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  • Frase do dia

    Frase do dia

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    Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto - Metrópoles

    Nosso Trump está na prisão”. (Wagner Moura, ator, candidato ao Oscar, protagonista do filme “Agente Secreto”, em entrevista à televisão dos Estados Unidos)

  • Plácido de Castro

    Plácido de Castro

    Plácido de Castro

    6 de março de 2026 – 05h00 6 min de leitura

    O Sindicato Rural de Plácido de Castro é a Faixa de Gaza da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre. Até um caso de agressão contra a mulher foi registrado. “Registrado” uma forma de dizer. A mulher está em pânico.

    SOS Cerâmicas

    O Governo do Acre acenou para o setor cerâmico. É um segmento da economia local que está urrando. Em crise há, pelo menos, três anos, as empresas já ensaiavam fechamento, demissões, o roteiro de sempre quando um segmento não vai bem. E qual foi o socorro oficial? ICMS. Sefaz abre mão de 85 a 95% do tributo.

    Resolve?

    Resolve a situação? O que resolve mesmo é o setor da Construção Civil aquecido. Isso é excelente para o segmento. Obras de moradias populares e pavimentação cerâmica em especial. Como isso não ocorre no Acre atualmente, o jeito é o Governo usar as armas que tem. E o ICMS é o instrumento mais imediato.

    Eduardo… Eduardo!

    O deputado Eduardo Ribeiro anda ouvindo alguns cortesãos que podem estar usando o parlamentar para movimentos estratégicos dentro do governo. A ideia do projeto do Cartão do Material Escolar é apenas um mote para alguém valorizar o problema para depois vender cara a solução.

    Coisa deselegante

    A pinguela do Boca

    O elevado da AABB — viaduto ou “pinguela”, como ironizam adversários — orçado em mais de R$ 25 milhões e que já recebeu vistoria do TCE, pode ter a inauguração adiada novamente. Quem passa pelo local percebe que ainda há pendências, principalmente na infraestrutura da parte inferior da obra. A expectativa é saber se haverá novo adiamento. Se ocorrer, dificilmente passará do dia 3 de abril.

    Estendendo a mão

    Na Câmara Municipal da capital, vereadores do PL estudam a possibilidade de deixar o partido para acompanhar o destino partidário de Bocalom. A razão é pragmática: manter espaços e cargos na estrutura da gestão municipal. Nos corredores, a avaliação é de que fidelidade, neste momento, caminha junto com sobrevivência política.

    O que fazem os vereadores?

    A qualidade do gasto público precisa virar pauta na Câmara de Vereadores. Ninguém, do Caladinho ao Universitário, consegue entender o motivo pelo qual a Prefeitura de Rio Branco resolveu jogar asfalto novinho na área central da cidade. Curiosamente, é justamente ali um dos poucos lugares que quase não tem buracos. Enquanto isso, os bairros estão todos deteriorados.

    Gênio de m*

    Será que o “gênio” por trás dessa brilhante ideia não percebeu que, na região central, quase não mora ninguém? Ou será que a lógica é asfaltar onde o povo não mora, enquanto os bairros onde o povo vive seu dia a dia e vota, fica à mercê dos buracos? Pelo amor de Deus… que planejamento é esse?

    Vereadores

    Ontem, 5, em Rio Branco, vereadores de todo o Acre se reuniram em um evento do governo do Estado, para ouvir palestra sobre o efeito das Inteligências Artificiais nas eleições deste ano. Viajaram com ou sem diárias e quem está pagando hotel etc??

    Outra questão

    O problema não é o gosto musical. A questão é gasto público. Epitaciolândia foi destaque na revista Veja porque, segundo denúncias, gastou R$ 1,5 milhão em shows gospel e country, que dão o tom de como estão as festas com verba pública por aquelas bandas. O dinheiro poderia ressuscitar Mozart, Beethoven ou Tom Jobim e João Gilberto. O foco é outro. O drama é perceber como o populismo vai corroendo a rotina nos municípios. Se o leitor visitar Epitaciolândia, vai entender rapidamente que não é dos shows que a cidade está precisando.

    Cesta básica

    Carne básica

    Dispersão

    Às vezes, a sensação é de engodo, pois a diferença de R$ 53,80 entre a cesta mais barata e a mais cara revela oscilação relevante entre supermercados. A variação representa até 8,6% do total.

    Receita

    Ainda sobre finanças públicas… o crescimento real de 2,8% da Receita Corrente Líquida em 2025 indica expansão moderada das finanças estaduais. Para quem manja dos parangolés, percentual abaixo de 3% limita a margem para novos investimentos. É o que acontece com o Acre a partir desses números do Tesouro. Quase não investe, busca sempre dinheiro emprestado, depende cronicamente dos repasses federais… affff!!

    Energia

    Decisões regulatórias no setor elétrico influenciam tarifas e inflação regional. Pequenas variações percentuais impactam custos empresariais e residenciais ao longo do ano.

    Fies

    O prazo para complementação de dados no Fies 2026 é eliminatório. A perda do calendário exclui o candidato, afetando o acesso ao ensino superior financiado.

    Helicóptero

    O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) do Alto Juruá tem um helicóptero à sua disposição para fazer o transporte dos indígenas em caso de necessidade de saúde. Um, inclusive, já chegou a cair na área do Rio Crôa em 2022. O DSEI, que é do Ministério da Saúde, é responsável pela atenção integral à saúde de aproximadamente 20 mil indígenas, distribuídos em 163 aldeias de oito municípios. O orçamento anual é de cerca de R$ 13 milhões, com o pagamento de aproximadamente R$ 18 mil por hora de voo de helicóptero. E por que tem sido sempre o helicóptero do governo do Acre a fazer resgate de indígenas??


  • Desequilíbrio climático

    Desequilíbrio climático

    Desequilíbrio climático

    Por Narciso Mendes6 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

    Sem exageros, ou seja, sem extremismo, fazem-se urgente e necessário que cuidemos do meio ambiente.

    A nossa região amazônica é, mundialmente, em se tratando do meio ambiente, um dos maiores, senão o maior objeto de cobiça dos radicais ecologistas, tanto cá dentro quanto mundo afora. E o mais impressionante, a maioria deles nunca puseram seus pés na nossa região, mesmo assim, por vezes, até inserem o nosso Acre em seus debates.   

    Neste particular há que existir moderação, ou mais precisamente, “nem tanto ao mar, nem tanto a terra” afinal de contas, nada justifica que a nossa floresta seja devastada, tornada cinza, tampouco que seus mais de 30 milhões de habitantes continuem vivendo na mais extrema pobreza.

     Sem os indispensáveis cuidados que deveriam partir dos países que já se encontram razoavelmente desenvolvidos, em princípio os europeus, e no nosso país, as unidades federadas que já obtiveram elevados níveis de desenvolvimento econômico, que os Amazônidas, sobretudo, os mais carentes, não se sintam forçados a utilizar seus machados, suas foices e motosserras para derrubarem as florestas que estão sob seus domínios e na incômoda condição de posseiros.

     No nosso Acre, posseiros ou proprietários de terras, legalmente adquiridas, são obrigados a manter, no mínimo, 80% das suas áreas inexploradas e nos 20% que lhes restam, igualmente protegidas, também as áreas que margeiam os seus rios e igarapés. Neste particular, algo precisa ser feito no sentido de favorecer, sobretudo, os nossos pequenos proprietários.

    De outro lado, permitir a devastação da nossa floresta amazônica, e isto para atender os interesses os nossos gananciosos latifundiários e grileiros de terras, públicas ou privadas, precisa de fim, do contrário, a nossa Amazônia jamais prosperará.

    A provar que as agressões ao nosso meio ambiente têm causados os mais variados desastres e em todos os cantos e recantos do mundo, basta que acompanhemos as notícias que vêm dos outros países e, particularmente dos diversos Estados da nossa federação.

    Nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e mais recentemente, Minas Gerais, os desastres vêm se sucedendo e numa frequência absolutamente assombrosa, irresponsável e assassina, até porque, os nossos gestores públicos, em particular os nossos prefeitos não cuidaram, a tempo, de evitar os futuros desastres e suas vítimas.

     Chega de fanatismo ambiental e de grileiros, isto porque, são as os humanos que carecem do máximo de proteção, mas até que as águas dos nossos rios e mares e da nossa importantíssima floresta amazônica. 

  • Assuero vence disputa jurídica para manutenção de estatuto: e agora?

    Assuero vence disputa jurídica para manutenção de estatuto: e agora?

    Processo que levou à decisão judicial e garantiu preservação das atuais regras da instituição acabou expondo as disputas internas de uma maneira nunca antes vista na Faeac O atual presidente da Federação da Agricultura e Pecuária, Assuero Veronez, foi o vencedor no processo judicial que tentou modificar o estatuto da Faeac a vinte dias da […]

  • Japão autoriza primeiro tratamento com células-tronco para Parkinson

    Japão autoriza primeiro tratamento com células-tronco para Parkinson

    FG Trade/ Getty Images
    Foto colorida de uma pessoa jovem segurando mãos de um idoso - Metrópoles

    O Japão autorizou, de forma condicional e temporária, nesta sexta-feira (6/3), o primeiro tratamento do mundo que usa células-tronco para induzir melhora dos sintomas motores em pacientes com doença de Parkinson. O tratamento é para aquelas pessoas que não respondem às terapias farmacológicas existentes.

    A terapia consiste em transplantar células-tronco pluripotentes induzidas para o cérebro do paciente. As células-tronco pluripotentes induzidas são células adultas reprogramadas geneticamente para um estado embrionário.

    O anúncio foi feito pela farmacêutica Sumitomo Pharma, responsável pelo medicamento. A pesquisa que encontrou resultados satisfatórios com o tratamento foi conduzida pelo Hospital Universitário de Kyoto.

    Agora, a Sumitomo Pharma fará um estudo clínico pós-comercialização e uma farmacovigilância pós-comercialização para conseguir a aprovação definitiva do remédio.

    O resultado do estudo clínico foi publicado em abril do ano passado na revista Nature. A pesquisa acompanhou sete pacientes (com idades entre 50 e 69 anos) que receberam o transplante por 24 meses.

    As conclusões mostram que não houve eventos adversos graves e foram 73 eventos leves a moderados. Entre os seis pacientes, quatro apresentaram melhora dos sintomas mesmo sem outras medicações e cinco junto a outros medicamentos.

     

  • Cabeleireiro que matou namorada bebeu água sanitária após o crime

    Cabeleireiro que matou namorada bebeu água sanitária após o crime

    Reprodução/Redes Sociais
    Imagem colorida mostra Rafael Nogueira e Vanessa Lahós Moscardi. Cabeleireiro foi preso por esfaquear namorada. Metrópoles

    Após matar a namorada a facadas, o cabeleireiro Rafael Mercio Nogueira, de 39 anos, cortou os próprios pulsos, ingeriu água sanitária, remédios e exigiu que os policiais fornecessem uma arma de fogo para que ele cometesse suícidio. O homem foi preso em Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, na noite de quarta-feira (4/3) pela morte de Vanessa Lahós Moscardi, de 44 anos.

    A Polícia Militar (PM) foi acionada para uma ocorrência de violência doméstica na Rua Alfredo Schultz, por volta das 22h. No local, a equipe constatou cheiro forte de gás e foi surpreendida por Rafael com uma faca suja de sangue. Os agentes iniciaram uma negociação com o homem, que ameaçava tirar a própria vida, e conseguiram convencê-lo a se entregar.

    Os policiais, então, entraram no imóvel e localizaram Vanessa já sem vida. O óbito foi constatado no local pela equipe do Samu.


    Suspeito forografou namorada morta


    Rafael foi levado ao pronto-socorro para atendimento médico e, posteriormente, conduzido à delegacia, onde permaneceu preso. Uma das facas utilizada no crime foi apreendida para perícia. O caso foi registrado como feminicídio no 1º Distrito Policial de Taboão da Serra.

  • O que Vorcaro deveria fazer?

    O que Vorcaro deveria fazer?

    TeroVesalainen/Pixabay
    interrogação dúvida

    A essa altura, no lugar de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o que você faria? Respostas de 1.391 leitores:
    Delataria – 78,8%
    Negaria até morrer – 4,3%
    Se solto, fugiria – 16,9%

  • Conheça como é o presídio em Brasília onde Vorcaro ficará preso

    Conheça como é o presídio em Brasília onde Vorcaro ficará preso

    Senappen/ reprodução
    Penitenciária Federal de Brasília

    O banqueiro Daniel Vorcaro será transferido nesta sexta-feira (6/3)  para o Presídio de Segurança Máxima de Brasília. A transferência foi autorizada, ontem, pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da Polícia Federal. Vorcaro foi preso preventivamente na quarta-feira (4/6), em São Paulo.

    A penitenciária, de segurança máxima, é uma das cinco que fazem parte do Sistema Penitenciário Federal.  O sistema tem como intuito combater o crime organizado, isolando as lideranças criminosas e os presos de alta periculosidade. O local tem sistema de vigilância avançado, com captação de som ambiente e monitoramento de vídeo.

    A cela onde ele ficará preso é individual e mede seis metros quadrados. No local, tem cama, sanitário, pia, chuveiro, mesa e assento. Não há tomadas elétricas e a energia do chuveiro e das lâmpadas é ativada e desativada em horários determinados.

    O dia a dia do preso inclui seis refeições por dia, duas horas de banho de sol, atividades laborais e educacionais, quando aplicáveis, atendimento médico, odontológico, farmacêutico, psicológico, quando necessários, assistência social, pedagógica e terapia ocupacional, quando necessárias, e visitas sociais e com advogado por parlatório, em dias e horários determinados.

    Entenda a decisão

    No pedido, a PF argumentou que o Sistema Penitenciário Federal se destina “justamente ao recolhimento de presos cuja custódia exija maior controle estatal, regime de segurança mais rigoroso ou medidas especiais de monitoramento”, o que seria o caso de Vorcaro.

    Além disso, destaca que o banqueiro “detém significativa capacidade de articulação e influência sobre diversos atores situados em diferentes esferas do poder público e do setor privado”.  A PF ainda argumenta que, estando em Brasília, Vorcaro estará mais próximo dos órgãos responsáveis pela investigação.

    “A Penitenciária Federal em Brasília apresenta condições institucionais que permitem monitoramento mais próximo da execução da custódia, considerando a localização da unidade em relação aos órgãos responsáveis pela condução  da investigação e pela supervisão judicial das medidas cautelares adotadas no âmbito desse Supremo Tribunal Federal”, diz.

  • Dia começa com sol e clima abafado, mas pode chover. Veja previsão

    Dia começa com sol e clima abafado, mas pode chover. Veja previsão

  • Cúpula da CPMI do INSS reage à decisão de Dino sobre sigilo de Lulinha

    Cúpula da CPMI do INSS reage à decisão de Dino sobre sigilo de Lulinha

    o-relator-da-cpmi-do-inss-o-deputado-alfredo-gaspar-durante-momento-de-fala-na-comissao-que-investiga-possiveis-irregularidades-envolvendo-o-instituto-nacional-do-seguro-social-metropoles-3

    A cúpula da CPMI do INSS avaliou a decisão do ministro do STF Flávio Dino que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas em bloco pela CPMI do INSS no dia 26 de fevereiro. A medida atinge todos os requerimentos que haviam sido aprovados pela comissão.

    À coluna, o relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que a decisão do ministro é um “tapa na cara da sociedade”.

     

    “A decisão do Supremo Tribunal Federal, exarada pelo ministro Flávio Dino, indicado por Luiz Inácio Lula da Silva e seu ex-ministro, ao suspender a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva e de grandes bancos, é uma vergonha, um tapa na cara do brasileiro de bem. Trata-se de uma verdadeira interferência indevida na independência dos Poderes. Dino salvou Lula de escândalos e afogou a transparência no combate à corrupção”, declarou o deputado.

    Entenda o que aconteceu

    Como o Metrópoles mostrou, na quarta-feira (4/3), Dino suspendeu a votação da quebra de sigilo da mpresária Roberta Luchsinger. Agora, a decisão de Dino atingiu também o filho do presidente Lula, Fábio Luís da Silva, o Lulinha.

    “Com efeito, como equivocadamente houve a votação “em globo” em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros. Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, escreveu Dino.

    Dino completou afirmando que a CPMI deve, se assim quiser, fazer uma nova votação das quebras de sigilo em relaçã a todos os alvos da votação em globo e “imotivada” realizada na quinta-feira (26/2).