A agenda cultural deste domingo (15) no Acre traz opções para quem quer aproveitar o dia com arte, diversão e boas histórias.
Um dos destaques é a celebração dos 35 anos do Grupo do Palhaço Tenorino, que apresenta o espetáculo “Os Saltimbancos” às 17h, na Usina de Arte João Donato. A entrada é gratuita e, nesta apresentação de domingo, haverá tradução em Libras, ampliando o acesso do público. Mais informações estão disponíveis no perfil @teatro.gpt.acre.
Também neste domingo, o Coletivo de Teatro Candeeiro apresenta o espetáculo “Velório à Brasileira”, às 19h30, no Teatro de Arena do Sesc, no Centro. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Informações podem ser consultadas em @teatrocandeeiro.
Cinema
Para quem prefere a telona, o Cine Araújo – Multiplex ViaVerde Shopping exibe diversos filmes neste domingo.
Entre as animações e produções para a família estão “Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul”, “Zootopia 2” e “O Diário de Pilar na Amazônia”.
Já para os fãs de suspense e terror, estão em cartaz “Pânico 7”, “A Noiva!” e “Bodycam”. O público que prefere ação e drama pode conferir “Missão – Refúgio”, “Iron Lung” e “O Morro dos Ventos Uivantes”.
Música ao vivo
Além do teatro e do cinema, bares e restaurantes da capital também oferecem música ao vivo neste domingo, com apresentações de artistas locais e repertórios variados para quem quer aproveitar a noite com boa gastronomia e entretenimento.
Nos últimos anos, o hormônio ganhou ainda mais visibilidade com a popularização de protocolos hormonais divulgados nas redes sociais e em clínicas de medicina estética, muitas vezes apresentados como um “atalho” para tratar cansaço, envelhecimento ou falta de desejo sexual.
A ciência, no entanto, mostra que a realidade é bem mais complexa. Estudos indicam que cerca de 49% das mulheres relatam algum tipo de disfunção sexual ao longo da vida, sendo o desejo hipoativo a queixa mais comum.
Entre os homens, o cenário também preocupa: pesquisas mostram que até 45% dos pacientes com obesidade apresentam queda significativa da testosterona, condição que pode afetar a fertilidade, a massa muscular, a disposição e até o risco cardiovascular.
“É comum ouvir no consultório perguntas como ‘minha libido sumiu, será que preciso usar testosterona?’. A questão é que a sexualidade humana é complexa demais para caber em uma prescrição simplificada”, explica o endocrinologista Ramon Marcelino, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Segundo o especialista, a testosterona se tornou um dos hormônios mais debatidos da atualidade justamente por estar cercada de promessas exageradas e interpretações simplificadas sobre seu papel no organismo.
Libido
Testosterona e desejo feminino
Apesar de frequentemente associada à libido feminina, a testosterona não é o principal hormônio que regula o funcionamento hormonal das mulheres. Durante a vida reprodutiva, quem comanda os ciclos hormonais são o estrógeno e a progesterona.
“A testosterona existe no organismo feminino, mas em quantidades muito menores. Curiosamente, muitas mulheres que relatam queda no desejo sexual após os 35 anos têm vários fatores associados ao problema e nenhuma correlação com os níveis do hormônio”, explica Marcelino.
Isso acontece porque o desejo sexual feminino é influenciado por diversos elementos ao mesmo tempo. Qualidade do sono, estresse, saúde mental, autoestima, rotina intensa e até a dinâmica do relacionamento podem interferir diretamente na libido.
“Uma mulher estressada, sobrecarregada ou vivendo um relacionamento ruim dificilmente sentirá desejo, e não há testosterona que resolva isso”, afirma o endocrinologista.
Desejo sexual não funciona da mesma forma para todas
Outro ponto frequentemente mal interpretado é a forma como o desejo feminino se manifesta. Diferentemente da ideia difundida culturalmente de que o desejo surge de forma espontânea, muitas mulheres experimentam uma libido chamada de “reativa”.
Isso significa que a vontade pode surgir a partir do estímulo, da intimidade ou do contato físico, e não necessariamente aparecer “do nada”.
“É fundamental desmistificar a ideia de que apenas o desejo espontâneo representa uma sexualidade saudável. A resposta reativa também é completamente normal”, explica Marcelino.
Além disso, especialistas lembram que nem sempre a ausência de desejo deve ser encarada como um problema médico.
Pesquisas publicadas no Journal of Sex Research indicam que cerca de 1% das mulheres se identificam como assexuadas e não apresentam sofrimento em relação a isso. Nesses casos, impor tratamentos hormonais pode ser considerado uma forma de medicalização indevida da sexualidade.
Reposição hormonal na menopausa
Obesidade e queda hormonal nos homens
Nos homens, um dos fatores mais associados à queda da testosterona é o excesso de peso. A obesidade pode provocar uma condição conhecida como MOSH (sigla em inglês para hipogonadismo secundário associado à obesidade).
Nesse quadro, o aumento da gordura corporal favorece a conversão da testosterona em estrogênio, reduzindo a produção natural do hormônio.
“O impacto vai muito além da libido. A queda hormonal pode afetar a fertilidade, a massa muscular, a disposição, o metabolismo e até aumentar o risco de doenças cardiovasculares”, explica o endocrinologista.
Apesar disso, a reposição hormonal nem sempre é a primeira ou a melhor solução.
Estudos mostram que a perda de aproximadamente 15% do peso corporal pode normalizar a produção de testosterona em muitos homens, especialmente quando a queda hormonal está relacionada à obesidade.
“Repor testosterona sem tratar a causa do problema não resolve a situação. Muitas vezes, o hormônio funciona mais como um marcador de saúde metabólica do que como um remédio universal”, afirma Marcelino.
Obesidade
Riscos do uso indiscriminado
O crescimento do uso de testosterona fora das indicações médicas tem preocupado especialistas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o uso do hormônio aumentou mais de 300% entre 2001 e 2013, muitas vezes sem diagnóstico confirmado de deficiência hormonal.
Quando utilizada sem acompanhamento médico adequado, a reposição pode trazer riscos importantes à saúde.
Nos homens, o uso inadequado pode provocar infertilidade, redução da produção natural de espermatozoides, alterações cardiovasculares e aumento do hematócrito — condição que deixa o sangue mais espesso e pode favorecer eventos cardíacos em pacientes de risco.
Nas mulheres, doses elevadas podem provocar efeitos colaterais como acne, aumento de pelos corporais, queda de cabelo, alteração da voz e irregularidade menstrual. Em alguns casos, essas mudanças podem ser permanentes.
Uso indiscriminado de testosteronaGel de testosterona
Quando a reposição é indicada
Apesar das controvérsias, a reposição de testosterona pode ser segura quando bem indicada e realizada com acompanhamento médico rigoroso.
Diretrizes internacionais recomendam que o tratamento seja considerado apenas quando existem sintomas compatíveis com deficiência hormonal associados a níveis comprovadamente baixos do hormônio em exames laboratoriais repetidos.
Mesmo nesses casos, o acompanhamento é fundamental para monitorar possíveis efeitos metabólicos, cardiovasculares e hematológicos ao longo do tratamento.
“A prescrição ética exige escuta ativa, empatia e investigação cuidadosa. Só depois de descartar outras causas é que a reposição pode ser cogitada, e sempre com cautela”, conclui Marcelino.
No fim das contas, a testosterona está longe de ser um “hormônio milagroso”. Mais do que uma solução rápida para problemas complexos, ela funciona como um indicador importante do equilíbrio geral do organismo — que depende de fatores como estilo de vida, saúde mental, alimentação e qualidade do sono.
O evento conta com apoio da Secretaria de Turismo do DF, do Viva Brasília e do Governo do Distrito Federal, e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo do Brasil.
Eliana estreia hoje (15/3) o programa Em Família, novo projeto dominical da TV Globo. O programa marca o retorno da apresentadora às tardes de domingo na televisão aberta após mais de três décadas de carreira.
Com 35 anos de trajetória, a estreia também representa um momento de mudança profissional. O novo programa chega a uma faixa considerada estratégica na disputa por audiência na TV aberta.
Em entrevista exclusiva a este colunista do Metrópoles, Eliana comentou a expectativa para a estreia do novo projeto e a disputa por audiência nas tardes de domingo da TV aberta. A apresentadora afirmou que vê os números como resultado do conteúdo apresentado ao público.
“Acho que audiência é uma consequência daquilo que a gente apresenta. Fazemos o que a gente acredita, confiantes na qualidade do que a gente vai apresentar. A gente está apresentando um programa qualidade e a audiência é consequência”, afirmou.
Ainda no papo com a coluna, a apresentadora também comentou que, neste momento, seu foco está na construção do conteúdo e na conexão do novo projeto com sua trajetória na televisão.
“O que eu preciso nesse momento é focar no meu conteúdo. Preciso ter certeza de o que estou preparando e colocando no ar, tem a ver com a conexão de tudo que já fiz até hoje. Esse é o meu foco no momento”, disse.
“Pronto para ajuste de rota”
Eliana também destacou a possibilidade de adaptação do programa ao longo das semanas, característica que considera importante em atrações exibidas ao vivo.
“Televisão é hábito. A possibilidade de eu ter um programa vivo, que a gente está pronto para ajustar a rota, isso nos dá a tranquilidade de sempre melhorar. Se fosse um programa estático, em um formato que não pudesse ser mexido: aí, sim poderia ser algo que causasse uma certa insegurança. Mas não é o nosso caso. O programa vem livre, vivo, solto”, explicou.
A apresentadora, que já transitou pelos mais variados públicos e audiências, ainda comentou o formato da atração e a proposta de reunir diferentes temas em um programa voltado à família.
“Tudo pode acontecer. E isso é televisão. É assim que eu sempre fiz TV. Tenho todo apoio de uma TV que o Brasil conhece, que é a primeira do nosso país. E a gente vai fazer o melhor que tiver que fazer. Nós avaliamos que esse conteúdo de família, música, cultura… Os nosso Brasis contemplam coisas que as família gostam de assistir. Tudo que a gente observou foi muito bem pensado”, afirmou.
35 anos de carreira
Ao falar sobre a própria trajetória, Eliana fez uma avaliação de sua carreira e destacou a coerência nas escolhas ao longo dos anos.
“Chegar aos 35 anos de carreira, olhar para uma carreira coerente, com um discurso coerente, responsável, é algo que me deixa orgulhosa. De ter essa carreira, olhando para trás, os meus passos, os caminhos todos que percorri. Me dá orgulho de tudo que construí. E acho que quem acompanha também percebe que existe essa coerência da fala com as atitudes”, disse.
Na sequência, a apresentadora também relembrou momentos importantes da carreira, incluindo a mudança do público infantil para o entretenimento voltado ao público mais adulto.
“A qualidade e a preocupação, com respeito ao público, sempre foi o que me norteou para minhas escolhas. Quando fiz a transição para o público adulto, em 2005, na Record, também. Queria um programa de entretenimento, que divertisse, mas que informasse, tivesse esse olhar feminino e boa qualidade de entrega. A qualidade sempre foi algo que me norteou. E, claro, sempre estando com profissionais competentes ao meu lado. Isso para mim foi muito importante”, afirmou.
Fé e família
Por fim, a apresentadora comentou como costuma lidar com o momento de estreia de novos projetos e falou sobre a importância da espiritualidade e da família nesse processo.
“Todo mundo sabe da minha religiosidade. Rezo muito, oro muito. Peço energias positivas e proteção. Proteção o tempo inteiro, para tudo que faço. Não muda. E, claro, que vou ter minha família unida”, concluiu.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que ainda não há condições “suficientemente boas” para um acordo para o fim da guerra com o Irã. O norte-americano disse que Teerã quer negociar, mas que Washington continuará a ofensiva.
“O Irã quer chegar a um acordo, e eu não quero fazê-lo porque as condições ainda não são suficientemente boas”, disse Trump em entrevista à NBC News.
O líder declarou ainda que poderá bombardear novamente os alvos do principal centro de exportação de petróleo bruto do Irã, “apenas por diversão”.
Segundo informações do Pentágono, mais de 15 mil alvos foram atingidos no país do Oriente Médio.
Após mais de duas semanas de ofensiva militar conduzida por EUA e Israel contra a República Islâmica, os dois lados mantêm o tom duro nas declarações públicas. A retórica permanece elevada apesar do aumento no número de vítimas, sobretudo no Irã, e dos impactos econômicos provocados pelo conflito.
O presidente Donald Trump afirmou ainda que as forças americanas devem ampliar os ataques na costa iraniana, ao norte do Estreito de Ormuz. Segundo ele, a medida busca abrir passagem na região e viabilizar a retomada do transporte de petróleo pela rota marítima.
O bloqueio do Estreito de Ormuz fez o preço do petróleo disparar em todo o mundo.
Embora o novo líder do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, tenha prometido que fará uma declaração por escrito para manter o estreito fechado, Trump sugeriu que nem sabe se ele “está vivo”.
Ataques a Israel
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou, neste domingo, (15/3), que pretende “perseguir e matar” o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Em comunicado divulgado pelo em seu site Sepah News, o grupo declarou que continuará a persegui-lo “com toda a força” enquanto ele permanecer vivo, referindo-se ao líder israelense como responsável pela morte de crianças.
“Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, disse a Guarda.
A ameaça ocorre dias após Netanyahu mencionar, de forma indireta, possíveis ações contra figuras centrais do eixo pró-Irã.
O conflito teve início em 28 de fevereiro, quando bombardeios conduzidos por Estados Unidos e Israel mataram o então líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, pai de Mojtaba Khamenei.
Estava a agradecer e a elogiar um café que tínhamos acabado de beber e o barista, apesar de o café estar vazio, pediu-me para transformar aquele elogio num comentário escrito.
Recusei e ficámos mais ou menos zangados. Mas, quando voltámos lá, veio logo ter connosco. E explicou-nos o seguinte, com fria honestidade.
Hoje em dia, só o que fica escrito é que tem importância. Um like ou um follow tem valor. Um elogio falado, por muito longo e sincero, não vale nada.
Então está bem, disse eu, passarei a escrever.
“Não, não”, disse ele, quase a rir-se do meu medievalismo galopante, “também não vale a pena escrever, porque ninguém vai ler”.
As pessoas que avaliam o êxito das coisas, e usam essas avaliações para tomar decisões de investimento, não ligam ao que está dito.
Ligam aos números. Transformam qualquer opinião num número, de 0 a 100, em que 0 é ódio e 100 é amor.
Limitam-se a contar, com crescente sofisticação, o número de seguidores, o número de opiniões positivas e negativas e números que não lembram ao Diabo, como o número de clientes que não tugiu nem mugiu, porque não disse nem deixou nada.
Este número é tão determinante que certos contadores preferem que alguém deixe uma avaliação levemente negativa a não deixar nada.
É como aqueloutro empreendimento em que transformam as nossas opiniões profundas e longamente pensadas em números: as eleições.
Também aí gostam mais que votemos em branco do que não ir votar. E preferem que votemos no partido mais extremista do que em branco.
Faz rir este desequilíbrio. Por um lado, cada um de nós acha que a nossa opinião é importante, e que fazemos um favor quando a partilhamos. Mas, por outro, somos apenas mais um cliente.
As empresas de Internet não nos vendem aos cem mil de cada vez? Somos muito ciosos dos nossos dados mas a verdade é que só se tornam apetecíveis quando fazem parte de uma cabazada.
É uma arte reduzirmo-nos à nossa significância — e poder estudar para ser lacrau.
Acreana Brenda Vieira foi selecionada para estrelar campanha do Burger King (FOTO: Arquivo Pessoal/cedida ao ac24horas)
Surreal. É assim que a acreana Brenda Vieira, de 23 anos, define os últimos dias desde que uma das maiores redes de fast-food do mundo a convidou para lançamento da campanha publicitária “O Acre Existe”, tendo o Estado como protagonista em nível nacional.
Há cerca de uma semana, o Burguer King (BK) viralizou em rede social ao propor abaixo-assinado para que o McDonald’s, seu maior concorrente do segmento, possa, finalmente, abrir uma unidade na região e, assim, a população compare os produtos de dois rivais históricos.
Equipe de produção veio para o Acre ajudar no desenvolvimento da campanha (FOTO: Arquivo Pessoal/cedida ao ac24horas)
O marketing provocativo da campanha do BK, que já opera no Acre há aproximadamente nove anos, também pode ser visto em tapumes patrocinados, abrangendo espaços públicos, como outdoors e telas digitais (DOOH) em locais de grande circulação.
A acreana que estrela a campanha detalhou ao ac24horas como tudo aconteceu. Brenda já trabalha com publicidade há aproximadamente cinco anos. Hoje é social media e criadora de conteúdo para marcas e pessoas. “Em alguns trabalhos, já apareci na rede social falando de produtos e serviços. Também já fui modelo/atriz para campanhas. No geral, trabalho com isso desde os meus 18 anos”.
Nascida e criada em Rio Branco, essa foi a primeira vez de Brenda num trabalho de importância nacional. “A palavra que mais resume o meu sentimento é ‘surreal’, pois tudo aconteceu muito rápido. E tive a honra de trabalhar com uma equipe de altíssimo nível, formada por profissionais extremamente criativos e experientes no marketing”.
Gravação do comercial durou cerca de oito horas e entrou pela madrugada no Acre (FOTO: Arquivo Pessoal/cedida ao ac24horas)
A equipe do Burger King fez uma seleção entre os perfis de pessoas do Acre que lhes foram enviados. Dentre eles, o de Brenda foi o que mais chamou a atenção, e rapidamente a jovem recebeu a notícia de que foi a escolhida.
Além de ser modelo/atriz, Brenda continua sua profissão de social media e creator para marcas e pessoas, mas a campanha feita com BK tem sido um divisor de águas em sua vida profissional. “Está abrindo muitas portas. Várias empresas grandes do Estado estão entrando em contato para fechar parcerias comerciais”.
Agora, as expectativas de Brenda são para continuar evoluindo positivamente na carreira: “Quero focar em crescer ainda mais minha imagem e alcançar espaços ainda maiores”. Necessário por conta do trabalho, Brenda pretende estudar atuação. “Na verdade, sempre gostei das câmeras e da comunicação, então juntou as duas coisas e sempre me dedico em tudo o que faço. Pretendo estudar artes cênicas”.
Ultimamente, tem recebido bastante apoio e elogios de conhecidos e familiares. “E muitas pessoas também estão entrando em contato para me parabenizar e elogiar. Boa parte das pessoas que estão parabenizando são da mesma área que eu, então isso é muito gratificante”.
Brenda destaca que trabalhar com audiovisual no Acre é desafiador, mas ao mesmo tempo muito inspirador. “Por ser uma região mais afastada dos grandes polos do mercado, como São Paulo e Rio de Janeiro, as oportunidades e produções de grande porte ainda são mais limitadas. Muitas vezes precisamos ser muito versáteis, fazer várias funções e criar com recursos menores”.
Por outro lado, esse mesmo motivo faz com que os profissionais acreanos sejam extremamente criativos e resilientes. “Existe muito talento na região e uma vontade enorme de contar histórias da nossa realidade. Nos últimos anos, inclusive, o setor tem recebido mais incentivos e investimentos em projetos audiovisuais, o que vem fortalecendo e dando mais visibilidade para quem trabalha na área no estado”, comemora.
Brenda Vieira tem 23 anos e trabalha como social media e criadora de conteúdo no Acre (FOTO: Reprodução/Instagram)
A acreana comemora o feito e incentiva seus conterrâneos que compartilham o mesmo sonho. “De onde eu estava para onde eu estou hoje, foi porque desacreditei e acreditei logo em seguida. O meu conselho é real e verdadeiro: não existe você alcançar algum sonho sem dedicação e persistência. Faça boas amizades e deixe boa impressão onde você passar. E sempre caminhe em direção do que te deixa mais próximo dos teus sonhos!”, conclui.
O hambúrguer Whopper, grelhado no forno, é carro-chefe da marca reconhecida no mercado publicitário por manter estratégia ousada e irreverente. Burger King é sempre favorito ao Cannes Lions, o maior festival de publicidade do mundo. BK já foi eleito “Anunciante do Ano” em 2017 e “Marca Mais Criativa do Ano” por três vezes consecutivas até 2022, ano em que conquistou 8 Leões com campanhas desenvolvidas no Brasil.
Na sexta-feira (13/3), a veterana do BBB26 ficou incomodada com a roupa disponibilizada pela produção do reality show da TV Globo para a festa da semana. Ela se recusou a usar um vestido: “Não vai ter Deus que me obrigue [a usar]”, disse Ana Paula, gerando reações entre internautas. Muitos disseram que a sister “descumpriu” regras da atração.
Depois da polêmica, Xuxa se manifestou nas redes sociais. Ao responder uma publicação no Instagram, a eterna Rainha dos Baixinhos afirmou que já passou por situações semelhantes e também se negou a usar determinadas peças de roupa.
“Eu fiz muito isso… Hoje não faço e ouço o povo me chamando de estrela, metida”, escreveu a apresentadora. “Mas aprendi… Eles vão sempre falar mal de mim”, completou Xuxa.
O que aconteceu?
No BBB26, a polêmica começou quando Ana Paula Renault demonstrou incômodo com a roupa escolhida pela produção. Incomodada, ela questionou a obrigação de usar o traje e afirmou que a peça não combinava com o seu estilo.
“Não vai ter Deus que me obrigue! Vocês me tiram do programa, aí vocês vão arrumar um problema comigo. Onde, no contrato, eu assinei que eu tenho que usar coisa que não tem nada a ver comigo? Não tem escrito!”, afirmou a jornalista.
Ela seguiu: “Isso é figurino? Não é! Sério, eu vou chorar de ódio. Gente, eu tenho 44 anos e o mínimo que vocês tinham que respeitar é o meu estilo. Olha isso aqui, caralho”, rebateu.
Diante do impasse, a produção reforçou novamente que os confinados não podem participar das festas sem o figurino definido pelo programa. Pouco depois, Ana Paula foi chamada ao confessionário para conversar com a equipe.
O cinema brasileiro vive um momento de gala. Após o impacto de Ainda Estou Aqui no último ano, as atenções se voltam agora para O Agente Secreto, que chega à 98ª edição do Oscar com quatro indicações de peso: Melhor Filme, Filme Internacional, Ator (Wagner Moura) e Elenco.
Convidada para comandar a transmissão na HBO Max e TNT, a atriz Fabiula Nascimento conversou com a revista Quem sobre o favoritismo do longa e as complexas engrenagens da premiação. “Ouso dizer que é o melhor Oscar dos últimos cinco anos”, aposta.
O “fator Wagner Moura” e a torcida brasileira
Para Fabiula, a força do Brasil na disputa não é apenas técnica, mas cultural. Ela destaca que o “barulho” feito em festivais, aliado ao apoio caloroso do público — semelhante ao fenômeno visto com Fernanda Torres anteriormente —, fortalece a campanha.
“O Wagner tem muita moral; possui uma carreira internacional irretocável”, explica a atriz.
No entanto, ela pondera sobre o sistema de votação: “É um prêmio americano. Existe um quebra-cabeça para as indicações. Você sabe que um filme do Paul Thomas Anderson será indicado pela história do cineasta”.
Apostas e polêmicas: de Jessie Buckley a Chalamet
Embora torça por Wagner Moura, Fabiula reconhece que a Academia pode “dividir” os prêmios, dando a estatueta de Melhor Ator para outro concorrente e premiando o filme brasileiro na categoria de Melhor Elenco.
Sobre as demais categorias, a atriz não poupou críticas e elogios:
Fabiula Nascimento
“Uma vergonha”: a falta de representatividade na Direção
Um ponto sensível na análise de Fabiula é a ausência feminina na categoria de Melhor Direção, que conta apenas com Chloé Zhao (Hamnet). “Tantas mulheres dirigiram este ano… isso é um espelho da sociedade. A arte é um lugar político e espero que a gente evolua”, desabafou.
Um homem foi condenado a quatro anos de reclusão, em regime aberto, e ao pagamento de 20 dias-multa, pelo contrabando de peças feitas de madeira de Pau-Brasil (Paubrasilia echinat), classificada como ameaçada de extinção. A sentença, da 2ª Vara Federal de Guarulhos, foi publicada em fevereiro deste ano.
Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o homem foi preso em flagrante no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, em 12 de abril de 2022, tentando embarcar em um voo para Paris, França.
Com ele, foram apreendidos 114 arcos e 120 varetas de Pau-Brasil. A espécie é classificada como ameaçada de extinção e exige licença de exportação, documento não apresentado pelo réu. Ele confessou a tentativa de sair do país com a mercadoria.
Empresa do réu já foi autuada por contrabando de Pau-Brasil
Interrogado em juízo, um fiscal do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apontou que a empresa de propriedade do réu tem cerca de nove autuações, desde 2003, pela mesma razão — adquirir ou ter em depósito madeira de Pau-Brasil.
O homem também já estava no radar da Polícia Federal (PF). Um alarme foi criado nos sistemas da corporação, a partir de um alerta da Delegacia do Espírito Santo, para verificar as bagagens do acusado, precisamente para as buscas da madeira.
A pena de reclusão pode ser substituída por duas penas restritivas de direito, sendo prestação de serviços à comunidade, por tempo correspondente à condenação inicial. Ele também deve pagar cinco salários mínimos ao Ibama. O réu já manifestou nos autos que irá recorrer.