Porta-bandeira nota 10 do Salgueiro sofre ataques; entenda a confusão

Eduardo Hollanda/RioCarnaval
Marcella Alves, ex-porta-bandeira do Salgueiro

A saída de Marcella Alves do Salgueiro, anunciada na terça-feira (24/2), provocou repercussão entre torcedores e colocou a porta-bandeira no centro de ataques nas redes sociais. Após mais de uma década defendendo o pavilhão da escola, a sambista confirmou sua ida para a Viradouro, campeã do Carnaval 2025, em meio ao período de troca-troca entre profissionais da folia no Rio de Janeiro.

Marcella estava no Salgueiro desde 2014 e só tirou nota 10 em todos os desfiles nesse período. O desligamento, claro, surpreendeu parte da comunidade da escola. Os ataques passaram a ser associados ao relacionamento entre Marcella e o chefão da Viradouro, Marcelinho Calil, com quem ela mantém uma relação.

Nas redes sociais, a mudança passou a ser associada ao relacionamento, e Marcella se tornou alvo de comentários machistas. Entre as mensagens publicadas, torcedores escreveram: “Pirocada bem dada, que fez até largar a mão da escola que ela se dizia amar para todo sempre.”; “Se um dia o relacionamento dela terminar, espero que o Salgueiro não volte atrás com ela.”; “Mulher, onde se ganha o pão não se come a carne.”; e “Ela se vendeu para um homem casado com a mulher no puerpério e aceitou ser amante.”.

O relacionamento entre Marcella Alves e Marcelinho Calil teve início após rumores de uma suposta traição envolvendo o dirigente e a porta-bandeira no fim de 2024, quando ele ainda era casado com a influenciadora Thamires Hauch. Após a separação, Marcella e Calil assumiram a relação e seguem juntos.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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