Categoria: Teste

  • Ugandês Jacob Kiplimo bate recorde mundial na meia maratona de Lisboa

    Ugandês Jacob Kiplimo bate recorde mundial na meia maratona de Lisboa

    Reprodução/Instagram/@edpmeiamaratonadelisboa
    jacob-kiplimo-recorde

    A meia maratona ganhou um novo melhor tempo, nessa domingo (8/3). Na Meia de Lisboa, Jacob Kiplimo percorreu os 21,0975km em 57min20s. O ugandês baixou 10 segundos a marca global anterior, de Yomif Kejelcha, conquistada na Meia de Valencia, em 2024.

    O carro madrinha (veículo que lidera a prova, com o cronômetro) não estava distante o suficiente e foi indicado que o atleta teria aproveitado o vácuo.

    A Meia Maratona de Lisboa é uma das mais tradicionais do mundo e faz parte da lista seleta das SuperHalfs — seis provas europeias de 21km. Atrás de Jacob Kiplimo, Nicholas Kipkorir garantiu a 2ª colocação com 58min08s e o 3º lugar ficou Stephen Kiprotich, que terminou com 58min59s.

    O recordista ugandês estreou ano passado na distância da maratona, em Londres. Esta prova é considerada a maior do mundo, sempre registrando os maiores números de inscrição. No debute, Kiplimo já anotou o 2º lugar na prova, com 2h3min37s, atrás somente de Sebastin Sawe 02h02min27s.

  • Bittar e Alan assinam pedido de CPI para investigar Toffoli e Moraes

    Bittar e Alan assinam pedido de CPI para investigar Toffoli e Moraes

    Dois senadores do Acre estão entre os parlamentares que apoiam a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para investigar a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no chamado “caso Master”. O requerimento para abertura da comissão foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e já reúne o número mínimo de assinaturas necessárias para avançar.

    Entre os signatários do pedido estão os senadores acreanos Marcio Bittar (PL-AC) e Alan Rick (Republicanos-AC). Ambos integram o grupo de parlamentares que defende a abertura da investigação no Congresso Nacional. O senador Petecão (PSD) ainda não se posicionou sobre o assunto.

    Até o início da tarde desta segunda-feira (9), o requerimento já contava com 27 assinaturas, número mínimo exigido para a instalação de uma CPI no Senado. Os apoios vieram de senadores de nove partidos diferentes, com predominância de parlamentares da oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O PL foi a sigla com maior número de assinaturas, seguido por partidos como Republicanos, PP e PSDB. O autor do pedido, Alessandro Vieira, afirmou que pretende ampliar o apoio para cerca de 30 assinaturas, buscando garantir uma margem de segurança diante das pressões políticas que, segundo ele, existem contra a criação da comissão.

    A proposta da CPI é investigar a atuação dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli em decisões relacionadas ao caso envolvendo o banco Master. Segundo Alessandro Vieira, o objetivo seria esclarecer possíveis irregularidades e reforçar a confiança da população nas instituições.

    Mesmo com o número mínimo de assinaturas alcançado, a instalação da CPI ainda depende de decisão da presidência do Senado. Nos bastidores da Casa, parlamentares avaliam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pode segurar o avanço da proposta.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Mais de 10 acidentes com vítimas são registrados em Brasiléia e Epitaciolândia no fim de semana

    Mais de 10 acidentes com vítimas são registrados em Brasiléia e Epitaciolândia no fim de semana

    A região de fronteira do Acre com a Bolívia, onde estão localizados os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, registrou intenso movimento no trânsito durante o último fim de semana. Entre o sábado (7) e o domingo (8), mais de dez acidentes com vítimas foram contabilizados na região.

    As ocorrências provocaram aumento no número de atendimentos no Hospital Geral de Brasiléia, unidade que recebeu a maioria das vítimas. Alguns pacientes apresentaram quadro grave e precisaram de transferência para unidades de saúde em Rio Branco. Apesar da quantidade de acidentes, não houve registro de mortes.

    De acordo com o jornalista e vereador Almir Andrade, o número de ocorrências chama atenção. “O número de acidentes chega a ser assustador, levando em conta a quantidade de veículos que circulam na região de fronteira”, afirmou.

    Para atender as ocorrências, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar foram acionadas em diversos pontos das cidades.

    Segundo as informações levantadas, imprudência, excesso de velocidade e consumo de bebida alcoólica aparecem entre as principais causas dos acidentes. Em alguns casos, condutores foram encaminhados à Delegacia Geral de Polícia de Epitaciolândia para os procedimentos legais.

  • Banco Master: Senado tem assinaturas para CPI contra Toffoli e Moraes

    Banco Master: Senado tem assinaturas para CPI contra Toffoli e Moraes

    Agência Senado
    senador Alessandro Vieira - Metrópoles

    O senador Alessandro Vieira (MDB, na foto em destaque) informou nesta segunda-feira (9/3) que colheu as assinaturas necessárias para instaurar uma CPI para investigar a conduta dos ministro Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do Banco Master.

    Vieira apresentou um requerimento na última sexta-feira (6/3) para abertura da comissão. Nesta segunda, o parlamentar anunciou que havia colhido as 27 assinaturas necessárias para dar início ao processo de abertura da CPI.

    “Vamos continuar a coleta até um número mais seguro e em seguida o pedido será protocolado. Sem condenação antecipada, mas com muita firmeza, vamos realizar uma investigação absolutamente necessária para resgatar a confiança dos brasileiros nas instituições”, declarou o senador.

    Nos últimos meses, a condução do caso do Banco Master no STF gerou questionamentos sobre a imparcialidade de magistrados da corte, sobretudo devido às suspeitas de envolvimento de Toffoli e Moraes com Daniel Vorcaro, o dono da instituição.

    Toffoli, que era relator do caso no STF, deixou a condução do processo após a divulgação de notícias sobre uma sociedade que chegou a manter com uma empresa ligada a Vorcaro.

    Nos últimos dias, mensagens interceptadas pela Polícia Federal no celular do banqueiro indicaram uma aproximação entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, conforme revelou a colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

  • PL escala tropa de choque para 1ª agenda de Flávio no Nordeste

    PL escala tropa de choque para 1ª agenda de Flávio no Nordeste

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP) falam com a imprensa após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha

    Na tentativa de conquistar o eleitorado do Nordeste, região onde candidatos do PT costumam ter maior desempenho, o PL escalou importantes lideranças locais para a primeira agenda do senador Flávio Bolsonaro (RJ) como pré-candidato.

    O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) abrirá sua agenda na região na capital da Paraíba, João Pessoa, no próximo dia 22 de março.

    Na ocasião, o senador deve acompanhar o lançamento da chapa do PL ao governo estadual. O grupo deverá ser liderado pelo senador Efraim Filho, que pretende deixar o União Brasil para se filiar ao partido.

    A coluna apurou que o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, o ex-ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro Marcelo Queiroga e o deputado André Fernandes (PL-CE) também devem participar da agenda.

    Responsável pela coordenação da campanha do filho do ex-presidente no Nordeste, Queiroga estará presente na cerimônia.

    A expectativa é que o ex-ministro do Turismo Gilson Machado também participe do encontro.

  • Dona de buffet que atropelou e matou menino de 5 anos em festa é solta

    Dona de buffet que atropelou e matou menino de 5 anos em festa é solta

    Divulgação/Governo de SP
    Imagem colorida mostra agente da Polícia Civil de São Paulo durante prisão de líder de quadrilha - Metrópoles

    O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a soltura imediata da empresária Luana de Castro Louzada Costa, de 34 anos, após audiência de custódia realizada nesse domingo (8/3).

    Ela foi . Luana é a dona do buffet que prestava serviços aos noivos. A Polícia Civil embasou a prisão de Luana em duas circunstâncias: o fato de ela ido embora sem prestar socorro e a lavagem do local do atropelamento.

    De acordo com o TJSP, a prisão de Luana “foi considerada ilegal por se tratar de crime culposo (a prisão preventiva é vedada para crimes culposos) e por não haver indícios que sustentem a suspeita de fuga e de omissão de socorro”.

    O órgão ressaltou ainda que a empresária é primária, possui residência fixa, atividade lícita e filhos menores de idade, preenchendo todos os requisitos para responder ao processo (se houver) em liberdade.

    A vítima foi identificada como Bento Raviv Elias Pinto. Apesar de ter sido levado ao hospital, o garotinho não resistiu e morreu. O enterro foi realizado nesta segunda-feira (9/3), no Cemitério de Caçapava, município vizinho a Tremembé.

    Como foi o atropelamento

    Segundo a Polícia Civil, o buffet da empresária prestava serviços em uma festa de casamento, na Rodovia Álvaro Barbosa Lima, no Parque Vera Cruz.

    Em certo momento durante a festa, a empresária foi ao carro particular e, ao manobrar o veículo na área externa, atropelou o garoto — uma testemunha disse ter visto a criança abaixada no local, como se estivesse procurando algo.

    Após o acidente, segundo testemunhas, a empresária voltou ao salão para avisar o marido, mas não prestou socorro imediato ao menino. Um garçom foi avisado pelos pais do garoto e decidiu usar o carro da empresária para socorrer a criança às pressas. O menino morreu devido aos ferimentos.

    No hospital, policiais militares (PMs) foram avisados sobre o atropelamento e se deslocaram até o endereço da tragédia. Lá constataram que o local havia sido lavado por funcionários do buffet. Além disso, os militares foram buscar a empresária em casa e a levaram até a delegacia.

    Em depoimento, a empresária disse que o marido a levou para casa porque ela ficou “nervosa demais”.

    Segundo a Polícia Civil, o caso segue sob investigação. O intuito é identificar os responsáveis por lavarem o local do atropelamento, mas também apurar possível negligência por parte da empresária.


    Entenda o caso


  • Operação de trânsito da PM termina com três conduzidos à delegacia em Sena Madureira

    Operação de trânsito da PM termina com três conduzidos à delegacia em Sena Madureira

    Uma operação de fiscalização de trânsito realizada pela Polícia Militar do Acre resultou na condução de três pessoas à delegacia em Sena Madureira. A ação ocorreu durante operação executada no último sábado (7) e domingo (8), por equipes do 8º Batalhão da Polícia Militar.

    Durante as abordagens nas vias da cidade, os policiais interceptaram um homem que apresentava sinais de embriaguez. Após verificar a situação, ele recebeu voz de prisão por suspeita de conduzir veículo sob efeito de álcool.

    No decorrer da operação, os militares também abordaram outros dois indivíduos. Durante a revista, os policiais encontraram com os suspeitos uma substância com características semelhantes à maconha.

    Diante dos fatos, os três envolvidos foram levados à delegacia da Polícia Civil do Acre, em Sena Madureira, onde ficaram à disposição da autoridade policial para os procedimentos legais.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Acre tem a Justiça menos produtiva do país mesmo com salários de magistrados acima do teto

    Acre tem a Justiça menos produtiva do país mesmo com salários de magistrados acima do teto

    Um levantamento baseado em dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta que o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) aparece na última posição em produtividade entre os tribunais estaduais do Brasil. Mesmo assim, a remuneração média de juízes e desembargadores no estado supera o teto constitucional do funcionalismo público. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 09, pela Folha de SP.

    De acordo com o estudo, que considera dados de 2024, os magistrados acreanos recebem, em média, R$ 61,4 mil por mês, valor acima do limite constitucional, atualmente fixado em R$ 46,3 mil, correspondente ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Procurado pela Folha de SP, o TJAC não respondeu aos questionamentos da reportagem.

    A análise utiliza o Índice de Produtividade dos Magistrados (IPM), indicador que mede a relação entre o número de processos encerrados ao longo do ano e a quantidade de juízes em atuação em cada tribunal.

    Segundo o relatório Justiça em Números, divulgado pelo CNJ, a média nacional entre os tribunais estaduais é de 2.574 processos baixados por magistrado ao ano. No entanto, o Tribunal de Justiça do Acre aparece na última colocação no ranking nacional de produtividade.

    Apesar da baixa posição no ranking de eficiência, os magistrados do Acre recebem remunerações que ultrapassam o teto constitucional devido ao pagamento de verbas indenizatórias e adicionais, conhecidas como “penduricalhos”. Essas verbas, em muitos casos, não são contabilizadas dentro do limite do teto salarial, o que faz com que os contracheques superem o valor máximo previsto para o funcionalismo público.

    O tema voltou ao centro das discussões em Brasília após decisões recentes do ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal que buscam restringir o pagamento de benefícios fora do teto salarial.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Amigo de Ana Castela cita reconciliação e levanta suspeitas; entenda

    Amigo de Ana Castela cita reconciliação e levanta suspeitas; entenda

    Reprodução/Instagram
    Ana Castela aproveita domingo com família de Zé Felipe

    Uma mensagem curta nas redes sociais foi suficiente para movimentar os fãs de Ana Castela e Zé Felipe. E a publicação reacendeu hipósteses sobre uma possível reconciliação entre os dois.

    Tudo isso porque uma publicação do influenciador Odorico Reis movimentou fãs de Ana e Zé nesta segunda-feira (9/3). No X, o amigo da cantora escreveu: “Quaresma: tempo de reconciliação”.

    O que foi o suficiente para os seguidores a especularem sobre uma possível reaproximação entre o ex-casal.

    Nos comentários, fãs reagiram à publicação com pedidos para que o eles voltem a ficar junto. “Que essa reconciliação seja entre a Ana e o Zé”, escreveu um perfil. Outro comentou: “Será de reconciliação para meus dois amores também”.

    Um terceiro acrescentou: “Que Deus restaure e fortaleça o casal Ana e Zé”.

    Essa movimentação toda aconteceu depois de Ana Castela passar o Dia Internacional da Mulher, neste domingo (8/3), em Goiânia, ao lado de Zé Felipe e da família do cantor. Nos stories, a cantora publicou vários vídeos de momentos do encontro.

    Em um dos registros, Ana Castela aparece ao lado de Zé Felipe bebendo. Em outro vídeo, ela conversa com o cantor Leonardo, pai do sertanejo.

    Ana Castela e Zé Felipe assumiram o relacionamento em outubro de 2025, após semanas de especulações nas redes sociais e aparições públicas juntos.

    Poucos dias depois, os dois anunciaram o fim do namoro, também pelas redes sociais, e informaram que decidiram seguir caminhos diferentes. Mesmo após o término, Ana e Zé continuaram mantendo contato e apareceram juntos em alguns momentos, o que sempre volta a gerar comentários entre fãs nas redes sociais.

  • Nova sede de governo: CDHU sugeriu "destruir" apartamentos vazios. Ouça

    Nova sede de governo: CDHU sugeriu "destruir" apartamentos vazios. Ouça

    Jessica Bernardo / Metrópoles
    imagem colorida mostra vista da praça princesa isabel do alto. ao fundo é possível ver os prédios dos campos elíseos - metrópoles

    Enquanto o governo de São Paulo planeja a transferência de sede para a região central da capital, moradores do entorno que serão desapropriados ouviram do presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Reinaldo Iapequino, durante uma reunião, que as obras começariam mesmo que alguns apartamentos ainda estivessem ocupados.

    Ouça:

    Em áudio obtido pelo Metrópoles (ouça acima), Iapequino afirmou que buscaria um acordo com 100% dos moradores, mas que começaria a descaracterizar os apartamentos assim que a maioria deles fosse esvaziada.

    “Imagina que a gente consiga [esvaziar] 30 [apartamentos]. Se a gente conseguir 30, o que nós vamos fazer? Vamos destruir os apartamentos por dentro. Eu não posso gerar risco de ter invasão. A gente precisa ter as nossas condições”, disse o presidente.

    A fala de Iapequino aconteceu em maio de 2025 durante uma reunião do presidente com moradores do edifício Princesa, localizado em frente ao Parque Princesa Isabel, em uma das quadras que serão totalmente modificadas pelo projeto. Na época, foi a CDHU quem iniciou as tratativas sobre a desapropriação e as negociações com os moradores para que eles deixem o imóvel.

    Durante a reunião, representantes da CDHU disseram que os moradores poderiam negociar entre a possibilidade de receber uma indenização no valor do apartamento ou fazer uma permuta por outro imóvel. Até mesmo a possibilidade de que a companhia financiasse outra residência foi aventada pelos representantes.

    Jogo de empurra-empurra

    Apesar da iniciativa da CDHU, moradores de prédios que serão demolidos têm vivido uma rotina de incertezas em meio ao avanço do projeto. Após consultar quem estaria interessado nas negociações e até enviar peritos para avaliar o valor dos imóveis, a estatal parou de retornar às tentativas de contato em setembro.

    Agora, a gestão Tarcísio afirma que as desapropriações não serão mais conduzidas pelo governo e ficarão totalmente sob a responsabilidade da empresa privada que vai gerir a obra.

    Diretor-presidente da Companhia Paulista de Parcerias, empresa estatal que estruturou o projeto da PPP no centro, Edgard Benozatti disse que o governo optou por manter as desapropriações com o setor privado “para proteger o cronograma”.

    Em entrevista ao Metrópoles, Edgard afirmou que os apartamentos passarão por uma nova perícia, contratada pela concessionária e revisada por um certificador independente, para garantir um preço atualizado e justo aos proprietários.

    Segundo o diretor, as propostas feitas pela concessionária para as desapropriações serão exclusivamente de pagamento em dinheiro pelo valor do imóvel, não sendo mais ofertadas possibilidades de permuta, por exemplo. Edgard disse que as famílias receberão um valor adequado para que possam se manter no centro.


    Transferência da sede do governo


    O que diz a CDHU

    Em nota, a CDHU disse que iniciou o diálogo com os moradores dos edifícios “com a finalidade de dar transparência à situação e de abrir as tratativas sobre as desapropriações”.

    A empresa afirma que realizou duas reuniões com os residentes e apresentou os procedimentos necessários à desapropriação, “incluindo todas as etapas e exigências formais”.

    “Todo o histórico das tratativas com os moradores será disponibilizado à coordenação do projeto e ao consórcio vencedor”, diz a nota. A empresa não respondeu por que deu início ao processo de negociação para a desapropriação e depois parou de responder aos moradores.

    O governo Tarcísio prevê que 312 imóveis, entre residenciais e comerciais, serão desapropriados para a obra. No total, a estimativa é que o número de famílias que precisarão deixar suas casas passe de 700.

    A gestão promete que tanto quem vive em casas próprias quanto as famílias que moram em pensões e cortiços na região terão condições de continuar morando no centro.

    Veja fotos do projeto: