
Quem é o maior culpado pela nova guerra no Oriente Médio? Respostas de 2.011 leitores:
Estados Unidos – 58%
Irã – 12,7%
Israel – 29,3%


Quem é o maior culpado pela nova guerra no Oriente Médio? Respostas de 2.011 leitores:
Estados Unidos – 58%
Irã – 12,7%
Israel – 29,3%


A quarta-feira (4/3) será marcada pelo sol entre algumas nuvens, o que favorece a elevação das temperaturas diurnas e o tempo abafado no estado de São Paulo.
Ao longo das horas, o calor e a umidade podem provocar pancadas de chuva rápidas e isoladas, especialmente no leste e norte paulista, mas sem acumulados significativos.
Como o ar permanece seco, atenção a queda umidade do ar no setor oeste paulista, com índices abaixo dos 30%.
Na capital paulista, as temperaturas ficarão entre 16°C e 30°C. Já em Jales, no interior, esquenta mais, com mínima de 19°C e máxima de 35°C.
No litoral, pode dar praia. No Guarujá, a mínima será de 21°C e a máxima de 27°C, sem possibilidade de chuva, segundo a Defesa Civil.


Nesta quarta-feira (4/3), as agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 501 vagas para quem está em busca de uma colocação no mercado profissional. Os salários chegam a R$ 3 mil.
O posto que oferta a maior remuneração é o de padeiro, em Planaltina. Há uma vaga disponível para candidatos com ensino fundamental completo, com exigência de experiência prévia na função.
Também há cargos que se destacam pelo número de oportunidades oferecidas. Entre eles, está o de repositor de mercadorias (40), na Zona Industrial do Guará. É preciso ter fundamental completo, mas não é cobrada experiência. O salário oferecido é de R$ 1.621.
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br.


Davi Alcolumbre operou como um juiz de vídeo que olha o monitor, enxerga a irregularidade, mas decide que o jogo deve seguir. Ao validar a “matemática criativa” do senador Carlos Viana na CPMI do INSS, o presidente do Senado abriu um perigoso precedente no Congresso: o interesse político e eleitoral está de fato acima do regimento e regras da Casa.
O argumento de Alcolumbre é de um pragmatismo gélido: mesmo que o presidente da comissão tenha “se equivocado” na contagem visual, o quórum de presença no painel daria a vitória à oposição de qualquer jeito.
Ora, para que serve então uma votação presencial, se o que vale é o quadro? Das próximas, valerá um plenário vazio. Basta apertar o botão e sair para o almoço, ou para coisas “mais sérias” (contém ironia).
Não obstante, a pressa da oposição em quebrar o sigilo ignora um fato incômodo: Lulinha já havia colocado todos os seus dados bancários e fiscais à disposição da Polícia Federal e do Ministério Público muito antes deste “teatro” parlamentar. Se as autoridades técnicas já têm acesso ao que pedem, a manobra da CPMI desenha um claro desvio de finalidade.
O objetivo ali não é a investigação, mas a exposição seletiva de dados sob o brilho dos refletores.
Lulinha deve sim se explicar, pelo lobby que, por si só, já é um desastre ético. A própria defesa admite que o filho do presidente recebeu dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes – o enrolado “careca do INSS” – para tentar abrir portas no Ministério da Saúde para um projeto de cannabis medicinal. O projeto não vingou, o Ministério não quis conversa, mas o pecado original está cometido.
Isso, porém, é outra coisa. Não faz parte desta CPMI. Mas o desgaste é um inquilino que não pede licença para entrar no Palácio do Alvorada.
Parente de presidente não faz lobby, quiçá dentro do governo do próprio parente. É regra básica de higiene política. Ao aceitar a missão de ser “ponte” para um empresário que hoje é delator, Lulinha ofereceu no altar da oposição o pescoço do próprio pai. Lula, calejado, já deu o recado público: se o filho errou, que responda sozinho.
Resta saber se a polêmica da vez tem o poder de asfixiar o favoritismo de Lula. A história ensina que o bolso do eleitor costuma ser mais decisivo que o escândalo ético do dia. No entanto, no xadrez de 2026, com a oposição sedenta por revanche e o “golpe do painel” devidamente chancelado, o caso é uma baita munição.
Alcolumbre lavou as mãos. Agora, quem terá que limpar a sujeira é o Planalto.


O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta quarta-feira (4/3) matar o sucessor do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.
“Qualquer líder escolhido pelo regime terrorista iraniano para continuar liderando o plano de destruição de Israel, ameaçando os Estados Unidos, o mundo livre e os países da região, e reprimindo o povo iraniano, será um alvo certo para assassinato, não importa seu nome ou onde ele se esconda”, disse pelas redes sociais.
A sucessão de Khamenei ainda não foi decidida. A escolha do novo líder deve ser feita pela Assembleia de Peritos, formada por 88 líderes religiosos do islamismo xiita – conhecidos como aiatolás.
Na terça-feira (3/3), Israel atacou o local onde a Assembleia de Peritos se reúne, na cidade de Qom. A parte israelense afirmou à mídia local que todos os 88 aiatolás estavam presentes no local. Por outro lado, a mídia estatal iraniana disse que o prédio foi evacuado e nenhum líder religioso foi atingido. Até o momento, não há informações sobre aiatolás mortos ou feridos.
Por enquanto, o aiatolá Alireza Arafi foi nomeado para comandar o país interinamente, enquanto o sucessor não é escolhido. O presidente iraniano Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei também fazem parte do conselho que comanda o país temporariamente.
A cerimônia de despedida do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, vai começar nesta quarta-feira (4/3) e vai durar três dias, anunciou o Irã pela mídia estatal.
A previsão é que a cerimônia comece às 15h30 (no horário de Brasília), no local de oração Imam Khomeini, em Teerã. Ele será enterrado na cidade sagrada de Mashhad, cidade onde ele nasceu.


A cerimônia de despedida do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, vai começar nesta quarta-feira (4/3) e vai durar três dias, anunciou o Irã pela mídia estatal.
A previsão é que a cerimônia comece às 15h30 (no horário de Brasília), no local de oração Imam Khomeini, em Teerã. Ele será enterrado na cidade sagrada de Mashhad, cidade onde ele nasceu.
Khamenei foi morto no sábado (28/2) durante os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. A mídia estatal confirmou a morte dele por meio de uma publicação nas redes sociais.
“Pertencemos a Alá e a Ele retornaremos. O líder supremo da revolução foi martirizado”, diz a publicação.
Khamenei nasceu em 1939 na cidade de Mashhad, no leste do Irã. Sua formação religiosa e política teve início na década de 1960, por meio de movimentos que questionavam o regime do então xá Mohammad Reza Pahlevi.
Participou ativamente da Revolução Iraniana. Em 1980, foi escolhido para ser o imã, responsável pela tradicional oração de sexta-feira em Teerã, e foi escolhido como líder supremo do país em 1989.
Ao longo dos anos, influenciou a formulação e execução de políticas no país e fomentou o culto à sua personalidade. Em mais de 35 anos no poder, Khamenei enfrentou diversas ondas de protestos, todos reprimidos com violência, enquanto manteve uma política de linha dura em relação a costumes. Seu governo foi acusado de matar opositores exilados e reprimiu jornalistas e intelectuais não alinhados ao regime.
Nesta quarta-feira (4/3), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou assassinar qualquer líder iraniano escolhido para suceder Ali Khamenei.
“Qualquer líder escolhido pelo regime terrorista iraniano para continuar liderando o plano de destruição de Israel, ameaçando os Estados Unidos, o mundo livre e os países da região, e reprimindo o povo iraniano, será um alvo certo para assassinato, não importa seu nome ou onde ele se esconda.”


A Medida Provisória (MP) 1.326/2025, que garantiu a recomposição salarial das Forças de Segurança do Distrito Federal, voltou a entrar em pauta no Congresso Nacional.
Nessa terça-feira (3/3), foi instalada uma Comissão Mista, que será responsável por analisar o ato. A MP entrou em vigor em dezembro de 2025, mas precisa ser aprovada, nas duas Casas, até maio para não perder a validade.
A senadora Leila do Vôlei (PDT-DF), eleita presidente da comissão, e o deputado federal Rafael Prudente (MDB-DF), relator da matéria na Câmara dos Deputados, indicaram que o texto deverá ser votado até 20 de março.
“Esse é um compromisso que começou lá atrás, com diálogo e muita responsabilidade. Vamos conduzir os trabalhos para garantir segurança jurídica definitiva às categorias”, afirmou Leila.
De acordo com Prudente, a intenção é apresentar o relatório em, no máximo, 15 dias.“Isso para que seja possível levarmos à votação na Câmara dos Deputados ainda em março, dando tranquilidade para o Senado Federal apreciar a matéria em abril e o presidente Lula sancionar a legislação em maio”, avaliou.
A MP 1.326/2025 foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a aprovação do PLN 31/2025, que ajustou o Orçamento da União para viabilizar a recomposição salarial e a convocação de novos profissionais para as Forças de Segurança do DF.
Pelo acordo construído nas mesas de negociação, Polícia Militar (PMDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF) receberam reajustes entre 19,60% e 28,40%. Já a Polícia Civil (PCDF), tiveram recomposição de 27,27%. As parcelas foram pagas em dezembro de 2025 e janeiro de 2026.
As alterações orçamentárias também permitem a convocação de 2.073 novos profissionais, sendo: 1.284 policiais militares; 700 policiais civis; e 89 bombeiros.


Com a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei — atingido por ataques dos EUA e de Israel no sábado (28/2), pairam dúvidas sobre a sucessão do aiatolá, que comandava o regime teocrático islâmico no Irã desde 1989.
Após a morte de Khamenei, o aiatolá Alireza Arafi foi nomeado para comandar o país interinamente, enquanto o sucessor não é escolhido. O presidente iraniano Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei também fazem parte do conselho que comanda o país temporariamente.
A votação não tem uma data publicamente definida. O mais provável é que o sucessor de Ali Khamenei como líder supremo do regime iraniano seja também um defensor radical do islamismo xiita, já que todo o processo é feito para que o líder supremo tenha influência sobre quem escolherá seu sucessor.
O historiador e chefe do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Rodrigo Medina, analisa que a possibilidade de um sucessor mais progressista é pequena.
“A Assembleia de Peritos muito dificilmente dará lugar a uma ala mais progressista e próxima ao ocidente“, explica Medina.
Nesta terça-feira (3/3), Israel atacou o local onde a Assembleia de Peritos se reúne, na cidade de Qom. A parte israelense afirmou à mídia local que todos os 88 aiatolás estavam presentes no local. Por outro lado, a mídia estatal iraniana disse que o prédio foi evacuado e nenhum líder religioso foi atingido. Até o momento, não há informações sobre aiatolás mortos ou feridos.
Outro ator importante para os rumos futuros do Irã é a Guarda Revolucionária — uma organização paramilitar, subordinada às Forças Armadas do país e leal ao regime islâmico dos xiitas.
O professor Rodrigo Medina avalia que a chance da Guarda Revolucionária abandonar o regime dos aiatolás também é muito pequena, pois o grupo é identificado com o mesmo nacionalismo religioso do regime atual.
“Depende de uma variável pouquíssimo plausível, que seria a oposição interna ao regime dos aiatolás e de Ali Khamenei, simpática a algumas pautas dos movimentos insurgentes que tomaram as ruas do Irã em protestos no final do ano passado e início deste – acabar prevalecendo no processo de sucessão”, destacou o chefe do Departamento de Relações Internacionais da Unifesp.
Desde a Revolução Islâmica de 1979, a Guarda faz a defesa dos princípios religiosos do islamismo, adepta, principalmente, ao que Medina categoriza como uma “expressão radical do islamismo xiita”.


Mais de 1 mil civis foram mortos no Irã desde o início da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel, no sábado (28/2), calcula a ONG de direitos humanos Hrana.
De acordo com o último relatório da ONG, o número total de mortes de civis relatadas chegou a 1.097, incluindo 181 crianças menores de dez anos. Outras 880 mortes relatadas estão atualmente sob revisão para verificação e classificação.
O número de feridos civis chegou a 5.402, incluindo 100 crianças.
Para chegar aos números, a ONG se baseia na comparação de relatórios de campo, fontes locais, contatos médicos e de emergência e material disponível em fontes abertas.
No sábado (28/2), Israel e Estados Unidos lançaram uma ofensiva militar coordenada contra o Irã. O objetivo declarado foi destruir instalações de enriquecimento de urânio que, segundo Washington e Tel Aviv, estavam prestes a produzir material para bombas atômicas.
O Irã reagiu com ataques de mísseis balísticos e drones, não apenas contra Israel, mas contra bases militares americanas na região.