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  • Vizinha ouve gritos, chama PM e marido confessa ter assassinado esposa

    Vizinha ouve gritos, chama PM e marido confessa ter assassinado esposa

    Street View/Divulgação.
    Foto colorida de base da PM onde vizinha pediu socorro para tentar socorrer mulher vítima de feminicídio.

    Uma moradora de um condomínio ouviu gritos de socorro e correu até uma base da Polícia Militar (PM), a cerca de 150 metros de distância, para alertar policiais de que a vizinha pudesse estar sendo agredida pelo companheiro, na madrugada desta segunda-feira (9/3), na Fazenda da Juta, zona leste de São Paulo. Apesar da atitude, a mulher não conseguiu impedir que a vizinha fosse morta.

    O acusado se apresentou aos policiais confessando o crime.

    Segundo a polícia, a moradora de um condomínio na Rua Leon Borburi entrou no posto policial desesperada pedindo por ajuda. Ela relatava ter ouvido uma gritaria do imóvel vizinho, além de pedidos de socorro.

    Os policiais se preparavam para averiguar a denúncia, quando um homem surgiu ensanguentado dizendo ter matado a mulher. Ele acompanhou os militares ao apartamento, que estava aberto e com muito sangue. O corpo da vítima foi encontrado em um dos quartos.

    A polícia identificou que a vítima foi atingida por 15 facadas. Os ferimentos se concentravam no tórax, braços, pernas e costas. A faca usada no crime foi encontrada em cima de um armário na sala e apreendida.

    O homem preso foi conduzido à 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Mateus.

  • Após escândalos, Antônia Lúcia e Silas Câmara posam para fotos juntos em casamento da filha

    Após escândalos, Antônia Lúcia e Silas Câmara posam para fotos juntos em casamento da filha

    Os deputados federais Silas Câmara (Republicanos-AM) e Antônia Lúcia (Republicanos-AC) protagonizaram no último sábado, 7, um encontro até então considerado inesperado pelo grande público, já que o ex-casal rompeu publicamente e maritalmente em divórcio permeado de ataques, principalmente por parte da parlamentar acreana, que dava a entender que não aceitava o fim da relação.

    Passadas algumas semanas e também a interrupção de acusações de traição, ambos participaram juntos e posaram até para fotos no casamento da filha deles, Milena Câmara, com o empresário Antônio Souza. A cerimônia ocorreu no Palácio Tangará, em São Paulo (SP).

    Durante a cerimônia religiosa, Silas foi responsável por levar a filha ao altar. Imagens obtidas pelo ac24horas mostram que ele e Antônia ficaram próximos em alguns momentos da cerimônia para o registro de fotos e também ouvir os votos do casal.

    A reportagem apurou que Antônia teria prometido à filha que não faria nenhum tipo de escândalo, apesar de demonstrar que ficou um pouco “atormentada” ao ver o ex-marido tão de perto. Ela e Silas evitaram contato pelos olhos e até mesmo trocar algumas palavras, seguindo apenas o rito do casamento como pais da noiva.

    Em sua página no Instagram, Silas postou algumas fotos dos bastidores do casamento, mas nenhuma constava a imagem de Antônia Lúcia. Já a missionária não fez nenhuma menção à festa.

    O evento contou com a presença de empresários de influência nacional e até mesmo ministros do Superior Tribunal de Justiça.

    Editor de política do ac24horas e jornalista atuante em jornais on-line há mais de 20 anos. Atualmente é CEO do Ecos da Notícia e Hoster do programa semanal Boa Conversa que é transmitido ao vivo todas as sextas-feiras, às 11 horas da manhã

  • Acre está entre os 12 estados do país sem pedidos de crédito municipal no início de 2026

    Acre está entre os 12 estados do país sem pedidos de crédito municipal no início de 2026

    O Acre aparece entre os 12 estados brasileiros que não tiveram municípios solicitando operações de crédito no início de 2026, segundo levantamento divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Os dados constam no demonstrativo de operações de crédito analisadas em janeiro de 2026, enviado ao Senado Federal e disponibilizado ao público.

    De acordo com o relatório, apenas 14 estados brasileiros registraram pedidos de financiamento feitos por prefeituras no período. Nenhum município acreano aparece na lista de processos analisados pelo Tesouro ou pelas instituições financeiras credoras durante o primeiro mês do ano.

    Na prática, isso significa que nenhuma prefeitura do Acre buscou contratar empréstimos ou financiamentos sujeitos à análise federal naquele período, seja junto a bancos públicos, agências de fomento ou instituições internacionais.

    Entre os estados que tiveram municípios buscando operações de crédito em janeiro estão Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

    Essas solicitações incluem financiamentos de diferentes valores e finalidades, normalmente voltados para investimentos em infraestrutura, mobilidade urbana, saneamento ou modernização administrativa das prefeituras.

    Entre os exemplos listados no relatório estão operações que vão de R$ 1 milhão a R$ 60 milhões, além de pedidos maiores analisados com garantia da União ou encaminhados à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

    Os dados fazem parte do acompanhamento mensal realizado pelo Tesouro Nacional sobre operações de crédito e endividamento de estados e municípios, com base nas regras da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    O monitoramento inclui a análise de pedidos de financiamento, verificação de limites de endividamento e identificação de eventuais irregularidades na contratação de empréstimos por entes subnacionais.

    No mesmo período analisado, outro relatório do Tesouro aponta que não houve registro de irregularidades ou operações vedadas envolvendo estados ou municípios brasileiros, indicando que nenhum financiamento irregular foi identificado em janeiro.

  • Reposição bovina está mais valorizada entre animais mais jovens, no Acre

    Reposição bovina está mais valorizada entre animais mais jovens, no Acre

    Cotações divulgadas pela Scot Consultoria mostram estabilidade na maioria das categorias e preços sustentados pela oferta limitada de animais jovens Os preços da reposição bovina no Acre seguem firmes neste início de março, com manutenção das cotações em diversas categorias e destaque para os valores mais elevados por quilo entre os animais mais jovens. Levantamento […]

  • A estupidez do candidato narcisista

    A estupidez do candidato narcisista

    Já escrevi antes e, de vez em quando, faço referência a Dietrich Bonhoeffer, teólogo e pastor luterano alemão, executado pelo regime nazista em abril de 1945. Ele não escreveu um livro ou deixou uma obra publicada sobre o assunto, mas entre seus escritos prisioneiros nos legou uma reflexão que atravessa décadas e continentes com perturbadora precisão. Em seu ensaio “Sobre a Estupidez”, Bonhoeffer nos fala de algo sutil e, ao mesmo tempo, devastador. Uma teoria da estupidez, ou, o processo pelo qual homens inteligentes, sob o impacto do poder, perdem gradualmente a capacidade de pensar por si mesmos e destroem tudo ao redor, inclusive a si mesmos, com a consciência absolutamente tranquila. João é um desses homens.

    A estupidez não é uma condição permanente, é um fato, uma decorrência. Esse ponto é fundamental para que a análise seja justa e, ao mesmo tempo, implacável. João tem um cargo, uma base e credibilidade dentro de seu campo ideológico. À sua maneira, como diria Bonhoeffer, ele é um homem de certa independência. O problema está no que o poder, a vaidade e o narcisismo fizeram com ele ao longo do tempo, ressalvando que qualquer um pode cometer estupidezes, ninguém está livre disso. Este articulista já as cometeu e penso mesmo que nenhum adulto é virgem nessa seara. Não vai aqui, portanto, um insulto a quem quer que seja, é uma constatação à luz de um pensador alemão.

    A decisão de João foi, aos olhos do mundo externo, desconcertante: renunciar à segurança de um cargo conquistado para lançar-se como candidato a um mais elevado numa disputa que não poderia vencer. Mas João não vê dessa forma. E aqui reside o cerne do diagnóstico bonhoefferiano. João acredita, com convicção genuína e inabalável, que vai ganhar. Não é cinismo, nem blefe. É algo muito mais grave, é a crença sincera de um homem cujo mapa mental foi paulatinamente descolado da realidade pelo ecossistema que o cerca. Seus apoiadores o aplaudem, suas redes sociais devolvem apenas ecos de si mesmo. E João, imerso nesse ambiente de validação, simplesmente deixou de ler o mundo como ele é. Passou a lê-lo como precisa que seja.

    Bonhoeffer descreveu esse mecanismo com precisão. Fatos que contradizem sua lógica simplesmente não merecem crédito. É exatamente o que acontece com João. Os poucos aliados que o alertam “não entendem o momento”. O histórico eleitoral não se aplica porque “desta vez é diferente”. O isolamento político é interpretado como sinal de que incomoda os poderosos. Cada evidência contrária é absorvida e reprocessada como confirmação. O sistema de crenças de João é fechado, autorreferente e impermeável.

    E é precisamente aqui que Bonhoeffer faz sua distinção mais perturbadora: o estúpido é mais perigoso que o malvado. O malvado sabe o que faz. Hesita, às vezes recua, carrega o peso da consciência. No sentido bonhoefferiano, João age honestamente, com consciência plena. Ele avança com a energia e a convicção de quem acredita estar cumprindo um destino. 

    O dano a si mesmo, porém, é onde a tragédia atinge seu ponto mais alto. João renuncia a um cargo real por uma vitória imaginária. Perde credibilidade acumulada por anos em nome de uma campanha que o ecossistema ao redor dele infla artificialmente. Sua base política se fragmenta, seu capital simbólico se dissolve. E tudo isso acontece enquanto João sorri, discursa e acredita estar no melhor momento de sua carreira. Cada perda concreta é reinterpretada como investimento. A realidade sangra e João não sente.

    Bonhoeffer escreveu que o homem nessa condição foi privado da possibilidade de pensar com autonomia. João não decidiu sua candidatura. Foi decidido por ela. Foi decidido pela adulação de seus seguidores, pela vaidade que o poder alimentou durante anos, por financiadores que têm interesse em sua movimentação independentemente do resultado, pelos herdeiros de seu espólio e até pelo adversário. João acredita que é o sujeito da ação, mas, na verdade, é seu objeto, pensa que escolheu ser candidato para vencer quando foi “escolhido” para perder. Age com liberdade aparente enquanto é inteiramente movido por forças que não controla e mal percebe.

    O remédio, para Bonhoeffer, nunca foi externo. A libertação, quando vem, é sempre um ato interior, é a recuperação dolorosa da autonomia do pensamento, a coragem de perguntar a si mesmo: “estou pensando, ou estou sendo pensado?”. Se perguntar ao espelho, seguirá em frente, em direção a uma derrota que não consegue ver, causando danos que não consegue medir, perdendo o que não consegue contabilizar.

    No dia da eleição, a realidade fará o trabalho que a razão não pôde fazer. E João, finalmente confrontado com o resultado, provavelmente encontrará uma explicação adequada ao seu narcisismo. Bonhoeffer não nos deixou com uma solução simples. Nos deixou com uma pergunta urgente e desconfortável, válida para João e para qualquer um que observe a cena: “em que medida somos também instrumentos de sistemas que pensam por nós e chamamos isso de convicção?”.

    Valterlucio Bessa Campelo escreve semanalmente nos sites AC24HORAS, DIÁRIO DO ACRE, ACRENEWS e, eventualmente, no site Liberais e Conservadores do jornalista e escritor PERCIVAL PUGGINA, no VOZ DA AMAZÔNIA e em outros sites. Seu último livro, “Arquipélago do Breve”, encontra-se à venda através de suas redes sociais e do e-mail valbcampelo@gmail.com.

  • Rihanna estava em casa durante atentado a tiros; saiba mais

    Rihanna estava em casa durante atentado a tiros; saiba mais

    Getty Images
    Foto da cantora Rihanna. Ela está de coque, batom vermelho e look preto - Metrópoles

    A cantora Rihanna estava dentro de sua casa, em Beverly Hills, Los Angeles (EUA), quando foi alvo de um atentado na tarde desse domingo (8/3). Uma mulher foi detida, segundo a imprensa internacional, após disparar tiros contra a residência da artista.

    A mulher de cerca de 30 anos, cuja identidade ainda não foi divulgada, se aproximou do imóvel a bordo de um carro e efetuou uma série de disparos.

    De acordo com o TMZ, Rihanna estava em casa no momento do atentado, mas não se feriu. Ainda não há informações se o marido da cantora, o cantor A$AP Rocky, e os três filhos do casal, RZA , Riot Rose e Rocki, estavam na residência.

    A motivação por trás do atentado ainda está sob investigação. Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais, a suspeita atirou contra a casa pelo menos 10 vezes.

    Até o momento, a equipe de Rihanna ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

  • Coronel mudou tom ao ligar para 190 e 193 e relatar morte da esposa PM. Ouça

    Coronel mudou tom ao ligar para 190 e 193 e relatar morte da esposa PM. Ouça

    Instagram/Reprodução
    Imagem colorida mostra Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos - Metrópoles

    Minutos depois de a soldado da Polícia Militar (PM) Gisele Alves Santana, de 32 anos, ser baleada dentro do apartamento onde morava com o marido, no último dia 18, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, ligou para o telefone de emergência 190 e relatou que a esposa havia se matado com um tiro na cabeça.

    O áudio da ligação, obtido pela reportagem, mostra o oficial se identificando logo no início da conversa, em tom calmo e controlado, como integrante da corporação (ouça abaixo).

    “Alô. Bom dia. É tenente-coronel Neto. Eu sou do CPA M5 [Comando de Policiamento de Área Metropolitano 5]. Estou na Rua Domingos de Paiva, 152, no Brás”, diz ele à atendente.

    Poucos segundos depois, o oficial descreve o que teria ocorrido.

    “A minha esposa é policial feminina. Ela se matou com tiro na cabeça. Manda o resgate, uma viatura aqui agora, por favor”.

    A conversa segue em tom quase protocolar. O oficial responde às perguntas, confirma endereço, fornece o registro funcional e diz que a vítima era soldado da Polícia Militar.

    Até o momento, o tenente-coronel consta como “parte” na investigação. A defesa dele não foi encontrada. O espaço segue aberto para manifestações.

    “Ela deu um tiro na cabeça”

    Em determinado momento da ligação, a atendente pergunta se ele havia verificado a respiração da mulher. A resposta do coronel indica que a vítima ainda apresentava sinais de vida, apesar de ele já ter afirmado que ela teria se matado. “Ela tá muito ruim, ela deu um tiro na cabeça. Manda o resgate logo”, respondeu o oficial.

    A sequência chama atenção porque, no mesmo telefonema, o oficial afirma inicialmente que a esposa “se matou”, mas logo depois pede socorro afirmando que ela ainda estava em estado grave.

    Outro tom ao falar com os bombeiros

    A reportagem também teve acesso à ligação feita pelo oficial ao 193, dos bombeiros, realizada logo após o contato com a Polícia Militar.

    No áudio, o tom de voz do coronel aparece diferente daquele ouvido na conversa com o 190. Se na chamada à PM ele fala de forma mais controlada e protocolar, no contato com os bombeiros a fala é mais tensa e emocional, com pausas e expressões de desespero (ouça abaixo).

    A mudança de entonação ocorre justamente quando ele descreve a situação da esposa e insiste na necessidade de socorro imediato. Em vez da narrativa mais objetiva usada na ligação à PM, o oficial demonstra maior aflição ao relatar o quadro da vítima e ao pedir rapidez no atendimento.

    Os dois áudios passaram a integrar o conjunto de elementos analisados por investigadores que tentam reconstruir a sequência de acontecimentos dentro do apartamento naquela manhã.

    Intervalo entre o tiro e a ligação

    De acordo com os registros da ocorrência, o telefonema para o 190 foi feito entre as 7h57 e 8h01. Uma vizinha que mora no mesmo andar do casal relatou à polícia ter sido acordada por seus cachorros às 7h28, atribuindo os latidos ao susto que levaram após ouvirem um forte estrondo que, segundo ela, teria sido o disparo da arma de fogo.

    Se os horários forem confirmados, o intervalo entre o tiro e o pedido de socorro teria sido de aproximadamente 29 minutos.

    Socorro e morte no hospital

    Após o acionamento das equipes de emergência, Gisele foi socorrida em estado gravíssimo e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, na zona oeste paulistana.

    Ela morreu às 12h04, segundo o atestado de óbito obtido pela reportagem, que aponta como causa da morte traumatismo cranioencefálico grave provocado por ferimento de arma de fogo.

    Contradições e dúvidas na investigação

    O caso passou a levantar suspeitas entre investigadores e profissionais que estiveram no local desde os primeiros momentos.

    Entre os pontos que chamaram atenção, estão a versão apresentada pelo coronel de que a esposa teria cometido suicídio, o intervalo de cerca de meia hora entre o disparo ouvido por vizinhos e o pedido de socorro, além do fato de nenhuma cápsula de munição ter sido localizada dentro do apartamento.

    Também chamou atenção dos investigadores a circunstância de a arma encontrada na mão da vítima pertencer ao próprio oficial, além da forma com a qual foi encontrada na mão da policial. Depoimentos colhidos pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM apontam ainda inconsistências no relato inicial apresentado pelo militar sobre o que teria ocorrido no imóvel.

    Avanço das investigações

    Diante das dúvidas sobre a dinâmica da morte da policial, a Justiça autorizou a exumação do corpo de Gisele Alves Santana, medida considerada fundamental para esclarecer se o disparo foi compatível com suicídio ou se há indícios de outra causa.

    O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto solicitou afastamento das funções enquanto as apurações seguem em andamento.

    O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pela Corregedoria da PM.

  • Morre Jennifer Runyon, atriz de Os Caça-Fantasmas e Charles in Charge

    Morre Jennifer Runyon, atriz de Os Caça-Fantasmas e Charles in Charge

    Erin Murphy, amiga de Jennifer Runyon, publicou uma nota afirmando que a atriz enfrentou uma “breve batalha contra o câncer”

  • Suspeito é baleado durante operação policial em morro de Santos

    Suspeito é baleado durante operação policial em morro de Santos

    Renan Porto/Metrópoles
    Imagem mostra viela em comunidade - Metrópoles

    Um homem foi baleado durante uma troca de tiros no Morro do São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, nesse domingo (8/3). De acordo com a Polícia Militar, equipes realizavam operação na região quando foram recebidas a tiros por suspeitos armados.

    “Diante da injusta agressão, os policiais intervieram e, após o confronto, um dos suspeitos foi atingido”, disse a PM. O resgate foi acionado e o homem socorrido no Pronto-Socorro Central, onde permaneceu sob atendimento médico.

    Ainda na tarde de domingo, a PM informou que a operação seguia na região com o objetivo de encontrar outros envolvidos que teriam participado da troca de tiros. O caso foi registrado no 1º DP de Santos.

    Em nota, a Prefeitura de Santos comunicou que o homem foi socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital Santa Casa de Santos. O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e aguarda retorno.