Categoria: Teste

  • Seis municípios do Acre já receberam emendas de bancada federal em 2026

    Seis municípios do Acre já receberam emendas de bancada federal em 2026

    Seis municípios do Acre já receberam recursos provenientes de emendas parlamentares de bancada federal nos primeiros meses de 2026. Os dados constam em planilhas oficiais de execução orçamentária da União e mostram que Rio Branco lidera os repasses, seguida por Porto Acre e Rodrigues Alves.

    Ao todo, os pagamentos registrados até agora somam R$ 10,7 milhões destinados a cidades acreanas, todos classificados como despesas de capital, categoria usada para investimentos como obras, aquisição de equipamentos e melhoria da infraestrutura pública.

    Entre os municípios beneficiados, Rio Branco aparece com o maior volume de recursos já pagos neste ano. A capital recebeu R$ 3.736.547,08 em emendas de bancada.

    Os valores identificados nas planilhas estão classificados como despesas de capital, o que indica aplicação em projetos estruturantes, como obras públicas, compra de máquinas, equipamentos ou melhorias em serviços municipais.

    As emendas de bancada são propostas coletivamente pelos parlamentares de cada estado no Congresso Nacional e costumam financiar projetos considerados prioritários para as regiões representadas.

    Apesar dos pagamentos registrados para seis cidades, a maior parte dos municípios acreanos ainda não aparece com repasses executados em 2026 nesse tipo de emenda.

    Os pagamentos ocorrem conforme a execução orçamentária do governo federal e podem acontecer ao longo do ano, à medida que os projetos avançam e os recursos são liberados.

    As planilhas analisadas indicam apenas os valores pagos, sem detalhar o autor da emenda ou o objeto específico financiado em cada município.

  • Quando a voz rompe o silêncio: a denúncia de importunação sexual no ambiente de trabalho

    Quando a voz rompe o silêncio: a denúncia de importunação sexual no ambiente de trabalho

    Falar sobre violência sexual ainda exige coragem, sobretudo quando ela ocorre em um ambiente onde se espera segurança e respeito: o local de trabalho. Romper o silêncio, nesses casos, não significa apenas relatar um episódio doloroso, mas também enfrentar as reações que surgem quando uma mulher decide tornar público aquilo que muitos preferem minimizar.

    Foi o que aconteceu quando decidi falar sobre uma importunação sexual que sofri no ambiente profissional.

    Naquele primeiro momento, ao relatar o ocorrido, o que encontrei não foi o acolhimento esperado. Em vez disso, vieram respostas que tentavam relativizar a situação. Uma mulher afirmou que aquilo era “normal”, que o agressor já tinha esse tipo de comportamento. Um homem sugeriu que talvez eu fosse “simpática demais”. Também ouvi que denunciar só me traria desgaste.

    Para quem observa de fora, essas falas podem parecer pequenas. Mas, para quem vive uma situação de violência, elas pesam profundamente. Em momentos de dor e vulnerabilidade, o que mais se precisa é de escuta, respeito e acolhimento; não de dúvidas, justificativas ou tentativas de normalizar o inaceitável.

    Nesse caminho, encontrei algo fundamental: uma rede de apoio. Outras mulheres estenderam a mão, amigos estiveram presentes e acreditaram na minha palavra. Foi nesse apoio que encontrei força para seguir.

    O percurso, porém, esteve longe de ser simples. Precisei me afastar do trabalho por um longo período e enfrentei consequências que foram além do campo profissional. Houve impactos financeiros, além de desafios emocionais e psicológicos. Enquanto isso, o agressor mantinha sua vida social normalmente.

    Eu, por outro lado, precisava lidar com as consequências e com o processo silencioso de reconstrução emocional.

    Na delegacia, fui ouvida. As provas confirmaram a verdade dos fatos, e o processo judicial seguiu seu curso com a imparcialidade necessária para apurar o ocorrido.

    Relatar essa experiência não é apenas revisitar uma história pessoal. É também uma forma de dialogar com outras mulheres que talvez estejam lendo estas linhas e se reconhecendo em parte desse relato. Muitas podem ter vivido situações semelhantes – o choque, a indignação e, muitas vezes, o silêncio preso na garganta.

    Esse sentimento é compreensível. O medo, a dor e a hesitação fazem parte de uma realidade marcada por uma cultura que, durante muito tempo, ensinou mulheres a suportar, minimizar ou silenciar experiências de violência.

    Mas há algo importante que aprendi ao longo desse caminho: quando uma mulher decide falar, ela abre uma fresta de luz em um espaço que por muito tempo permaneceu na sombra.

    Nos últimos anos, inclusive, avanços institucionais têm reforçado a importância de enfrentar esse problema. Após o caso que vivi, em 2023, novas medidas legislativas foram aprovadas no Acre. A Lei nº 4.577/2025 passou a vedar a nomeação para cargos públicos de pessoas condenadas por violência doméstica ou crimes contra a dignidade sexual. Em Rio Branco, a Lei Municipal nº 2.560/2025 também estabeleceu a proibição da nomeação de condenados por violência contra a mulher ou crimes sexuais para cargos na administração pública.

    São iniciativas que reforçam uma mensagem essencial: a violência contra a mulher não pode ser ignorada nem naturalizada.

    Cada denúncia ajuda a trazer à luz um problema que, por muito tempo, permaneceu escondido atrás do silêncio.

    Para quem já viveu algo semelhante, é importante lembrar: o que você sentiu é legítimo. Sua dor é legítima. Sua indignação também é legítima.

    Denunciar vale a pena. A dignidade é um valor que nada pode superar. Quando uma mulher decide falar, ela não está sozinha. Sua voz encontra outras vozes, outras histórias e outras mulheres que também decidiram não se calar.

    E, juntas, pouco a pouco, vamos rompendo o silêncio que por tanto tempo tentou nos impedir de viver com dignidade.

    Por Ytamares Macedo, servidora pública, advogada e mulher que denunciou importunação sexual no ambiente de trabalho.

  • Pastor morre após sexo com amante em motel; esposa reconheceu corpo

    Pastor morre após sexo com amante em motel; esposa reconheceu corpo

    Reprodução / Redes sociais
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    Um pastor evangélico de 53 anos morreu após passar mal dentro de um motel no bairro Canaazinho, em Ipatinga (MG), na quarta-feira (4/3).

    Moisés Galdino (foto em destaque) estava acompanhado de uma mulher, que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após o homem começar a apresentar sinais de infarto.

    A Polícia Militar de Minas Gerais também foi chamada. Quando os militares chegaram ao local, a mulher já havia ido embora.

    Antes, porém, ela relatou a socorristas do Samu que a vítima era casada e que, por isso, não aguardaria a chegada da polícia. Ainda segundo o relato, Moisés teria desmaiado e caído após manter relação sexual.

    A equipe médica iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação, que duraram cerca de uma hora, com o uso de todos os recursos disponíveis.

    Apesar dos esforços, o pastor não resistiu e teve a morte confirmada ainda no local. Segundo o Samu, não foram identificados sinais de violência no corpo.

    A mulher do pastor reconheceu o cadáver.

    A coluna Na Mira tenta localizar a defesa de Moisés Galdino. O espaço permanece aberto para manifestações.

  • Homem com nanismo denuncia discriminação no TAF para delegado da PCMG

    Homem com nanismo denuncia discriminação no TAF para delegado da PCMG

    Reprodução / Redes sociais
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    O goiano Matheus Matos, de 25 anos, formado em Direito, denunciou ter sido vítima de discriminação durante o Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. O homem, que tem nanismo, e afirma que não recebeu o devido suporte, previsto em lei, para realização da prova.

    Matheus conta que começou a faculdade de Direito em 2019 já com um objetivo claro: tornar-se delegado de polícia.

    “Nunca passou pela minha cabeça exercer outro cargo. Eu nunca tive um plano B”, afirma.

    Imagens: 

    Risadas e deboche

    De acordo com Matheus, mesmo enfrentando preconceito ao longo da trajetória — muitas vezes sendo alvo de risadas e comentários de deboche quando dizia qual era o seu sonho — ele seguiu firme nos estudos. Após anos de dedicação, ele foi aprovado em todas as fases teóricas do concurso para Delegado da Polícia Civil de Minas Gerais. Em 2025, também conseguiu aprovação na prova discursiva e na prova oral do certame.

    No entanto, segundo Matheus, o sonho começou a ser interrompido na fase do Teste de Aptidão Física.

    “Eu me vi diante de um desafio enorme, porque a minha condição me impedia de realizar alguns testes físicos dentro dos parâmetros exigidos pela banca FGV. Por isso, solicitei administrativamente a adaptação do TAF, como prevê a legislação para pessoas com deficiência. Porém, a banca foi omissa e permaneceu inerte, desrespeitando direitos garantidos por lei”, relata.

    De acordo com ele, mesmo sendo candidato PCD, foi obrigado a realizar o teste nas mesmas condições aplicadas aos demais concorrentes, sem qualquer tipo de adaptação.

    “Eu tive que fazer o TAF em condições normais, sem adaptação, o que viola o princípio da isonomia e a própria Constituição Federal. Acabei eliminado no teste de impulsão horizontal, que exigia um salto mínimo de 1,65 metro. Devido à minha condição física, aquilo era simplesmente impossível”, desabafa.

    Matheus afirma ainda que não foi o único prejudicado e que outros candidatos com deficiência também teriam sido eliminados na mesma fase.

    Apesar da eliminação, ele diz que não pretende desistir do sonho que começou ainda nos primeiros períodos da faculdade.

    Não é o meu tamanho que vai delimitar o meu sonho. Eu lutei anos para chegar até aqui e continuo acreditando que posso ser delegado”, conclui.

    A coluna Na Mira entrou em contato com a PCMG e a banca FGV. O espaço segue aberto para posicionamentos.

  • CNJ afasta desembargador que beneficiou refinaria ligada ao PCC

    CNJ afasta desembargador que beneficiou refinaria ligada ao PCC

    Reprodução/ PEC-RJ
    Fachada do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

    A Corregedoria Nacional de Justiça determinou, nesta sexta-feira (6/3) o afastamento imediato das funções de Guaraci de Campos Vianna, desembargador integrante da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

    A partir da análise de reclamação disciplinar apresentada pela Fazenda Nacional foram identificados indícios de que o magistrado proferiu decisões consideradas pelo CNJ como manifestamente absurdas em processo relacionado à recuperação judicial da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A.

    O contexto está diretamente associado à Operação Carbono Oculto — uma das maiores já realizadas no país no combate a fraudes fiscais, adulteração de combustíveis e lavagem de dinheiro no setor, com indícios de infiltração da organização criminosa PCC e estimativa de sonegação superior a R$ 7,6 bilhões.

    Tais atos, segundo apuração, foram praticados em flagrante descumprimento de decisão expressa do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), proferida na Suspensão de Segurança n.º 3666, que havia determinado a suspensão imediata do feito por reconhecer risco de grave lesão à ordem pública e aparente teratologia das decisões proferidas.

    Honorários

    Mesmo ciente do comando da Corte Superior — de observância obrigatória e imediata —, o desembargador prosseguiu na instrução, autorizou o levantamento dos honorários e expediu ofício à Receita Federal para viabilizar o início dos trabalhos periciais, esvaziando na prática os efeitos da suspensão determinada pelo STJ.

    Em razão da gravidade dos indícios identificados em desfavor do desembargador, por determinação do corregedor Nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, foi determinado o afastamento cautelar do requerido do exercício de todas as suas funções no âmbito do TJRJ.

    O desembargador está proibido de entrar nas sedes dos fóruns e do Tribunal de Justiça. Na mesma ocasião, foram determinadas diligências para o aprofundamento das investigações, ainda em andamento, bem como a realização de correição extraordinária presencial.

  • Servidor do Detran de Rondônia testa positivo para MPOX

    Servidor do Detran de Rondônia testa positivo para MPOX

    Um servidor do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) testou positivo para MPOX. Após a confirmação do caso, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) deve realizar uma ação de orientação e prevenção no órgão nesta sexta-feira (6). O servidor Saimon Flores, que atua diretamente em fiscalizações da Operação Lei Seca e em […]

  • TJ do Amapá aprova criação da 10ª vaga de desembargador

    TJ do Amapá aprova criação da 10ª vaga de desembargador

    O Pleno Administrativo do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) aprovou, por unanimidade a criação de mais uma vaga para desembargador na corte, passando de nove para dez integrantes.

    No início de fevereiro, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) já havia aprovado um anteprojeto de lei do TJAP que será encaminhado à Assembleia Legislativa do Amapá (Alap) para análise e votação.

    A proposta altera um dispositivo de 2002 que regulamenta a organização dos quadros de pessoal e os planos de carreira do Poder Judiciário estadual.

    De acordo com o relatório apresentado pelo presidente do TJAP, desembargador Jayme Ferreira, apesar da alta produtividade do Judiciário amapaense, existe um desequilíbrio entre o volume de processos julgados na primeira e na segunda instância.

    Segundo ele, enquanto o primeiro grau atinge 100% das metas estabelecidas, o segundo grau alcança apenas 69%, o que configura um gargalo no andamento dos processos.

    “O primeiro grau alcança 100% das metas, mas o segundo grau permanece em 69%, configurando um gargalo permanente que justifica a ampliação pontual do colegiado”, afirmou o presidente do tribunal.

    Jayme Ferreira também destacou que a Lei Orgânica da Magistratura proíbe a convocação frequente e provisória de juízes de primeira instância para atuar em colegiados de segundo grau, prática que acaba sendo utilizada como solução temporária para suprir a demanda.

    De acordo com o próprio TJAP, a criação de um novo gabinete de desembargador deve gerar um custo anual superior a R$ 4 milhões aos cofres públicos. Ainda assim, o tribunal afirma que as despesas serão absorvidas pelo orçamento e que a medida deve contribuir para reduzir o tempo de espera pelos julgamentos.

    A escolha do novo desembargador será feita pelo critério de merecimento, entre magistrados que já integram o quadro de juízes do tribunal.

  • Roraima lidera ranking de áreas urbanas vulneráveis a enchentes no Brasil

    Roraima lidera ranking de áreas urbanas vulneráveis a enchentes no Brasil

    Roraima é o estado brasileiro com a maior proporção de áreas urbanas em situação de risco de enchentes. É o que aponta um levantamento do MapBiomas, plataforma que monitora o uso e a cobertura do solo no país, divulgado nesta quarta-feira (4).

    De acordo com o estudo, cerca de 9,1 mil hectares — o equivalente a 46,4% de toda a área urbanizada do estado — estão localizados a menos de três metros de altura de rios ou cursos d’água. Essa faixa é considerada a mais suscetível a alagamentos e inundações.

    Na prática, os dados indicam que quase metade das áreas com residências, ruas e infraestrutura urbana em Roraima estão situadas em terrenos baixos e muito próximos de rios, o que aumenta significativamente o risco de enchentes.

    As informações são referentes a 2024, ano mais recente analisado pelo levantamento. Roraima aparece à frente do Rio de Janeiro, que possui 43% de sua área urbanizada em zonas vulneráveis, e do Amapá, com 37,6%.

    Segundo o MapBiomas, o avanço das cidades sobre áreas próximas a rios é um padrão histórico no Brasil e se torna cada vez mais preocupante diante do aumento da frequência de eventos climáticos extremos.

    O MapBiomas é uma iniciativa que reúne universidades, organizações não governamentais e empresas de tecnologia com o objetivo de monitorar as mudanças no uso da terra no Brasil. Os dados produzidos pela plataforma são públicos e gratuitos.

  • Sexta-feira será de tempo quente com chuvas passageiras em todo o Acre

    Sexta-feira será de tempo quente com chuvas passageiras em todo o Acre

    O tempo nesta sexta-feira (6) será marcado por calor, presença de sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais em diferentes regiões do Acre. Em algumas áreas, as precipitações podem ocorrer com maior intensidade, embora a probabilidade de temporais seja considerada baixa. As informações são do portal O Tempo Aqui.

    A mesma condição climática também deve atingir estados da região Norte e Centro-Oeste do Brasil, como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, além de áreas da Bolívia (planícies) e do Peru (região de selva).

    Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será de tempo quente, com sol, aumento de nuvens e possibilidade de chuvas rápidas e pontuais ao longo do dia. Em alguns pontos, essas chuvas podem ser mais intensas, mas a probabilidade de chuvas fortes ou temporais permanece baixa.

    A umidade relativa do ar mínima deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, enquanto a máxima pode atingir entre 90% e 100% ao amanhecer.

    Os ventos sopram fracos a calmos, vindos do norte e com variações de noroeste pela manhã. A partir do fim da tarde, passam a soprar do nordeste. A chance de ventos fortes é considerada muito baixa.

    Nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, a previsão também indica calor, sol entre nuvens e chuvas passageiras e localizadas, que em alguns pontos podem ocorrer com maior intensidade.

    A umidade relativa do ar mínima deve variar entre 55% e 65% durante a tarde, enquanto a máxima pode chegar a valores entre 90% e 100% ao amanhecer.

    Os ventos devem soprar entre fracos e calmos, com rajadas moderadas, predominando do norte e com variações de noroeste pela manhã. No fim da tarde, passam a soprar do nordeste. A probabilidade de ventos fortes é considerada muito baixa.

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    Bolo da Matilda vira trend e desperta nostalgia nas redes

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