
O Partido dos Trabalhadores (PT) vai propor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a inclusão, no plano de governo para a campanha eleitoral deste ano, de um modelo semelhante a um “SUS do Transporte Público”. A iniciativa busca recompor o financiamento do setor para viabilizar a gratuidade universal do serviço.
A proposta do partido, na verdade, é chamada de Sistema Único de Mobilidade (SUM).
Segundo o partido, a implementação da tarifa zero exige a reformulação do atual modelo de custeio, com participação direta do governo federal. Assim, a responsabilidade hoje concentrada em estados e municípios passaria a ser compartilhada com a União.
Ao Metrópoles, o vice-presidente do PT, deputado federal Jilmar Tatto (SP), afirmou que o presidente se convenceu de que o transporte público é o único serviço essencial pelo qual a população paga para utilizar e que o tema está no radar do Planalto.
“Talvez ele queira propor um modelo antes da campanha eleitoral. Isso será um mote de campanha, sem dúvidas”, disse Tatto. O governo avalia que a medida, de alto interesse público, pode fortalecer a campanha de Lula à reeleição.
A pedido do presidente, o Ministério da Fazenda elabora estudos sobre a viabilidade da chamada tarifa zero. A equipe econômica trabalha na recuperação e atualização de pesquisas anteriores, além do desenvolvimento de novas análises para avaliar a implementação da gratuidade.
De acordo com Tatto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comprometeu-se a entregar os estudos antes de deixar o comando da pasta. Haddad havia manifestado a intenção de deixar o ministério ainda neste mês, mas a data de saída ainda será definida em conjunto com o presidente.
No Legislativo, também há ambiente favorável à proposta. Em reunião recente com prefeitos, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que pretende instalar uma comissão especial para debater a tarifa zero no transporte público.
Alternativas
Entre as alternativas de financiamento está a substituição do vale-transporte por uma contribuição empresarial destinada a um fundo específico, além da divisão de custos entre União, estados, Distrito Federal e municípios. A proposta consta no Projeto de Lei 6088/2025, de autoria de Jilmar Tatto.
Os recursos arrecadados seriam distribuídos pela Caixa Econômica Federal a fundos estaduais e municipais criados para esse fim, com uso exclusivo no financiamento do transporte urbano e semiurbano.
A distribuição entre os entes federativos seria proporcional ao número de empregados sobre os quais incidirem as contribuições empresariais.
A expectativa é que o Sistema Único de Mobilidade incorpore esse modelo de financiamento.


O Independência já está preparado para o duelo decisivo contra o Águia de Marabá, válido pela segunda fase da Copa do Brasil. A partida será disputada na próxima quarta-feira (25), em Marabá, no interior do Pará. Segundo o GE-AC, a delegação do Tricolor acreano inicia a viagem na tarde desta segunda-feira (23), com saída de […]





Tida pelo público como uma das melhores novelas da TV Globo, a queridinha voltou: Avenida Brasil foi a escolhida para ocupar a janela de Vale a Pena Ver De Novo. A previsão da estreia é dia 30 de março, sucedendo Rainha da Sucata. Escrito por João Emanuel Carneiro, o folhetim conta a história de uma […]



















Cerca de 346 quilos de drogas foram apreendidos na madrugada desta segunda-feira (23) durante uma operação integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, no Rio Acre, em Xapuri. Além do volume expressivo de entorpecentes, um detalhe chamou atenção das autoridades: o casal pego em flagrante receberia apenas 3 mil […]