Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Oncologistas explicam quais exames detectam o câncer colorretal

    Oncologistas explicam quais exames detectam o câncer colorretal

    AlexLMX/Getty Images
    Ilustração colorida de intestino - Oncologista explica quais exames detectam o câncer colorretal - Metrópoles

    O rastreamento do tumor tem um papel importantíssimo na prevenção e no diagnóstico precoce da doença. Quando identificada no início, tem taxas altas de cura.

    Embora muitos casos só causem sintomas em fases mais avançadas, existem alguns exames capazes de identificar alterações no intestino grosso e no reto logo no início.

    Colonoscopia é o exame de referência

    A colonoscopia é o principal exame para rastrear e diagnosticar o câncer colorretal. O procedimento permite que o médico visualize todo o intestino grosso e o reto por meio de uma câmera introduzida pelo ânus. O exame também possibilita a retirada de pólipos, que são lesões pequenas na parede do intestino.

    Em muitos casos, esses pólipos são benignos, mas podem crescer com o passar do tempo e evoluir para câncer. Por isso, retirar os pólipos o quanto antes diminui significativamente o risco de desenvolver algum tumor.

    “A colonoscopia é considerada o padrão ouro para o diagnóstico do câncer colorretal. Ela permite não apenas detectar lesões, mas também realizar biópsias e remover pólipos no mesmo procedimento, o que contribui muito para a prevenção da doença”, explica o oncologista Rodrigo Bovolin, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.

    Além disso, existe também a colonografia, um exame de imagem por tomografia computadorizada, menos invasivo e sem sedação. Ele pode ser uma opção para quem tem contraindicação ou recusa a colonoscopia convencional.

    Contudo, a colonografia tem menor sensibilidade para identificar pólipos pequenos e não permite biópsia nem a retirada de lesões. Por isso, não substitui a colonoscopia tradicional como método principal de rastreamento.

    Recorte de papel representando a anatomia do intestino humano sobre fundo bege - Oncologista explica quais exames detectam o câncer colorretal - Metrópoles
    O sangramento pelo reto ou sangue nas fezes pode ser um dos primeiros sinais do câncer colorretal

    Testes de fezes ajudam na triagem do câncer colorretal

    Os exames de fezes, como a pesquisa de sangue oculto e o teste imunológico fecal, funcionam como métodos de triagem, principalmente em pessoas sem sintomas. Esses testes detectam sangramentos pequenos que podem indicar a presença de pólipos ou tumores iniciais.

    No entanto, os especialistas ouvidos pelo Metrópoles destacam que eles apresentam limitações para identificar pólipos que não sangram e não substituem a colonoscopia.

    Por isso, quando o resultado de fezes é positivo, a investigação deve prosseguir com o exame de colonoscopia, de preferência em um curto intervalo de tempo para evitar o agravamento do quadro.

    “O atraso na realização da colonoscopia após um teste positivo está associado a piores desfechos clínicos e maior probabilidade de diagnóstico em estágios avançados”, ressalta a oncologista Fernanda Guedes, do Hospital Brasília, da Rede Américas.

    Quando iniciar o rastreamento?

    Para a população geral, o rastreamento deve começar aos 45 anos. Já pessoas com histórico familiar de câncer colorretal, doenças inflamatórias intestinais ou síndromes genéticas precisam iniciar o acompanhamento mais cedo, conforme orientação médica.

    A periodicidade varia conforme o método do exame e o resultado: a colonoscopia normal costuma ser repetida a cada 10 anos; exames de fezes devem ser feitos anualmente; quando há pólipos ou alterações, o intervalo é reduzido.

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    Morre mulher com câncer que celebrou aniversário do filho no hospital

    Sandro Araújo/Agência Saúde
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    Ela estava internada na Unidade de Internação Oncológica do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), recebendo tratamento paliativo desde 12 de janeiro.

    O falecimento foi confirmado pelo próprio filho mais velho, que prestou uma homenagem nas redes sociais à mãe.

    “Minha amada mãe, que em meias batalhas nunca desistiu da família, de acreditar que no finalzinho sempre havia uma vitória, e hoje a alma e o espírito dela será abraçado por quem ela mais desejou e amou nessa Terra, hoje ela poderá finalmente louvar uma canção ao lado de quem a criou”, disse.

    Lana trabalhava como atendente comercial e era pastora da Igreja Pentecostal Fogo do Espírito Santo, localizada na Expansão do Setor O em Ceilândia. Ela deixa também a filha mais nova, Mel Joeli, de 12 anos, e o marido.

    Último momento especial

    Na semana passada, a equipe de assistência psicossocial do HRT organizou uma festa surpresa para o aniversário de maioridade de João Athos, garantindo que Lana pudesse participar.

    Com bolo, doces, suco e uma decoração simples, a celebração levou leveza a um momento delicado.

    Lana estava apreensiva com a possibilidade de não conseguir acompanhar um marco importante na vida do filho. “Estou muito feliz por poder compartilhar esse momento com toda a minha família. É uma experiência muito boa”, declarou à época.

    A surpresa foi organizada ao longo de vários dias por profissionais da assistência psicossocial do hospital, que acompanharam Lana durante a internação.

    Em atendimentos, ela relatou o forte vínculo com a família e a angústia por não saber se estaria presente no aniversário do filho. Sensibilizada, a equipe decidiu preparar a comemoração.

    Stephanie Lisboa, chefe da Unidade de Internação Oncológica do HRT, destacou que a iniciativa faz parte do cuidado integral oferecido aos pacientes e familiares. “Nossa intenção é proporcionar conforto, acolhimento e qualidade de vida, especialmente nos momentos mais delicados”, afirmou.

    João Athos também agradeceu à equipe do hospital pelo gesto. “Ter uma festa em um lugar onde você não espera uma surpresa como essa, junto das pessoas que você ama, é tão perfeito, tão maravilhoso”, disse o jovem.

  • Plateia do BBB foi manipulada pela Globo no Sincerão? Entenda. Veja o vídeo

    Plateia do BBB foi manipulada pela Globo no Sincerão? Entenda. Veja o vídeo

    Reprodução/Redes sociais
    Participantes da Plateia do BBB viralizam e geram críticas à emissora

    Vídeos compartilhados por alguns dos convidados pela Globo para participar da plateia do Sincerão do BBB 26 nessa segunda-feira (9/2) começaram a levantar especulações de que a produção do programa tenha manipulado a dinâmica. Em um dos registros, os participantes admitem que “não sabiam o que estavam falando” e que “o roteiro desandou”. Assista: 

    “Tinham passado todo um roteiro e depois desandou, o que aconteceu?”, indagou um dos convidados a um membro da plateia que afirmou que estava torcendo pela emparedada Sarah Andrade (vote e veja resultado da enquete).

    Nos registros, o suposto torcedor fica desconcertado ao tentar “justificar o voto” e cai na gargalhada. Além disso, tiveram internautas que não ficaram convencidos pela resposta que ele deu à apresentadora da dinâmica, a ex-BBB 21 Karol Conká.

    a cara da karol conká com a yag falando no ao vivo que tá torcendo pra sarah bolsonara #BBB26pic.twitter.com/fI147rjE5o

    — GABRIEL VENCELAU (@VENCELAUGABRIEL) February 10, 2026

    Outra das participantes, que afirmou estar torcendo pela também veterana Sol Vega, também não sustentou o voto após o fim da transmissão ao vivo. “Eu nem sabia o que eu tava falando. Eu nem sei quem é Sol”, admitiu nos registros.

    Em resposta a uma página nas redes sociais, a espectadora da plateia ainda confirmou que participou da dinâmica “só pelo lanchinho”: “Eu não assisto BBB, fui só assistir com a caravana para ganhar um lanchinho. Ela (Karol Conká) me perguntou e tive que inventar porque não sabia nada”.

    Internautas perceberam ainda que os participantes da caravana sequer seguiam as veteranas emparedadas Sarah Andrade ou Sol nas redes sociais.

  • Receita quer discutir tributação sobre investimento em ativos virtuais

    Receita quer discutir tributação sobre investimento em ativos virtuais

    Reprodução/Receita Federal
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    A Receita Federal pretende propor a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações com ativos virtuais, como criptomoedas, por exemplo.

    A medida deve ser apresentada em consulta pública e ainda pode sofrer alterações antes de eventual implementação por decreto.

    Segundo interlocutores do órgão, a iniciativa busca possibilitar o debate amplo, para que o Brasil possa tomar a melhor decisão sobre a tributação dessas operações, já que atualmente as operações com ativos virtuais não estão sujeitas à cobrança do imposto, ao contrário de outras aplicações financeiras.

    A proposta em estudo prevê que pessoas físicas possam ficar isentas do IOF em operações de até R$ 10 mil. Ainda não há definição sobre o calendário da consulta pública nem sobre quando a eventual cobrança passaria a valer.

    A discussão ocorre em meio ao avanço da regulamentação do mercado de criptoativos no Brasil. Em novembro de 2025, o Banco Central (BC) publicou novas regras para o setor, que entraram em vigor em fevereiro deste ano, estabelecendo exigências de governança, segurança e transparência para empresas que prestam serviços com ativos virtuais.

    Entre as medidas, está a obrigação de segregação entre recursos próprios das empresas e os valores dos clientes, além da realização periódica de auditorias independentes.

    A possível incidência do IOF se soma a outras mudanças recentes na tributação de ativos digitais, em um movimento do governo para ampliar a regulação e a fiscalização do mercado.

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    Zé Lopes cobra melhorias em ramais do Assentamento Moreno Maia

    O vereador Zé Lopes (Republicanos) utilizou a tribuna da Câmara Municipal para relatar a situação enfrentada por agricultores familiares do Projeto de Assentamento Moreno Maia, em Rio Branco. Segundo o parlamentar, no último fim de semana ele percorreu os ramais Três Palhetas, Paralelo e Mariana, onde conversou diretamente com moradores da região. De acordo com […]

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    A Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu auditoria sobre a contratação, por inexigibilidade de licitação, da solução biológica “Aedes do Bem”…