Trump defende "paz através da força" e diz que Irã não terá armas nucleares

Kenny Holston-Pool/Getty Images
Trump durante discurso do Estado da União, no Capitólio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou sobre as negociações de um acordo de paz com o Irã, durante o discurso do Estado da União, realizado no Capitólio nessa terça-feira (24/2).

O republicano afirmou que a “preferência” dele é por resolver o impasse com o Irã por meio da diplomacia, mas que Teerã precisa se comprometer a encerrar o programa nuclear.

“Nós estamos buscando negociar para acabar com essas ambições sinistras, mas eles ainda não falaram as palavras mágicas: ‘Nunca teremos uma arma nuclear”, disse Trump.

No discurso, Trump afirmou que o Irã busca construir mísseis nucleares que possam atingir o território dos Estados Unidos.

“Eles já desenvolveram mísseis capazes de ameaçar a Europa e nossas bases no exterior e trabalham para construir mísseis que em breve poderão alcançar os Estados Unidos”, afirmou.

Durante fala no Capitólio, o republicano afirmou que, se a diplomacia não alcançar sucesso, os EUA podem realizar novas operações militares. “É chamada paz através da força, que é muito efetivo”, disse.

O republicano ainda disse que os Estados Unidos vão garantir que “patrocinadores do terror não terão armas nucleares”.


Acordo nuclear


Discurso do Estado da União

O discurso de Trump ocorreu no Capitólio, em Washington, D.C., e contou com a presença de todos os membros do Senado, composto por 100 senadores, e da Câmara dos Representantes, com 435 cadeiras.

No começo da fala, Trump aproveitou para criticar a decisão da Suprema Corte de suspender o tarifaço imposto por ele. Segundo o norte-americano, ele resolveu guerras graças às tarifas.

Trump destacou as políticas anti-imigração de seu governo. Segundo ele, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal entrou nos Estados Unidos. Trump: “Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses”, disse. “Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes”, completou.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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