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  • Braço humano é encontrado em praia no Ceará

    Braço humano é encontrado em praia no Ceará

    Divulgação/Polícia Civil
    Operação conta com força-tarefa da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (RS)

    Uma cena perturbadora foi presenciada neste fim de semana por banhistas da praia do Baixo Grande, no litoral de Paracuru, na Região Metropolitana de Fortaleza, Ceará. Um braço humano em decomposição foi visto na areia, em plena luz do dia, sendo devorado por urubus. O membro ainda tinha mão e restos de roupa.

    Um bugueiro que passava pela região, no último dia 7 de março, fez o registro e postou nas redes sociais. O achado ocorreu nas proximidades da entrada do Petinezon e da Barraca Duas Praias, região bastante frequentada do litoral.

    A Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar do Ceará foram acionadas, assim como a Perícia Forense. Eles retiraram o braço do local para investigação e para determinar a identidade de quem o membro pertencia.

  • Bancos vão aportar R$ 32,5 bilhões no FGC após rombo ligado ao Master

    Bancos vão aportar R$ 32,5 bilhões no FGC após rombo ligado ao Master

    Divulgação
    Imagem colorida do FGC

    Os bancos que integram o sistema financeiro vão antecipar R$ 32,5 bilhões em contribuições ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para reforçar o caixa da instituição após os pagamentos realizados a clientes do Banco Master.

    A decisão prevê a antecipação de contribuições ordinárias equivalentes a 60 meses, ou seja, cinco anos de depósitos que as instituições financeiras fariam ao FGC ao longo do tempo. O pagamento deverá ser feito até 25 de março.

    O reforço no caixa foi aprovado pelo conselho de administração do FGC depois de o fundo ser acionado para ressarcir correntistas e investidores do Master, o que gerou um impacto significativo sobre as reservas da instituição.

    Criado para atuar como uma espécie de seguro para depositantes, o FGC garante recursos aplicados em produtos bancários em caso de intervenção ou liquidação de instituições financeiras.

    Pelas regras atuais, o fundo cobre até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição financeira, com um teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

    O caso envolvendo o Banco Master levou ao maior acionamento da história do FGC, fazendo com que o fundo tenha precisado desembolsar dezenas de bilhões de reais para honrar as garantias aos clientes da instituição.

    A antecipação das contribuições pelos bancos busca recompor rapidamente a capacidade financeira do fundo, preservando sua função de proteção aos depositantes e a estabilidade do sistema financeiro.

  • Como foi o primeiro fim de semana de Vorcaro em presídio de Brasília. Veja vídeo

    Como foi o primeiro fim de semana de Vorcaro em presídio de Brasília. Veja vídeo

    Arte/Metrópoles
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    A coluna apurou como foi o primeiro fim de semana do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após a transferência para a Penitenciária Federal de Brasília.

    Vorcaro chegou à unidade no fim da tarde da última sexta-feira (6/3), onde iniciou o processo de adaptação ao Sistema Penitenciário Federal. Logo na entrada, ele recebeu orientações sobre as regras internas da prisão e foi submetido aos protocolos padrão aplicados a todos os custodiados.

    Fontes da coluna afirmaram que o empresário vem recebendo o mesmo tratamento dado aos demais presos, sem qualquer tipo de privilégio.

    Ainda nos primeiros momentos na unidade, Vorcaro passou por triagem médica completa, procedimento obrigatório no sistema federal.

    A avaliação incluiu consulta com clínicos e também atendimento psiquiátrico, além da coleta de informações sobre eventuais tratamentos ou necessidades de saúde.

    Segundo fontes ouvidas pela coluna, o empresário demonstrou comportamento calmo durante todo o procedimento e não apresentou qualquer alteração emocional ou episódio de nervosismo.

    Durante o fim de semana, Vorcaro passou a seguir a rotina padrão da penitenciária federal. Ele recebeu o chamado “kit preso”, conjunto de itens básicos fornecidos aos custodiados, que inclui uniformes, materiais de higiene pessoal, utensílios e livros.

    Entre as obras entregues estão:
    • Ainda Estou Aqui, de Marcelo Rubens Paiva
    • Tempestade de Ônix, de Rebecca Yarros
    • Stairway to Heaven: Led Zeppelin Sem Censura, de Richard Cole

    As fontes afirmam que o empresário recebe as mesmas marmitas servidas aos demais internos e tem cumprido todas as determinações dos policiais penais federais.

    Segundo relatos obtidos pela coluna, Vorcaro tem sido extremamente obediente aos comandos da equipe de segurança.

    Sem contato com outros presos

    Durante os deslocamentos realizados dentro da unidade, necessários para triagens e procedimentos administrativos, Vorcaro não teve qualquer contato com outros detentos, nem mesmo de forma breve.

    O empresário permanece na chamada cela de inclusão, etapa inicial do sistema penitenciário federal, destinada à adaptação do preso à rotina da unidade.

    Defesa questiona regras de visita

    Nesta segunda-feira (9/3), a defesa de Vorcaro informou ter protocolado petição no Supremo Tribunal Federal solicitando providências para garantir o pleno exercício do direito de defesa durante a custódia do empresário.

    Segundo os advogados, a direção da unidade informou que as visitas da defesa dependeriam de agendamento para “alguma data da próxima semana”. Ainda de acordo com a defesa, os encontros ocorreriam com monitoramento por áudio e vídeo, e os advogados não poderiam entrar na unidade sequer com papel e caneta.

    Diante disso, os defensores pediram ao STF que seja assegurada a comunicação reservada entre advogado e cliente, sem monitoramento, com a possibilidade de acesso a cópias impressas do processo e registro de anotações.

    Caso essas garantias não possam ser asseguradas na unidade, a defesa solicitou que o empresário seja transferido para outro estabelecimento em Brasília capaz de garantir o pleno exercício das prerrogativas previstas no Estatuto da Advocacia e na Lei de Execução Penal.

  • Ifac oferece vagas residuais em cursos técnicos no campus de Sena Madureira

    Ifac oferece vagas residuais em cursos técnicos no campus de Sena Madureira

    O Instituto Federal do Acre (Ifac) publicou o Edital nº 02/2026 que estabelece o processo seletivo para preenchimento de vagas residuais nos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do Campus Sena Madureira. As vagas surgem a partir de situações como transferência de estudantes, evasão escolar, desistência ou outros fatores que deixam cadeiras disponíveis nas turmas.

    De acordo com o edital, o processo é destinado à reopção de curso, modalidade que permite ao estudante realizar a troca de curso dentro do mesmo campus da instituição. A seleção é voltada exclusivamente para alunos que já estudam no Ifac e estão matriculados no 1º ano do Ensino Médio integrado no Campus Sena Madureira.

    As inscrições serão realizadas no dia 9 de março, de forma gratuita, diretamente no Registro Escolar do campus, nos horários das 8h às 11h e das 14h às 17h. Estudantes menores de 18 anos deverão efetuar a inscrição por meio de seus representantes legais.

    Segundo o edital, estão disponíveis duas vagas, sendo uma para o curso Técnico Integrado ao Ensino Médio em Administração (turno matutino) e uma para o curso Técnico Integrado ao Ensino Médio em Informática (turno matutino).

    A classificação dos candidatos será definida com base na pontuação obtida pelo estudante no processo seletivo de ingresso nos cursos técnicos integrados do Ifac referente ao ano de 2026. O resultado da seleção está previsto para ser divulgado no dia 10 de março, com o período de confirmação da reopção de curso programada para os dias 10 e 11 de março.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Alimentação básica custa mais de R$ 630 e consome 42% da renda em Rio Branco

    Alimentação básica custa mais de R$ 630 e consome 42% da renda em Rio Branco

    O preço da cesta básica em Rio Branco registrou leve aumento em fevereiro de 2026. De acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o conjunto de alimentos essenciais passou a custar R$ 631,83, o que representa alta de 0,10% em relação a janeiro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (09). Apesar da pequena variação mensal, no acumulado dos dois primeiros meses do ano o custo da cesta apresentou aumento de 0,91% na capital acreana.

    Entre os produtos que mais contribuíram para a elevação dos preços no período estão carne bovina de primeira (2,93%), feijão carioca (2,54%), farinha de mandioca (1,26%) e tomate (0,93%). Por outro lado, sete itens tiveram redução no valor médio, com destaque para óleo de soja (-5,27%), leite integral (-4,78%), manteiga (-3,12%), açúcar cristal (-2,31%), banana (-1,54%), café em pó (-1,00%) e pão francês (-0,56%). O arroz agulhinha manteve o preço estável no período analisado.

    O estudo também revela o peso da alimentação no orçamento das famílias. Em fevereiro, um trabalhador de Rio Branco que recebe salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 85 horas e 45 minutos para adquirir a cesta básica. Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o custo da cesta comprometeu 42,14% da renda mensal, percentual ligeiramente superior ao registrado em janeiro, quando representava 42,10% da renda.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Ex-BBB e DJ Eliezer cancela show em Sena Madureira após passar mal durante viagem na BR-364

    Ex-BBB e DJ Eliezer cancela show em Sena Madureira após passar mal durante viagem na BR-364

    O DJ e ex-participante do Big Brother Brasil, Eliezer Ambrosio, cancelou o show que realizaria em Sena Madureira após apresentar problemas de saúde durante a viagem pela BR-364. O artista saiu de Rio Branco com destino ao município, onde se apresentaria em um evento especial em comemoração ao Dia das Mulheres, no Club Sindissem, no domingo (8).

    Durante o trajeto, o DJ relatou que passou mal ainda no início da viagem. Segundo ele, o problema ocorreu em razão de uma crise de labirintite, agravada pelas condições da estrada.

    Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Eliezer explicou a situação e pediu desculpas ao público que aguardava a apresentação. “Salve galera de Sena Madureira, aqui é o DJ Eliezer. Eu tinha um show com vocês agora. A gente estava no meio da estrada e, no primeiro terço da viagem, eu passei mal. Eu tenho um problema muito crônico de labirintite e devido às condições da estrada, eu passei mal. Vomitei uma vez, consegui andar mais um pouco, vomitei duas vezes, três vezes e minha pressão baixou. A gente está retornando agora para Rio Branco para ser medicado”, afirmou.

    No mesmo vídeo, o artista reforçou que não possuía condições físicas de subir ao palco naquele momento. “Peço desculpas a vocês, espero voltar em outra oportunidade. Peço sinceras desculpas. É um caso de saúde, então eu não tenho condições de fazer um show com vocês hoje. Muito obrigado pela compreensão de todos vocês. Salve galera de Sena Madureira”, declarou.

    Após o mal-estar, a equipe decidiu interromper a viagem e retornar para Rio Branco para que o artista recebesse atendimento médico. O evento ocorreria dentro da programação especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Quem era Lauristela Guimarães, jornalista que morreu após câncer grave

    Quem era Lauristela Guimarães, jornalista que morreu após câncer grave

    Reprodução/Facebook
    Lauristela Guimarães sorrindo

    Lauristela Guimarães, fundadora da revista Camalote, morreu aos 61 anos nesta segunda-feira (9/3) após complicações de um câncer no cérebro. Cuiabana, a jornalista construiu carreira atuando como repórter no jornal Estado de Mato Grosso, no Grupo Gazeta e na TV Brasil Oeste. Com o passar dos anos, também se tornou empresária e assumiu a direção da revista Camalote.

    Nos últimos anos, compartilhou publicamente sua luta contra o câncer, com relatos de fé e superação. Antes do câncer no cérebro, superou um câncer de pâncreas com metástase.

    Em nota, o Governo de Mato Grosso lamentou a morte de Lauristela Guimarães e destacou a trajetória dela na comunicação do estado. O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes manifestaram solidariedade aos familiares e amigos.

    “Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento da jornalista Lauristela Guimarães. Profissional talentosa e sensível, ela marcou a comunicação mato-grossense com seu olhar atento à cultura, à sociedade e às histórias do nosso Estado. Neste momento de dor, manifesto minha solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão, desejando que Deus conforte o coração de todos”, afirmaram.

    “Lauristela foi uma jornalista dedicada, que contribuiu de forma significativa para a valorização da comunicação e da cultura em Mato Grosso. Sua trajetória deixa um legado de sensibilidade, profissionalismo e amor pelo jornalismo. Expresso meus sentimentos aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ela”, finaliza a homenagem.

  • Em Brasília, Ramaphosa presta solidariedade a vitimas das chuvas em MG

    Em Brasília, Ramaphosa presta solidariedade a vitimas das chuvas em MG

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Lula recebe o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Encontro ocorreu em Brasília, no dia 9 de março de 2026.

    O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, prestou solidariedade às vítimas das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais (MG) no final de fevereiro. O sul-africano realiza visita de Estado ao Brasil nesta segunda-feira (9/3).

    “Quero mostrar meu respeito às vitimas das enchentes e desmoronamento de terras em Minas Gerais”, disse Ramaphosa durante declaração à imprensa ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    As fortes chuvas registradas na região provocaram deslizamentos e enchentes, que resultaram na morte de mais de 70 pessoas. A Defesa Civil de Minas Gerais emitiu alerta para o retorno das chuvas na Zona da Mata nos próximos dias. A previsão indica precipitações “persistentes” na região.

    Nesta segunda, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) uma medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário no valor de R$ 266,5 milhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para reforçar as ações de socorro aos municípios atingidos pela tragédia.

    Assinada pelo presidente Lula, o instrumento destina recursos para despesas de custeio e investimento em ações de proteção e defesa civil, direcionadas ao atendimento emergencial e à reconstrução na região. A MP também inclui o apoio financeiro às famílias residentes nos municípios atingidos e que sofreram danos materiais e perda de bens.

    Visita de Estado

    Ramaphosa foi recepcionado por Lula no Palácio do Planalto na manhã desta segunda. Em seguida, os chefes de Estado participaram de uma reunião restrita e uma ampliada, com a presença de ministros dos dois países.

    Ao final, foram assinados de acordos de cooperação nas áreas de turismo, comércio e investimentos.

    Ainda nesta segunda, Lula e Ramaphosa participam de um fórum empresarial no Palácio Itamaraty. O presidente sul-africano também cumpre agenda no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal (STF).

  • Justiça condena mulher por injúria racial em shopping de Campinas

    Justiça condena mulher por injúria racial em shopping de Campinas

    Reprodução/TJSP
    justiça condena mulher injúria racial shopping

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)condenou uma mulher por injúria racial cometida em um shopping de Campinas, interior de São Paulo, em 2022. A decisão foi publicada na última sexta-feira (6/3) pela 3ª Vara Criminal de Campinas.

    O caso aconteceu em abril de 2022 no Shopping Parque das Bandeiras. Na época, a ré foi presa em flagrante após fazer um comentário racista direcionado à vítima, que brincava no playground com a filha de um amigo. Segundo os autos do processo, a mulher teria dito “vamos embora daqui, está cheio de preto”.

    Outras pessoas presenciaram a ação. Ambas foram encaminhadas à delegacia, onde o caso foi registrado como injúria racial. A agressora foi liberada após pagamento de multa no valor de R$ 1,5 mil.

    No processo, testemunhas foram ouvidas e confirmaram a versão da vítima. A defesa chegou a alegar que a cliente possuía questões de saúde mental, mas o resultado de um exame não comprovou qualquer adversidade.

    A Justiça fixou a pena em dois anos de reclusão, mas foi substituída pela prestação de serviço voltado à comunidade e o , ainda cabendo recurso.

    Em nota, a defesa da sentenciada informou ao Metrópoles que “a sentença não transitou em julgado e, portanto, não é definitiva, cabendo ainda interposição de recurso”.

  • Prédio público vira alvo de abandono, vandalismo e denúncias de crimes

    Prédio público vira alvo de abandono, vandalismo e denúncias de crimes

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    Prédio público vira alvo de abandono, vandalismo e denúncias de crimes

    Por Da redação ac24horas9 de março de 2026 – 12h06 1 min de leitura

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    Em reportagem na manhã desta segunda-feira (9), o ac24horas mostrou a situação de abandono do prédio que abrigava o grupo de pesquisa Pesacre, em Rio Branco. O imóvel foi destinado pelo governo do Acre em 2012 para o grupo de estudos em sistemas agroflorestais, com a finalidade de desenvolver pesquisas e projetos na área.

    Segundo o responsável pela entidade, Eduardo Amaral Borges, o espaço sofreu diversos furtos e atos de vandalismo entre 2021 e 2022. Um incêndio durante a madrugada, no final de 2021, destruiu grande parte da estrutura.

    O morador da região, Manoel Silva, afirmou que o local, que já teve cerca de 25 funcionários e servia para reuniões e pesquisas, hoje está tomado pelo matagal e estaria sendo usado como abrigo por pessoas em situação de rua e até para atividades criminosas.

    Assista:

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