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Três Graças: saiba como foi a estreia de Crô na novela
Matheus Cabral/TV Globo
Ele está de volta! No capítulo dessa sexta-feira (30/1), Crô, personagem icônico de Marcelo Serrado, estreou na novela Três Graças. Crodoaldo Valério ficou famoso no folhetim Fina Estampa, de 2011, e chegou a virar filme para os cinemas.
Crô estreou em Três Graças em uma cena no quarto de hospital, onde Ferette (Murilo Benício) está internado. Ele chama Ferette de “faraó” e diz ser voluntário, se dispondo a ajudar o vilão.
O mordomo milionário ainda vai cruzar o caminho de Arminda (Grazi Massafera), Kásper (Miguel Falabella) e João Rubens (Samuel de Assis). A chegada dele vai movimentar a trama e os encontros vão ocorrer ao longo da próxima semana.
O retorno de Crô para a novela deixou a web em polvorosa. No X, antigo Twitter, internautas comemoraram: “Incrível como o Marcelo Serrado consegue interpretar o Crô mesmo depois de 15 anos”, disse um.
Outro comentou: “O Crô voltooooou, meu Deus como eu amo esse personagem!”. Um terceiro escreveu: “O Crô apareceu num momento muito bom da novela”.
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Foragido por estupro usa nome do irmão para despistar polícia, mas acaba preso
Gustavo Moreno/Especial Metrópoles
, por volta das 18h dessa sexta-feira (30/1), em Samambaia (DF).
Policiais do Tático Operacional Rodoviário (TOR), do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv), prenderam o foragido pelo crime de estupro de vulnerável durante a realização de um ponto de bloqueio.
Os militares observaram um veículo que parou antes da barreira policial, momento em que um casal desembarcou do automóvel, atitude que chamou a atenção da equipe.
Segundo a PMDF, diante da situação, os policiais realizaram a abordagem. Nada de ilícito foi encontrado com o casal, porém o homem apresentou-se utilizando o nome de seu irmão.
Após verificação dos dados, com base no nome da mãe, os policiais identificaram o indivíduo e constataram a existência de um mandado de prisão em aberto, expedido em 2018, pelo crime de estupro de vulnerável.
O foragido foi preso e encaminhado à 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde ficou à disposição da Justiça para as providências cabíveis.
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Rio Acre chega a 14,99 metros e segue acima da cota de transbordo
O nível do Rio Acre atingiu 14,99 metros na medição realizada às 5h20 deste sábado, 31, em Rio Branco, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal. Com isso, o manancial permanece acima da cota de transbordo, que é de 14,00 metros, mantendo a capital em situação de atenção. De acordo com o informativo, nas últimas […] -

Crítico das big techs, PT aposta em app próprio para falar com base
Anderson Barbosa/PT
Crítico das chamadas big techs, o PT quer retomar o contato direto com sua militância, sem depender das redes sociais. O partido do presidente Lula vai lançar um aplicativo próprio durante as comemorações de aniversário da sigla, entre os dias 4 e 7 de fevereiro.
A ferramenta aposta na gamificação para estimular a militância com missões diárias de engajamento, de curtidas a postagens de conteúdos ligados a Lula e ao partido. Cada ação rende pontos, que alimentam rankings municipais, estaduais e nacionais.
O aplicativo inclui ainda premiações simbólicas e políticas. Estão no radar viagens à sede nacional do PT e encontros com figuras centrais do partido, como o próprio Lula, Edinho Silva e governadores aliados.
A leitura interna é que o reconhecimento público e o acesso às lideranças pode ajudar a legenda a para manter a base ativa de forma permanente.
A ferramenta será lançada pelo secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, que também participará de uma das mesas de debate durante a festa do partido.
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Sol e chuva acima da média: como fica a previsão do tempo em fevereiro
Mês de fevereiro deve ser marcado por chuvas acima da média e temperatura deve subir na maior parte do país
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No ar
Dinho Gonçalves e eu ficamos amigos e escrevemos nosso primeiro livro, Tempo de Solidão, que virou um espetáculo de teatro musical, em 1995. Ganhamos prêmios em festivais de Teatro e de Música. O tempo passou e nossa amizade continua viva e criativa. Bora escrever e montar outra peça, Dinho? Então… Num sei em que dia […] -

Carta Manifesto da I Cúpula Climática do Acre apresenta compromissos
Ações concretas, focadas nos problemas regionais dialogam com urgências globais. Encontro foi articulado pelo Instituto Ecumênico Fé e Política e pelo Tribunal de Contas do Acre A Carta Manifesto da I Cúpula Climática Ecumênica do Acre foi concluída em uma escuta qualificada que teve a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, como […] -

Salário-comércio
Variando de região para região, o salário-comércio nunca foi seriamente debatido por aqui. Já houve um tempo, em grandes centros, que a diferença deste salário para o mínimo era grande. No Acre, na maior parte do comércio varejista, o mínimo é o máximo. E pronto! Iapen/Sena Em Sena Madureira, investimentos de R$ 1,5 milhão no […] -

Carnaval do DF vira disputa de edital e blocos históricos ficam fora
Matheus Veloso/Metrópoles @mvelosofoto
A divulgação do resultado definitivo dos blocos habilitados para o Carnaval do Distrito Federal em 2026 reacendeu um debate antigo na cena carnavalesca local. De um lado, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF defende um modelo competitivo, baseado em critérios técnicos e pontuação objetiva. Do outro, blocos tradicionais e periféricos que ficaram de fora questionam a transparência do processo e o impacto da burocracia sobre uma festa historicamente construída na rua.
Blocos tradicionais, como Menino de Ceilândia, Suvaquinho da Asa, Tesourinha e Divinas Tetas, não irão sair no Folia DF 2026 e reclamam da falta de transparência nos critérios adotados pelo edital do governo.
O Bloco Menino de Ceilândia participa dos editais da cultura há décadas e nunca havia sido desclassificado. Segundo o coordenador Ailton Velez, a notícia chegou de forma seca, por meio da publicação oficial do resultado. “Foi essa divulgação que a gente recebeu, com muito desalento”, afirmou.
Ailton destaca que a exclusão ocorreu por uma diferença mínima de pontuação, de apenas 0,2 ponto, e critica a falta de clareza na avaliação técnica. Ele relata que a ficha devolvida pela secretaria aponta itens como “insuficientes” mas sem detalhar o motivo da perda de nota. “Eles dizem que foi insuficiente, mas não explicam o que estava errado. Assim fica impossível entender onde a pontuação caiu”, disse.
O bloco entrou com recurso, mas não obteve retorno efetivo. Ailton afirma que nenhum recurso apresentado pelos blocos não classificados alterou o resultado final. “Não teve resposta, não teve justificativa. A impressão que fica é que nem olharam os recursos”, declarou. Segundo ele, a etapa recursal, que seria a última instância de diálogo, termina sem explicações públicas.
O impacto da exclusão vai além da programação do Carnaval. Ailton avalia que a decisão frustra trabalhadores da cultura e o público da Ceilândia, que já esperava o desfile. Ele também critica o que chama de valorização de uma cultura mais globalizada em detrimento de manifestações tradicionais. “Frevo, samba, maracatu e outros ritmos brasileiros acabam ficando em segundo plano”, afirmou.
Situação semelhante foi vivida pelo Suvaquinho da Asa, bloco infantil ligado ao tradicional Suvaco da Asa e com mais de uma década de atuação. O presidente Pablo Feitosa diz que a reação inicial foi de incredulidade. “Vimos passar blocos que são festivais privados e outros que surgiram de uma hora para outra, enquanto blocos com 10, 20 e 30 anos ficaram de fora”, disse.
Segundo Pablo, desde a adoção do modelo de editais, o Suvaquinho sempre foi contemplado por cumprir critérios como tempo de existência, matriz carnavalesca e acessibilidade. Em 2026, embora utilizando o mesmo edital do ano anterior, a pontuação caiu sem explicação clara. “Trabalhamos com o frevo, patrimônio imaterial da humanidade e com acessibilidade desde a criação. Não sabemos onde perdemos pontos”, afirmou.
Resistência
Apesar de não receberem o apoio financeiro do governo do Distrito Federal, alguns blocos vão sair, mas com estrutura reduzida.
O presidente do Suvaquinho conta que o bloco vai sair no dia 7 de fevereiro, às 10 horas, no estacionamento entre a Funarte e Torre de TV, mas relata o cancelamento de oficinas, brinquedos, atividades artísticas e atrações voltadas às crianças, todas gratuitas. “Não conseguimos entregar o conforto, a segurança e a parte artística que sempre fizeram parte do bloco”, disse.
O Menino de Ceilândia também vai sair no dia 15, mas com um trajeto menor e sem grande estrutura: “A gente vai fazer um pequeno trajeto, sem estrutura, sem banheiro químico, sem tenda, sem proteção nenhuma. Será um percurso curto pelas ruas de Ceilândia, só para registrar a nossa passagem no Carnaval de 2026, diante dessa decisão da Secretaria de nos deixar fora da classificação, apesar de todo o trabalho que a gente vem realizando há muito tempo”.
Divinas Tetas fora da Folia
A crítica à burocratização do Carnaval também apareceu na decisão do Bloco das Divinas Tetas de não desfilar em 2026. Em nota, o coletivo anunciou um “carnaval sabático” e classificou a pausa como um gesto político.
O texto aponta um modelo de política cultural considerado “burocrático, opaco e distante do diálogo com os blocos”, além de contrário aos princípios que moldaram o Carnaval de rua do DF.
“Acreditamos que o carnaval deve ser organizado de acordo com a vontade coletiva de ocupar as ruas com alegria, música, arte e liberdade. É assim que a gente pretende seguir: com coerência, transparência, respeito e carinho à nossa trajetória e também à história do Carnaval do DF”, diz o bloco.
O outro lado
Do lado do governo, o secretário de Cultura do DF, Claudio Abrantes, afirma que os critérios do edital são objetivos e conhecidos previamente. Segundo ele, itens como proposta artística, data, horário e organização pesam diretamente na pontuação. “Não existe vaga cativa. Trata-se de uma competição”, declarou.
Abrantes reconhece que blocos consolidados ficaram de fora, mas destaca que o recurso é limitado e que o número de vagas e o valor do incentivo vêm crescendo desde 2023.
Para o secretário, a disputa é saudável e reflete o surgimento de novos blocos já bem estruturados. Ele também afirma que não há mecanismos de proteção para blocos tradicionais. “A competição pública não pode ter reserva de mercado”, disse.
O secretário também deixa claro que apesar de fora da contemplação do edital, incentiva que os blocos saiam às ruas.
“É uma forma de melhorar o portfólio. Isso movimenta o Carnaval, aumenta a oferta para a população, além de fomentar a economia criativa e empregos diretos e indiretos”, completa.
