadores, essa predominância é incomum na pré-história europeia e sugere que o grupo foi alvo de um ataque específico.

    Além dos corpos, também foram encontrados objetos de cerâmica, pequenos adornos de bronze e ossos de quase 100 animais — entre eles, o esqueleto completo de uma vaca jovem. Buracos de postes ao redor da vala indicam que o local pode ter sido marcado ou transformado em algum tipo de memorial.

    Marcas claras de execução violenta

    A análise dos esqueletos mostrou indícios fortes de traumatismo craniano causado por golpes intencionais e letais. As fraturas indicam um contato próximo entre agressor e vítima e uso de força contundente, possivelmente com armas ou instrumentos pesados.

    A posição dos ferimentos sugere que os agressores poderiam estar a cavalo ou ser fisicamente mais altos que as vítimas. O padrão geral, segundo os autores do estudo, aponta para uma ação organizada, programada e bem eficiente.

    Para entender quem eram as vítimas, os cientistas analisaram o DNA dos indivíduos. O resultado mostrou que poucos tinham laços familiares próximos entre si, afastando a hipótese de que se tratava de um único grupo familiar.

    A análise de isótopos de estrôncio — substância que fica no esmalte do dente e que ajuda a identificar a origem geográfica — revelou ainda que mais de um terço das pessoas não havia crescido na região de Gomolava. Ou seja, o grupo era diverso e reunia indivíduos de lugares diferentes.

    Conflitos por terra e poder

    Embora a causa exata do massacre permaneça desconhecida, o contexto histórico oferece pistas. O século 9 a.C. foi marcado por deslocamentos populacionais e tensões entre modos de vida nômade e sedentário.

    Nesse contexto, disputas pelo uso e posse da terra podem ter provocado massacres violentos, migrações forçadas e até a eliminação estratégica de determinados grupos.

    Os pesquisadores sugerem que mulheres e crianças — fundamentais para a continuidade genealógica e social das comunidades — podem ter sido alvo para enfraquecer ou desestruturar grupos rivais.

    Não é a primeira vez que indícios parecidos são encontrados no local. Em 1954, outra vala comum foi descoberta em Gomolava, também com predominância de esqueletos femininos e objetos associados à mesma época.

    Para os autores, o conjunto de evidências indica que o massacre pode ter sido utilizado como ferramenta de reorganização de poder.

    O caso de Gomolava revela que a violência em massa já era empregada de forma estratégica na Europa pré-histórica — não só como uma consequência do massacre, mas também como instrumento para impor controle e redefinir estruturas sociais.

  • MG: vice-governador diz que ainda há 36 desaparecidos após temporal

    MG: vice-governador diz que ainda há 36 desaparecidos após temporal

    Reprodução TV Globo
    Prefeitura decretou situação de calamidade pública e suspendeu as aulas nesta terça-feira (24/2) em Juiz de Fora

    O vice-governador de Minas Gerais, Matheus Simões (PSD), afirmou à coluna, por volta das 14h da terça-feira (24/2), que ainda há 36 pessoas desaparecidas após os temporais que atingem as regiões de Juiz de Fora e de Ubá.

    “Estamos com quase 500 homens em campo. 10 pontos de soterramento ainda com desaparecidos. 23 mortos. 36 desaparecidos. E previsão de chuvas até sábado”, afirmou Simões à coluna.

    De acordo com o vice-governador, que está em Juiz de Fora e irá a Ubá no final da tarde da terça-feira, o número de desaparecidos vem diminuindo, assim como também vem reduzindo as chances de resgate com vida.

     “Vem diminuindo (o número de desaparecidos), mas também vem reduzindo a chance de regates com vida, infelizmente. 55 já foram resgatados com vida em meio aos esconbros em enchente até aqui”, afirmou.

  • MG: vídeo mostra idosos boiando em colchões após fortes chuvas em Ubá

    MG: vídeo mostra idosos boiando em colchões após fortes chuvas em Ubá

    Reprodução/Redes sociais
    idosos-boiando

    Belo Horizonte (MG) — O Departamento de Assistência Social João de Freitas, no centro de Ubá (MG), foi invadido pela água das fortes chuvas que atingiram o município na madrugada desta terça-feira (24/2). Um vídeo mostra idosos sendo atendidos no local, deitados em colchões que chegaram a boiar com o alagamento.

    Veja o vídeo:

     

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    Um post compartilhado por Metrópoles (@metropoles)

    De acordo com relatos, moradores vizinhos ajudaram a resgatar os idosos e levá-los para o segundo piso do imóvel, onde a água não alcançou. Ninguém ficou ferido.

    Ao menos sete pessoas morreram em Ubá, no que foi considerado a maior inundação dos últimos anos.

    Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a inundação atingiu prédios públicos e comprometeu a estrutura de imóveis, o que levou à suspensão dos serviços da Farmácia Municipal, do Centro de Especialidades Odontológicas, da Policlínica Regional e da Equipe de Atenção Primária (EAP).

    Caos e destruição

    A madrugada foi de caos e destruição em cidades de Minas Gerais. Ao menos 16 pessoas morreram e 45 estão desaparecidas devido aos temporais que atingem Juiz de Fora, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros.

    Nesta terça-feira (24/2), a prefeitura decretou situação de calamidade pública no município por conta das fortes chuvas que castigam a cidade e deixam um rastro de destruição.

    Em Ubá, município da Zona da Mata, ao menos sete morreram. São, portanto, 23 óbitos nas duas regiões.

    Matias Barbosa, na Zona da Mata, também está em estado de calamidade pública. O decreto foi divulgado nesta terça-feira (24) pela Prefeitura da cidade, que fica a cerca de 22 km de Juiz de Fora.

  • Secretaria de Saúde se manifesta sobre paciente com fungo no pé

    Secretaria de Saúde se manifesta sobre paciente com fungo no pé

    Material cedido ao Metrópoles
    Mulher pé fungo

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) , .

    Veja: 

     

    Em nota, a pasta informou que consultas, exames e cirurgias são reguladas de acordo com a classificação de risco e data de inserção da solicitação no sistema. Os casos mais graves são priorizados.

    De acordo com a Secretaria de Saúde, a paciente em questão encontra-se regulada, no entanto, com a evolução da doença conforme relatado, a orientação é que ela retorne ao médico para um nova avaliação.


    Entenda o caso:


    O Hospital Universitário de Brasília (HUB) também se posicionou. Em nota, a unidade afirmou que a paciente foi regulada para atendimento em consulta de ortopedia, em junho de 2024.

    De acordo com a unidade, o HUB não possui especialidade na cirurgia indicada e, por isso, a paciente foi encaminhada à rede pública de saúde do DF.

     

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    Luiz Calixto diz que edital de terceirização em Brasileia já estava suspenso

    Durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, nesta terça-feira (24), o secretário de Governo, Luiz Calixto, afirmou que o projeto que previa a terceirização de serviços especializados no Hospital Regional de Brasileia era fruto de recomendação do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). Ele também declarou que o edital de chamamento já […]

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    O secretário de Governo do Acre, Luiz Calixto, afirmou nesta terça-feira, 24, em entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, que os protestos relacionados ao Hospital de Feijó têm motivação política e que os atrasos na obra não são de responsabilidade direta do Estado, mas sim de entraves burocráticos ligados à Caixa Econômica Federal. […]

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    O deputado estadual Adailton Cruz (PSB) afirmou nesta terça-feira, 24, durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, que a suspensão do edital de chamamento relacionado à terceirização de serviços no Hospital de Brasileia foi resultado da mobilização de trabalhadores e entidades da saúde. Segundo ele, o governo só recuou após forte pressão pública. […]