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  • Como um simples frentista movimentou milhões de reais com bets e tráfico

    Como um simples frentista movimentou milhões de reais com bets e tráfico

    Arte/Metrópoles
    Bomba de gasolina jorrando dinheiro

    Yago César dos Santos Ferreira, de apenas 19 anos, levava uma vida aparentemente simples como frentista em um posto de combustíveis, em Goiânia. Morador de uma comunidade periférica da capital goiana, ele está no centro de uma investigação que revelou um esquema milionário de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em diversos estados do país por meio de bets clandestinas.

    Ele é um dos nove alvos de mandados de prisão temporária no âmbito da Operação Resina Oculta, deflagrada nesta quinta-feira (19/3), pela Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

    Apesar da baixa renda declarada, Yago figura como proprietário de dez empresas, todas utilizadas, segundo a investigação, para movimentar grandes quantias provenientes do tráfico de cocaína e haxixe. Para a polícia, ele atuava como “laranja”, ocultando os verdadeiros responsáveis pelo esquema financeiro da organização criminosa.

    Descoberta do esquema

    O grupo não apenas distribuía drogas, mas também operava um sofisticado sistema de lavagem de dinheiro. Os valores eram enviados para diferentes estados, especialmente para a região Norte, e pulverizados por meio de empresas de fachada.

    Em São Luís (MA), um empresário com dezenas de CNPJs registrados movimentou cerca de R$ 30 milhões em apenas 45 dias. Já em Manaus (AM), um núcleo operado por três mulheres era responsável por fragmentar e redistribuir os valores, dificultando o rastreamento.

    Empresas de fachada

    A investigação também revelou o uso de aproximadamente 15 plataformas de apostas online ilegais como ferramenta de lavagem de dinheiro. Essas empresas simulavam atividades legais enquanto movimentavam recursos ilícitos.

    Além disso, diversas empresas registradas no esquema não possuíam funcionamento real, operando apenas no papel para dar aparência de legalidade ao dinheiro do tráfico.

    Ação policial

    A operação cumpriu:

    Operação nacional

    Ao todo, pelo menos 29 pessoas ligadas ao tráfico utilizavam o mesmo sistema financeiro para ocultação de valores.

    A Operação Resina Oculta revelou uma organização criminosa altamente estruturada, que unia tráfico de drogas, empresas de fachada e tecnologia digital para movimentar milhões em todo o país — tendo como uma de suas figuras mais emblemáticas um jovem frentista que, no papel, era dono de um verdadeiro império empresarial.

    As investigações prosseguem e novos desdobramentos podem ocorrer nos próximos dias.

  • Cartas na manga

    Cartas na manga

    Cartas na manga

    19 de março de 2026 – 05h00 6 min de leitura

    A entrevista do presidente do MDB, Vagner Sales, ao ac24horas, após a reunião com o partido, deixou até os cabeças brancas surpresos. Na conversa a portas fechadas, Vagner defendeu que a executiva estadual pose de democrática e só anuncie o nome de Jéssica Sales como indicada a vice de Mailza depois de ouvir as representações municipais. Sales admitiu ao ac24horas, que a reunião marcada pro dia 28 é apenas protocolar.

    Táticas conhecidas

    O prefeito Bocalom caminha para repetir, com uma certa teimosia, os mesmos erros do primeiro mandato. Basta lembrar 2022: apoiou Petecão, rompeu logo após o quarto lugar, não conseguiu eleger um deputado federal mesmo à frente do maior município do Acre e, de quebra, viu três vereadores de oposição conquistarem vagas na Assembleia só com críticas a sua gestão. Um roteiro difícil de ignorar, mas aparentemente fácil de repetir.

    Uma vaga para Kelen

    Para 2026, o enredo parece ganhar uma nova edição: aposta no “eterno suplente”, abre espaço para Alysson e ainda tenta viabilizar a eleição da própria esposa e sua ao Governo do Estado. O problema é que há uma regra básica na política que insiste em se confirmar: a casa dividida não constrói vitória sólida. E, para Kelen se eleger, seria necessário exatamente o oposto, um grupo coeso, alinhado e competitivo. Algo que, pelo menos até agora, a Prefeitura ainda não conseguiu demonstrar.

    Indefinição tucana

    O prefeito Tião Bocalom aguardava para a terça, 17, uma definição da direção nacional do PSDB sobre sua possível filiação, de olho em uma candidatura ao governo do Estado. No entanto, o presidente nacional da sigla, Aécio Neves, adiou a decisão, e o impasse continua. Caso o “ninho tucano” não se confirme como destino, resta ao prefeito a alternativa do Avante.

    Política

    O adiamento da decisão do PSDB sinaliza indefinição no xadrez eleitoral, recaindo diretamente sobre o mais eletrizante candidato. Mas a incerteza não trava articulações e montagem de chapas. O calendário pressiona respostas rápidas.

    Pra falar de amor…

    O produtor do programa Bar do Vaz, no site ac24horas confirmou para hoje, entrevista exclusiva em suas plataformas, com o pré-candidato ao senado, Jorge Viana. Será a hora de Vaz procurar saber por que acabou o amor político entre ele e Marcus Viana Alexandre. O programa começa às 16 horas.

    Gratidão e recados

    A entrevista do ex-prefeito Marcus Alexandre no programa Bar do Vaz foi esclarecedora. Com um discurso marcado por gratidão e lealdade, ele reafirmou que seu apoio ao senador Sérgio Petecão está mantido, reforçando fidelidade e lealdade a quem, segundo ele, esteve ao seu lado na campanha de 2024. Em tempos em que palavra na política anda cada vez mais rara, Marcus fez questão de amarrar seu bigode no do senador 100% popular.

    Impasse na Câmara

    Vereadores e trabalhadores de aplicativos se reuniram na Câmara Municipal de Rio Branco para discutir o projeto de lei que regulamenta o transporte individual privado de passageiros por motocicletas intermediado por aplicativos na capital acreana. A reunião foi longa, com divergências e ajustes propostos. No final, o presidente Joabe Lira se comprometeu a promover alterações no texto.

    Eleição é coisa boa!

    Eleição chegando e, com ela, máquinas de todos os tipos nas ruas. É o marketing mais antigo e fuleiro do mundo, mas que funciona. É tanto asfaltamento que até rua sem buraco está sendo recapeada, em Rio Branco, só pra ficar pretinha. Ah, se todo ano tivesse eleições…

    Alô, TRE!

    Nos bastidores, já tem gente achando que o nome do viaduto Mamédio Bittar pode não sobreviver ao calendário eleitoral. O ambiente político mudou. Na política, homenagem também é um recado, né Arnaldo?

    Tempo

    Renda

    Os R$ 682,16 de custo da cesta básica em Cruzeiro do Sul comprometem 42,1% do salário mínimo de R$ 1.621. O índice expõe perda de poder de compra. Na prática, mais de dois quintos da renda vai para itens básicos.

    Família

    Ainda sobre cesta básica, o gasto de R$ 2.387,56 para uma família padrão na segunda maior cidade do Acre equivale a 1,47 salários mínimos. O custo básico supera a renda individual. O resultado é dependência de múltiplas rendas (e ajudas sociais, como o Bolsa Família) ou endividamento puro e simples.

    Operação

    A apreensão de 2 celulares na Operação Mute evidencia foco na comunicação do crime no Acre. Mesmo com baixo volume, o impacto é estratégico. Cortar contato externo pode reduzir coordenação de facções.

    Vade retro, “Satanás!”

    É um péssimo momento para ser religioso institucional no Brasil. Igrejas das mais variadas denominações, mas principalmente evangélicas, envolvidas em escândalos financeiros e políticos, como a Lagoinha com Vorcaro. Além disso, no Acre, virou moda a criação de institutos para arrecadação de dinheiro público, sem a devida transparência na execução dos recursos. O jeito é se apegar a Deus, e não aos homens.

    Narcotráfico

    O encontro da Renarc com 7 estados reforça a padronização investigativa. A prioridade no rastreamento financeiro indica mudança de estratégia. O foco passa a ser o dinheiro, não só a droga.

    Logística

    A dimensão territorial da Amazônia impõe gargalos operacionais à polícia. Custos e tempo de deslocamento elevam a complexidade das ações. A resposta tem sido investimento em inteligência e tecnologia.

    Ambiental

    Estratégia

    O fórum da Amazônia Legal amplia iniciativas como o plano ecológico e a Agenda 2050. A meta de Gladson, mesmo fora do governo, é atrair recursos e integrar políticas regionais. O desafio segue na execução e mensuração de resultados.

    Fiscalização


  • Nada mais arriscado

    Nada mais arriscado

    Nada mais arriscado

    Por Narciso Mendes19 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

    O nosso STF-Supremo Tribunal é o representante máximo de um dos nossos três e  únicos poderes.

    As diversas e recorrentes tentativas de empurrar o nosso STF a se sentar no banco dos réus, entre outras, está sendo a mais grave ameaça a nossa democracia. A não ser que seus agressores estejam prontos e preparados para sugerir e convencer que a revogação do mais importante legado do Barão de Montesquieu, a teoria dos poderes, não mais deva prevalecer no nosso país.

    Quando a nossa própria constituição, em seus primeiros artigos, aceitou e reconheceu a referida teoria, muito oportunamente, esclareceu que os nossos poderes deveriam conviver independentes e harmônicos,  jamais enfrentando os torrentes e sistemáticos conflitos.

    O fato dos integrantes dos nossos poderes executivos e legislativos dependerem das vontades e das decisões dos nossos eleitores, democraticamente, nada mais conseqüente, entretanto, o mesmo critério não se estende aos integrantes do nosso poder judiciário.

    Aqueles que assumem a função de julgar, não podem depender de interesses políticos, tampouco partidários, pois se assim fosse, jamais disporiam da liberdade para decidirem na delicada condição de árbitros.

    Em todas as instâncias que se façam presentes, do primeiro grau a sua instância máxima, o STF, àqueles que os integram tem o dever de prestar jurisdição, ou seja, de aplicar o direito no caso concreto e nas soluções dos conflitos, de forma justa, imparcial e mais rápida possível.

    A propósito, todos àqueles que integram o nosso STF tiveram as suas indicações feitas pelo presidente da nossa República, de então, e foram aprovados pela maioria dos nossos senadores, de então.

    Quando o ex-presidente Lula foi preso a maioria dos integrantes do nosso STF havia sido indicada pelo então presidente Lula e pela sua sucessora e aliada, presidente Dilma Rousseff. Presentemente o ministro Alexandre de Moraes, indicado pelo então presidente Michel Temer vem sendo acusado de decidir a favor do lulismo e contra o bolsonarismo.

    Quando no julgamento do acusado Jair Bolsonaro, sobre o questionável golpe de Estado, o ministro Luz Fux votou a favor de sua absolvição e para os bolsonaristas o seu voto foi exemplar, a despeito dos quatro outros ministros terem voltado pela sua condenação.

    Quando uma questão chega a ser decida pela última instância do nosso poder judiciário, seja acertando ou errando, a decisão do STF é a que prevalece e passa a ser considerada justa e imparcial para seus beneficiários e injusta e parcial para os vencidos.

    Em síntese: seja acertando ou errando, a última decisão em toda e qualquer das nossas questões judiciais é sempre dada pelo nosso STF.

  • Faeac mantém pressão pela redução da alíquota do ICMS sobre o diesel

    Faeac mantém pressão pela redução da alíquota do ICMS sobre o diesel

    Com 30% do diesel consumido no país sendo importado, a escalada da Guerra no Oriente Médio exige medidas de ajustes com o Brasil autossuficiente na produção de petróleo, mas dependente de refinarias privatizadas na gestão Bolsonaro. E tudo isso em meio à colheita de soja. A insegurança é generalizada na agricultura de base empresarial A […]

  • Noruega: filho da princesa pode pegar 7 anos de prisão por estupros

    Noruega: filho da princesa pode pegar 7 anos de prisão por estupros

    Getty Images
    Primogênito da princesa herdeira Mette-Marit da Noruega, Marius Borg Hoiby - Metrópoles

    Promotores noruegueses pediram, nesta quarta-feira (18/3), uma pena de prisão de sete anos e sete meses para o filho da princesa herdeira da Noruega, Marius Borg Hoiby. Ele está sendo julgado por acusações de estupro, crimes relacionados a drogas e violência doméstica.

    O filho da princesa Mette-Marit foi preso no início de fevereiro, pouco antes do início julgamento, sob suspeita de lesão corporal, porte de faca e violação de uma ordem de restrição. As acusações mais recentes não estão relacionadas a várias outras que o levaram ao banco dos réus em um julgamento aguardado há meses.

    Aos 29 anos, Marius Borg Hoiby acumula outras 38 acusações, incluindo estupro, abuso doméstico e assédio. Se condenado, os 63 dias que ele já passou sob custódia deverão ser descontados da pena. Ele também será proibido de entrar em contato com uma ex-namorada por dois anos.

    Hoiby se declarou culpado de várias infrações relativamente menores, mas negou os supostos estupros, que, segundo a promotoria, ocorreram enquanto as mulheres dormiam ou estavam inconscientes.

    O ponto central do caso é determinar se as mulheres estavam ou não em condições de consentir em ter relações sexuais.

    “Estrangulamento, socos e cuspidas”

    “O estupro pode deixar cicatrizes permanentes e destruir vidas”, argumentou o promotor Sturla Henriksbo no penúltimo dia do julgamento que ganhou destaque em todo o mundo. “Pode ser algo que a vítima carrega consigo por toda a vida.”

    O promotor o descreveu como um homem “propenso a acessos de raiva, ciumento e, especialmente sob efeito de álcool ou drogas, capaz de perder o controle”.

    “Ele pode perder a cabeça, surtar, gritar, jogar telefones, até facas, chutar paredes. Nós até ouvimos [depoimentos] sobre estrangulamento, socos e cuspidas”, disse Henriksbo. “Marius Borg Hoiby não é um monstro. Nenhum de nós é. Somos todos seres humanos, com lados bons e ruins. Ele não deve ser julgado por quem ele é, mas pelo que fez”, disse o promotor.

    O promotor se referia a declarações de Hoiby na semana passada nas quais ele se queixou da “pressão da mídia” que, em sua opinião, o “apagou como pessoa”. “Não sou mais Marius, sou um monstro. Me tornei alvo de ódio em toda a Noruega”, disse ao tribunal.

    Hoiby também é acusado de fazer ameaças, violar ordens de restrição, danos à propriedade, infrações de trânsito e transportar 3,5 quilos de maconha, sem fins lucrativos, segundo ele.

    A prisão de Hoiby desencadeou uma série de outras denúncias por várias vítimas. Entre elas, estão a de estupro de quatro mulheres, violência contra uma ex-parceira e filmagem ilegal de várias mulheres, incluindo suas partes íntimas, sem o conhecimento ou consentimento delas.

    Os estupros teriam acontecido entre 2018 e novembro de 2024. Todas as supostas agressões teriam ocorrido após relações sexuais consensuais, enquanto as mulheres dormiam.

    Ele é também investigado por conduta sexual criminosa, abuso em relacionamento íntimo e lesão corporal, além de danos intencionais, ameaças à polícia e infrações de trânsito, acrescentou a polícia.

    Hoiby rejeita as acusações de crimes sexuais, segundo seus advogados. A corte real norueguesa não quis comentar o assunto no ano passado, quando ele foi formalmente denunciado.

    Violência e abuso de drogas

    Marius Borg Hoiby é fruto de um relacionamento anterior de Mette-Marit, antes de ela se casar com o príncipe herdeiro Haakon, futuro rei da Noruega. Hoiby não possui o título de príncipe nem é membro oficial da família real norueguesa.

    Ele foi inicialmente detido em agosto de 2024, por suspeita de agressão à então companheira. Hoiby admitiu ter agido de maneira violenta quando estava sob a influência de álcool e cocaína, além de ter destruído objetos no apartamento dela.

    Mette-Marit vem sendo criticada há semanas por sua amizade com o criminoso sexual Jeffrey Epstein. A princesa herdeira sofre de uma forma rara de fibrose pulmonar, uma doença crônica, e precisará de um novo pulmão. Aos 52 anos, ela não aparece em público desde o final de janeiro.

    O veredicto no caso de seu filho é esperado dentro de alguns meses.

  • Rueda admite que advogou para o Master após negar relação com Vorcaro

    Rueda admite que advogou para o Master após negar relação com Vorcaro

    Breno Esaki/Metrópoles (@BrenoEsakiFoto)
    Foto colorida e em close-up de Antônio Rueda olhando para cima - Metrópoles

    O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, admitiu na quarta-feira (18/3)  que advogou para o banco Master.

    Rueda disse ter feito “dezenas de pareceres e centenas de reuniões, incluindo mais de 1.000 audiências, cerca de 20 mil protocolos e aproximadamente 400 acordos” para a instituição financeira, por meio do escritório Rueda e Rueda.

    Na nota, ele afirma que não teve irregularidades no serviço, tendo exercido “atividade profissional legítima, regular e plenamente compatível com o exercício da advocacia no país”.  A fala contradiz declaração dada por ele há dois dias, quando disse ao Metrópoles não ter qualquer relação com Daniel Vorcaro, ex-dono do Master. 

    O nome de Rueda foi citado em trocas de mensagens entre Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa, então presidente do BRB. No diálogo, Costa conta ter tido um encontro com Rueda e que o político gostaria de se reunir com Vorcaro. As mensagens foram extraídas do celular do banqueiro.

    “O presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, não comenta diálogos privados obtidos ou divulgados de forma irregular. Esclarece apenas que não possui qualquer relação com o empresário Daniel Vorcaro, além de contatos sociais eventuais, como ocorre com diversas pessoas do meio político e empresarial”, disse Rueda em nota na terça-feira (17/3) após a divulgação do diálogo.

    De acordo com reportagem da Revista Piauí publicada nessa quarta-feira (18/3), Rueda atuou em ao menos um processo envolvendo o Master. O caso é uma ação movida, em 2024, contra o banco pelo Instituto Defesa Coletiva, entidade que advoga pelos direitos dos consumidores. Na época, as operações do Master já sofriam suspeitas de irregularidades.

    Rueda dizia que ganharia bilhões com a venda do Master

    De acordo com apuração da coluna Andreza Matais, Antonio Rueda afirmou a mais de um interlocutor que ganharia bilhões com a concretização da venda do Banco Master ao BRB.

    A venda, no entanto, foi vetada pelo Banco Central devido a riscos altos aos ativos do banco.

  • Jonas e Jordana trocam beijos na festa do BBB 26. Veja vídeo

    Jonas e Jordana trocam beijos na festa do BBB 26. Veja vídeo

    Reprodução/ Globoplay
    Jonas e Jordana se beijam no BBB 26 - Metrópoles

    Jonas e Jordana trocaram beijos na madrugada desta quinta-feira (19/3), durante a Festa do Líder do BBB 26. Os dois estavam sentados no sofá no momento, longe dos olhares dos outros brothers.

    Veja o vídeo:

    É BEIJO COM QUÍMICA, FÍSICA E MATEMÁTICA QUE VOCÊS QUEREM????? ENTÃO TOMAAAAAAAAAAAAAA! pic.twitter.com/od0VfzImHo

    — Jonas ⚡️ (@JonasHSulzbach) March 19, 2026

    Eles voltaram a se beijar em outro momento, novamente em um cantinho da festa, longe dos outros participantes.

    Jonas já beijou outras duas participantes no BBB 26. Logo no começo do programa, ele beijou Maxiane e, dias após a eliminação da ex-sister, ficou com Marciele.

  • Pastor x bispo: deputado acusa administrador de perseguição política. Veja vídeo

    Pastor x bispo: deputado acusa administrador de perseguição política. Veja vídeo

    Reprodução
    deputado Daniel de Castro

    Durante fala no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), nesta quarta-feira (18/3), o deputado Pastor Daniel de Castro (PP) acusou o administrador de Taguatinga, bispo Renato Andrade, de perseguição e pediu que o Palácio do Buriti tome “providências” a respeito do “comportamento do bispo”.

    “Estou muito incomodado com o administrador de Taguatinga e queria deixar um recado para o bispo Renato”, começou o parlamentar.

    Em seguida, o distrital explicou que foi procurado por um empresário que queria “dar curso de direção defensiva” no Taguaparque. Em resposta ao pedido, o deputado orientou que a pessoa procurasse a Administração de Taguatinga, com todos os documentos em mãos, e pedisse autorização.

    Na administração, o empresário mencionou o nome do pastor Daniel de Castro a uma servidora do local, que teria levado o pleito ao bispo Renato. Segundo o deputado, o empresário teria ouvido o administrador dizer que “se era” pedido “do deputado Daniel, não era para fazer nada”.

    Veja o vídeo:

    Durante a fala, o parlamentar citou, ainda, outras duas situações que o incomodaram. Em uma delas, contou que esteve em um restaurante em Taguatinga e, depois de sair do local, o bispo Renato teria procurado o dono do comércio para perguntar o “motivo de estar sendo traído”.

    No segundo caso, Daniel narrou que tirou foto com o dono de um Lava Jato enquanto o veículo dele estava sendo higienizado. Em seguida publicou a imagem. Momentos depois, conforme o deputado, o administrador teria perguntado ao empresário se ele estava apoiando o pastor.

    “Já beira a perseguição. Não posso aceitar. Não ia publicar isso, mas estou publicando para pedir que o Palácio do Buriti tome uma decisão imediatamente de, pelo menos, conversar com o administrador. Não por ser eu, Daniel. Lá [na administração], ele [bispo] deve atender Daniel, Chico, Ricardo, Thiago, Wellington e todo mundo que for à administração regional, sendo de direita ou esquerda. Ele é obrigado a atender porque ele é administrador público”, declarou.

    O parlamentar, então, declarou que “não aceitará mais isso” e pediu que o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, e o secretário de Governo, José Humberto, façam algo a respeito.

    “Pedi uma máquina para passar no campo de futebol lá [em Taguatinga] porque domingo agora começa o campeonato de terrão. Sabe qual foi a resposta? ‘Não faço porque é do deputado Daniel’. Não é meu, não, é para a comunidade. Se fosse para mim, eu tiraria do meu bolso, pois tenho condição. Respeite o parlamento! Ele compôs essa Casa por 4 anos e [à época] eu era administrador e o respeitei. Então, respeite o parlamento. Não estou pedindo respeito para mim. Respeite a população de Taguatinga e do Distrito Federal”, finalizou.

    Procurado, o administrador de Taguatinga, bispo Renato Andrade, disse que não foi procurado pelo deputado e que “tem mais o que fazer”. “Tudo que o deputado Daniel falou são inverdades. Ele não me ligou a respeito de nenhum desses assuntos. Aos quais desconheço totalmente”, começou.

    “E tenho mais coisas a fazer do que estar atrás do que o nobre deputado faz ou deixa de fazer. Há pelo menos 4 anos sofro perseguição por parte do referido parlamentar, o qual faz de tudo para me afastar da gestão da Administração de Taguatinga”, finalizou.

     

  • BBB 26: Milena se recusa a tirar foto com Gil do Vigor e gera climão

    BBB 26: Milena se recusa a tirar foto com Gil do Vigor e gera climão

    Reprodução/BBB 26
    Tia Milena cai no choro após visita ao confessionário do BBB 26

    Milena voltou a causar polêmica nas redes sociais após a Festa do Líder, na noite dessa quarta-feira (18/3). A sister se recusou a tirar uma foto com Gil do Vigor, mesmo com a insistência do ex-BBB, gerando um climão entre os participantes.

    Veja o vídeo:

    Gil constrangido c a recusa da Milena em tirar foto c ele e o grupo, q vergonha! Mas a maior responsável por isso é a produção, incluindo Tadeu, q ficam puxando saco dela e da AP com toda a merda q elas já fizeram, sempre desrespeitando o programa #bbb26pic.twitter.com/ptNyREm4l2

    — Bruno (@portrasdolimbo2) March 19, 2026

    Gil do Vigor chamou Milena uma série de vezes para a foto com todos os participantes da festa. “Eu tiro a selfie, vamos!”, pediu o ex-BBB. A sister se recusou.

    Logo depois, ela pediu para tirar uma foto sozinha com Gil do Vigor. Pouco depois, Samira e Juliano chegaram a alertar a sister sobre não participar da dinâmica.

    “Eu respeito ele, eu gosto muito dele, mas eu não sou obrigada a aparecer em foto com pessoas que eu não gosto. A produção não falou que eu sou obrigada”, alegou.

    O assunto virou pauta nas redes sociais e gerou críticas para a participante. “Milena se recusou a tirar foto com Gil e o restante do elenco. Acho que a gente está vendo uma triste história: a história da participante que parece fazer TUDO para ficar de FORA do TOP3. Se continuar, vai conseguir”, disse um.

    “Gil constrangido com a recusa da Milena em tirar foto com ele e o grupo, que vergonha! Mas a maior responsável por isso é a produção, incluindo Tadeu, que ficam puxando saco dela e da Ana Paula com toda a merd* que elas já fizeram, sempre desrespeitando o programa”, afirmou outro.

  • Flávio faz cena e pode ser adversário mais duro que Bolsonaro, diz Hilton

    Flávio faz cena e pode ser adversário mais duro que Bolsonaro, diz Hilton

    A deputada federal Erika Hilton (Psol) afirmou, em entrevista à coluna, que o senador Flávio Bolsonaro (PL) vem tentando construir um discurso mais moderado de olho nas eleições para presidente. Na opinião da parlamentar, no entanto, esse movimento é encenado e não deve se sustentar.

    “O 8 de Janeiro fica simbólico para que entendamos qual projeto se coloca na esteira da discussão. Ainda que o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro tenha modulado muito o seu discurso e a sua figura”, opinou.

    Segundo a deputada, o senador tem adotado uma mudança de tom nas redes sociais e no debate público, com o objetivo de diminuir a sua rejeição no eleitorado. “Ele virou um doce, ele até brinca com ‘todes’ nas publicações, ele é brincalhão, não é mais o senador raivoso, o senador das rachadinhas, das mansões compradas com dinheiro vivo. É um homem moderado, que vai falar da economia”, ironizou.

    Hilton também comparou o possível apelo eleitoral de Flávio em relação ao seu pai, classificando o pré-candidato ao Planalto como potencialmente mais “duro” de ser batido. “Talvez ele seja um nome mais duro que Jair Bolsonaro, porque Jair Bolsonaro tem uma rejeição muito grande, mas é difícil fazer essa análise política, porque o voto é de Jair Bolsonaro, não é de Flávio Bolsonaro. Flávio recebe esse eleitorado, esse voto”, disse.

    Para a parlamentar, a tentativa de reposicionamento é estratégica e pode não se manter ao longo do tempo. “Modular o discurso, se fazer de menino legal nas redes sociais, dizer que quer dialogar com todo mundo é cena? É cena, é encenação. Se levar as eleições, no dia seguinte volta a ser a mesma família Bolsonaro que o Brasil conhece”, concluiu.