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  • Agora vai! 15 posições exóticas para deixar o contatinho aos seus pés

    Agora vai! 15 posições exóticas para deixar o contatinho aos seus pés

    Getty Images
    sexo/prazer

    Mesmo para quem acredita já ter explorado todo o repertório de acessórios, fantasias e práticas, o universo da sexualidade sempre reserva espaço para a inovação. Manter a consistência e conhecer as próprias preferências são pilares de uma vida íntima saudável, mas a introdução de novos “truques” — especialmente versões mais flexíveis e dinâmicas de posições clássicas — é o que costuma elevar a experiência a um novo patamar.

    O objetivo de adotar uma posição sexual “diferentona” vai além do prazer físico imediato. A ciência explica: a tentativa de algo novo libera doses generosas de dopamina, o neurotransmissor do prazer e da recompensa. Esse componente de aventura ajuda a criar laços mais fortes entre os parceiros, transformando o ato em um momento de diversão e cumplicidade, onde a execução perfeita importa menos do que a jornada da descoberta.

    Geometria do prazer: ajustes que transformam

    Muitas vezes, não é necessário ser um contorcionista para inovar. Pequenas mudanças de ângulo em posições tradicionais podem alterar completamente as zonas de contato e as sensações térmicas e táteis. O segredo reside na adaptação:

    Dito isso, confira 15 posições sexuais para explorar a dois:

     

    Segurança em primeiro lugar

    Antes de se aventurar em manobras mais complexas, vale o alerta: o corpo humano tem limites. Algumas variações exigem torções e esforços musculares aos quais o organismo pode não estar habituado.

    A regra de ouro é o autoconhecimento: se sentir qualquer desconforto ou pressão excessiva, não force. O ajuste fino — testando milímetros de distância ou diferentes pontos de apoio — é o que garantirá que o exótico seja sinônimo de prazer, e não de incidentes.

    No fim das contas, a melhor posição é aquela que permite a ambos se sentirem seguros, conectados e, acima de tudo, curiosos para o que vem a seguir.

  • Câmara de SP vai ao STF contra decisão que proíbe demolição de imóveis

    Câmara de SP vai ao STF contra decisão que proíbe demolição de imóveis

    William Cardoso/Metrópoles
    Imagem mostra prédios e nuvens de chuva - Metrópoles

    A Câmara Municipal de São Paulo entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter uma decisão liminar do Tribunal de Justiça (TJSP) que interrompeu a liberação de novos alvarás para a demolições, construção de novos edifícios e corte de árvores para obras de novos empreendimentos na capital paulista.

    Em decisão da última sexta-feira (13/3), o TJSP não reconheceu os argumentos apresentados pela Câmara e pela Prefeitura de São Paulo para reverter a medida.

    “A petição não traz argumentos aptos a ilidir, no momento, os fundamentos apresentados, limitando-se tão somente a afirmar que o processo da norma impugnada foi pautado pela regularidade”, afirmou o desembargador Donegá Morandini, relator do caso.

    A decisão original, de 24 de fevereiro deste ano, atendeu a um pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP) no âmbito de uma ação que questiona a constitucionalidade de um artigo da lei que revisou o zoneamento da capital paulista em 2024.

    Em nota, a Câmara Municipal afirmou que a liminar representa uma “grave lesão à ordem pública e econômica”.

    A Casa ainda informou que a Procuradoria apresentou dados do impacto negativo da decisão, como “a interrupção da aprovação de 375 unidades de habitação de interesse social por dia, o comprometimento de até 197 mil postos de trabalho no setor da construção civil e de até R$ 90 bilhões de investimentos deste mesmo segmento, bem como a perda de R$ 4,2 milhões por dia em outorga onerosa destinada ao FUNDURB”.

    “A revisão da Lei de Zoneamento foi mediada por um total de 38 audiências públicas e o projeto de lei foi acompanhado por 64 páginas de justificativa técnica, portanto, a Câmara entende que o TJ-SP foi induzido a erro”, afirmou a Câmara.

    O Legislativo paulistano ressaltou que esta é a terceira ação contra a revisão da Lei de Zoneamento movida pelo Ministério Público com os mesmos argumentos.

    “Nas duas ações anteriores o MP foi derrotado, pois o TJ-SP não reconheceu as teses infundadas de falta de participação popular e ausência de estudos técnicos. Por tudo isso, a Procuradoria da Câmara decidiu ir ao STF para garantir à cidade de São Paulo a estabilidade de sua legislação urbanística já vigente há mais de dois anos”, completou a Câmara.

    Na última quinta-feira (12), o ministro Edson Fachin, presidente do STF, intimou a Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo a se manifestar sobre o caso em 72 horas. Além disso, a Câmara entrou com recurso também no TJSP após o tribunal negar um pedido de reconsideração da liminar.


    Entenda o caso


    Em 11 de agosto de 2025, o órgão havia pedido que fosse declarado inconstitucional o artigo 84 da Lei nº 18.081/2024. Em dezembro, no entanto, o MPSP acionou novamente o TJSP, dentro da mesma ação, para pedir que fossem suspensos os alvarás para a demolição de imóveis, construção de novos edifícios e o corte completo de árvores para as obras de novos empreendimentos na cidade.

    O novo pedido, em medida cautelar, foi feito após o órgão ser procurado por moradores da capital paulista que demonstraram “preocupação com o volume expressivo de demolição de imóveis na região do sul da cidade”.

    O MPSP alegou que havia riscos concretos à ordem urbanística, ao meio ambiente, bem assim à vida, saúde e segurança da população local, caso os alvarás continuassem sendo liberados antes que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) fosse julgada.

    Ao avaliar o pedido, o relator do caso, desembargador Luis Fernando Nishi, entendeu que a revisão da lei paulistana não atendeu “os requisitos de participação comunitária e de planejamento técnico e urbano integral” durante o processo legislativo, e que a continuidade da implementação de políticas públicas de ocupação urbana seguindo as regras estabelecidas da lei revisada trariam “riscos de modificações irreversíveis à vida comunitária”.

    “Assim, diante do preenchimento dos requisitos legais, defiro a medida cautelar pleiteada, com a suspensão de novos alvarás e autorizações destinadas à demolição de imóveis, supressão vegetal ou mesmo a construção de novos empreendimentos, nos termos da legislação questionada”, determinou o desembargador.

  • Ao vetar Ana Paula de festa, BBB26 trata sister como peça de cenário

    Ao vetar Ana Paula de festa, BBB26 trata sister como peça de cenário

    @anapaularenault/Reprodução/Instagram
    Foto colorida de mulher de cabelo loiro e roupa rosa - Metrópoles

    As noites de festa no BBB deveriam representar um momento de leveza dentro de um jogo que já é, por natureza, duro, exaustivo e psicologicamente intenso. É o momento em que os participantes relaxam, se divertem, cantam, dançam e, claro, projetam a imagem dos patrocinadores.

    Mas na festa da última sexta-feira (13), patrocinada pelo Mercado Livre, com show de Ana Castela, a produção do programa acabou transformando o que deveria ser um momento de descontração em uma demonstração de inflexibilidade difícil de justificar.

    A participante Ana Paula Renault foi proibida de assistir ao show por se recusar a usar o figurino fornecido pela produção.

    Não se tratava de capricho estético. Não era uma crítica ao estilo da roupa. Era algo muito mais simples: desconforto.

    Segundo a própria participante, o vestido fornecido era de um tecido extremamente fino e não a deixava à vontade para aproveitar a festa. Ana Paula comentou que perdeu muito peso, inclusive durante o confinamento, e que o tecido expunha áreas do corpo com as quais ela não se sente confortável no momento.

    Qualquer pessoa que já vestiu uma roupa que não favorece ou que causa insegurança sabe exatamente do que ela estava falando.

    Impor desconforto durante uma festa não é premissa do BBB

    E aqui está o ponto central da discussão: sentir-se bem dentro da própria roupa não é privilégio. É o mínimo.

    Ainda assim, a produção se manteve irredutível, com a justificativa de que os participantes são obrigados a usar o figurino fornecido. Sabemos que isso visa manter a identidade visual da festa e da própria marca patrocinadora da noite.

    Até aqui, tudo bem.

    O problema não está na existência de um figurino padronizado. Isso faz parte da lógica comercial do programa e todos entendem que patrocinadores precisam de visibilidade.

    O problema é a falta absoluta de flexibilidade diante de uma situação perfeitamente contornável.

    A própria Ana Paula sugeriu uma alternativa simples: usar uma calça jeans e uma camiseta branca, mantendo todos os acessórios fornecidos pela produção, incluindo a jaqueta, a bandana e até mesmo a bota.

    Nada no jogo seria afetado. Nenhum participante seria prejudicado. Nenhuma vantagem seria concedida.

    Era apenas um pedido para trocar uma peça de roupa. Ainda assim, a resposta foi negativa.

    E a consequência foi o veto da participante ao show da festa.

    Até que ponto o programa ganha com esse tipo de imposição?

    Os participantes do Big Brother aceitam contratualmente muitas condições dentro do jogo. Existem dinâmicas de punição, como o Castigo do Monstro, que fazem parte da lógica do programa e que todos conhecem antes mesmo de entrar na casa.

    Mas uma festa não é um castigo. Uma festa não é uma penalidade. Uma festa é, justamente, um dos poucos momentos de descontração dentro de um confinamento emocionalmente desgastante.

    Obrigar alguém a usar uma roupa que gera desconforto físico ou emocional, sob pena de exclusão de um evento coletivo, não parece fazer parte do espírito do jogo. Parece apenas uma imposição de autoridade.

    E autoridade, quando exercida sem bom senso, deixa de ser organização e passa a parecer arbitrariedade.

    Produção trata partipantes como figurantes e peças do cenário

    Os participantes do BBB não são figurantes. Eles são o próprio conteúdo do programa. São pessoas reais que aceitaram abrir mão da própria privacidade, viver sob vigilância constante e servir de entretenimento num confinamento para milhões de espectadores. Em troca, o mínimo esperado é respeito básico às suas condições humanas.

    Trocar um vestido por outra peça neutra não teria prejudicado o patrocinador, não teria alterado a dinâmica do programa e muito menos teria favorecido Ana Paula no jogo. Teria apenas demonstrado algo simples: bom senso.

    Quando uma produção prefere punir em vez de resolver um problema simples, a mensagem que acaba transmitindo é preocupante. A impressão que fica é que o participante deixa de ser tratado como pessoa e passa a ser tratado como peça de cenário.

    Esconder a protagonista da edição é penalizar a própria audiência

    Há ainda um aspecto pouco comentado nessa decisão: o estratégico.

    Em um reality que vive de enredos, conflitos e personagens fortes, barrar uma de suas protagonistas em um evento central da semana não parece apenas uma decisão rígida. Parece, também, uma decisão pouco inteligente.

    Gostando ou não da participante, é impossível negar que Ana Paula Renault é uma das figuras que mais movimentam esta edição. Ela gera embate, tira o programa do tédio e naturalmente atrai atenção para o programa.

    Seja fã ou hater, todos querem ver Ana Paula na tela. E isso explica o fato dos internautas terem procurado Renault pelas câmeras do Globoplay, enquanto o show da outra Ana ainda rolava.

    Quando a produção decide barrar justamente uma das figuras mais comentadas de uma festa patrocinada, ela acaba criando um efeito curioso: diminui a exposição de um dos rostos mais visíveis do programa em um momento que deveria justamente ampliar a visibilidade do evento (e do patrocinador!).

    A presença de Ana Paula naquele show, concordem ou não com ela, inevitavelmente geraria repercussão, comentários e cenas marcantes. Ao excluí-la, a produção não apenas transformou um pedido simples em uma punição desnecessária, como também abriu mão de um elemento que costuma impulsionar a narrativa do próprio programa.

  • Arsenal marca duas vezes no fim e vence o Everton pela Premier League

    Arsenal marca duas vezes no fim e vence o Everton pela Premier League

    James Gill – Danehouse/Getty Images
    Foto colorida de Viktor Gyokeres - Metrópoles

    O Arsenal venceu o Everton por 2 x 0, na tarde deste sábado (14/3), no Emirates Stadium, pela 30ª rodada da Premier League. Os gols da partida foram marcados por Viktor Gyökeres, aos 44 minutos do segundo tempo, e Max Dowman, de apenas 16 anos, que se tornou o mais novo a marcar pela competição.

    Com o resultado, os Gunners chegaram aos 70 pontos, 10 a mais do que o vice-colocado, o Manchester City, que tem duas partidas a menos. Por sua vez, os Toffees ficam na 8ª colocação, com 43.

     

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    Como foram os gols

    Aos 44 minutos do segundo tempo, Max Dowman, do lado direito, cruzou para dentro da área, Pickford calculou mal a saída do gol e deixou a bola passar. Hincapié desviou e Viktor Gyökeres concluiu para abrir o placar do jogo.

    Já nos acréscimos, aos 53, Pickford foi ao ataque para tentar empatar a partida em cobrança de escanteio. Porém, o efeito foi contrário. O Arsenal ficou com a posse e saiu em contra-ataque sem goleiro na meta adversária.

    Max Dowman, de apenas 16 anos, passou pelos defensores do Everton, avançou até a área e garantiu a vitória dos donos da casa. Este foi o primeiro gol do jovem jogador pela Premier League. Ele ainda se tornou o mais jovem a marcar pelo Campeonato Inglês.

    Próximos compromissos

    O Arsenal volta a campo na terça-feira (17/3) contra o Bayer Leverkusen, pela volta das oitavas de final da Champions League. Na primeira partida, o confronto terminou empatado em 1 x 1. Por sua vez, o Everton retorna aos gramados apenas no sábado (21/3), pela 31ª rodada da Premier League.

  • PM prende homem e apreende três adolescentes com mais de 2 kg de drogas

    PM prende homem e apreende três adolescentes com mais de 2 kg de drogas

    Em Cruzeiro do Sul, nesta sexta-feira (13), a Polícia Militar apreendeu mais de dois quilos de maconha e cloridrato de cocaína, prendeu um homem e apreendeu três adolescentes. A ação ocorreu no bairro da Cohab, envolvendo várias equipes da PM. De acordo com o capitão Thales Campos, a operação foi resultado da troca de informações […]

  • Irã promete retaliação por ataque dos EUA à Ilha Kharg

    Irã promete retaliação por ataque dos EUA à Ilha Kharg

    O Irã advertiu que poderá atingir alvos selecionados, incluindo “esconderijos” dos EUA nos Emirados Árabes Unidos (EAU), e alertou civis a evacuarem áreas específicas neste sábado, projetando uma postura desafiadora depois que forças dos EUA atingiram na véspera instalações militares em seu principal centro de petróleo.

    Algumas operações de carregamento de petróleo foram suspensas no emirado de Fujairah dos EAU, um importante centro de abastecimento de combustível e terminal de exportação de petróleo bruto do país, disseram fontes da indústria e do comércio, com imagens de TV mostrando nuvens de fumaça escura e espessa subindo no ar.

    Um porta-voz militar iraniano pediu que as pessoas nos Emirados Árabes Unidos evacuassem portos, docas e “esconderijos norte-americanos”, dizendo que as forças dos EUA tinham como alvo as ilhas iranianas a partir dessas áreas.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou atacar a infraestrutura de petróleo do centro da ilha de Kharg, no Irã, a menos que Teerã pare de atacar as embarcações no Estreito de Ormuz, aviso que poderá agitar ainda mais os mercados que estão lidando com uma interrupção histórica no fornecimento.

    À medida que a guerra entra em sua terceira semana, o Irã, no entanto, minimizou a extensão dos danos em Kharg, ameaçando intensificar o uso de armas mais poderosas e alertando que partes dos Emirados Árabes Unidos são um alvo legítimo.

    “Declaramos aos líderes dos Emirados Árabes Unidos que o Irã considera um direito legítimo defender sua soberania nacional e seu território, tendo como alvo a origem dos lançamentos de mísseis inimigos norte-americanos nos portos marítimos, docas e abrigos militares dos EUA escondidos em algumas cidades dos Emirados Árabes Unidos”, disse um porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã.

    O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos não respondeu imediatamente à acusação iraniana de que o ataque à Ilha de Kharg se deu por meio do país.

    Nove mísseis balísticos e 33 drones foram lançados do Irã em direção aos Emirados Árabes Unidos no sábado, informou o Ministério da Defesa.

    O Irã alertou moradores para que deixem as áreas próximas ao porto de Jebel Ali, em Dubai, ao porto de Khalifa, em Abu Dhabi, e ao porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, e disse ter como alvo as filiais de bancos norte-americanos no Golfo Pérsico.

    Fujairah, fora do Estreito de Ormuz, é a roda de saída de cerca de 1 milhão de barris por dia do petróleo bruto Murban dos Emirados Árabes Unidos — volume equivalente a cerca de 1% da demanda mundial.

    Trump disse no sábado que muitos países estariam enviando navios de guerra junto com os Estados Unidos para abrir o Estreito de Ormuz. Ele não forneceu detalhes sobre quais países fariam isso, mas em sua postagem no Truth Social ele disse que esperava que a China, a França, o Japão, a Coreia do Sul, a Reino Unido e outros enviassem navios para a área.

    O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, que substituiu seu pai morto, disse que a hidrovia estratégica deve permanecer fechada como uma ferramenta de pressão.

    O Comando Central dos EUA disse no sábado que suas forças atingiram mais de 90 alvos militares iranianos na Ilha Kharg, destruindo locais como instalações de armazenamento de minas navais e bunkers de armazenamento de mísseis.

    Nos bastidores, o ressentimento já vinha crescendo nas capitais árabes do Golfo Pérsico por terem sido arrastadas para uma guerra que não iniciaram nem endossaram, mas que agora estão pagando econômica e militarmente, disseram fontes regionais à Reuters.

    Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, disse em um post no sábado: “A estratégia iraniana, que reflete sua incapacidade de confrontar os ataques dos EUA e de Israel, tendo como alvo os estados árabes do Golfo, revela uma impotência militar, uma falência moral e um isolamento político.”

  • Após Ratinho, jornalista da Globo ataca Erika Hilton: “É um homem”

    Após Ratinho, jornalista da Globo ataca Erika Hilton: “É um homem”

    Reprodução/Redes sociais
    demetrio-erika-hilton

    Depois do apresentador Ratinho, o jornalista Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews, também fez comentários polêmicos contra a deputada Erika Hilton (PSol-SP). Durante o Estúdio I desta sexta-feira (13/3), ele afirmou que a parlamentar é “biologicamente um homem” e que está ajudando na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    Veja:

    Que isso? Agora a transfobia foi liberada na Globo News também? A mesma emissora que fala do assunto em uma novela dá palco para jornalistas serem preconceituosos? pic.twitter.com/1SsNMtMenH

    — Vai Desmaiar (@vaidesmaiar) March 14, 2026

    “Biologiamente”

    Na atração de notícias, o jornalista afirmou que Erika Hilton está ajudando o filho de Jair Bolsonaro (PL) em sua campanha à presidência. “Erika Hilton é um cabo eleitoral extremamente eficiente de Flávio Bolsonaro”, começou Demétrio. “Involuntário, mas extremamente eficiente.”

    Em seguida, Demétrio disse que “ginecologistas” afirmam que a deputada “é um homem”: “Várias mulheres, inclusive que se apresentam como feministas, ginecologistas, usaram a frase que Erika Hilton, biologicamente, é um homem. Isso é fato”, afirmou.

    O comentarista seguiu, afirmando que a parlamentar é “autoritária”: “Ela processa. Do ponto de vista dela, não há debate, mas ela exige a repressão estatal. Ela é extremamente autoritária, nesse ponto de vista. Ela é uma identitária fanática. E isso é campanha eleitoral para Flávio Bolsonaro (…) É por isso que o Governo não apoiará Erika na campanha e não se alinhará às suas manifestações”, encerrou.

    Ratinho

    A fala de Demétrio Magnoli ocorre logo depois de uma polêmica envolvendo Ratinho, apresentador do SBT, e Erika Hilton. Na última quarta-feira (11/3), durante seu programa, o famoso criticou a escolha da parlamentar para presidir a Comissão da Mulher da Câmara. Na ocasião, ele afirmou que “Para ser mulher tem que ter útero” e “menstruar”.

    Ratinho foi acusado de transfobia. “Teve uma votação hoje, e deram a Comissão da Mulher para uma mulher trans. Eu não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?”, começou ele.

    Em seguida, ele afirmou: “Eu não tenho nada contra trans, mas se tem outras mulheres, mulher mesmo… Mulher para ser mulher tem que ser mulher, gente. Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, pontuou.

  • Além do óbvio: 17 posições para explorar o sexo anal com muito prazer

    Além do óbvio: 17 posições para explorar o sexo anal com muito prazer

    Da clássica “de ré” a ângulos inusitados, confira um guia prático de deposições para diversificar a relação com segurança e criatividade

  • Dinossauro gigante descoberto no Maranhão indica ligação com a Europa

    Dinossauro gigante descoberto no Maranhão indica ligação com a Europa

    Arte Jorge Blanco/Universidade Federal de Santa Maria
    Reconstituição artística de Dasosaurus tocantinensis. Metrópoles

    A descoberta de um novo dinossauro no interior do Maranhão está ajudando cientistas a entender como grandes animais herbívoros se espalharam entre diferentes continentes há cerca de 120 milhões de anos.

    A espécie, batizada de Dasosaurus tocantinensis, reforça a hipótese de que partes da América do Sul, da África e da Europa ainda estavam conectadas por rotas terrestres no início do período Cretáceo.

    O estudo foi liderado pelo pesquisador Elver Mayer, da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), com participação do paleontólogo Leonardo Kerber, do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Os resultados foram publicados na revista científica Journal of Systematic Palaeontology, em 12 de fevereiro.

    Os fósseis foram encontrados em 2021 no município de Davinópolis, no Maranhão, durante atividades de monitoramento paleontológico realizadas em uma área associada a obras de infraestrutura. O material estava preservado em sedimentos da Formação Itapecuru, datados do período Aptiano.

    O conjunto de fósseis pertence a um único dinossauro e inclui vértebras da cauda, costelas, ossos do antebraço, partes da pelve, além de fêmur, tíbia, fíbula e ossos do pé.

    Gigante que viveu no norte do Brasil

    Entre os restos encontrados, um dos elementos que mais chamou atenção foi o fêmur, com cerca de 1,5 metro de comprimento. Com base nessa medida, os pesquisadores estimam que o animal poderia atingir aproximadamente 20 metros de comprimento total.

    O dinossauro pertence ao grupo dos titanossauriformes, uma linhagem de saurópodes que inclui alguns dos maiores vertebrados terrestres que já existiram.

    Segundo os cientistas, o Dasosaurus apresenta uma combinação única de características anatômicas. Entre elas estão três cristas alongadas nas vértebras da cauda associadas à inserção muscular e uma saliência lateral bem desenvolvida no fêmur.

    Essas características indicam que o animal tinha uma anatomia intermediária entre formas mais antigas do grupo e titanossauros mais avançados, o que ajuda a esclarecer etapas importantes da evolução desses gigantes herbívoros.

    paleontólogo Leonardo Kerber deitado ao lado do femur encontrado. Metrópoles
    Para dar uma ideia da dimensão gigantesca do dinossauro encontrado, o paleontólogo da UFSM Leonardo Kerber deita-se ao lado de um dos fósseis escavados no Maranhão

    Conexão antiga entre continentes

    Um dos aspectos mais importantes da descoberta está nas relações evolutivas da nova espécie. As análises indicam que o Dasosaurus tocantinensis é o parente mais próximo conhecido do Garumbatitan morellensis, um dinossauro descrito na Espanha.

    Essa proximidade foi identificada a partir de semelhanças na estrutura de ossos como as vértebras da cauda e o fêmur.

    Com base nesses dados, os pesquisadores realizaram modelagens biogeográficas que sugerem que essa linhagem pode ter se originado na Europa e, posteriormente, se dispersado para a América do Sul entre cerca de 140 e 120 milhões de anos atrás, possivelmente passando pelo norte da África.

    O cenário reforça a ideia de que, naquele período, ainda existiam conexões terrestres que permitiam a circulação de grandes dinossauros entre regiões que hoje pertencem a continentes diferentes, antes da abertura definitiva do Oceano Atlântico.

    Além de revelar uma nova espécie, a descoberta também ajuda a entender melhor a diversidade de dinossauros que viveram no norte do Brasil, uma região ainda pouco explorada do ponto de vista paleontológico.

    Análises microscópicas do tecido ósseo também foram realizadas para entender como o animal crescia. Os resultados mostram uma combinação de características observadas tanto em titanossauriformes mais primitivos quanto em titanossauros mais avançados, sugerindo que algumas adaptações típicas desse grupo já estavam em desenvolvimento no início do Cretáceo.

    Os fósseis do Dasosaurus tocantinensis estão atualmente depositados no Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão, em São Luís, onde permanecem disponíveis para estudos científicos.

  • Feira do Peixe em Cruzeiro do Sul será lançada por Zequinha na próxima quarta

    Feira do Peixe em Cruzeiro do Sul será lançada por Zequinha na próxima quarta

    O prefeito Zequinha Lima (Progressistas) fará na quarta-feira, 18, às 8h30, o lançamento da 6ª Feira do Peixe, que será realizada entre os dias 31 de março e 4 de abril no Mercado João Machado, localizado no Bairro do Remanso, em Cruzeiro do Sul. A expectativa é a comercialização de 8 toneladas de pescado.

    Além do peixe fresco, a feira contará com venda de peixe pronto para consumo, hortaliças, produtos da agricultura familiar e a presença de empreendedores locais oferecendo seus produtos.

    Este ano, a Semana Santa, período de maior consumo de peixes, começa no dia 29 de março (Domingo de Ramos) e termina em 5 de abril (Domingo de Páscoa).