Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • "Sente fungos andando", diz filha de mulher que espera amputação do pé

    "Sente fungos andando", diz filha de mulher que espera amputação do pé

    Imagem cedida ao Metrópoles
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    A filha de Maria Aparecida, 52, , contou ao Metrópoles que a doença mexeu também com o psicológico da mãe. A mulher diz que sente os fungos andando pelo corpo dela 24 horas por dia.

    Veja:

    Segundo familiares, a aposentada, moradora de Águas Lindas de Goiás, adquiriu a infecção fúngica, conhecida como micetoma eumicótico, há 30 anos, em 1996, por uma pequena ferida no membro inferior. Esse fungo, de acordo com os médicos, tende a atingir agricultores e trabalhadores rurais, por solos contaminados por esses microrganismos. Na época, ela morava em uma área rural de Alexânia (GO).

    A filha de Maria, Denise Dutra, contou ao Metrópoles que, no início, a doença começou como um “caroço” pequeno e, com a demora para diagnosticar, foi crescendo e inchando, até um ponto em que os remédios antifúngicos receitados pelos médicos não estavam surtindo mais efeito. Denise detalha que, durante esses anos, a mãe procurou atendimento tanto no sistema de saúde de Goiás quanto no do Distrito Federal. Atualmente, ela faz o acompanhamento médico no Hospital Universitário de Brasília (HUB).

    A resposta que a família recebeu da equipe médica foi de que Maria precisaria amputar o pé. A justificativa era de que a infecção já atingiu o sistema ósseo e, se cair na corrente sanguínea, pode causar sepse – uma infecção generalizada que, se não tratada precocemente, leva ao choque e à morte. O problema é que o tempo de espera para uma consulta e cirurgia no SUS já soma mais de 400 dias, e Maria está no 31º lugar. A aposentada deu entrada na fila em 13 de janeiro de 2025.

    Fungos andando

    A filha acredita que Maria desenvolveu hipocondria. A cada duas semanas, a paciente pede para ir ao hospital com o objetivo de conferir se está tudo bem e não deixa de tomar os remédios, pois, segundo Denise, ela teme que o quadro piore e morra. Maria chegou ainda a se consultar com um psiquiatra que a receitou um antipsicótico.

    “Ela fica muito agoniada, diz que sente os fungos andando pelo corpo dela e toma analgésicos todos os dias”, conta.

    Denise também relatou que a infecção se concentra apenas no pé direito da mãe, e que exames já foram feitos para saber se o fungo se espalhou e foi confirmado que ele permanece no mesmo lugar durante anos, o que demonstra mais ainda a confusão mental e o medo da paciente.

    Além disso, a aposentada não anda mais faz três anos; a locomoção agora é feita em uma cadeira de rodas. Situações básicas do cotidiano viraram um grande desafio, como tomar banho e caminhar no quintal de casa.

    Por fim, os familiares contam que, durante esses 27 anos de tratamento, a situação teve vários desdobramentos, internações, inclusive remédios que não estavam disponíveis pelo SUS, e que tiveram que entrar na Justiça para conseguir o valor dos medicamentos. Mesmo com tantos esforços, nenhuma melhora apareceu, e a única saída para Maria Aparecida é a amputação.

    Posicionamento

    Em nota, a Secretaria de Saúde informou que consultas, exames e cirurgias são reguladas de acordo com a classificação de risco e data de inserção da solicitação no sistema. Os casos mais graves são priorizados.

    Segundo a pasta, a paciente em questão encontra-se regulada, no entanto, com a evolução da doença conforme relatado, a orientação é que ela retorne ao médico para um nova avaliação.

    O Hospital Universitário de Brasília (HUB) também se posicionou. Em nota, a unidade informou que a paciente foi regulada para atendimento em consulta de ortopedia, em junho de 2024.

    De acordo com o hospital, por não possuir a especialidade na cirurgia indicada, a paciente foi encaminhada à uma rede pública de saúde do DF.

  • Voto de Moraes reabre julgamento dos acusados de mandar matar Marielle

    Voto de Moraes reabre julgamento dos acusados de mandar matar Marielle

    Hugo Barreto/Metrópoles
    O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia, nos dias 24 e 25 de fevereiro, o julgamento dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta quarta-feira (25/2), o julgamento dos acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco, com o voto do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal.

    O primeiro dia de julgamento foi marcado pela leitura do relatório, feita pelo próprio relator, além da sustentação do subprocurador-geral da República Hindemburgo Chateaubriand, que defendeu a condenação dos cinco réus no processo.

    Na sequência, falaram os assistentes de acusação, como o advogado de Fernanda Chaves, única sobrevivente do assassinaro, e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, que representa a mãe de Marielle, Marinete da Silva.

    Os advogados dos réus, dentro do prazo de uma hora cada, também sustentaram perante os quatro ministros do colegiado. Todos defenderam a absolvição dos clientes na ação penal, apontando contradições na delação premiada de Ronnie Lessa,responsável pelos tiros que atingiram Marielle e o motorista Anderson Gomes.

    Com a conclusão das sustentações nesta terça-feira (24/2), julgamento será retomado, nesta quarta, com o voto de Moraes. Em seguida, votarão os ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, decana da Turma. Por fim, vota o ministro Flávio Dino, presidente do colegiado.

    O julgamento deve ser concluído nesta quarta-feira (24/2). A sessão definirá se Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ); seu irmão, Chiquinho Brazão, ex-deputado federal; e Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio, serão absolvidos ou condenados.

    Participações

    A Primeira Turma do STF também analisará a participação de Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar do Rio, e de Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos Brazão, nos crimes. Eles são acusados de ajudar na orquestração dos assassinatos.

    O caso é julgado no STF em razão da prerrogativa de foro de Chiquinho Brazão, que exercia mandato de deputado federal quando foi preso pela Polícia Federal, em 2024, na segunda etapa das investigações.

    Arte com o nome e minibio dos acusados de serem mandates do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes

    Se Chiquinho Brazão não estivesse entre os réus, o processo poderia tramitar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em razão da prerrogativa de foro do irmão, Domingos Brazão. Preso, Domingos está afastado do cargo de conselheiro do TCE-RJ, mas segue recebendo salário mensal de R$ 41.845,48.

  • Juiz de Fora tem risco muito alto de enxurradas e deslizamentos

    Juiz de Fora tem risco muito alto de enxurradas e deslizamentos

    Divulgação/Corpo de Bombeiros de Minas Gerais
    chuva em Juiz de Fora Minas Gerais

    O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu alerta para esta quarta-feira (25/2) de risco muito alto de novas enxurradas e deslizamentos em Juiz de Fora (MG). A cidade enfrenta o fevereiro mais chuvoso de sua história e contabiliza 30 mortos em decorrência das fortes chuvas.

    “Previsão de continuidade da chuva com intensidade moderada a forte ao longo do dia, incrementando os elevados acumulados registrados nos últimos dias (superiores a 150 mm em 24 horas em Juiz de Fora e Ubá). Neste cenário, há possibilidade de ocorrer novos deslizamentos esparsos e generalizados em encostas, além de quedas de barreira à margem de estradas e rodovias”, destaca o boletim.

    Nessa terça-feira (24/2), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu o estado de calamidade pública na cidade. O decreto deve ser publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). A medida flexibiliza regras para o uso de recursos federais com o objetivo de prestar auxílio imediato à população.

  • MC Negão Original divulgava plataforma de bet manipulada, diz polícia

    MC Negão Original divulgava plataforma de bet manipulada, diz polícia

    Reprodução/ Instagram
    Imagem colorida de MC Negão Original. Metrópoles

    O MC Negão Original, funkeiro com mais de 2 milhões de seguidores na internet, divulgava plataforma de apostas online em que a casa sempre vencia, segundo a Polícia Civil. O cantor é acusado de induzir os fãs a apostarem no site para juntar recursos para uma quadrilha responsável por golpes digitais em série.

    Ele está foragido e é alvo da Operação Fim da Fábula, que mira o grupo. Negão Original é acusado de promover o jogo viciado, em que, mesmo se a vítima ganhasse algum dinheiro, ela não conseguia sacar.

    Um imóvel localizado em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, também liga o MC a quadrilha. A propriedade em que o cantor morou tem conexões financeiras com o grupo e era usada como estrutura central das fraudes.

    De acordo com a investigação, os criminosos aplicaram diversas fraudes por meio do “golpe do INSS”, o “golpe do falso advogado”, uso de cartões clonados e até a utilização de Bets e fintechs para movimentação de recursos e clonagem de chaves Pix. A engrenagem golpista teria lavado aproximadamente R$ 100 milhões obtidos com fraudes em todo o país.

    No imóvel onde morava o MC, foram encontrados notebooks, celulares e documentos relacionados com a ação criminosa. As provas foram apreendidas e serão analisadas pela investigação.

    Em nota oficial, o advogado Robson Cyrillo, representante do funkeiro, informou que a defesa ainda não teve acesso integral aos autos da investigação, mas que João Vitor comprovará sua inocência.

    “Importante destacar, ainda, que todas as transações financeiras relacionadas ao artista possuem lastro documental de origem lícita, que será devidamente demonstrado no momento oportuno”, acrescentou.


    Quem é MC Negão Original


    Operação já prendeu 12 suspeitos

    Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (24/2), lideranças da Polícia Civil de São Paulo informaram que 12 suspeitos já haviam sido presos. A operação foi deflagrada nesta manhã e ocorreu simultaneamente em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. No estado paulista, foram cumpridos mandados em São Paulo, Ferraz de Vasconcelos, Arujá, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Santo André, São José do Rio Preto, Praia Grande, São Vicente, Atibaia e Guarulhos.

    A polícia buscou cumprir 120 mandados de busca e apreensão e 53 mandados de prisão temporária, além do bloqueio judicial de R$ 100 milhões em bens dos investigados. A ação foi coordenada pelo Deic, por meio da Divisão de Crimes contra o Patrimônio, em conjunto com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), através do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (Gaepp).

    Também foram determinados bloqueios de bens móveis e imóveis, além de restrição judicial de 86 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, com limite de até R$ 100 milhões por conta.

  • Trump bate recorde de discurso mais longo sobre o Estado da União

    Trump bate recorde de discurso mais longo sobre o Estado da União

    Chip Somodevilla/Getty Images
    Trump durante discurso do Estado da União, no Capitólio

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou nessa terça-feira (24/2) o discurso do Estado da União, apresentando o primeiro balanço do atual mandato. O republicano quebrou o recorde de pronunciamento mais longo já feito por um presidente no evento: foi 1h48 de fala.

    Até então, o discurso mais extenso era o de Bill Clinton, que falou por quase 90 minutos em 2000. O levantamento é do The American Presidency Project, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, que compila dados desde pelo menos 1964.

    Trump também superou o próprio recorde de discurso anual mais longo.

    Entre os temas abordados, o republicano voltou a ameaçar o Irã. Segundo ele, a questão nuclear deve ser resolvida por meio da diplomacia, mas, se isso não ocorrer, poderá recorrer às Forças Armadas norte-americanas. “É chamada paz através da força, que é muito efetiva”, afirmou.

    O presidente ainda destacou a política anti-imigração de seu governo, fez críticas à Suprema Corte dos Estados Unidos e defendeu a manutenção de tarifas impostas a países estrangeiros.

  • Trump defende "paz através da força" e diz que Irã não terá armas nucleares

    Trump defende "paz através da força" e diz que Irã não terá armas nucleares

    Kenny Holston-Pool/Getty Images
    Trump durante discurso do Estado da União, no Capitólio

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou sobre as negociações de um acordo de paz com o Irã, durante o discurso do Estado da União, realizado no Capitólio nessa terça-feira (24/2).

    O republicano afirmou que a “preferência” dele é por resolver o impasse com o Irã por meio da diplomacia, mas que Teerã precisa se comprometer a encerrar o programa nuclear.

    “Nós estamos buscando negociar para acabar com essas ambições sinistras, mas eles ainda não falaram as palavras mágicas: ‘Nunca teremos uma arma nuclear”, disse Trump.

    No discurso, Trump afirmou que o Irã busca construir mísseis nucleares que possam atingir o território dos Estados Unidos.

    “Eles já desenvolveram mísseis capazes de ameaçar a Europa e nossas bases no exterior e trabalham para construir mísseis que em breve poderão alcançar os Estados Unidos”, afirmou.

    Durante fala no Capitólio, o republicano afirmou que, se a diplomacia não alcançar sucesso, os EUA podem realizar novas operações militares. “É chamada paz através da força, que é muito efetivo”, disse.

    O republicano ainda disse que os Estados Unidos vão garantir que “patrocinadores do terror não terão armas nucleares”.


    Acordo nuclear


    Discurso do Estado da União

    O discurso de Trump ocorreu no Capitólio, em Washington, D.C., e contou com a presença de todos os membros do Senado, composto por 100 senadores, e da Câmara dos Representantes, com 435 cadeiras.

    No começo da fala, Trump aproveitou para criticar a decisão da Suprema Corte de suspender o tarifaço imposto por ele. Segundo o norte-americano, ele resolveu guerras graças às tarifas.

    Trump destacou as políticas anti-imigração de seu governo. Segundo ele, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal entrou nos Estados Unidos. Trump: “Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses”, disse. “Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes”, completou.

  • No Capitólio, Trump provoca democratas que não se levantam para aplaudi-lo

    No Capitólio, Trump provoca democratas que não se levantam para aplaudi-lo

    Aaron Schwartz/Getty Images
    WASHINGTON, DC - FEBRUARY 20: U.S. President Donald Trump speaks during a press briefing held at the White House February 20, 2026 in Washington, DC. The U.S. Supreme Court today ruled against Trump’s use of emergency powers to implement international trade tariffs, a central portion of the administration’s core economic policy. (Photo by Aaron Schwartz/Getty Images)

    Durante discurso no Capitólio, na noite dessa terça-feira (24/2), o presidente Donald Trump repreendeu diversas vezes parlamentares democratas que não se levantaram para aplaudi-lo. O republicano faz o primeiro balanço do mandato atual, o chamado Estado da União.

    Em um desses momentos, Trump pediu para que os legisladores presentes se levantassem caso concordassem que “o primeiro dever do governo americano é proteger os cidadãos americanos, não os imigrantes ilegais”. Os democratas permaneceram sentados.

    “Vocês deveriam ter vergonha de não se levantarem”, disse Trump.

     

  • Trump quer prova de cidadania para que eleitores possam votar nos EUA

    Trump quer prova de cidadania para que eleitores possam votar nos EUA

    Aaron Schwartz/Getty Images
    WASHINGTON, DC - FEBRUARY 20: U.S. President Donald Trump speaks during a press briefing held at the White House February 20, 2026 in Washington, DC. The U.S. Supreme Court today ruled against Trump’s use of emergency powers to implement international trade tariffs, a central portion of the administration’s core economic policy. (Photo by Aaron Schwartz/Getty Images)

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu que eleitores apresentem, de forma obrigatória, prova de cidadania norte-americana para poderem votar nas eleições. A fala ocorreu na noite desta terça-feira (24/2), durante o discurso de primeiro balanço do mandato atual, no Capitólio, em Washington.

    “A fraude eleitoral é desenfreada. É muito simples. Todos os votantes devem apresentar os documento de identidade de eleitor. Todos os eleitores devem apresentar prova de cidadania para poder votar. […] o Congresso deveria se unir e aprovar essa legislação sensata para salvar o país agora mesmo”, defendeu o republicano.

    Assista:

    De acordo com o presidente, o único motivo para os democratas irem contra o projeto de lei seria para fraudar as eleições. “O motivo pelo qual eles não fazem isso é porque querem trapacear. Dizem que isso é racista, inventam outras coisas, porque querem roubar. A única forma de eles serem eleitos é se eles roubarem”.

    O evento conta com a presença de todos os membros do Senado, composto por 100 senadores, e da Câmara dos Representantes, com 435 cadeiras.

    Durante a fala, Trump também destacou as políticas anti-imigração de seu governo. Segundo ele, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal entrou nos Estados Unidos. Trump: “Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses”, disse. “Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes”, completou.

    Apesar disso, logo em seguida, ele afirmou que o país sempre vai permitir que “pessoas trabalhadoras que gostam do nosso país” entrem nos EUA.

  • Trump presta homenagem a Charlie Kirk e condena violência política

    Trump presta homenagem a Charlie Kirk e condena violência política

    Kevin Dietsch/Getty Images
    Foto colorida de Trump ao lado de Erika Kirk - Metrópoles

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, homenageou na madrugada desta quarta-feira (25/2) o ativista conservador Charlie Kirk, morto em setembro do último ano. Com a presença da viúva Erika Kirk visivelmente emocionada, Trump lembrou de Charlie durante discurso de Estado da União.

    “Amigo, Charlie Kirk, você é um cara incrível, um grande homem”, disse Trump. “Sua querida esposa, Erica, está conosco esta noite. Erica, por favor, levante-se. Obrigado, Erica. Passamos por muita coisa.”

    O nome de conservador foi ovacionado pelo plenário, enquanto Erica recebeu aplausos dos presentes.

    Trump utilizou o momento para condenar a violência política e reforçar uma mensagem de unidade nacional. “Precisamos nos unir para reafirmar que a América é uma nação sob Deus e devemos rejeitar a violência política de qualquer tipo.”


    Morte de Kirk


    Discurso do Estado da União

    O discurso de Trump ocorreu no Capitólio, em Washington, D.C., e contou com a presença de todos os membros do Senado, composto por 100 senadores, e da Câmara dos Representantes, com 435 cadeiras.

    No começo da fala, Trump aproveitou para criticar a decisão da Suprema Corte de suspender o tarifaço imposto por ele. Segundo o norte-americano, ele resolveu guerras graças às tarifas.

    Trump ainda destacou as políticas anti-imigração de seu governo. Segundo ele, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal entrou nos Estados Unidos. Trump: “Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses”, disse. “Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes”, completou.

  • Tarifas vão substituir o sistema atual de imposto de renda, diz Trump

    Tarifas vão substituir o sistema atual de imposto de renda, diz Trump

    Win McNamee/Getty Images
    Donald Trump no discurso do Estado da União, no Capitólio

    Durante o discurso Estado da União, primeiro balanço do mandato atual, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse acreditar que as tarifas pagas por países estrangeiros poderiam substituir o sistema atual de imposto de renda do país, suprindo a necessidade de cobrança.

    Assista:

    “Com o passar do tempo, acredito que as tarifas pagas a países estrangeiros, assim como no passado, substituirão substancialmente o sistema atual de Imposto de Renda, aliviando consideravelmente o fardo financeiro das pessoas que amo”, afirmou o republicano.

    O presidente discursa sobre o primeiro balanço do mandato atual. O evento ocorre no Capitólio, em Washington, D.C., e conta com a presença de todos os membros do Senado, composto por 100 senadores, e da Câmara dos Representantes, com 435 cadeiras.

    Logo no início do discurso, Trump destacou as políticas anti-imigração de seu governo. Segundo ele, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal entrou nos Estados Unidos. Trump: “Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses”, disse. “Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes”, completou.

    Em seguida, o norte-americano afirmou: “Sempre vamos permitir que pessoas trabalhadoras que gostam do nosso país, vamos permitir que elas entrem”, afirmou.