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  • Confeiteira de Michelle confirma pré-candidatura a deputada federal

    Confeiteira de Michelle confirma pré-candidatura a deputada federal

    Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
    Maria-amelia

    A confeiteira e vice-presidente do PL Mulher do Distrito Federal, Maria Amélia Campos, é pré-candidata a deputada federal pelo DF, com apoio da deputada federal e pré-candidata ao Senado, Bia Kicis (PL-DF), e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao Metrópoles, a empresária confirmou, nesta quinta-feira (5/2), a intenção de disputar o cargo público.

    Conhecida na capital federal pela confeitaria Maria Amélia Doces, ela é amiga íntima de Michelle Bolsonaro e responsável pela organização das festas da família, produzindo bolos e doces personalizados.

    Entre os episódios recentes, a confeiteira fez bolos personalizados durante o período em que Bolsonaro cumpria prisão domiciliar, incluindo encomendas para o Dia dos Pais e para o aniversário de 15 anos de Laura Bolsonaro, filha caçula do ex-presidente.

    Uma das lojas da empresária fica em frente ao condomínio Solar de Brasília, onde residia o ex-mandatário, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha, por liderar trama golpista.

    Quem é Maria Amélia

    Interessada pela culinária desde a infância, Maria Amélia deixou o município de Bambuí, em Minas Gerais, e mudou-se para Brasília, onde vive há 25 anos. Ativa na política, a mineira também é conhecida por participar e auxiliar na organização de manifestações em favor de Jair Bolsonaro.

    Próxima do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), Maria Amélia participou da “Caminhada pela Liberdade”, iniciativa que saiu de Paracatu em 19 de janeiro e chegou a Brasília no dia 25.

  • Bombeiro detalha resgate dos Mamonas Assassinas: "Bem lesionados"

    Bombeiro detalha resgate dos Mamonas Assassinas: "Bem lesionados"

    Instagram/Reprodução
    Bombeiro detalha resgate dos Mamonas Assassinas: "Bem lesionados" - Metrópoles

    As mortes dos integrantes dos Mamonas Assassinas completaram 30 anos na última segunda-feira (2/3) e o assunto está sendo bastante comentado nas redes sociais. E alguns detalhes do resgate do grupo vieram à tona, na quinta-feira (5/3), durante uma entrevista do coronel do Corpo de Bombeiros Jefferson de Melo, que comandou o local do acidente.

    Em entrevista ao TikTal Podcast, apresentado por Rei Dias, o militar contou como chegou a notícia da queda do avião que vitimou os artistas e qual era o estado dos corpos ao serem retirados da mata.

    Essa ocorrência tem uma particularidade muito grande. Primeiro, que na época a gente nem tinha celular, usava famoso bip. Pra ajudar, foi no sábado à noite. Veio a demanda que a população achava que tinha caído um avião e o quartel foi acionado. Ninguém tinha certeza de nada e não sabia que era o avião dos Mamonas”, começou ele.

    Confirmação veio mais tarde

    Ainda durante o bate-papo, Melo relatou que a confirmação de que se tratava do voo dos famosos veio mais tarde: “Depois, chegaram informações de que seria o avião dos Mamonas Assassinas, chegou a imprensa, a namorada do Dinho. Era de 90 a 99% de que era o avião deles”, recordou, antes de completar:

    “A gente foi seguindo o trajeto dos estragos que o avião fez. Você via pedaço de avião em cima de árvore, aqui e ali, e descendo o morro até que encontramos os primeiros corpos, que eram o piloto e o copiloto”, disse.

    O resgate dos corpos

    Em seguida, o coronel detalhou como aconteceu o resgate dos corpos: “O que nós fizemos? Conforme íamos encontrando os integrantes, removíamos e fomos concentrando todos em um local só, pra ficar tudo junto. E, assim, bombeiro está acostumado, mas não é uma coisa agradável de se ver. Eram famosos, tivemos que fazer um isolamento grande”, comentou.

    E contou o estado dos corpos: “E faltava um, na soma, faltava um. [Pensaram] ‘E agora? Falta um, quem é?’. Naquele calor…. A gente ficava olhando, eles estavam bem, digamos assim, lesionados para identificar ‘tá faltando fulano de tal’. Não dava pra falar isso”, assumiu.

    Na gravação, o bombeiro descreveu: “Quem ficou menos lesionado foi o piloto e o copiloto. Praticamente, eram os únicos que estavam inteiros”, lembrou.

    A última vítima encontrada

    Após um tempo, o militar recebeu a informação sobre um novo corpo localizado: “E chegou um senhor em mim e falou ‘eu vi, há uns 200 metros daqui, um braço’. Falei ‘senhor, não comenta com ninguém, vou chamar mais uns bombeiros aqui e vamos pra lá’. Chamei uns três bombeiros, ele saiu e nós saímos atrás”, relatou.

    Durante as buscas, segundo ele, acharam parte de um dos músicos: “Quando chegamos lá, vi o braço e a vegetação cobrindo na altura do ombro. Então, dava a impressão que seria só o braço. Quando fui puxar, achando que era uma coisa mais leve, vi que não era só o braço. Era o corpo todo. E ali achamos o último”, declarou.

    No fim, ele revelou a identidade: “Ele tinha o tronco e um braço só, não tinha os outros membros e tava de bermuda. Aí, um parente falou que era o vocalista [Dinho]. Ele foi reconhecido por um tio, que foi com a gente lá. As equipes continuaram e acredito que os outros fragmentos [do corpo] foram encontrados”, encerrou.

    Veja a entrevista completa

  • Petrobras lucra R$ 110 bilhões em 2025, alta de 200% em relação a 2024

    Petrobras lucra R$ 110 bilhões em 2025, alta de 200% em relação a 2024

    Junior Pereira/Getty Images
    Fachada da Petrobras

    A Petrobras encerrou o ano de 2025 com lucro líquido de R$ 110,1 bilhões, de acordo com balanço divulgado na quinta-feira (5/3). O resultado representa aumento de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia registrado lucro de R$ 36,6 bilhões.

    O Ebitda — lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — ajustado chegou a R$ 244,3 bilhões (US$ 43,8 bilhões). Segundo a companhia, além do impacto positivo da produção, o resultado foi favorecido pela redução das despesas operacionais.

    A Petrobras registrou, ainda, a produção média de 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia, representando aumento de 11% em relação à produção de 2024. De acordo com a empresa, o volume ficou acima do limite superior da meta estabelecida para o ano.

    “O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou Magda Chambriard, presidente da Petrobras.

    Acionistas

    A Petrobras também informou que o Conselho de Administração autorizou o envio à Assembleia Geral Ordinária (AGO), prevista para 16 de abril deste ano, com proposta de distribuição de R$ 8,1 bilhões em remuneração aos acionistas, referente ao quarto trimestre.

    Caso a proposta seja aprovada pela AGO, e considerando os valores antecipados ao longo do ano, a remuneração total das atividades de 2025 poderá totalizar R$ 41,2 bilhões. 

  • O capitalismo em movimento (por Antônio Carlos de Medeiros)

    O capitalismo em movimento (por Antônio Carlos de Medeiros)

    Arte / Metrópoles
    Imagem colorida de Donald Trump - Metrópoles

    A lógica imperial de acumulação de capital aproxima o capitalismo ocidental (neoliberal) do capitalismo oriental (político). Com a atuação de novos complexos industriais militares. O capitalismo em movimento. Com as incertezas da geopolítica em mutação. E a tríade imperial: Estados Unidos, China e Rússia.

    Neste contexto geopolítico, as reflexões e propostas do chamado Consenso de Londres são ferramentas úteis para compreender os novos movimentos do capitalismo no Século XXI.

    Para enfrentar os novos desafios, o capitalismo precisa combinar os princípios de inovação do chamado neoliberalismo com os princípios de inclusão do chamado estado do bem-estar social. Essa é a antevisão do Consenso de Londres.

    Para além dos dogmas. O mundo mudou. Mudaram-se as circunstâncias, ampliaram-se as volatilidades e incertezas da geopolítica e das políticas fiscal e monetária.

    A Covid19 revelou as fragilidades do modelo chamado neoliberal dos EUA e do modelo chamado de bem-estar europeu. As deficiências do sistema social americano. As limitações do sistema de inovação do sistema europeu.

    Esta é a síntese da antevisão do Consenso de Londres. A antevisão da necessidade da troca dos dogmas do “ou um ou outro” pela convergência do “um e/ou outro”.

    Construir flexibilidade para enfrentar os desafios ampliados no Século XXI: mudanças climáticas; perda de biodiversidade; a pandemia da Covid19; as diversas desigualdades (não apenas econômicas); os efeitos perversos da tecnologia na política (populismo); a destruição criativa; a fragmentação econômica global (desglobalização); a polarização; as guerras; e o declínio da democracia liberal.

    O Consenso de Londres antevê que, dados os novos desafios, o capitalismo não pode ser dinâmico se não for inclusivo. E não pode ser inovador se interesses de manutenção do “status quo” contenham a emergência de novos talentos advindos também da base da sociedade.

    Para superar dicotomias, o Consenso de Londres aponta políticas públicas que podem impulsionar o capitalismo para mais inovação e para mais inclusão. Através da modernização do mercado de trabalho; da reforma do sistema de educação; e do estímulo à competição empresarial.

    O mercado de trabalho moderno requer o estímulo à mobilidade da força de trabalho. Com flexibilidade para demitir e com seguro desemprego temporário. E com aceleração da contínua educação profissionalizante.

    A competição requer a contenção dos monopólios e o estímulo à inovação contínua e entrada de novos “players” no mercado, via Startups e estímulos às empresas pequenas e médias: “espalhar” a multiplicação da lógica capitalista do empreendedorismo produtivo.

    E a educação. Com reforma educacional inclusiva e inovadora (como na Finlândia em 1970). Ampliar as possibilidades para que os mais talentosos se tornem inovadores, desde a base da pirâmide social. Os autores do Consenso de Londres se referem a necessidade de “reduzir a perda de Einsteins” e incorporar talentos da base da pirâmide social. O mundo da inovação.

    Na direção do horizonte de um novo capitalismo, o Consenso de Londres vai além do Consenso de Washington, que tinha/tem a essência prescritiva e monolítica da ênfase nos fatores econômicos. O Consenso de Londres amplia o foco e incorpora os fatores institucionais e sociais. A economia política.

    Do famoso motto “é a economia, estúpido” para o novo motto em construção: “é a política, estúpido”. Da ênfase no lado da demanda agregada e da eficiência estática, para a ênfase no lado da oferta e da eficácia dinâmica: a geração do crescimento com foco em políticas de desenvolvimento produtivas.

    Vem daí a noção de “produtivismo”, um dos pilares do Consenso de Londres, formulado por Dani Rodrik. Ele define o conceito como “disseminador de oportunidades econômicas produtivas em toda a economia e em segmentos da força de trabalho”.

    Que se diferencia, segundo ele, do chamado neoliberalismo, porque confere ao governo/Estado e a sociedade civil papéis importantes para atingir os objetivos. Coloca menos crédito na capacidade do mercado “per se” e é cético em relação às grandes corporações.

    Foca mais em investimentos produtivos e menos na financeirização dos lucros (mercado financeiro). Foca, também, no poder econômico multiplicador das cidades e comunidades locais, e menos na globalização.

    Vai além do Estado do bem-estar keynesiano – focando em menos distribuição e benefícios sociais e gestão macroeconômica e mais em criar oportunidades econômicas através do foco do lado da OFERTA: criar projetos produtivos e gerar emprego e renda, enfatiza Rodrik.

    Para além do enfoque keynesiano, novos desenhos de política industrial para o agronegócio, os serviços e a indústria propriamente dita. Produtivismo transversal. Requer condições institucionais. Ou seja, governos aptos para ter capacidade de gerar consenso político e capacidade de impulsionar as entregas produtivas.

    Esta visão do Consenso de Londres para o capitalismo reflete e é refletida pela evolução do capitalismo oriental.

    Também no capitalismo oriental – liderado pela China – formou-se uma necessária convergência entre inovação e inclusão. Com o aumento da classe média.

    Na geopolítica do Império Ocidental e do Império Oriental – Estados Unidos e China – a resultante em processo de formação é a imbricação (dialética) do capitalismo liberal do Ocidente (Estados Unidos) com o capitalismo político da China.

    Por um lado, a consolidação da plutocracia no capitalismo liberal na direção do capitalismo iliberal, com o avanço do trumpismo econômico. O efeito da liderança iliberal de Donald Trump cria uma agenda de impulso ao capitalismo político.

    Por outro lado, a consolidação da plutocracia no capitalismo chinês. O poder da nomenclatura partidária no aparato de Estado, combinado com a descentralização da lógica do capitalismo de mercado pelas províncias/cidades do país.

    Branko Milanovié, em seu “Capitalismo sem Rivais” conclui que o domínio do capitalismo como a única maneira de organizar a produção e a distribuição de riqueza parece absoluto. “Não há nenhum rival à vista”.

    O chamado espírito capitalista penetrou profundamente na vida individual das pessoas, diz Milanovié. O espírito competitivo e aquisitivo inerente ao capitalismo.

    Para ele, o ponto final dos dois sistemas, o capitalismo liberal e o capitalismo político, se torna semelhante: “a unificação e a persistência das elites”, com laços mais estreitos entre o poder econômico e o político.

    Capitalismo sem rivais. Com perfil de novo capitalismo.

    Agora na direção da superação dos dogmas, para ter flexibilidade e enfrentar a miríade de desafios recheados de volatilidade e incertezas, na evolução do mundo digital do Século XXI.

    Com a lógica do fortalecimento e modernização dos complexos industriais militares. Em busca da geopolítica de dissuasão.

    Antonio Carlos de Medeiro é pós-doutor em Ciência Política pela The London School of Economics and Political Science.

  • Produção industrial avançou 1,8% em janeiro de 2026, diz IBGE

    Produção industrial avançou 1,8% em janeiro de 2026, diz IBGE

    Xu wu/Getty Images
    Indústria de Celulose

    A produção industrial avançou 1,8% em janeiro de 2026, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (6/3).

    De acordo com o órgão, Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, a indústria avançou 0,2% e interrompeu três meses consecutivos de queda na produção.

    Segundo o gerente da pesquisa, André Macedo, o crescimento pode ser explicado pela queda intensa na produção no mês de dezembro, quando registrou -1,9%, sendo a queda mais elevada desde março de 2021 (-2,1%).

    “Naquele mês, além do movimento de menor dinamismo que vinha caracterizando o setor industrial, observou-se também uma maior frequência de férias coletivas. Com a retomada das atividades produtivas no início do ano, ocorre uma recuperação de parte dessa perda”, disse.

  • Prova do Líder de Resistência do BBB 26 completa 10 horas; veja quem segue na disputa

    A oitava Prova do Líder do BBB 26, que é de resistência, completa dez horas de duração na manhã desta sexta-feira (6). Duas duplas seguem na disputa: Alberto Cowboy e Jonas Sulzbach, e Breno e Leandro. Na 17ª rodada do desafio, os brothers têm que equilibrar uma bolinha em um prato e trocar de posição.

    A madrugada foi marcada pelo clima tenso entre rivais. Ana Paula Renault aproveitou para cutucar seus adversários: “Quem achou que não fez m*, pesou a mente do ladrão a volta do Breno”, finalizou a jornalista.

    Já Gabriela e Juliano Floss protagonizaram um bate-boca repleto de farpas. A vendedora ambulante comentou sobre Paredão e Queridômetro com a atendente de bar. O dançarino, então, ironizou: “Paredão dos sonhos” e iniciou uma discussão com a paulista.

    “Fica o dia inteiro de falsidade, fazendo papinho de comadre e quer ver os outros no Paredão”, disparou o Camarote.

    Gabriela se defendeu: “Eu não vou te tratar mal, mas aqui é um jogo. Entre os meus e os outros”. Mais tarde, o brother fez novas alfinetadas à Pipoca.

    Conforme anunciado por Tadeu Schmidt, a liderança da semana será dividida entre os dois participantes que vencerem a dinâmica. Os brothers se dividiram da seguinte forma:

    Na prova, um dos participantes sempre deve estar de um lado do Provôdromo, pressionando um botão o tempo inteiro. O item é muito sensível, por isso, qualquer descuido é acusado, ocasionando a mudança de cor dele e, consequentemente, a saída da disputa.

    Enquanto isso, do outro lado, o outro participante da dupla deve segurar uma barra que equilibra um prato, que pode estar vazio ou não. Na parte de baixo dele, há um imã que não pode encostar no chão. Caso encoste, a dupla é desclassificada.

  • Câncer ou Touro? Veja os signos que demoram mais para esquecer um ex

    Câncer ou Touro? Veja os signos que demoram mais para esquecer um ex

    Guido Mieth/ Getty Images
    Foto de reflexo de pessoa triste em espelho - Metrópoles

    O fim de um relacionamento nunca é uma tarefa simples ou rápida para todos. Cada signo reage de uma forma ao luto do término. Alguns superam no dia seguinte, mas outros guardam memórias profundas. Esquecer um ex exige tempo, paciência e muita renovação das energias internas e externas.

    Câncer e Touro são conhecidos por serem os signos que mais guardam o passado na gaveta.

    Câncer: o guardião das memórias

    Cancerianos são regidos pela Lua e possuem uma memória emocional muito forte. Eles guardam presentes, fotos e até cheiros que lembram o antigo parceiro. Esquecer um ex para Câncer é como perder uma parte de si.

     

    Veja a lista completa no João Bidu, parceiro do Metrópoles.

  • A guerra de versões sobre a morte cerebral de Sicário do Vorcaro

    A guerra de versões sobre a morte cerebral de Sicário do Vorcaro

    Arte/Metrópoles
    sicario_04jpg

    A prisão de Luiz Phillipi Mourão, apontado pela investigação como “sicário” ligado ao empresário Daniel Vorcaro, deu início a uma guerra de versões sobre o estado de saúde do investigado após uma tentativa de suicídio dentro da carceragem da Polícia Federal em Belo Horizonte.

    Segundo a investigação, ele atuava como líder operacional de um núcleo responsável por intimidar e constranger adversários do banqueiro. Nos autos, é descrito como um matador de aluguel, apelidado pelos próprios comparsas de “Sicário”.

    A tentativa de suicídio ocorreu na tarde de quarta-feira (4/3), enquanto Mourão aguardava audiência de custódia na sede da PF na capital mineira.

    De acordo com a corporação, por volta das 15h30 ele retirou a própria camisa, de mangas longas, e a utilizou para se enforcar nas grades da cela.

    Policiais perceberam a situação cerca de dez minutos depois e iniciaram manobras de reanimação. Procedimento que durou cerca de 30 minutos.

    O atendimento foi realizado inicialmente por agentes do Grupo de Pronta Intervenção da PF e depois por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

    O investigado foi levado em estado grave ao Hospital João XXIII, referência em trauma em Minas Gerais.

    Informações contraditórias

    Ao longo das horas seguintes, informações divergentes sobre o estado de saúde de Mourão passaram a ser dadas por instituições envolvidas no caso.

    Na noite de quarta-feira, a Polícia Federal confirmou que médicos do hospital teriam constatado morte cerebral.

    Minutos depois, porém, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais divulgou nota afirmando que o paciente seguia internado em estado gravíssimo no CTI.

    Nessa quinta-feira (5), a defesa apresentou uma terceira versão. Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, Mourão permanece vivo e internado em estado grave, porém sem abertura do protocolo médico para confirmação de morte encefálica.

    Investigação interna

    A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da tentativa de suicídio na custódia da corporação.

    Segundo a PF, a cela onde Mourão estava preso é monitorada por câmeras e não possui pontos cegos.

    As imagens teriam registrado toda a sequência do episódio e mostram que nenhum objeto além da própria camisa foi utilizado.

    A PF informou ainda que as gravações serão encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal, onde o caso é relatado pelo ministro André Mendonça.

    Perfil

    Segundo a investigação, Mourão tinha um histórico ligado a atividades criminosas e coordenava um dos núcleos da organização suspeita de atuar em favor de interesses ligados ao Banco Master.

    Os investigadores afirmam que ele recebia cerca de R$ 1 milhão por mês pelos serviços considerados ilícitos, que incluiriam ameaças e pressões contra adversários.

    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou que Mourão já era réu em outro processo por participação em organização criminosa, crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro.

    Registros da Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais indicam que ele chegou a ficar preso por cinco dias em 2020.

    Durante a operação que levou à prisão do investigado, a Polícia Rodoviária Federal também apreendeu um carro blindado ligado a ele na BR-381, no sul de Minas.

    O veículo, avaliado em mais de R$ 700 mil, era conduzido por um casal que acabou preso por ordem do Supremo Tribunal Federal.

  • Latino se envolve em acidente de ônibus no interior de SP

    Latino se envolve em acidente de ônibus no interior de SP

    Reprodução/Instagram @latino
    Imagem colorida do cantor Latino - Metrópoles

    O cantor Latino passou por um grande susto na manhã desta sexta-feira (6/3). O o ônibus que transportava ele e a equipe se envolveu em um acidente na Rodovia Washington Luís (SP-310), na região de Matão, no interior paulista.

    Após o ocorrido, o artista usou as redes sociais para tranquilizar os fãs. Ele afirmou que todos passam bem e agradeceu pelo fato de ninguém ter se ferido gravemente.

    Latino publicou nas redes sociais imagens do acidente

    O ônibus tinha saído de Mogi das Cruzes e tinha como destino São José do Rio Preto, onde o cantor tem apresentação marcada para este sábado (7/3). Até o momento, o compromisso na cidade segue mantido e não foi anunciado cancelamento do show.

    Matéria em atualização

  • Circuito Cultural Itinerante leva música, dança e artesanato para Assis Brasil nesta sexta

    Circuito Cultural Itinerante leva música, dança e artesanato para Assis Brasil nesta sexta

    NOITE CULTURAL

    Circuito Cultural Itinerante leva música, dança e artesanato para Assis Brasil nesta sexta

    Por Terezinha Moreira6 de março de 2026 – 07h50 1 min de leitura

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    O município de Assis Brasil recebe nesta sexta-feira (6) mais uma edição do Circuito Cultural Itinerante, iniciativa do Governo do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansur (FEM), que busca ampliar e descentralizar o acesso à arte e à cultura no estado.

     

    A programação acontece a partir das 19h, na Praça Enoque Timóteo, reunindo apresentações musicais, dança e atividades que valorizam a produção cultural e o artesanato local.

    Entre as atrações confirmadas estão o DJ Thiago Rodrigues, abrindo a noite com um set musical, seguido por shows de Imperatriz do Forró, Jos dos Teclados, Toinho e Maria Clara e Banda Roger Souza, que encerrará a programação.

    Além dos shows, o circuito também incentiva a economia criativa da região, com a participação de artesãos locais que expõem e comercializam seus trabalhos, além de apresentações de artistas do próprio município.

    A proposta do Circuito Cultural Itinerante é levar programação cultural gratuita para diferentes cidades acreanas, promovendo o encontro entre artistas e comunidade e fortalecendo as manifestações culturais regionais.