Conheça o Projeto Brisa, iniciativa que resgatou tucano de cativeiro. Vídeo

@Chelleamaro (ig) | @Michelle Amaro (fb) | @Chelleamaro (tk) | | @myhoodbr
Tucana resgatada de cativeiro volta para visitar voluntários em sítio

A história do tucano fêmea Lulua, que passou anos confinado em uma gaiola antes de ser resgatado pela Polícia Ambiental, encantou a internet. O motivo? Depois de recuperar a liberdade e retornar à natureza, a ave ainda visita o sítio do Projeto Brisa, onde foi cuidada.

 

Entenda o caso

O que é Projeto Brisa

O Projeto Brisa é uma iniciativa voluntária que cuida de maritacas, tucanos e outras aves silvestres ou domésticas vítimas de tráfico, acidentes ou abandono. Idealizada por Michelle Amaro, o projeto está situado em Congonhal, município na região Sul de Minas Gerais.

Antes de iniciar o projeto focado em aves, Michelle atuava na proteção de cães. Porém, em 2020, ela resgatou uma maritaca filhote, batizada de Brisa, e a experiência a motivou a mudar o foco do seu trabalho.

Atualmente, o Projeto Brisa opera de forma voluntária para que aves vítimas de tráfico ou maus-tratos possam voltar a viver na natureza, em seu habitat natural. O vídeo da tucano Lulua evidencia a importância de combater a manutenção de animais silvestres em gaiolas.

Tucana resgatada de cativeiro volta para visitar voluntários em sítio
Tucano resgatado de cativeiro volta para visitar voluntários em sítio

Carinho da tucano

Após os cuidados com a tucano Lulua, os voluntários do Projeto Brisa foram recompensados com o carinho da ave. No vídeo que viralizou nas redes sociais, Lulua é vista “dengosa”, buscando contato físico.

Segundo Michelle Amaro, o comportamento da ave é um testemunho da relação de confiança estabelecida durante os meses de tratamento.

“É um privilégio imenso para mim ter essa conexão com um ser tão extraordinário como ela”, disse a voluntária. Para ela, ver a ave voando livre, mas escolhendo retornar para interagir, é a maior prova do impacto positivo do trabalho de conservação.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *