Categoria: Teste

  • Sisu 2026 divulga resultado; saiba como consultar e próximos passos

    Sisu 2026 divulga resultado; saiba como consultar e próximos passos

    MEC / Divulgação
    Foto colorida de jovem estudante preta - Metrópoles

    O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 foi divulgado nesta quinta-feira (29/1). Dessa forma, os inscritos no processo seletivo podem conferir quem são os aprovados no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O período de matrículas nas instituições de ensino começam a partir de 2 de fevereiro.

    A edição seleciona alunos para o primeiro e o segundo semestres letivos deste ano.

    Os candidatos que não foram selecionados na chamada regular podem participar da lista de espera entre o dia 29 de janeiro e 2 de fevereiro, Esses alunos concorrerão às vagas que não foram preenchidas na chamada regular.

    Este ano, serão ofertadas 274 mil vagas em 136 instituições públicas de educação superior de todo o Brasil e 7,3 mil cursos em 587 municípios, segundo o Ministério da Educação (MEC).

    Neste ano o Sisu passou a aceitar que os candidatos utilizem as notas de uma das três edições mais recentes do Enem — 2023, 2024 ou 2025. Nos anos anteriores, só poderiam se inscrever os alunos que haviam feito a última edição do exame.

    Como ver o resultado:

    Para consultar a lista dos selecionados, o candidato deve acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior com sua conta gov.br. Na página é possível confirmar se foi selecionado ou não para uma das duas escolhas feitas no momento da inscrição.

    Sisu

    O Sisu é um programa do Ministério da Educação que permite que estudantes usem a nota do Enem para concorrer a vagas em universidades e institutos federais de ensino superior público no Brasil. O ingresso no processo seletivo acontece por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), dispensando os vestibulares tradicionais.

    O processo seletivo no Sisu também conta com vagas reservadas por meio da Lei de Cotas. A ideia do programa é facilitar e democratizar o acesso ao ensino superior.

  • Funcionários de transportadoras ajudam quadrilha a roubar cargas no RJ

    Funcionários de transportadoras ajudam quadrilha a roubar cargas no RJ

    PCERJ/Divulgação
    Funcionários de transportadoras ajudam quadrilha a roubar cargas no RJ

    A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (29/1), uma operação para desarticular um grupo criminoso ligado especializado em roubo e receptação de cargas no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte da capital.

    A ação faz parte da Operação Torniquete, conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC).

    As investigações apontaram que a região funcionava como ponto principal de transbordo, ocultação e distribuição de cargas roubadas, principalmente de veículos interceptados em vias expressas como a Avenida Brasil e a Rodovia Washington Luiz.

    Segundo a Polícia Civil, o esquema tinha como foco principal o roubo de cargas de óleos lubrificantes.

    O grupo contava com receptadores especializados, responsáveis por armazenar e redistribuir o material roubado.

    A apuração também revelou a participação de funcionários de transportadoras, que repassavam informações estratégicas sobre rotas, datas e horários de transporte em troca de pagamento.

    Esses dados permitiam que os ataques fossem planejados com precisão, reduzindo o risco de abordagem policial. Além do roubo de cargas, os investigados também atuavam diretamente no tráfico de drogas na região.

    De acordo com a polícia, os lucros obtidos com os crimes eram revertidos para a compra de armas e entorpecentes.

  • Grupo montava escritórios do crime para burlar SouGov e invadir contas

    Grupo montava escritórios do crime para burlar SouGov e invadir contas

    Divulgação/PCDF
    Viaturas da PCDF estacionadas - Metrópoles

    Um grupo responsável por invasões a sistemas governamentais foi alvo de uma operação da Polícia do Distrito Federal (PCDF), na manhã desta quinta-feira (29/1). Estão sendo cumpridos 14 mandados, sendo seis de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, em endereços utilizados pela quadrilha.

    No DF, as diligências estão ocorrendo simultaneamente nas regiões administrativas do Areal, Ceilândia, Riacho Fundo e Samambaia. Os mandados também estão sendo cumpridos nos municípios de Aragarças (GO) e Barra do Garças (MT).

    De acordo com as investigações, a organização criminosa atuava com elevado grau de ousadia contra instituições bancárias e servidores públicos. Os levantamentos realizados apontaram que o grupo operava de forma itinerante, alugando imóveis por temporada, para montar “escritórios do crime” temporários.

    Nesses locais, segundo as diligências, eram instalados equipamentos de informática e impressão para a execução das fraudes, estratégia adotada para evitar fixar residência e dificultar as medidas de localização policial.

    Os líderes da organização encaravam o crime como uma profissão, chegando a justificar a rotina de delitos como um “trabalho diário” necessário para sustentar o estilo de vida.

    Recrutamento de “atores”

    As investigações também constataram a utilização de softwares de automação para a varredura de dados, além da realização de uma “triagem qualificada” das vítimas, em que o sistema selecionava especificamente servidores públicos com margem consignável elevada, alto score de crédito e ausência de dívidas, classificando-os como cidadãos de “renda boa” e aptos para a aplicação dos golpes.

    Para conseguir abrir as contas digitais, os criminosos recrutavam pessoas em situação de vulnerabilidade, chamadas internamente de “atores” ou, jocosamente, de “mendigos”.

    Eles eram utilizados para burlar os sistemas de reconhecimento facial (biometria) das instituições financeiras, realizando a “prova de vida” exigida pelos aplicativos.

    Simultaneamente, de acordo com a PCDF, o núcleo de falsificação editava e imprimia documentos físicos (RGs e CNHs) de alta qualidade, inserindo as fotos dos “atores” junto aos dados das vítimas reais, para garantir a aprovação nas validações bancárias.

    Após a abertura da conta, o grupo solicitava um cartão de crédito e iniciava a movimentação de pequenos valores, estratégia voltada a simular uma rotina financeira legítima, com o objetivo de conseguir a liberação posterior de limites de crédito mais elevados.

    Sou.Gov

    Em continuidade, a organização promovia a supressão da autenticação de dois fatores da plataforma “Sou.Gov”, violando a segurança de contas de servidores públicos para elevar o nível de acesso dessas contas às categorias “prata” ou “ouro” e, assim, contratar empréstimos fraudulentos.

    Segundo a PCDF, o prejuízo financeiro das atividades do grupo, em dois casos apurados com vítimas no Distrito Federal, ficou em cerca de R$ 364 mil, em duas instituições financeiras diferentes.

    Para garantir o ressarcimento dos prejuízos causados e descapitalizar a estrutura da quadrilha, foi determinado o bloqueio judicial de valores nas contas vinculadas aos suspeitos.

    Os alvos da operação devem responder pelos crimes de organização criminosa e estelionato eletrônico.

    A operação, batizada de Segundo Fator, ocorre por meio da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), com o apoio da Divisão de Operações Policiais (DOE/PCDF) e das polícias civis de Goiás e Mato Grosso.

  • Servidora vai ao hospital retirar vesícula e fica em estado vegetativo

    Servidora vai ao hospital retirar vesícula e fica em estado vegetativo

    Material cedido ao Metrópoles
    Camila Nogueira

    Considerada por profissionais da saúde como de “baixo risco” e “muito segura”, uma cirurgia para retirada da vesícula e correção de hérnia transformou de forma abrupta e inesperada a vida da consultora de moda e servidora pública do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Camila Nogueira (foto em destaque), de 38 anos.

    Desde 27 de agosto de 2025, data em que foi submetida ao procedimento em um hospital localizado no Recife (PE), Camila passou a depender integralmente de terceiros para realizar até mesmo as necessidades mais básicas do dia a dia.

    “Ela chegou ao hospital caminhando e em plena consciência. Saiu de uma pessoa altamente desenrolada para alguém que hoje ‘patina’ entre o estado neurovegetativo e o estado minimamente consciente”, relatou o marido, Paulo Menezes. O casal tem dois filhos: Marina, de dois anos, e Arthur, de seis.

    Segundo o advogado Paulo Maia, representante da família, ela estava saudável quando deu entrada na unidade, sem apresentar histórico de doenças pré-existentes.

    Ainda assim, Camila teria sofrido uma parada cardiorrespiratória e “danos cerebrais irreversíveis” durante o procedimento. Ela encontra-se acamada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital.

    Segundo Paulo, a esposa necessita de ajuda para tomar banho, realizar as necessidades fisiológicas e se locomover. Camila também depende de sonda para se “alimentar”.

    “Hoje, se for deixada desassistida por 24 horas, ela não consegue sobreviver sozinha. Foi exatamente assim que deixaram a minha mulher”, desabafou.

    O pai de Camila, Roberto Wanderley Nogueira, desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, se diz despedaçado com tudo que aconteceu com a filha.

    “Episódios evitáveis como esse que vitimou a minha filha não podem se repetir com ninguém; Um paciente em estado de apneia não pode sofrer intervenção cirúrgica eletiva de qualquer natureza. Foi o que minha filha sofreu e tudo isto está devidamente e documentalmente provado. A família não quer segredo quanto ao fato, exatamente porque não deseja que fatos semelhantes se repitam a terceiros”, disse à coluna.

    “Vítima de negligência”

    Para a família, a servidora foi vítima de negligência médica. Diante disso, entrou com uma representação no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), em dezembro do ano passado, pedindo o afastamento e a cassação do registro profissional das três médicas que integraram a equipe responsável pelo procedimento: a anestesista Mariana Parahyba e as cirurgiãs Clarissa Guedes e Danielle Teti.

    De acordo com o advogado, o procedimento cirúrgico estava previsto para o início da manhã, mas sofreu atraso. Por conta disso, a anestesista inicialmente escalada foi substituída por Mariana. Ainda segundo a defesa da paciente, a profissional não teria realizado a anamnese e o preenchimento da ficha pré-anestésica de Camila só teria ocorrido já com a cirurgia em andamento.

    “Desde os primeiros momentos do procedimento, os parâmetros exibidos no monitor indicavam que Camila apresentava dificuldade respiratória”, afirmou Maia.

    Na representação encaminhada ao Cremepe, os advogados sustentam que a paciente apresentava episódios de apneia, caracterizados por interrupções repetidas da respiração. Apesar disso, segundo o documento, os alarmes dos equipamentos teriam sido desconsiderados tanto pela cirurgiã quanto pela anestesista por mais de 1 minuto e 42 segundos.

    O relato aponta ainda que Camila permaneceu em quadro de sofrimento respiratório por aproximadamente 15 minutos. Às 11h16, ela teria evoluído para uma parada cardiorrespiratória, que, conforme a representação, só foi clinicamente identificada pela equipe por volta das 11h18 — quase dois minutos após o registro eletrônico do evento.

    “No prontuário consta que a primeira pessoa a perceber a parada foi a cirurgiã, Clarissa. Ela relata ter alertado a anestesista, que, ao constatar a gravidade da situação, teria ficado paralisada, sem saber como agir”, declarou Maia.

    Ainda segundo a representação, Camila foi reanimada apenas às 11h33, já com sequelas neurológicas permanentes. O documento afirma que a sucessão de falhas resultou no desenvolvimento de uma lesão cerebral causada pela falta prolongada de oxigenação.

    “A irresponsabilidade médica sem sindicabilidade eficaz destruiu a nossa família, destruiu a vida linda que Camila exercia e tinha tanto amor para dar. Que Deus nos ajude na recuperação tanto quanto possível de Camila e na justiça para o seu caso que a muitos aproveitará”, disse Roberto.

    O esposo afirma que Camila vive uma situação “sofrível”, da qual ele não deseja nem ao seu pior inimigo.

    “Eu não desejaria isso nem para o meu pior inimigo e as duas médicas, que não seguiram os protocolos mínimos necessários de segurança, que elas deveriam ter aprendido na faculdade, estão vivendo suas vidas, felizes, indo para festas., fazendo desafios em suas clínicas para ver quem perde mais peso e a gente está com a vida em pedaços.”

    Paulo afirma que os filhos ficaram sem a mãe. “No réveillon meu filho chorou quando tocou a música ‘Anunciação’, que foi a música que tocou quando ele nasceu. Toda vez que tocava Camila falava que era a música deles dois. Minha filha ainda é inocente, tem só dois anos, então não entende muito as coisas. Já eu me tornei pai e mãe ao mesmo tempo, realizando coisas que eu não sabia como fazer”, lamentou.

    As acusações

    Os advogados da família de Camila solicitaram o afastamento imediato, total ou parcial, do exercício da medicina das profissionais envolvidas. A representação atribui graus distintos de responsabilidade às três médicas.

    Para os representantes de Camila, a cirurgiã-chefe Clarissa Guedes, na condição de “garantidora da segurança global da paciente”, deve responder por “condutas omissivas e comissivas na liderança da equipe”.

    Já a anestesista Mariana Parahyba é acusada, na representação, de ter atuado com “erro grosseiro, caracterizado por negligência, imprudência e imperícia, cujo resultado danoso era absolutamente previsível”.

    Segundo o documento, a profissional teria registrado “valores incorretos” na ficha anestésica, quando comparados aos dados do monitor multiparamétrico. A anestesista também teria informado à família de Camila que administrou atropina — medicamento indicado para o tratamento de bradicardia grave, condição em que há redução acentuada da frequência cardíaca.

    “No próprio prontuário não há qualquer registro que comprove a administração dessa medicação. Ela sabe que, se a atropina tivesse sido aplicada, possivelmente o quadro clínico de Camila teria sido outro”, afirmou Maia.

    Por sua vez, a cirurgiã auxiliar Danielle Teti é apontada como responsável por “omissão cúmplice”. Para os advogados da paciente, a médica teria sido negligente ao “permanecer passiva diante de sucessivos alarmes críticos e da clara instalação de um cenário de emergência”.

    A coluna tenta contato com as defesas das profissionais citadas. O espaço permanece aberto para manifestações.

    Procurado, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe) não havia se manifestado até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto.

  • "Metrópoles Talks: Rio que empreende" reúne nomes de peso para debater inovação

    "Metrópoles Talks: Rio que empreende" reúne nomes de peso para debater inovação

    29/01/2026 06:00, atualizado 29/01/2026 06:00

    metropoles.com

    Um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social no Brasil, o empreendedorismo será tema de mais uma edição do Metrópoles Talks no Rio de Janeiro.

    Nesta quinta-feira, 29, autoridades públicas e nomes de destaque do empreendedorismo nacional se reúnem no evento “Rio que empreende: Por dentro de ideias e ações que desenvolvem negócios e mexem com a vida das pessoas”. Na ocasião, eles debaterão temas relacionados à mentalidade de negócios.

    Acompanhe a cobertura do evento no YouTube do Metrópoles

    Veja a programação

    Painel 1 — “Desenvolvimento econômico e oportunidades”

    Horário: 14h30

    Palestrantes: Vinicius Farah, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços do RJ; e Caroline Alves da Costa, presidente da FAPERJ

    Painel 2 — “Empreendedorismo para mudar realidades”

    Horário: 15h45

    Palestrante: Verônica Oliveira, CEO da Faxina Boa; e Edmar Mothé, CEO Biomundo e Mundo dos Filtros

    Painel 3 – “Mentalidade para impulsionar negócios”

    Horário: 17h

    Palestrante: Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel; e Luiz Quinderé, CEO do Brownie do Luiz

    As inscrições são gratuitas, porém limitadas. Interessados pode se inscrever por meio deste link.

     

     

     

  • Calor e mais pancadão? Como fica o tempo em São Paulo nesta quinta

    Calor e mais pancadão? Como fica o tempo em São Paulo nesta quinta

    William Cardoso/Metrópoles
    Ciclistas pedalam em avenida - Metrópoles

    A quinta-feira (29/1) será marcada por sol entre muitas nuvens em todo o estado de São Paulo, mantendo as temperaturas elevadas e a sensação de abafamento.

    Ao longo do dia, o calor e a alta umidade do ar, associados à atuação de um cavado meteorológico, favorecem a ocorrência de pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e granizo pontual.

    Os modelos meteorológicos indicam acumulados significativos em algumas regiões e, como os temporais serão isolados, recomenda-se atenção especial em áreas mais vulneráveis, pois há risco para transtornos.

    Na capital paulista, as temperaturas variam entre 19 e 32 graus. Em Jales, a mínima será de 22 e a máxima pode chegar aos 33 graus. Em Santos, a previsão é de temporal na parte da noite e a máxima na cidade não deve passar dos 28 graus.

    A Defesa Civil alerta que, entre quinta-feira (29/1) e sexta-feira (30/1), o estado de São Paulo estará em alerta para chuvas fortes.

  • Alceu, BaianaSystem e Neoenergia se unem pela segurança com energia

    Alceu, BaianaSystem e Neoenergia se unem pela segurança com energia

    29/01/2026 06:00, atualizado 29/01/2026 06:00

    metropoles.com

    O Carnaval 2026 ganhará um encontro histórico entre gerações e ritmos. Para conscientizar milhares de foliões em todas as áreas de concessão sobre a importância dos cuidados e da segurança na rede elétrica, a Neoenergia promove uma parceria inédita do cantor Alceu Valença com a banda BaianaSystem.

    Os artistas são as estrelas da nova campanha “Seja inimigo do fim” que agitará, principalmente, as duas das maiores festas carnavalescas do país, em Salvador (BA) e Recife (PE), que juntas reúnem um público de mais de 7 milhões todos os anos.

    “Nossa estratégia é conscientizar o público por meio da música, fortalecendo o engajamento da marca Neoenergia. Promover pela primeira vez o encontro entre Alceu Valença e BaianaSystem mostra a força cultural brasileira para atingirmos milhares de pessoas sobre algo tão relevante que não pode ser esquecido nem mesmo durante o Carnaval: a segurança na rede elétrica.”

    Lorenzo Perales, Diretor de Marketing da Neoenergia

    O alerta é necessário. Dados da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) revelam que, entre os meses de janeiro a agosto de 2025, 478 acidentes foram registrados em todo o Brasil, com 176 mortes.

    Em todo o ano de 2024, foram contabilizados 627 acidentes com a rede em todo o território nacional. Desses, 258 envolveram vítimas fatais.

    Os dados são preocupantes e a maioria dos casos ocorre em decorrência de contatos acidentais que poderiam ser evitados.

    Justamente por isso, a Neoenergia aumentou o efetivo, além de fazer melhorias e manutenção reforçada na rede em todas as distribuidoras com foco nos estados da Bahia e Pernambuco, onde concentram-se os maiores carnavais do país.

    “Seja inimigo do fim”

    Diante da realidade, a Neoenergia inova mais uma vez, apostando na popularidade dos artistas e no poder democrático da música que atinge diferentes idades e classes sociais.

    Criada em parceria com a Propeg, a campanha “Seja inimigo do fim” marca o segundo ano consecutivo em que a Neoenergia utiliza a música como ferramenta de conscientização durante o Carnaval.

    O alerta à população orienta a respeito dos perigos de subir em postes, fazer ligações clandestinas e jogar serpentina, seja de papel ou metalizada, em direção à rede elétrica.

    “O Carnaval é uma força vital que celebra a alegria e a criatividade do povo brasileiro. Juntamos o ritmo eletrizante do frevo com a potência da guitarra baiana para falar de atitudes simples que servem para o dia a dia e que também se tornam relevantes durante a festa”, conta Alceu Valença que, este ano, comemora 80 anos em uma turnê pelo país.

    Para Russo Passapusso, líder da BaianaSystem, “o encontro inédito é uma grande oportunidade de mostrar que é possível misturar ritmos afro-brasileiros, eletrônicos e elementos regionais para transmitir uma mensagem educativa em benefício do consumo seguro de energia”. A banda venceu o Grammy Latino em 2025.

    A música “Inimigos do fim” animará o bloco Bicho Maluco Beleza, de Alceu Valença, no Recife; e o trio do BaianaSystem e Fissura, em Salvador (BA).

    A campanha também inclui publicidade em rádio, mídia digital e impressa. Um videoclipe será exibido ainda nas plataformas da Neoenergia, incluindo YouTube, Instagram e TikTok.

    Dicas de segurança

    Ganhe convites para camarotes e blocos

    Para ampliar o engajamento no Instagram, a Neoenergia preparou um concurso que distribuirá brindes e convites para camarotes e blocos nas duas cidades.

    Os participantes devem seguir o perfil @neoenergia_oficial e marcar o maior número de pessoas por postagem que será “inimiga do fim” no Carnaval. Vence quem fizer a maior quantidade de comentários marcando perfis válidos.

    A escolha da Neoenergia pela música se apoia em resultados concretos. Em 2025, a campanha “Energia é Folia” alcançou milhões de pessoas em todo o país na voz do percussionista Carlinhos Brown, gerou ampla repercussão espontânea na imprensa e foi reconhecida com o Prêmio Aberje 2025, como melhor campanha nacional na categoria Cliente/Consumidor, mostrando a eficácia desse formato para levar mensagens de serviço ao grande público.

  • Ex-ministro de Dilma tentou incluir Master no Minha Casa, Minha Vida

    Ex-ministro de Dilma tentou incluir Master no Minha Casa, Minha Vida

    Facebook / Dilma Rousseff
    Dilma Rousseff e Ricardo Leyser Gonçalves

    Ex-ministro do Esporte no governo Dilma Rousseff (PT), Ricardo Leyser Gonçalves atuou para tentar incluir o Banco Master no programa Minha Casa, Minha Vida, em um modelo “sem qualquer tipo de subordinação administrativa ou financeira à Caixa Econômica Federal”. A iniciativa foi apresentada ao governo Lula durante reuniões e formalizada em ofício encaminhado, em março de 2024, ao ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho.

    No documento de 16 páginas obtido pela coluna, Leyser afirma que, na condição de diretor da VBG Engenharia e Empreendimentos, a empresa desenvolveu instrumentos operacionais voltados ao Minha Casa, Minha Vida “em conjunto com o Banco Master, o Banco Digimais e o Banco Genial”. Segundo ele, a proposta foi debatida em 23 estados, em encontros que reuniram mais de 1,2 mil gestores municipais.

    O objetivo era permitir que instituições financeiras privadas participassem da construção de moradias em cidades com até 80 mil habitantes. Bancos como o Master receberiam recursos da União e ficariam responsáveis por contratar construtoras para erguer as residências.

    “A modalidade Oferta Pública traz vastas oportunidades ao Ministério das Cidades se o objetivo é impulsionar e dar celeridade à execução do Novo Minha Casa, Minha Vida. Essas oportunidades decorrem da natureza privada das Instituições que participam da Oferta Pública”, argumentou Leyser ao defender a participação de bancos privados.

    “Subordinar a Modalidade Oferta Pública a qualquer tipo de subordinação financeira e/ou administrativa à CEF [Caixa Econômica Federal] significa a inviabilização da participação das instituições financeiras privadas e um desrespeito à própria CEF”, opinou Leyser.

    Master atuaria sem vinculação à Caixa

    No documento enviado ao governo Lula, Leyser pleiteou que os bancos privados atuassem de forma paralela à Caixa. “Não há pretensão destas instituições em substituir ou concorrer diretamente com a Caixa Econômica Federal, hoje o mais importante parceiro do Programa. Afirma-se, nem haveria capacidade institucional para isso. Contudo, é preciso reconhecer que a decisão do legislador ao prever a Modalidade Oferta Pública é de criar uma capacidade de execução paralela à da CEF”.

    “Dessa maneira, é preciso entender que as Instituições Privadas cumprirão o mesmo papel previsto para a CEF no Programa, não fazendo nenhum sentido estabelecer qualquer vinculação de dependência das mesmas à CEF, como propôs a equipe técnica da SNH [Secretaria Nacional de Habitação] na já citada reunião. Inclusive, importante frisar que essa possibilidade nem está prevista na Lei Federal Nº 14.620, de 13 de julho de 2023, que recriou o programa”, ponderou Leyser.

    Ao apresentar a proposta elaborada por bancos como o Master, Leyser alegou que as instituições eram “economicamente saudáveis, com capital suficiente segundo os padrões internacionais aplicáveis, operando normalmente no mercado brasileiro”. E que as financeiras deveriam “responder perante o Governo Brasileiro pelo montante do recurso que lhe for repassado.”

    “As instituições financeiras tomarão para si o risco de contratação das construtoras. Trata-se de risco entre dois privados que não pode depender da interveniência de um terceiro, muito menos uma instituição pública atuando como terceira parte, como seria o caso da Caixa Econômica Federal analisando e liberando medições”, disse Leyser no documento.

    Fontes do governo que participaram das negociações relatam que Leyser pressionou para que as reuniões acontecessem. A proposta, contudo, não avançou por falta de regulamentação. Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master em meio a fraudes de R$ 12,7 bilhões.

    Procurado pela coluna, o Ministério das Cidades informou que “o então secretário Nacional de Habitação (SNH), Hailton Madureira, e executivos da pasta receberam o representante da empresa VBG, Ricardo Leyser Gonçalves, para tratar da linha MCMV – Oferta Pública Sub-80. A modalidade, entretanto, nunca foi regulamentada e também não possui dotação orçamentária para operar”.

    A coluna não conseguiu contato com Ricardo Leyser Gonçalves. O espaço segue aberto.

  • Lula terá nova conversa com Alcolumbre sobre indicação de Messias

    Lula terá nova conversa com Alcolumbre sobre indicação de Messias

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES
    Lula e Alcolumbre -- Metrópoles

    O presidente Lula terá, nos próximos dias, uma nova conversa com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sobre a indicação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, ao STF.

    A expectativa no Palácio do Planalto é de que a conversa entre os dois destrave de vez o tema, permitindo que o governo envie a mensagem com a indicação ao Senado e que a Casa marque a sabatina de Messias.

    Lula anunciou a escolha de Messias para o Supremo no final de novembro. No entanto, com a resistência inicial de Alcolumbre, o Planalto não enviou aos senadores a mensagem oficial com a indicação do ministro.

    No final de dezembro, Lula, então, chamou o presidente do Senado para uma conversa, quando o tema teria sido debatido. Assessores do petista ressaltam, porém, que uma segunda conversa será necessária.

    “Estamos trabalhando a data da sabatina, mas aguardando uma conversa do presidente Lula com o Davi”, afirmou à coluna, sob reserva, um influente integrante do Planalto que acompanha o tema de perto.

    Alcolumbre passou as últimas semanas no Amapá, seu reduto eleitoral. A expectativa é de que o senador retorne a Brasília até o fim de semana. O Congresso Nacional retomará os trabalhos na próxima semana.

  • Os novos BYDs de Hugo Motta

    Os novos BYDs de Hugo Motta

    Reprodução/BYD
    BYD-Hugo Motta

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), começará 2026 andando de carro novo, graças à generosidade da montadora chinesa BYD.

    A empresa emprestou três veículos, avaliados em R$ 870 mil no total, à Câmara. A expectativa é que os modelos TAN blindado e King GL fiquem à disposição da Presidência da Casa.

    Os automóveis foram cedidos em regime de comodato, sem qualquer tipo de pagamento por parte da Câmara dos Deputados. O acordo, publicado no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (28/1), tem vigência de um ano e prevê o empréstimo de carregadores para os veículos, além dos seguintes modelos:

    Não é a primeira vez que a BYD realiza esse tipo de cessão. Desde 2024, montadora  cede automóveis à Câmara, à Presidência da República, ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    A repercussão dos empréstimos fez com que, no início de 2025, fosse apresentado um projeto de lei para proibir a cessão gratuita de veículos à Presidência da República. Autor da proposta, o deputado Luiz Carlos Hauly (Pode-PR) sustenta que a cessão “gera um claro conflito de interesses”, uma vez que a BYD é beneficiária de incentivos fiscais concedidos pelo governo federal.

    Em 2023, a Câmara aprovou trechos da Reforma Tributária que favoreceram a instalação de unidades da montadora chinesa no Brasil. À época, a Casa era presidida por Arthur Lira (PP-AL). Atualmente tramitam 50 projetos ligados à regulamentação de veículos elétricos na Câmara dos Deputados.

    A coluna procurou a assessoria de Hugo Motta para perguntar sobre o empréstimo, mas não obteve retorno até a publicação da matéria. A BYD também foi procurada. O espaço para manifestação permanece aberto.