O casal ganhou repercussão nas redes sociais, com cenas compartilhadas por fãs no Brasil e no exterior. Com o sucesso internacional dos vídeos, a emissora passou a legendar os trechos em inglês e espanhol.
Em entrevista a este colunista do Metrópoles, Alanis comentou o impacto da personagem e a dimensão que a história alcançou fora do país. A atriz falou sobre o significado pessoal de interpretar Lorena e acompanhar a reação do público.
“Para mim está sendo muito especial poder contar essa história, me enxergar ali e poder me emprestar também. E ver esse movimento mundial acontecendo. Acho que é uma história que rompeu fronteiras por isso, por contar esse amor que a gente pouco vê. Se a gente vê, é sempre com um estereótipo”, afirmou.
A força da representatividade
Na conversa, Alanis também destacou a relevância da representatividade e a forma como enxerga a construção da relação entre as personagens. Para ela, a recepção do público está ligada à maneira como o romance é apresentado na novela.
“É muito importante. A gente está vendo a força da representatividade. Como transforma, como liberta, como educa. Como alimenta o amor nas pessoas. Dessa vez, a gente está contando com muita verdade. De uma horizontalidade bonita entre as duas. É o que eu espero, é o que eu vivo também”, disse.
E, ainda durante a entrevista, ela revelou que já refletiu sobre os possíveis impactos de sua sexualidade na trajetória profissional. Segundo Alanis, a decisão de não esconder quem é sempre foi central em sua vida e carreira.
“Isso sempre pode bater. Mas sempre soube que o melhor caminho é ser quem a gente é. Se a gente esconde da gente mesmo, do mundo, uma hora a gente tropeça. Quando é quando se é, se fortalece, ama com mais verdade, atua com mais verdade, vive com mais vida. Acredito nisso”, declarou.
As vítimas identificadas pela UFJF (que administra o Colégio de Aplicação João XXIII) são o estudante Bernardo Lopes Dutra (imagem em destaque) e a tutora do Centro de Educação a Distância Carla Teixeira.
A universidade os homenageou: “Todos na instituição estão profundamente abalados com essas perdas tão dolorosas. Manifestamos nossa solidariedade aos familiares, colegas e amigos das vítimas”.
A mãe do Bernardo Dutra e sua irmã, Ana Clara Lopes Dutra, também estudante do Colégio de Aplicação João XXIII no 2º ano do Ensino Médio, estão hospitalizadas.
O diretor do colégio, Felipe Bastos, falou sobre a perda irreparável. “Estamos prestando todo o apoio possível à família e organizando o acolhimento necessário aos nossos estudantes e profissionais”, disse ele, que também reforçou à população a importância de seguir rigorosamente as orientações da Defesa Civil, evitar áreas de risco e não enfrentar pontos de alagamento. “Neste momento, nossa prioridade absoluta é a preservação da vida”, disse.
A coordenadora do curso de especialização em Mídias em Educação, Janaina Nunes, falou sobre a perda de Carla: “Foi uma excelente profissional, dedicada e comprometida com a formação dos cursistas, sendo muito querida por colegas e alunos. Sua alegria, generosidade e alto astral marcaram profundamente todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver e trabalhar ao seu lado”.
Após anos de turnês globais, agendas lotadas e uma rotina moldada por aplausos e validação constante, Harry Styles revelou ter precisado aprender algo que parece simples, mas é profundamente desafiador: desacelerar. Em entrevista recente, o artista falou sobre o período em que viveu na Itália, a decisão de tirar o Instagram do celular, a dedicação à corrida de longa distância e a redescoberta de pequenos rituais cotidianos.
No momento em que promove o álbum Kiss All The Time. Disco, Occasionally, a pausa descrita pelo cantor não soa estratégica, mas sim existencial. E levanta uma questão que ultrapassa o universo das celebridades: o que acontece com a mente quando alguém vive anos em estado de alta performance e, de repente, decide parar?
Para entender esse movimento, a reportagem ouviu a psicóloga Cibele Santos, que analisa os impactos emocionais, neurológicos e identitários da desaceleração.
Harry Styles
A descompressão psíquica: quando o descanso assusta
Segundo Cibele Santos, o primeiro impacto da pausa não é necessariamente alívio — é estranhamento.
“Ocorre o que chamamos de descompressão psíquica. O sistema nervoso, acostumado a operar em estado de alerta, com cortisol e adrenalina elevados, não interpreta o repouso imediato como relaxamento, mas como ameaça ou vazio”, explica.
Esse fenômeno ajuda a compreender por que muitas pessoas, ao entrarem em férias ou concluírem um grande projeto, relatam melancolia, irritação ou inquietação. “É comum surgir uma ‘ressaca emocional’. O cérebro ainda está processando o eco das demandas anteriores. Ele não desliga no mesmo ritmo que a agenda.”
No caso de figuras públicas, que vivem sob pressão contínua, a transição pode ser ainda mais intensa. O silêncio que deveria trazer descanso pode expor um vazio antes abafado pela rotina.
Harry Styles em divulgação do novo álbum
Identidade fragmentada: o “eu público” versus o “eu privado”
Ao falar sobre desacelerar, Styles também sugeriu um movimento de reconexão consigo mesmo. Para a psicóloga, essa etapa toca um ponto sensível: a construção da identidade.
“A cultura da performance promove a alienação de si”, afirma Cibele. “Quando a identidade é construída sobre o ‘fazer’ — conquistas, palcos, resultados, likes — e não sobre o ‘ser’, a pessoa passa a viver como um personagem de si mesma.”
Essa dinâmica cria uma fragmentação interna. “Existe o ‘eu público’, produtivo e impecável, e o ‘eu privado’, exaurido e muitas vezes desconhecido. Se a validação externa para, a pessoa sente que deixou de existir.”
Embora o contexto de fama amplifique o fenômeno, ele não é exclusivo do entretenimento. No ambiente corporativo, por exemplo, profissionais frequentemente se veem reduzidos a metas e indicadores de desempenho. “É a objetificação do indivíduo. Seja celebridade ou executivo, ambos vivem sob a pressão de serem infalíveis e substituíveis.”
Harry Styles
Redes sociais e o ciclo da comparação infinita
Um dos relatos que mais chamou atenção na entrevista foi a decisão de retirar o Instagram do celular. Para Cibele Santos, essa escolha pode ter efeitos concretos na regulação emocional.
“As redes sociais alimentam o ciclo de comparação social ascendente. O cérebro passa a processar centenas de vidas aparentemente perfeitas por minuto, o que gera FOMO e ansiedade”, explica.
A chamada Fear of Missing Out (FOMO) — ou medo de estar perdendo algo — é um dos fenômenos psicológicos mais associados à ansiedade contemporânea. O termo descreve a angústia de não conseguir acompanhar atualizações, eventos e experiências compartilhadas por outras pessoas, especialmente nas redes sociais.
Na prática, a FOMO funciona como um gatilho constante de comparação e vigilância digital, levando o indivíduo a permanecer conectado por receio de ficar para trás. Esse estado de alerta contínuo pode intensificar sintomas como inquietação, dificuldade de concentração e sensação de inadequação.
Do ponto de vista neurobiológico, o impacto é direto. “Há um sequestro da atenção e uma estimulação constante do sistema dopaminérgico. Ao remover o gatilho, o cérebro tende a se estabilizar. A pessoa volta a sentir prazer em estímulos de baixa intensidade, como ler, caminhar, conversar sem distrações.”
Esse retorno ao “simples” não é banal. É um reequilíbrio do sistema de recompensa.
Harry Styles durante gravação do novo álbum
O poder dos rituais simples e o estado de presença
Entre os relatos do cantor, um detalhe aparentemente trivial ganhou simbolismo: sentar em um café sem pressa. Para a psicóloga, o gesto representa muito mais do que descanso.
“Momentos simples ativam o Estado de Presença. No ritmo acelerado, vivemos projetados no futuro, o que alimenta ansiedade. Um ritual cotidiano ancora a mente no corpo por meio dos sentidos — paladar, olfato, temperatura…”
Ela chama esse movimento de micro-autonomia. “Retomar o controle do próprio tempo é um antídoto contra o desamparo aprendido. É uma forma de recuperar agência sobre a própria vida.”
O corpo como regulador da mente
Outro ponto central da nova fase relatada por Styles é a corrida de resistência. Para Cibele Santos, o esporte tem um papel regulador fundamental.
“A corrida promove regulação neuroendócrina. Enquanto a mente rumina problemas abstratos, o esforço físico exige uma resposta biológica concreta. Há liberação de endorfinas e endocanabinoides, que geram sensação de competência e clareza.”
Ela destaca que, para muitas pessoas, o corpo se torna a via de reorganização psíquica. “A exaustão física pode ser a única maneira de silenciar a exaustão mental.”
Harry Styles durante pausa
O risco do vazio e a crise de identidade
Desacelerar, no entanto, não é isento de riscos. “Existe o que chamamos de depressão pós-projeto ou vazio existencial”, alerta a psicóloga.
Sem a estrutura rígida do trabalho, emergem perguntas profundas: “Quem sou eu quando não estou sendo útil? Quem sou eu quando não estou sendo aplaudido?”
Se não houver suporte emocional, esse vazio pode ser preenchido por comportamentos escapistas, como vícios ou isolamento extremo. Por outro lado, quando atravessado com consciência, pode abrir espaço para crescimento.
“Uma crise de identidade após uma pausa, embora pareça ameaçadora, é profundamente positiva. Ela indica que a identidade anterior era estreita demais. É o solo necessário para uma reconstrução mais autêntica.”
Quando a pausa deixa de ser escolha e vira necessidade
Antes que o esgotamento se instale, o corpo e a mente enviam sinais claros. Entre eles, Cibele destaca:
“Ignorar esses sinais prolonga o sofrimento. A pausa, quando consciente, não é fraqueza — é prevenção.”
Além da fama, uma questão geracional
Ao compartilhar sua experiência de desaceleração enquanto lança um novo projeto musical, Harry Styles expõe uma tensão que atravessa não apenas artistas, mas uma geração inteira moldada pela lógica da performance.
Entre aplausos, notificações e metas, a pergunta que emerge é menos sobre carreira e mais sobre identidade: quem somos quando paramos de produzir?
Talvez a resposta não esteja no palco, nem nos números, e sim no gesto simples de recuperar o próprio tempo e, com ele, a própria presença.
O primeiro eclipse solar de 2026 aconteceu em 17 de fevereiro e, para quem gosta de eventos astronômicos, o próximo da lista é a Lua de Sangue, que marcará o eclipse lunar pioneiro do ano. O fenômeno que deixa o satélite natural com cor avermelhada ocorrerá em 3 de março.
O evento será visível em todo lado noturno da Terra, com as melhores observações ficando em localidades da América do Norte, Austrália e Oceano Pacífico. No Brasil, a Lua de Sangue será vista parcialmente, em especial por pessoas da região Norte do país.
A previsão é que o fenômeno dure 58 minutos, o tempo completo para que a Lua fique totalmente imersa pela sombra terrestre. A fase parcial do evento deve começar às 4h50 (horário de Brasília). Já a etapa completa se iniciará às 8h04 e terminará às 9h02.
Imagem mostra Lua de Sangue registrada no Rio de Janeiro em 2018
Como ocorre uma Lua de Sangue
O fenômeno acontece quando a Terra se posiciona entre a Lua e o Sol. Assim, o satélite natural fica na sombra terrestre e a única luz que atinge a superfície lunar é filtrada pela nossa atmosfera. Como resultado, o brilho refletido fica avermelhado e deixa a Lua com cor de sangue.
Para observá-lo, não é necessário o uso de equipamentos especiais para proteção. O fenômeno pode ser visto a olho nu, sem risco algum. Contar com boas condições climáticas do dia e estar em lugar escuro, sem muitas luzes artificiais, também são medidas essenciais para ter uma visão melhor do evento.
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou a expansão do sistema de pagamento com cartão de crédito e débito por aproximação em novas estações e mudanças nos horários de atendimento das bilheterias, como parte de um plano para modernizar o serviço e melhorar a experiência dos passageiros nas linhas metropolitanas de São Paulo.
A partir de 1º de março, quatro estações com grande fluxo — Francisco Morato, Mauá, Guaianases e Corinthians-Itaquera — passarão a aceitar o pagamento de tarifa por aproximação diretamente nos bloqueios, permitindo que usuários utilizem cartões de crédito e débito com tecnologia NFC, além de celulares e relógios inteligentes, para acessar as plataformas sem a necessidade de comprar bilhetes físicos antecipadamente.
A tecnologia já está disponível em outras estações da rede, como Aeroporto-Guarulhos, Brás, Ipiranga, Palmeiras-Barra Funda, Tatuapé, Granja Julieta, João Dias e Osasco, e a CPTM informou que a expansão para outras paradas deve continuar ao longo dos próximos meses.
O sistema é compatível com as principais bandeiras de pagamento, e faz parte de uma tendência crescente de adoção de soluções digitais no transporte público, que inclui opções como compra de bilhetes via WhatsApp, aplicativo TOP ou carteiras digitais.
Readequação das bilheterias
Com o uso ampliado de meios digitais, a CPTM também anunciou uma readequação dos horários de atendimento presencial nas bilheterias físicas. A maioria das bilheterias irá funcionar das 5h às 21h, otimização que visa concentrar o atendimento humano nos horários de maior movimento e ajustar a operação ao perfil de uso dos passageiros.
No entanto, em 17 estações com maior fluxo de passageiros, como Jundiaí, Santo André, Luz, Suzano e Itaquaquecetuba, as bilheterias permanecerão abertas durante todo o horário de funcionamento do sistema, das 4h à meia-noite, garantindo suporte presencial em pontos estratégicos.
Além disso, a CPTM informou a reabertura da bilheteria da Estação Capuava, na Linha 10-Turquesa, como forma de facilitar o acesso ao transporte público para os moradores da região.
Canais digitais e suporte
Os usuários continuam contando com diversas opções digitais para adquirir créditos ou bilhetes, incluindo máquinas de autoatendimento, o serviço de bilhete QR Code por WhatsApp, o aplicativo TOP e mais de 8 mil pontos de venda físicos que aceitam dinheiro, segundo a operadora.
Durante o período de transição, as estações que implementarem o pagamento por aproximação receberão sinalização reforçada e avisos sonoros para orientar os passageiros sobre como utilizar a nova tecnologia de forma segura e eficiente.
Um brasileiro identificado como Rodrigo Rocco morreu na madrugada dessa segunda-feira (23/2), após cair em um canal em Amsterdã, na Holanda. Segundo familiares, ele voltava de uma festa quando o incidente aconteceu.
A morte foi confirmada pela irmã da vítima, Ana Paula, nesta terça-feira (24/2), por meio de uma publicação nas redes sociais. Segundo ela, a família ainda não sabe exatamente o que provocou a queda.
Rodrigo estava em uma festa realizada no bar Dancig Multipla. De acordo com a irmã, há a possibilidade de ele ter sofrido um mal súbito antes de cair no canal. “Não sabemos ao certo se ele teve algum mal súbito. Ele será cremado e não haverá velório. Peço que rezem por ele, para que ele e todos nós fiquemos bem”, escreveu Ana Paula.
Os pais e a irmã de Rodrigo estão a caminho da Holanda para acompanhar a cremação e buscar mais informações sobre o ocorrido.
Em outra parte da publicação, Ana lamentou a morte do irmão.
“Ontem foi até hoje o pior dia da minha vida. Ver você partir tão jovem, ver meus pais sofrerem… Que dor, Rodrigo Rocco! Que dor dilacerante. Eu não queria estar vivendo essa dor, meu irmão. Domingo foi um dia estranho. Não dormi direito e, hoje, não sei se eu ja estava sentindo algo. Nunca saberei. […] Eu só choro, mano. Antes era de saudade por estar longe, agora será de tristeza”, desabafou a irmã de Rodrigo.
Vítima chegou a ser socorrida
Rodrigo era desenvolvedor e morava na Holanda havia seis anos, onde vivia com a esposa e os filhos.
Segundo a imprensa holandesa, ele foi resgatado por mergulhadores do Corpo de Bombeiros local e levado às pressas a um hospital, mas não resistiu.
As circunstâncias da morte ainda devem ser esclarecidas pelas autoridades do país.
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) firmou contrato no valor estimado de R$ 15,8 milhões para a construção de um novo prédio destinado às secretarias administrativas da instituição. A assinatura ocorreu nesta terça-feira ( 24) pelo presidente do órgão, desembargador Laudivon Nogueira. A obra será executada pelo consórcio RM e Brandão. O processo terá […]
A presidente do Instituto de Terras do Acre (ITERACRE), Gabriela Câmara, recebeu nesta segunda-feira (24) o secretário de Estado de Educação, Aberson Carvalho, na sede do instituto, em um encontro marcado pelo diálogo institucional, espírito de cooperação e fortalecimento de parcerias estratégicas para o desenvolvimento do Acre. Durante a reunião, foram tratadas pautas estratégicas, com […]
O julgamento dos acusados de mandar matar Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes gerou reações de familiares e amigos da ex-vereadora, entre eles Marcelo Freixo.
Em um dos momentos da sessão, enquanto o advogado Cleber Lopes, que representa o ex-deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), fazia sustentação na tribuna, a coluna acompanhou de perto a reação de Freixo.
Cleber afirmou que Chiquinho não atuava com grilagem de terras em áreas como Jacarepaguá e Rio das Pedras e que esses locais nunca foram redutos eleitorais dele.
O advogado disse ainda que, ao contrário do que sustenta a Procuradoria-Geral da República (PGR), quem obtinha votos de moradores na região de Rio das Pedras era Freixo, com quem Marielle trabalhou como assessora antes de ser eleita vereadora.
Nesse momento, Freixo, sentado de forma inclinada em uma das poltronas da Primeira Turma, rebateu em voz baixa o advogado de Chiquinho.