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  • Veja reação de Marciele ao beijo de Jonas e Jordana no BBB 26

    Veja reação de Marciele ao beijo de Jonas e Jordana no BBB 26

    Reprodução/TV Globo
    marciele

    O clima esquentou na madrugada desta quinta-feira (19/3) no BBB 26. Durante a Festa do Líder Alberto Cowboy, Jonas e Jordana protagonizaram um beijo que rapidamente virou assunto dentro e fora da casa, principalmente pela reação de Marciele.

    No momento em que os dois se aproximavam, Gabriela percebeu a movimentação e alertou as outras sisters sobre o possível beijo. A cena se confirmou segundos depois, mas o que mais chamou atenção foi a postura de Marciele, que já teve um envolvimento com Jonas.

    Sem demonstrar incômodo, ela reagiu de forma direta e despreocupada: “O dia que eu estiver preocupada com isso, pode me enterrar”.

    Antes de Jordana, o modelo já havia se envolvido com Maxiane e com a própria Marciele. O detalhe que tem gerado debate entre o público é o fato de as três serem amigas dentro da casa.

  • Coronel disse que "fazia tudo para facilitar a vida” da esposa morta

    Coronel disse que "fazia tudo para facilitar a vida” da esposa morta

    Reprodução/Câmera de Monitoramento
    Homem branco de cabeo branco e camisa social junto com homem branco, sem camisa, em corredor de prédio - Metrópoles

    Cerca de uma hora após atirar contra a própria esposa, na manhã do último 18 de fevereiro, o tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, disse ao desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan (foto emdestaque) que fez “tudo para facilitar a vida dela”.

    Imediatamente após o disparo, Geraldo acionou o 190 e desligou. Ele só ligou novamente ao Copom após falar com um superior hierárquico. Em seguida, acionou o desembargador, que foi até o local do crime e ouviu a versão do suspeito sobre os fatos (veja maisabaixo).

    O tenente-coronel nega ter efetuado o tiro e afirma que a soldado da PM Gisele Alves Santana, 32, tirou a própria vida.

    O caso, ocorrido no apartamento do casal no Brás, na região central de São Paulo, foi registrado inicialmente como suicídio, mas a natureza foi alterada para feminicídio após a conclusão da perícia feita na cena do crime.

    O resultado foi apresentado pela Polícia Civil à Justiça na última segunda-feira (16/3), e o coronel foi preso nessa quarta (18/3). Ele foi encaminhado ao Presídio Romão Gomes, na zona norte da capital paulista, onde permanece detido preventivamente, com mandados tanto pelo Tribunal de Justiça Militar, como pela Justiça comum (TJSP).

    “Tudo pra facilitar a vida dela”

    Enquanto a equipe do helicóptero Águia finalizava o procedimentos de embarque para levar Gisele ao Hospital das Clínicas (HC), um tenente disse ao coronel que a mulher tinha pulsação e ainda estava respirando quando foi socorrida. Em resposta, Geraldo disse: “Irmão, tiro na cabeça. Eu sou instrutor de tiro. Um tiro na cabeça de .40. Não quero nem pensar nisso”.

    Poucos minutos depois, ele passou a dar sua versão dos fatos ao desembargador. O tenente-coronel explicava sobre a dinâmica familiar e a situação financeira do casal.

    Segundo a transcrição das bodycams feita pela Polícia Civil, mesmo sendo pressionado pelos policiais presentes para deixar a cena do crime, Geraldo mostrou ao desembargador o quarto onde dormia – separado da esposa, que ocupava outro cômodo com a filha.

    “O que eu acho que aconteceu, suposição: ontem a gente sentou nesse sofá, que a filhinha dela ficou com o pai. Eu sentei ali no sofá para conversar seriamente e a gente conversou por quase duas horas”, disse ao magistrado.

    Geraldo contou que abordou a situação financeira do casal. O PM afirmou gastar entre R$ 7 mil e R$ 8 mil com as contas da casa, e que a dinâmica de dormir em quartos separados estava insustentável. “Não é uma condição de casal, pra mim não dá”, declarou.

    Ele contou dar uma mesada mensal à esposa desde que se casaram, em 2024, e que não poderia continuar ajudando a mulher caso se separassem. Ao desembargador, o coronel ainda desabafou sobre o apartamento que morava com Gisele – um “cubículo” incompatível com a patente que ocupa na PM, conforme apontou.

    “Eu aluguei aqui para facilitar a vida dela, que ela trabalha no QG, então foi tudo pra facilitar a vida dela”, disse.

    O coronel teria pedido a separação e dito para a esposa que conversariam melhor pela manhã. Na manhã seguinte, ele confirmou que queria o divórcio, segundo a versão apresentada, o que teria motivado o suposto autoextermínio da soldado.

    “Eu fechei a porta pra tomar banho, escutei um barulho e imaginei que fosse ela batendo a porta. Eu abri o box, na hora em que eu olhei aqui, vi ela caída no chão. O que ela fez? Ela entrou aqui no quarto, pegou a minha arma e se matou na sala”, disse.

    Contradições

    Finalizado um mês após o crime, o inquérito da Polícia Civil sobre a morte de Gisele  aponta quatro principais contradições em relação à versão apresentada pelo tenente-coronel, além de outras inconsistências entre seu depoimento e os elementos técnicos reunidos pela perícia.

    Veja os principais pontos destacados pela polícia

    1 – Árvore de Natal contradiz versão do investigado:

    O primeiro ponto envolve a posição de uma árvore de Natal no apartamento. O tenente-coronel afirmou que o objeto teria sido removido do local onde estava antes de ele entrar no banheiro, chegando a sugerir que Gisele teria deslocado.

    No entanto, fotos feitas pelos primeiros socorristas mostram a árvore exatamente no mesmo lugar descrito inicialmente, ao lado do sofá. O laudo pericial conclui que o objeto só foi retirado depois, durante o atendimento, para abrir espaço.

    Para os peritos, essa divergência não é apenas um detalhe. O tenente-coronel Geraldo afirmou que estava tomando banho no momento do disparo e que teria aberto a porta para ver o que havia acontecido. No entanto, a posição da árvore dificultaria a visão da cena a partir do banheiro, o que coloca em dúvida a versão apresentada por ele.

    2 – Posição da arma levanta dúvidas:

    Outro ponto central diz respeito à arma utilizada no disparo. Em momentos diferentes, o coronel apresentou versões distintas: primeiro, disse que Gisele segurava a arma; depois, afirmou que ela estava caída no chão.

    As imagens e os relatos dos socorristas, no entanto, indicam que a pistola estava na mão da vítima quando a equipe chegou. A perícia destaca que, em casos de disparo na cabeça, é extremamente improvável que a pessoa mantenha a arma firmemente empunhada após o impacto, devido ao relaxamento muscular imediato. Para os investigadores, a mudança de versão sobre esse ponto é significativa, já que a posição da arma é um dos elementos mais importantes para diferenciar o suicídio de homicídio.

    3 – Marcas de sangue indicam movimentação do corpo:

    A análise das manchas de sangue é apontada como uma das evidências mais fortes do inquérito. Segundo o laudo, o padrão de escorrimento indica que o sangue fluiu enquanto a vítima ainda estava em posição vertical ou semivertical.

    Essa informação é incompatível com a posição em que o corpo foi encontrado, já caído no chão. De acordo com os peritos, se as manchas se formaram enquanto Gisele ainda estava em pé ou próxima à vertical, ela não poderia ter caído sozinha e produzido aquela trajetória de sangue no corpo.

    Diante disso, a conclusão técnica é de que o corpo foi movido após o disparo e reposicionado no local por outra pessoa. O coronel, porém, afirmou que ninguém teria tocado em Gisele antes da chegada do socorro. A perícia aponta que há indícios de alteração da cena, o que reforça a suspeita de fraude processual.

    4 – Vestígios de sangue no banheiro contradizem relato:

    O quarto ponto envolve vestígios de sangue encontrados no banheiro utilizado pelo investigado. Exames identificaram marcas nos registros de água, nas paredes, no chão do box, além da bermuda e em uma toalha.

    Segundo a perícia, o tipo de mancha encontrado é decisivo. O laudo aponta que o sangue na roupa tem características de gotejamento, ou seja, caiu diretamente sobre o tecido, gota por gota, e não foi espalhado por contato ou limpeza. Isso significa que o investigado estava próximo à vítima no momento em que ela ainda sangrava. Para os especialistas, se o sangue tivesse sido transferido por toque ou atrito, as marcas seriam diferentes, com sinais de arrasto ou pressão, o que não foi identificado. A forma das manchas indica que ele estava parado ou muito próximo da vítima enquanto o sangramento ainda ocorria.

    “Essa dinâmica exige a presença física do investigado no raio imediato do corpo da vítima durante o sangramento ativo, condição absolutamente incompatível com sua versão de que não manteve qualquer tipo de contato com a vítima. O gotejamento não mente: ele documenta”, diz o delegado Lucas de Souza Lopes, do 8º Distrito Policial, que presidiu o inquérito.

    Essa dinâmica contradiz a versão apresentada pelo tenente-coronel, que afirmou estar no banheiro e não ter tido contato com a vítima. Além disso, a presença de sangue dentro do box reforça a suspeita de que ele entrou no local já com vestígios e teria tomado banho antes da chegada do socorro.


    Morte de PM Gisele levou à prisão de tenente-coronel


    A defesa do tenente-coronel Geraldo Neto impetrou um habeas corpus, que deve ser analisado ainda nesta quinta-feira (19/3), quando também será realizada a audiência de custódia – por videoconferência – e que poderá definir se ele permanecerá detido ou responderá ao processo em liberdade.

    Recebido com abraços

    O tenente-coronel da Polícia Militar foi recebido com abraços por colegas de farda ao chegar nas dependências do Presídio Militar Romão Gomes. O momento foi capturado em vídeo pelo youtuber Oslaim Brito. Veja:

    As imagens mostram o tenente-coronel chegando ao presídio em um carro descaracterizado, seguido por uma viatura da Corregedoria da PM. Em seguida, ele aparece na entrada da penitenciária sendo abraçado por um colega de farda, com “tapinhas” nas costas.

  • Quem é o frentista "milionário" que lavou milhões com bets e tráfico

    Quem é o frentista "milionário" que lavou milhões com bets e tráfico

    Imagem cedida ao Metrópoles
    frentista-milionario-po

    Um frentista de 19 anos está no centro da investigação que revelou um esquema milionário de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em diversos estados do país por meio de bets clandestinas.

    Identificado como Yago César dos Santos Ferreira (foto em destaque), ele mora em uma comunidade periférica de Goiânia e levava uma vida aparentemente simples, trabalhando em um posto de combustíveis da cidade.

    Apesar da baixa renda declarada, Yago figura como proprietário de dez empresas, todas utilizadas, segundo a investigação, para movimentar grandes quantias provenientes do tráfico de cocaína e haxixe.

    Segundo as investigações, ele atuava como “laranja”, ocultando os verdadeiros responsáveis pelo esquema financeiro da organização criminosa.

    Yago é um dos nove alvos de mandados de prisão temporária no âmbito da Operação Resina Oculta, deflagrada nesta quinta-feira (19/3), pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).


    Resina oculta


    Operação nacional

    A Operação Resina Oculta revelou uma organização criminosa altamente estruturada, que unia tráfico de drogas, empresas de fachada e tecnologia digital para movimentar milhões em todo o país — tendo como uma de suas figuras mais emblemáticas o jovem frentista que, no papel, era dono de um verdadeiro império empresarial.

    Pelo menos 29 pessoas ligadas ao tráfico utilizavam o mesmo sistema financeiro para ocultação de valores.


    A ação policial cumpriu:


    A PCDF aponta que o esquema envolvia dezenas de pessoas e uma estrutura sofisticada de circulação de dinheiro do tráfico. Novas fases da operação não estão descartadas.

    A operação Resina Oculta segue em andamento e busca desarticular completamente a rede criminosa que atuava em vários estados do país.

  • Danone recolhe lotes de fórmula infantil por conterem toxina; entenda

    Danone recolhe lotes de fórmula infantil por conterem toxina; entenda

    picture alliance/Getty Images
    Logotipo da fábrica de laticínios da Danone em Ochsenfurt, na Alemanha. Metrópoles

    A empresa Danona Ltda. anunciou o recolhimento voluntário da fórmula infantil Aptamil Premium. Os lotes a serem recolhidos são os de números 2026.09.09, 2026.20.03 e 2026.09.07. De acordo com resolução publicada nessa quarta-feira (18/3) no Diário Oficial da União (DOU), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, distribuição e uso do produto em razão da detecção da presença de cereulida.

    De acordo com a publicação, os lotes dos produtos mencionados apresentam alto risco de contaminação pela toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus.

    Sintomas

    O consumo de alimento contaminado pela toxina cereulida pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio e incapacidade de reagir e expressar emoções.

    Em fevereiro deste ano, a empresa já havia anunciado um recall dos produtos na Europa, principalmente na Áustria, Alemanha e França.

    A substância foi detectada em ingredientes fornecidos por uma empresa chinesa e utilizados por diferentes fabricantes, entre eles Danone, Nestlé e Lactalis. A descoberta levou à retirada de produtos em vários países e aumentou a preocupação entre pais e autoridades sanitárias.

    Diferentes marcas e países

    Na França, a Danone informou que retirou alguns lotes das marcas Gallia e Bledina do mercado como precaução, após a adoção de limites mais rigorosos para a presença de cereulida pela autoridade europeia de segurança alimentar.

    Já na Áustria e na Alemanha, o recolhimento inclui lotes das fórmulas Aptamil e Milumil, segundo informações da agência austríaca responsável pela segurança alimentar.

    Além dos recolhimentos atuais, autoridades francesas investigam se existe relação entre a morte de dois bebês e o consumo de fórmula infantil da marca Guigoz, ligada ao grupo Nestlé. A apuração ainda está em andamento e os resultados devem ser divulgados nos próximos dias.

  • Bridgerton: autora fala em novo spin-off focado em personagem amado

    Bridgerton: autora fala em novo spin-off focado em personagem amado

    Reprodução/Netflix
    Yerin Ha na cama

    Shonda Rhimes, produtora executiva de Bridgerton, levantou a possibilidade da série da Netflix ganhar mais um spin-off. Ela, inclusive, sinalizou quem seriam os personagens ideais para a nova empreitada da trama de época.

    Questionada se pretende fazer mais um spin-off, ela disse: “Com certeza. É uma área que nos entusiasma e sabemos que tem um grande potencial de exploração”.

    Ao podcast Glass Half Full, ela revelou de quem seria a história: “Eu sempre disse que, se fôssemos fazer algo assim, Violet seria uma ótima pessoa para contar a história — a mãe de Bridgerton. Sim, é uma possibilidade”.

    Vale lembrar que Bridgerton já tem um spin-off, lançado em 2023. Rainha Charlotte: Uma História de Bridgerton gira em torno do romance da Rainha e do rei George.

  • Santos anuncia a contratação de Cuca como novo treinador

    Santos anuncia a contratação de Cuca como novo treinador

    Buda Mendes/Getty Images
    Corinthians-Cuca-treinador-demissão

    O Santos anunciou Cuca como novo treinador da equipe, nesta quinta-feira (19/3). A contratação acontece menos de 8h depois do Peixe confirmar a demissão Juan Pablo Vojvoda. O argentino foi dispensado após a derrota por 2 x 1 para Internacional, nessa quarta-feira (18/3).

    O Santos Futebol Clube acertou nesta quinta-feira (19) a contratação do técnico Cuca para a sequência da temporada. O novo comandante assinou contrato válido até o final de 2026.

    Cuca chega ao Peixe acompanhado pelo auxiliar Cuquinha e pelo preparador físico Omar Feitosa.… pic.twitter.com/8IxaxmRTCZ

    — Santos FC (@SantosFC) March 19, 2026

    Vojvoda comandou a equipe santista durante sete mês. O argentino foi contratado em agosto de 2025, quando treinava o Fortaleza.

    Nesta temporada, o Santos somou apenas quatro vitórias em 15 partidas, contra seis derrotas e cinco empates. No Paulistão, o Peixe foi eliminado nas quartas de final, para o Novorizontino, a primeira fase após a classificatóra.

    No Brasileirão, o cenário do Alvinegro Praiano é perigoso. Em 16º lugar, a equipe está uma posição acima da zona de rebaixamento e tem apenas um ponto a mais que o Inter, melhor colocado dentro do Z-4.

  • Greve dos trabalhadores da Fhemig adia mais de 30 cirurgias em BH

    Greve dos trabalhadores da Fhemig adia mais de 30 cirurgias em BH

    Getty Images
    Foto colorida do interior de um hospital e uma maca - Getty Images

    A greve de trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) já provoca impactos no atendimento em Belo Horizonte (MG). Mais de 30 cirurgias foram adiadas em unidades da rede, segundo balanço inicial.

    A paralisação teve início nesta semana e atinge hospitais da capital mineira. Apesar da manutenção de uma escala mínima — exigida por lei para garantir atendimentos de urgência e emergência —, procedimentos eletivos vêm sendo suspensos.

    As cirurgias previamente agendadas foram canceladas sem nova data definida. Em alguns casos, os procedimentos já haviam sido remarcados anteriormente, o que aumenta a apreensão de quem aguarda atendimento.

    Os trabalhadores reivindicam melhorias salariais e nas condições de trabalho. Entre as críticas, estão a sobrecarga das equipes, problemas estruturais nas unidades e o não pagamento integral do piso da enfermagem.

    A Fhemig, por sua vez, afirma que acompanha os efeitos da paralisação e que tem adotado medidas para minimizar prejuízos à população. A fundação reforça que os serviços essenciais seguem funcionando e que mantém diálogo com representantes da categoria.

    De acordo com a fundação, ainda não há previsão para o fim da greve.

  • Robô falha em dança temática e causa caos em restaurante

    Robô falha em dança temática e causa caos em restaurante

    Reprodução
    montagem de funcionária segurando robô descoordenado

    Uma apresentação que deveria encantar clientes acabou virando cena de tensão — e viralizou nas redes sociais. Um robô programado para executar uma coreografia promocional com tema da Disney perdeu o controle no meio do show e causou um verdadeiro caos dentro de um restaurante.

    O que aconteceu?

    Durante a performance, o robô — que deveria apenas dançar e interagir com o público — começou a se movimentar de forma errática, ignorando comandos e avançando pelo salão. O que era entretenimento rapidamente virou um misto de preocupação e risos de nervoso.

    Clientes registraram o momento em vídeo. Nas imagens, o equipamento aparece derrubando talheres, esbarrando em mesas e executando movimentos repetitivos e descoordenados, como se estivesse “travado” em uma sequência defeituosa.  

     

    A robot in China just smashed some dishes started dancing instead of working 😂 pic.twitter.com/cfkIjihnsx

    — Tansu Yegen (@TansuYegen) March 17, 2026

     

    Funcionários tentaram conter o dispositivo manualmente, mas ele continuou ativo por vários segundos, aumentando o risco de acidentes. Em determinado momento, a situação foi controlada após o robô ser desligado à força.  

    Tema Disney e expectativa frustrada

    O robô fazia parte de uma ação promocional com temática inspirada no universo Disney, pensada para atrair clientes com uma experiência imersiva e tecnológica. No entanto, o que era para ser mágico acabou virando um episódio digno de filme — mas longe do final feliz.

    Relatos indicam que o equipamento sofreu uma falha técnica inesperada, fazendo com que os movimentos programados saíssem completamente do controle.  

    Vídeo viral e debate sobre segurança

    O vídeo rapidamente se espalhou nas redes sociais, gerando milhões de visualizações e levantando discussões sobre o uso de robôs em ambientes com público.

    Internautas se dividiram entre o humor “parece cena de comédia” e a preocupação com segurança, especialmente pelo fato de o robô estar em um espaço fechado e cercado de pessoas.

    O que isso revela sobre o uso de robôs?

    Casos como esse acendem um alerta importante:

    Apesar dos avanços na robótica e na inteligência artificial, episódios como esse mostram que a tecnologia ainda não é totalmente previsível — especialmente em situações ao vivo.

    Tendência que cresce — com riscos

    Robôs em restaurantes, hotéis e eventos estão se tornando cada vez mais comuns, principalmente como forma de atrair clientes e gerar experiências “instagramáveis”.

    Mas o incidente levanta uma questão inevitável: até que ponto vale substituir interação humana por máquinas quando há riscos envolvidos?

  • Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2

    Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2

    A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (19) a parcela de março do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2.

    O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 683,75. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,77 bilhões.

    Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Os beneficiários de 171 cidades de nove estados receberam o pagamento nessa quarta-feira (18), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e os moradores de Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, em Minas Gerais, afetados por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Paraná (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Roraima (6) e Sergipe (9).

    Essas localidades foram afetadas por chuvas, por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Cerca de 2,35 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Neste mês, o benefício médio para elas está em R$ 368,97.

    Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

  • Procon inicia fiscalização contra preços abusivos em postos de MG

    Procon inicia fiscalização contra preços abusivos em postos de MG

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Posto de combustivel gasolina etanol Metrópoles

    O Procon do Ministério Público de Minas Gerais (Procon-MPMG) iniciou, nessa quarta-feira (18/3), uma operação de fiscalização em postos de combustíveis para apurar possíveis aumentos abusivos nos preços praticados ao consumidor. A ação começou por estabelecimentos que apresentam os maiores valores, com foco na regularidade dos reajustes e na transparência das informações repassadas ao público.

    A iniciativa em Minas faz parte de um movimento nacional de intensificação da fiscalização no setor. Nesta semana, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em conjunto com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons de todo o país, deu início a uma nova rodada de monitoramento do mercado.

    Paralelamente, o Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou a abertura de inquérito pela Polícia Federal para investigar possíveis crimes contra a ordem econômica e os consumidores.

    Segundo o Procon-MPMG, embora os preços dos combustíveis no Brasil não sejam tabelados e sigam a lógica da livre concorrência, isso não autoriza aumentos arbitrários. De acordo com o coordenador do órgão, o promotor de Justiça Luiz Roberto Franca Lima, a legislação de defesa do consumidor proíbe elevações sem justa causa e a obtenção de vantagem excessiva.

    “A análise precisa considerar fatores como custo de aquisição do combustível, estoques, despesas operacionais e as condições do mercado local. Reajustes expressivos ou repentinos podem, sim, ser investigados”, destacou.

    Nesta primeira etapa, a atuação está concentrada nos valores cobrados diretamente nas bombas. A fiscalização pode ser ampliada conforme os resultados obtidos nas ações em campo.

    Durante as inspeções, os postos poderão ser notificados a apresentar documentos que comprovem a evolução dos preços, como históricos de valores praticados e notas fiscais de compra junto às distribuidoras. A partir dessa análise, será possível verificar se os aumentos foram motivados por elevação de custos ou por eventual aumento indevido da margem de lucro.

    Caso sejam identificadas irregularidades, como reajustes incompatíveis com os custos ou aproveitamento de situações de escassez e urgência do consumidor, os responsáveis poderão ser investigados e punidos conforme a legislação.