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  • Carnaval 2026: veja ordem e horário do Desfile das Campeãs no Anhembi

    Carnaval 2026: veja ordem e horário do Desfile das Campeãs no Anhembi

    Felipe Araújo/ Liga-SP
    O Desfile das Campeãs acontece neste sábado (21/2), em São Paulo. A Mocidade Alegre foi a escola de samba vencedora do Carnaval 2026 - Metrópoles

    O Sambódromo do Anhembi, na zona norte de São Paulo, recebe o Desfile das Campeãs do Carnaval 2026 neste sábado (21/2), a partir das 20h. A grande vencedora deste ano, Mocidade Alegre, desfila na madrugada, à 1h10 de domingo (22).

    A apuração do Grupo Especial do Carnaval paulistano aconteceu na tarde de terça-feira (17/2). A Mocidade liderou a apuração de ponta a ponta e venceu com 269,8 pontos, perdendo 0,1 apenas em dois quesitos: Enredo e Harmonia.

    Buscador de blocos: use ferramenta do Metrópoles para escolher seu bloco por data, nome ou bairro.

    Este é o 13º título da escola. Este ano, Mocidade levou para o Anhembi o samba-enredo “Malunga Léa, Rapsódia de uma Deusa Negra”, inspirado na atriz Léa Garcia. A última vez que terminou na primeira colocação foi em 2024.

    Ordem e horário do Desfile das Campeãs:

    1. X-9 Paulistana – 20h
    2. Morro da Casa Verde – 20h45
    3. Pérola Negra – 21h30
    4. Acadêmicos do Tucuruvi – 22h20
    5. Dragões da Real – 23h10
    6. Acadêmicos do Tatuapé – 00h10
    7. Mocidade Alegre – 01h10
    8. Barroca Zona Sul – 02h10
    9. Gaviões da Fiel – 03h10
  • Maior TJ do país pagou R$ 4,3 bi em penduricalhos a juízes em 1 ano

    Maior TJ do país pagou R$ 4,3 bi em penduricalhos a juízes em 1 ano

    Reprodução/ TJSP
    TJSP

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) pagou no ano passado aproximadamente R$ 4,3 bilhões em penduricalhos aos seus magistrados.

    O valor representa o dobro do orçamento deste ano da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, com R$ 2 bilhões previstos.

    Os bilhões que transbordam para fora do teto do Judiciário entraram na mira de decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que suspendeu os “penduricalhos” do serviço público nos Três Poderes da República. No caso do Judiciário, o teto constitucional de remuneração é hoje de R$ 46.366,19, o salário dos ministros.

    O assunto enfrenta forte resistência no Judiciário, onde boa parte dos magistrados ganha bem acima do teto. Maior tribunal do país, o TJSP recorreu da decisão do ministro do STF, citando suposta insegurança jurídica.

    Acima do teto

    Em São Paulo, os salários são de R$ 39 mil. No entanto, a média de rendimentos líquidos no ano passado foi de R$ 123 mil, conforme levantamento feito pelo Metrópoles nas bases de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da plataforma DadosJusBR, da Transparência Brasil.

    Um exemplo é o próprio presidente do TJSP, Francisco Loureiro, que recebeu em janeiro R$ 148.390,21 líquidos –o salário dele é de R$ 41.845,48, de acordo com o site do TJSP. Para se ter uma ideia, o salário liquido do presidente do STF, Edson Fachin, é de R$ 54.912,56, segundo a Transparência da Corte.

    Os valores dos rendimentos são jogados para o alto graças a benefícios como licença compensatória, retroativos, auxílio-saúde, auxílio-alimentação, entre outros.

    as licenças compensatórias beiram a casa de R$ 1,7 bilhão, conforme recorte feito pela reportagem na base tratada do DadosJusBR. A licença compensatória é um benefício que concede dias de folga (geralmente um dia de folga para cada três de acúmulo de função) ou indenização em dinheiro, criado para compensar o acúmulo de serviço, como juízes que substituem colegas ou gerenciam acervo processual extraordinário.

    Os gastos com rendimentos tiveram aumento nos últimos anos. No caso do TJSP, o valor médio mensal subiu de R$ 72,9 mil, em 2024, para R$ 123 mil, em 2025. Quem puxou o aumento no período foram as licenças compensatórias, que saíram de R$ 299 milhões para R$ 1,7 bi.

    Veja os gastos com alguns dos principais benefícios

    Reação do TJSP

    O TJSP contesta no Supremo Tribunal Federal a suspensão generalizada de verbas indenizatórias, sustentando que a decisão monocrática do ministro Flávio Dino extrapolou os limites da reclamação constitucional ao transformar um caso específico de honorários em uma intervenção administrativa de alcance nacional.

    O argumento central da Corte paulista é que a Emenda Constitucional nº 135/2024 estabeleceu um regime transitório expresso, que autoriza a exclusão das parcelas indenizatórias do teto remuneratório até que o Congresso Nacional edite uma lei ordinária de caráter nacional. Segundo o recurso, a suspensão das verbas “pode gerar assimetria federativa, comprometer irremediavelmente a administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar insegurança jurídica sistêmica”.

    O TJSP afirma, em nota, que “efetua, regularmente, pagamentos a magistrados e servidores de valores em atraso, de quantias que não foram pagas no momento adequado“.

    “Os pagamentos retroativos se referem às diferenças salariais não recebidas à época em que foram reconhecidas. Os pagamentos de tais verbas foram e são efetuados de forma parcelada, observando estritamente a condição orçamentária e financeira do Tribunal”, diz o órgão.

    A Corte ainda afirma que existe recomendação do CNJ para que reduza seu passivo, para evitar que orçamento seja onerado. O órgão afirma ainda que todos os pagamentos constam em seu site.

    Transição

    Flávio Dino, ao proibir a criação de novos pagamentos acima do teto constitucional, alertou que caberá à Corte examinar a fixação de um regime transitório caso o Congresso não edite a lei nacional prevista na EC 135/2024, destinada a definir quais parcelas poderão excepcionalmente ultrapassar o limite.

    O recado consta em decisão proferida na manhã desta quinta-feira (19/2). Dino citou declaração do presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), na qual o parlamentar elogiou a decisão do ministro e afirmou que a medida do início do mês “foi feliz”.

    Após defender a decisão proferida por ele em 5 de fevereiro, Dino, em nova determinação, vedou a criação de novas leis destinadas a garantir o pagamento desses penduricalhos.

    “É vedada a aplicação de qualquer legislação nova sobre parcelas remuneratórias e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional. Essa determinação vale, inclusive, para a edição de novos atos normativos pelos Poderes ou órgãos constitucionalmente autônomos, salvo a lei nacional a que alude a Emenda Constitucional nº 135/2024”, declarou Dino.

    O ministro também afirmou, na decisão, que é proibido o reconhecimento de nova parcela relativa ao suposto “direito pretérito”, além daquelas já pagas até a data da primeira decisão.

  • Com penduricalhos, renda mensal de magistrados do TJSP é de R$ 123 mil

    Com penduricalhos, renda mensal de magistrados do TJSP é de R$ 123 mil

    Getty Imagens
    tjsp juiz batendo martelo em tribunal

    Turbinados por penduricalhos, os rendimentos médios dos magistrados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) chegaram a R$ 123 mil em 2025 –o teto do Judiciário é R$ 46 mil.

    Os altos salários dos juízes e desembargadores paulistas entraram na berlinda devido a decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, que barra penduricalhos acima do teto.

    Em São Paulo, os valores dos rendimentos são jogados para o alto graças a benefícios como licença compensatória, retroativos, auxílio-saúde, auxílio-alimentação, entre outros.

    De acordo com levantamento do Metrópoles, usando bases do Conselho Nacional de Justiça e da plataforma DadosJusBR, o maior rendimento líquido mensal de um dos magistrados chegou à casa dos R$ 370 mil.

    Além disso, 11 membros do TJSP atingiram, no acumulado do ano, mais de R$ 2 milhões em rendimentos líquidos.

    Crescimento

    Só as licenças compensatórias beiram a casa de R$ 1,7 bilhão, conforme recorte feito pela reportagem na base tratada do DadosJusBR. A licença compensatória é um benefício que concede dias de folga (geralmente um dia de folga para cada três de acúmulo de função) ou indenização em dinheiro, criado para compensar o acúmulo de serviço, como juízes que substituem colegas ou gerenciam acervo processual extraordinário.

    Os gastos com rendimentos tiveram aumento nos últimos anos. No caso do TJSP, o valor médio mensal subiu de R$ 72,9 mil, em 2024, para R$ 123 mil, em 2025. Quem puxou o aumento no período foram as licenças compensatórias, que saíram de R$ 299 milhões para R$ 1,7 bi.

    A gratificação por exercício cumulativo é formalmente submetida ao teto do funcionalismo público. Em 2023, contudo, o sistema de Justiça alterou sua dinâmica ao instituir, por meio de atos administrativos, a chamada licença-compensatória.

    Na prática, a medida converteu a gratificação em dias de folga que passaram a ser posteriormente indenizados em dinheiro. Com isso, o descanso acumulado passou a ser vendido, criando um mecanismo que esvazia o alcance do teto constitucional.

    Veja os gastos com alguns dos principais benefícios

    Reação do TJSP

    O TJSP contesta no Supremo Tribunal Federal a suspensão generalizada de verbas indenizatórias, sustentando que a decisão monocrática do ministro Flávio Dino extrapolou os limites da reclamação constitucional ao transformar um caso específico de honorários em uma intervenção administrativa de alcance nacional.

    O argumento central da Corte paulista é que a Emenda Constitucional nº 135/2024 estabeleceu um regime transitório expresso, que autoriza a exclusão das parcelas indenizatórias do teto remuneratório até que o Congresso Nacional edite uma lei ordinária de caráter nacional. Segundo o recurso, a suspensão das verbas “pode gerar assimetria federativa, comprometer irremediavelmente a administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar insegurança jurídica sistêmica”.

    O TJSP afirma, em nota, que “efetua, regularmente, pagamentos a magistrados e servidores de valores em atraso, de quantias que não foram pagas no momento adequado“.

    “Os pagamentos retroativos se referem às diferenças salariais não recebidas à época em que foram reconhecidas. Os pagamentos de tais verbas foram e são efetuados de forma parcelada, observando estritamente a condição orçamentária e financeira do Tribunal”, diz o órgão.

    A Corte ainda afirma que existe recomendação do CNJ para que reduza seu passivo, para evitar que orçamento seja onerado. O órgão afirma ainda que todos os pagamentos constam em seu site.

    Transição

    Flávio Dino, ao proibir a criação de novos pagamentos acima do teto constitucional, alertou que caberá à Corte examinar a fixação de um regime transitório caso o Congresso não edite a lei nacional prevista na EC 135/2024, destinada a definir quais parcelas poderão excepcionalmente ultrapassar o limite.

    O recado consta em decisão proferida na manhã desta quinta-feira (19/2). Dino citou declaração do presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), na qual o parlamentar elogiou a decisão do ministro e afirmou que a medida do início do mês “foi feliz”.

    Após defender a decisão proferida por ele em 5 de fevereiro, Dino, em nova determinação, vedou a criação de novas leis destinadas a garantir o pagamento desses penduricalhos.

    “É vedada a aplicação de qualquer legislação nova sobre parcelas remuneratórias e indenizatórias que ultrapassem o teto constitucional. Essa determinação vale, inclusive, para a edição de novos atos normativos pelos Poderes ou órgãos constitucionalmente autônomos, salvo a lei nacional a que alude a Emenda Constitucional nº 135/2024”, declarou Dino.

    O ministro também afirmou, na decisão, que é proibido o reconhecimento de nova parcela relativa ao suposto “direito pretérito”, além daquelas já pagas até a data da primeira decisão.

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    Maison Eduardo Azevedo une luxo e sensibilidade em vestidos exclusivos

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  • Sócio oculto do Careca do INSS está nos EUA e ainda não foi preso

    Sócio oculto do Careca do INSS está nos EUA e ainda não foi preso

    Arte Metrópoles
    Tiago Schettini e o Careca do INSS

    Alvo da Polícia Federal na Farra do INSS e suspeito de ser sócio oculto de uma das entidades envolvidas na fraude dos descontos indevidos, o empresário Tiago Schettini Batista está nos Estados Unidos e ainda não foi preso.

    A defesa dele, por sua vez, pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que revogue a prisão preventiva, decretada em dezembro, na última fase da Operação Sem Desconto. O pedido, contudo, ainda não foi apreciado.

    Ele explicou ao ministro André Mendonça que está nos EUA a trabalho e que já tem passagens para retornar ao Brasil.

     

    Tecnicamente, Tiago Schettini não pode ser considerado foragido, uma vez que já estava fora do país quando teve o pedido de prisão decretada.

    Procurada, a advogada Laura Azevedo Marques, que faz a defesa do empresário, afirmou que não comenta processos em andamentos, especialmente as ações que estão em sigilo, como é o caso do inquérito da Operação Sem Desconto.

    Sócio oculto do Careca do INSS e operador da fraude

    A Polícia Federal (PF) afirma que Schettini, juntamente com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, eram sócios ocultos e controlavam a Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca (CBPA), investigada por fraudar os descontos de mensalidade nas aposentadorias do INSS.

    “As evidências reunidas na investigação demonstram, de forma clara e consistente, que Gabriel Negreiros, Antonio [Carlos] Camilo Antunes e Tiago Schettini atuam como donos de fato da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA)”, diz a PF.

    Para a PF, a CBPA era usada como tomadora de serviços que, na realidade, não eram prestados. As notas fiscais eram emitidas pela ACCA Consultoria a mando de Tiago Schettini. A empresa em questão pertence ao Careca do INSS.

    Os investigadores também identificaram que Tiago Schettini recebeu mais de R$ 2 milhões de outra entidade envolvida na fraude do INSS, a União Nacional de Auxílio aos Servidores Públicos (Unaspub), sendo R$ 1,1 milhão apenas em março de 2024. Segundo a PF, Tiago Schettini recebeu R$ 6,1 milhões do Careca do INSS.

    A PF viu indícios de que, antes da deflagração da primeira fase da Operação Sem Desconto contra o escândalo do INSS, em abril do ano passado, o Careca do INSS blindou Tiago Schettini. Além de exercer função operacional no esquema, Schettini recebia parte dos lucros, como um sócio.

    Atuação de Schettini na lavagem de dinheiro

    Segundo os investigadores, uma das empresas usadas pelo Careca do INSS “para dar aparência de legalidade às operações financeiras” e atender a aposentados lesados pelo esquema, chamada ACDS Call Center, tinha participação direta de Tiago Schettini, sustentada por um contrato de gaveta.

    “O próprio Antonio [Carlos Antunes, o Careca do INSS] confirma, em áudio, que dividiria com Tiago [Schettini] dois terços das cotas destinadas ao ramo, evidenciando que este não apenas participava dos lucros, mas era coproprietário de fato de uma estrutura montada para reciclar os valores indevidos apropriados pela organização.”

    Tiago Schettini Batista
    Tiago Schettini Batista é apontado pela PF como um dos controladores da CBPA ao lado do Careca do INSS

    Schettini não era mencionado de forma ostensiva nas mensagens e não aparecia nos negócios porque já estava envolvido em outro esquema fraudulento no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

    “Esse comportamento demonstra não apenas a intenção de blindá-lo, mas, também, o reconhecimento de que sua posição dentro do grupo demandava ocultação para evitar detecção por órgãos de persecução penal”, afirma a investigação.

    Para os investigadores, Schettini possuía status equivalente ao próprio Careca do INSS, ainda que atuasse com maior cautela na ocultação da sua própria participação no esquema criminoso.

    Tiago Schettini faltou à CPMI do INSS

    Em novembro do ano passado, uma reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga a fraude do INSS, chegou a ser cancelada após Schettini apresentar habeas corpus. Com o benefício concedido pelo STF, ele ficou desobrigado de comparecer perante o colegiado.

  • Canadá: OpenAI quase alertou polícia sobre autor de tiroteio em escola

    Canadá: OpenAI quase alertou polícia sobre autor de tiroteio em escola

    Reprodução/ Redes Sociais
    na província de Columbia Britânica no Canadá

    A OpenAI, criadora do ChatGPT, afirmou nesta sexta-feira (20/2) ter considerado alertar a polícia do Canadá no ano passado sobre atividades suspeitas na conta de Jesse Van Rootselaar. Meses depois, a jovem de 18 anos  foi identificada como a autora do massacre que terminou com oito mortes no país.

    Segundo a OpenAI, a empresa considerou encaminhar a conta dela à Polícia Montada Real Canadense (RCMP), mas concluiu que as atividades suspeitas não atingiam o nível necessário para isso. A conta dela foi banida em junho de 2025 por violação às normas de uso.

    O ataque a escola deixou nove mortos, incluindo a suspeita. O caso aconteceu em Tumbler Ridge, na província da Colúmbia Britânica. Segundo informações de autoridades canadenses, mais de 25 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas.

    Segundo o jornal canadense Western Standard, a atiradora seria uma mulher transgênero de 18 anos, que estudava da escola. Sua identidade teria sido confirmada ao jornal por colegas dela, que a descreveram como uma pessoa “tranquila e gente boa”, mas “quieta e meio deslocada”.

     

  • Cachorro cego e surdo é resgatado após ficar ilhado em cachoeira no RJ

    Cachorro cego e surdo é resgatado após ficar ilhado em cachoeira no RJ

    Governo do RJ/ Reprodução
    Cachorro ilhado em meio à cachoeira

    Um cachorro cego e surdo foi resgatado após ficar ilhado em uma queda d’água da Cascata do Itamaraty, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. O socorro foi prestado pelo Corpo de Bombeiros do estado. O vídeo do resgate foi compartilhado pelo governo fluminense nesta sexta-feira (20/2).

    Segundo o governo do estado, o cachorrinho não sofreu ferimentos e foi devolvido em segurança à tutora.

    O caso, que aconteceu na última quarta-feira (18/2), foi considerado complexo por conta da força da correnteza e das condições do terreno. No vídeo, é possível ver a dificuldade de acesso ao local onde estava o animalzinho. Os bombeiros informaram que tiveram que usar técnicas de ancoragem e progressão em água corrente, com cordas, escadas e equipamentos específicos para garantir um resgate seguro.

    A operação durou cerca de uma hora e foi liderada por equipes do 15º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) de Petrópolis e do Grupo de Operações Especiais (Goesp).

  • Rio Branco registra primeiro caso suspeito de Mpox; paciente é mulher e Vigilância acompanha

    Rio Branco registra primeiro caso suspeito de Mpox; paciente é mulher e Vigilância acompanha

    A capital Rio Branco registrou nesta sexta-feira, 20, o primeiro caso suspeito de Mpox. A confirmação foi feita pela assessoria da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco ao ac24horas. Segundo apuração, a suspeita envolve uma mulher natural da capital acreana. Até o momento, não há informações sobre histórico recente de viagem ou contato direto […]

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    Após liberação da CNH, iranianas empinam motos em aulas de direção

    Governo autorizou mulheres a tirar carteira para motocicleta no início do mês após impasse que se arrastava por anos