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    Justiça articula ampliação de vagas de trabalho para presos e egressos no Acre

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    Alckmin diz que Brasil foi o maior beneficiado por nova tarifa de Trump

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Imagem colorida mostra o vice-presidente, Geraldo Alckmin. Metrópoles

    O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, declarou, nesta segunda-feira (23/2), que o Brasil foi o país mais beneficiado com a nova tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos Estados Unidos, anunciada por Donald Trump.

    A mudança na tarifa foi anunciada pelo líder norte-americano no sábado (21/2), após ter anunciado, no dia anterior, que o governo aplicaria novas tarifas globais de 10%.

    A medida foi adotada por Trump após a Suprema Corte dos EUA derrubar parte do tarifaço aplicado por ele, na sexta-feira (20/2). De acordo com a Corte, as medidas econômicas violaram leis federais já que não tiveram autorização prévia do Congresso dos EUA. Segundo o tribunal, as tarifas excederam limites legais.

    “15% não tem problema, porque (é) 15% para nós e para o mundo inteiro. O país mais beneficiado no mundo foi o Brasil, porque ninguém tinha 50% — 10% + 40%. Nós somos o país mais beneficiado no mundo com essa decisão”, afirmou Alckmin.

    A declaração foi feita durante evento na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.

    A nova decisão de Trump entra em vigor nesta terça-feira (24/2) e terá validade de 150 dias.

    De acordo com o presidente em exercício, abre-se “uma avenida em termos de voltar a ter um comércio exterior importante com os Estados Unidos”.

    Como mostrou o Metrópoles, um estudo da Global Trade Alert mostrou que o Brasil e a China são os países mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas norte-americanas.

    De acordo com o estudo, a redução das taxas tarifárias médias no caso brasileira será de 13,6 pontos percentuais. A China aparece em segundo lugar entre os países que mais se beneficiarão com as novas sobretaxas, com queda de 7,1 pontos percentuais. Em contrapartida, Reino Unido, União Europeia e Japão encontram-se entre as nações mais prejudicadas com as novas regras.

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    Fotógrafo Assis Lima ironiza estereótipos sobre sexualidade de profissionais da fotografia nas redes

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    Vídeo mostra momento em que chama atinge teto e dá início à tragédia que matou 41 jovens em bar na Suíça. Caso ocorreu na virada do ano

  • Cliente detona restaurante em crítica e caso tem final inesperado

    Cliente detona restaurante em crítica e caso tem final inesperado

    Reprodução/Instagram/@thetamalestore
    montagem com meme e tamale mexicano

    Se você acha que já viu de tudo nas avaliações on-line, prepare-se para conhecer Rebecca O. — a crítica gastronômica mais engraçada (e que, eis um spoiler, que não existe de verdade). O comentário viral começou com um clássico: uma avaliação de uma estrela dizendo que o tamale, versão mexicana da pamonha, estava “duro, fibroso e impossível de morder”. Só que havia um pequeno detalhe gastronômico… e cultural.

    Acontece que a moça, ou melhor, a personagem Rebecca, estava comendo o tamale, com a palha de milho ainda presa. Quando descobriram isso, ela voltou a avaliar… Com 5 estrelas, dizendo que era “a melhor coisa que já provei”. Meme pronto.

     

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    Só que o plot twist chegou quando o restaurante The Tamale Store, de Phoenix, nos Estados Unidos, revelou que nem Rebecca nem o perrengue gastronômico eram reais. A avaliação foi criada pela coproprietária e responsável pelas redes sociais do restaurante, Pauline Alvarado — como uma pegadinha divertida para explicar um erro que acontece de verdade entre clientes de primeira viagem.

    A ideia foi tão boa que acabou bombando nas redes sociais, gerando memes, comentários hilários e até um aumento no reconhecimento do estabelecimento. Afinal, quem nunca confundiu um prato tradicional e virou meme sem querer?

  • Bafta 2026 enfrenta cancelamento por ataque racial a Michael B. Jordan

    Bafta 2026 enfrenta cancelamento por ataque racial a Michael B. Jordan

    Phillip Faraone/Getty Images for FIJI Water
    whatsapp-image-2026-02-23-at-195829

    Uma das maiores premiações do cinema europeu foi marcada por grande controvérsia. Durante a edição de 2026 do Bafta Film Awards, realizada no Royal Festival Hall, em Londres, um insulto racial foi ouvido enquanto os atores Michael B. Jordan e Delroy Lindo apresentavam um prêmio. O episódio desencadeou uma onda de críticas à organização, à BBC e reacendeu debates sobre transmissão ao vivo, responsabilidade editorial e o impacto de palavras racialmente ofensivas, mesmo quando proferidas de forma involuntária.

    O que aconteceu na cerimônia

    O responsável pelo grito foi John Davidson, ativista britânico com síndrome de Tourette. Durante a apresentação de Jordan e Lindo, Davidson teve um suposto tique vocal involuntário que incluiu o uso da “n-word” — um dos termos mais ofensivos da língua inglesa e considerado extremamente racista.

    O momento foi captado na transmissão com atraso de aproximadamente duas horas feita pela BBC. Apesar do tempo técnico para edição, o trecho foi ao ar e permaneceu disponível na plataforma até esta segunda-feira (23/2).

    No palco, o apresentador Alan Cumming explicou ao público que as expressões ouvidas estavam relacionadas a tiques involuntários da síndrome de Tourette e pediu compreensão, afirmando que não refletiam a intenção ou crenças do participante.

    Michael B. Jordan e Delroy Lindo

    BBC remove programa e pede desculpas

    Após a repercussão negativa, a BBC emitiu pedidos formais de desculpas, reconhecendo que o termo ofensivo deveria ter sido editado antes da exibição. A emissora retirou a cerimônia do streaming para nova edição e republicou o conteúdo sem o trecho.

    Relatos publicados pela imprensa britânica afirmam que produtores alegaram não ter ouvido o momento específico durante o processo técnico, o que gerou ainda mais questionamentos sobre os protocolos de revisão.

    A organização do Bafta também pediu desculpas diretamente a Michael B. Jordan e Delroy Lindo por tê-los colocado em uma situação constrangedora.

    Reações da indústria

    A repercussão foi imediata. O ator Jamie Foxx classificou o episódio como “inaceitável”, manifestando ceticismo em relação às explicações dadas e afirmando que a ofensa foi proposital.

    Wendell Pierce afirmou que a prioridade deveria ter sido um pedido de desculpas claro e imediato aos apresentadores que estavam no palco no momento do insulto. Segundo ele, a dor causada pelo termo não poderia ser relativizada.

    A produtora e designer de produção Hannah Beachler também criticou o que chamou de “pedido de desculpas protocolar” feito durante o evento, apontando que a frase “se alguém se sentiu ofendido” minimizaria a gravidade da palavra utilizada.

    Michael B. Jordan e Delroy Lindo integram o elenco do filme Pecadores

    A declaração de John Davidson

    Diante da repercussão, John Davidson divulgou um comunicado afirmando estar “profundamente envergonhado” caso alguém tenha interpretado seus tiques como intencionais ou representativos de suas crenças pessoais.

    Ele reforçou que os episódios são sintomas neurológicos involuntários da síndrome de Tourette e não expressam opinião ou posicionamento. Davidson também explicou que decidiu deixar a cerimônia mais cedo ao perceber o desconforto causado.

    O ativista agradeceu à organização pelo aviso prévio dado ao público sobre sua condição e reiterou seu compromisso com a conscientização sobre a Tourette, destacando que apenas uma pequena parcela das pessoas com o transtorno apresenta coprolalia — manifestação que pode incluir a vocalização involuntária de palavras socialmente inapropriadas.

    John Davidson

    O dilema: contexto médico x impacto social

    O caso gerou um debate complexo. De um lado, especialistas e entidades de apoio à Tourette reforçam que tiques vocais são involuntários e não refletem valores pessoais. De outro, críticos argumentam que a transmissão de um termo historicamente ligado à violência racial causa dano real independentemente da intenção.

    O episódio também levantou questionamentos sobre critérios editoriais: outras falas consideradas controversas teriam sido cortadas da transmissão, enquanto o insulto racial permaneceu.

    Um momento sensível

    A controvérsia ganha ainda mais peso por envolver dois atores negros no palco e por ocorrer em um evento globalmente televisionado. Embora a explicação médica seja possível, a discussão ultrapassou o campo clínico e passou a envolver responsabilidade institucional, sensibilidade cultural e gestão de crises em grandes transmissões.

    O Bafta 2026 entra para a história não apenas pelos vencedores da noite, como também por um episódio que expôs tensões profundas entre inclusão, o poder e o impacto das palavras.

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  • Benfica deseja levar Prestianni para Madri, mesmo após sanção da Uefa

    Benfica deseja levar Prestianni para Madri, mesmo após sanção da Uefa

    Reprodução/Instagram/gianlucaa_11
    Prestianni atuando pelo Benfica

    Mesmo com sanção da Uefa, o Benfica, rival do Real Madrid nos playoffs da Champions League, deseja levar Prestianni para a partida de volta, que será realizada nesta quarta-feira (25/2), às 17h. O jogador argentino foi suspenso pela entidade após chamar Vinícius Júnior de macaco no confronto de ida.

    A Uefa, através do órgão de Controle, Ética e Disciplina, publicou a decisão de suspensão do jogador na manhã desta segunda-feira (23/2). Mesmo com a definição, o Benfica conta com o atleta para o duelo de volta, segundo o Diário AS. Porém, ainda não se sabe se o jogador irá apenas acompanhar a delegação do time português ou se também irá para o estádio acompanhar o jogo.

    “O Órgão de Controle, Ética e Disciplina da UEFA (CEDB) decidiu hoje suspender provisoriamente o Sr. Gianluca Prestianni para a próxima (1) partida de competição de clubes da Uefa para a qual ele estaria elegível, por violação prima facie do Artigo 14 do Regulamento Disciplinar da UEFA (DR), relacionado a comportamento discriminatório”.


    Entenda o caso


     

  • Alesp: conselho de ética analisa cassação de Bove e deputadas do PSol

    Alesp: conselho de ética analisa cassação de Bove e deputadas do PSol

    Reprodução
    Alesp: conselho de ética analisa cassação de Bove e deputadas do PSol - Metrópoles

    O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) volta a se reunir, nesta terça-feira (24/2), para analisar os pedidos de cassação dos mandados do deputado estadual Lucas Bove (PL) e das deputadas Mônica Seixas (PSol) e Paula Nunes (PSol), da Bancada Feminista e do Movimento Pretas.

    Os três parlamentares entraram na pauta do conselho depois de um bate-boca em uma sessão no plenário da Alesp, em setembro deste ano. Durante a discussão, Bove gritou com parlamentares mulheres. “Me chama de agressor, me chama do corrupto, porra!”, disse o deputado, na ocasião.

    Ao Metrópoles, as parlamentares da Bancada Feminista definiram a posição do deputado como “descontrole”.

    “Ele quer impedir o exercício do nosso mandato, que foi eleito democraticamente e que tem o compromisso de defesa dos direitos das mulheres. A violência política de gênero e raça praticada por ele é que não pode acontecer em uma casa legislativa”, afirmou Paula Nunes.

    Procurado, Bove não quis se manifestar. A reportagem apurou que o entorno do parlamentar acredita em um novo arquivamento.

    Tentativas de votar a cassação

    Esta é a segunda tentativa de votar o tema. A primeira, em 9 de dezembro, foi adiada por falta de quórum. Na ocasião, cinco aliados de Bove faltaram à reunião: Carlão Pignatari (PSDB), Altair Moraes (Republicanos), Rafael Saraiva (União Brasil), Eduardo Nóbrega (Podemos) e Oséias de Madureira (PSD).

    Paralelo à disputa entre PL e PSol após o “bate-boca”, há outros pedidos para cassação de Bove na Alesp. O primeiro foi formulado pela deputada Mônica Seixas, após o político ser denunciado à Justiça por violência doméstica contra a ex-esposa, Cíntia Chagas. Ela o acusou de agressão no final de 2024.

    A representação da psolista foi arquivada em 26 de agosto pela Comissão de Ética. Foram seis votos contra um.

    Presidida pelo parlamentar Delegado Olim (PP), que votou pelo arquivamento, a sessão teve presença dos parlamentares Oseias, Carlos Cezar (PL), Dirceu Dalben (Cidadania), Eduardo Nóbrega e Rafael Saraiva. Todos eles se posicionaram contra a invalidação do mandato de Bove.

    O voto a favor da cassação foi de Ediane Maria (PSol). Ela era a única deputada mulher e parlamentar de oposição presente na reunião.

    Em outubro, PT e PSol voltaram a pedir a cassação de Bove – novamente fundamentado nas acusações de ameaça e violência doméstica que miram o parlamentar.

    MPSP denuncia Bove e pede “providências” à Alesp

    Em 23 de outubro, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) pediu a prisão preventiva de Bove por descumprir, de maneira reiterada, medidas protetivas impostas pela Justiça a favor de Cíntia. Ela o acusou de agressão no final do ano passado.

    Além do pedido de prisão, a promotoria também encaminhou um ofício à Alesp para que sejam adotadas “eventuais providências cabíveis”, sem detalhar ou sugerir possíveis punições ao parlamentar.

    Oito dias depois, em 31 de outubro, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou o pedido de prisão preventiva.

    A juíza Danielle Galhano Pereira da Silva, no entanto, advertiu Bove por desrespeitar medidas cautelares. Ela disse que o parlamentar, em caso de um novo descumprimento, pode ter a prisão preventiva decretada.

    E, em 4 de novembro, a Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Região Oeste aceitou a denúncia do MPSP, tornando Bove réu por crimes como violência psicológica, stalking, descumprimento de medidas protetivas de urgência e lesão corporal.

    O processo corre sob sigilo. O Metrópoles apurou que a primeira audiência do caso deve acontecer ainda neste semestre. Pelo segredo de Justiça, a defesa das partes optou por não se manifestar.

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    Rio Branco inicia etapa final para lançar Plano Municipal de Redução de Riscos

    A prefeitura de Rio Branco deu início, nesta segunda-feira (23), à terceira e última etapa de elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR), considerado estratégico para enfrentar os principais problemas ambientais que afetam a capital acreana. A fase final do trabalho é conduzida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em parceria com o […]

  • MP recorre de decisão que absolveu homem de estuprar menina de 12 anos

    MP recorre de decisão que absolveu homem de estuprar menina de 12 anos

    Rafaela Felicciano/Metrópoles
    Estátua Justiça

    O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recorreu da decisão que absolveu um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos no interior do estado. Na sentença, a Justiça entendeu que não houve crime, ao considerar a existência de um “vínculo afetivo consensual” entre os dois, e derrubou a condenação em 1ª instância.

    Após a repercussão do caso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a abertura de um Pedido de Providências para apurar a conduta dos magistrados responsáveis pela decisão.

    Matéria em atualização…