
O dólar à vista operava, às 10h50, em queda de 0,18% frente ao real, cotado a R$ 5,14, nesta quarta-feira (25/2). Pouco antes, porém, o recuo era bem maior. Ele atingia de 0,31%, a R$ 5,13.
Uma guinada de comportamento também marcou o Ibovespa na manhã desta quarta-feira. Às 10h50, ele passou a operar em leve alta de 0,05%, aos 191.593,66 pontos. Às 10h38, entretanto, o principal índice da Bolsa brasileira (B3) registrava alta de 0,39%, aos 192.228,63 pontos, um novo recorde anotado durante o pregão.
Na avaliação de analistas de mercado, a puxada observada no início da manhã foi resultado da repercussão da pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg. Ele mostrou crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL), em empate técnico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações de segundo turno na corrida para a presidência da República.
A seguir, tanto o ritmo de elevação do Ibovespa como a queda do dólar perderam força, com a realização de lucros por parte dos investidores. Nesse caso, há venda de ações, quando os ganhos com os papéis atingem determinado patamar.
Fluxo estrangeiro
Mas a tendência do comportamento dos mercados de câmbio e de ações no Brasil está, majoritariamente, sendo guiado pelo forte forte fluxo de investimento estrangeiro para mercados emergentes, provocado pelas incertezas sobre o regime tarifário dos Estados Unidos.
O ingresso de recursos no Brasil oriundos do estrangeiro está favorecendo, notadamente, ações de peso no Ibovespa, como Petrobras, Vale e bancos. Ela também provoca a valorização do real.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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